História Crônicas de um Jovem Rei - Capítulo 152


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Fantasia, Original, Rei, Romance, Sally-yagami, Tammysan, Tita, Vanessabr
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Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fala, galerinha do bem!

Sally-Yagami trazendo capítulo novo para vocês!

Boa leitura!

Capítulo 152 - Um Desejo que Jamais irá se Realizar


Fanfic / Fanfiction Crônicas de um Jovem Rei - Capítulo 152 - Um Desejo que Jamais irá se Realizar

Conforme o pedido de Landon, Reid cuida dos ferimentos de Marden e Robert, e, enquanto faz isso, escuta os jovens contarem, em detalhes, tudo o que aconteceu enquanto estiveram fora, desde a cena de puro horror que presenciaram até as batalhas que travaram, com Landon acabando com as vidas dos Lordes Hoster, Lancel e Victarion.

E, durante toda a narrativa dos dois, Reid permanece em silêncio, apenas escutando e, tendo certeza de que isso não foi por acaso, que, de alguma forma, o rei Daithi de Alkavampir sabia que o Alto Escalão Zardreniano estaria indo a um festival e, escolheu o lugar exato de atacar.

Termina de cuidar dos ferimentos dos dois Lordes ainda em silêncio e, meditando sobre esta teoria que acaba de se formar em sua cabeça. Como Conselheiro, é seu dever contar ao futuro rei de Zardren sobre este pensamento, mas, não agora... Não quando o coração do jovem príncipe está sangrando.

Ao contrário dos Jovens Lordes, que perderam os pais e herdaram um lugar no Conselho e a responsabilidade de proteger a família Real, o Príncipe Landon não perdeu apenas os pais, mas, ganhou a responsabilidade de assumir um reino que acaba de ficar órfão, de um reino que abertamente está em guerra e, um povo inteiro depende da liderança e das decisões que um jovem de vinte anos terá de tomar.

E por hora, este jovem príncipe está tomado pela dor e pela preocupação. Dor por tudo o que viu e, preocupação com a esposa, que espera a criança, que, deverá governar o reino depois dele.

Vê os dois Lordes deixarem sua sala e, caminha até uma janela, onde vê que a chuva finalmente chegou a capital. Uma chuva que, para ele, simboliza a tristeza dos deuses, com uma grande tragédia, como nunca antes houve no reino livre de Zardren.

 

 

***

 

 

Em Alkavampir, Daithi está em seu escritório particular com Jerome, o líder da Companhia dos Dragões das Sombras, escutando o relatório da missão. Um sorriso extremamente satisfeito estampa os seus lábios ao ouvir que, não somente o rei Cassius e a rainha Astrid morreram, como também todo o alto escalão, tudo não poderia ter saído de melhor forma.

— Mas tenho que dizer, Sua Graça, que, o Príncipe Landon, em um momento de fúria, acabou com a vida dos Lordes Hoster, Lancel e Victarion.

— É mesmo? – Daithi sorri com ironia – Certamente, o principezinho chorão deve ter tido um golpe de muita sorte, ou Hoster, Victarion e Lancel estavam tão convencidos, após derrubarem o alto escalão que se deixaram vencer por um principezinho chorão que estava em um momento de fúria após ver o papaizinho e a mamãezinha mortos bem diante de seus olhos.

— O Príncipe de Zardren realmente não parou um minuto de chorar, Sua Graça. – continua Jerome.

— É mesmo? – a voz de Daithi é a mais pura das ironias, enquanto ele continua a sorrir – Não passa mesmo de um principezinho mimado e chorão. Vou adorar acabar com a vida dele, quando este momento chegar.

— Imagino que sim, Sua Graça.

— Agora deixe-me, Jerome. Quero comemorar a vitória que acabo de conquistar.

Jerome faz o que lhe é ordenado e, após uma reverência, se retira do escritório de Daithi, deixando o rei alkavampiano sozinho. Ao se ver sozinho, Daithi se serve de uma taça de vinho, sem deixar de sorrir.

Agora, falta muito pouco para Zardren cair e, ele finalmente ser o único Senhor de Emperius. Só falta ele conversar uma última vez com o Grande oráculo, para que ele lhe diga qual será o melhor momento para o ataque derradeiro ao dito reino livre de Zardren.

Está prestes a deixar o escritório quando, porta do cômodo se abre e surge um jovem Lorde, com os mesmos traços físicos de Hoster. O jovem se ajoelha antes de dizer:

— Sua Graça, é verdade que o senhor meu pai morreu em batalha?

 

 

***

 

 

Landon, com muito cuidado para não acordar Catelyn, se levanta e caminha até a varanda, se debruçando no parapeito e, começando a ver os grifos que voltam daquele horrível campo de batalha, trazendo não apenas os corpos de seu pai e sua mãe, como também de todos os zardrenianos que perderam suas vidas nessa horrível chacina.

Seu coração está tomado por uma grande dor que, ele não tem como conter. No momento, não consegue pensar na responsabilidade que tem pela frente... Não consegue acreditar que, dali a sete dias, deverá cumprir o seu destino e subir ao trono... No fundo de seu coração, deseja que tudo isso não passe de um terrível pesadelo... Gostaria de poder dormir, acordar e descobrir que tudo isso não passou do mais terrível dos sonhos... Que veria seu pai, sua mãe... E todos estariam felizes, aguardando o nascimento de seu filho, que durante nove meses tem sido aguardado com tanta alegria...

Mas, infelizmente, isto que está vivendo é realidade... A mais cruel das realidades e, nunca mais verá os dois novamente... Nunca mais...

E, tudo isto, por culpa daquele maldito lorde Alkavampiano. Pode ter acabado com a vida dele, mas, isto não tira de seu coração essa grande tristeza que sente. O sangue alkavampiano que derramou não é suficiente pra aplacar esta enorme dor que sente... É como se seu coração tivesse se partido em um milhão de pedaços e não pudesse se recompor... E, não pode nem ao menos extravasar a sua dor, porque neste momento precisa ser uma fortaleza para sua amada e preciosa Cat...

Sem conseguir mais ver a chegada dos corpos, Landon deixa a varanda, volta a entrar em seu quarto e, volta a se sentar na cama, ao lado de sua amada esposa. Olhando o rosto adormecido dela, só faz aumentar a certeza em seu coração de que precisa ser forte por ela, que carrega em seu ventre o bebê dos dois...

Theydren...

Seu filho irá levar o nome que seria de seu irmão, se ele tivesse vindo ao mundo, uma homenagem que, na época, havia deixado à rainha zardreniana muito feliz e agora... Tudo isso não passa de um sonho... Sua mãe nunca irá ver seu filho... Nunca irá ver Theydren...

Landon está tão perdido em seus pensamentos que, não percebe uma delicada mão segurando a dele e só se dá conta de que ela está acordada quando escuta uma fraca voz o chamar:

— Landon...


Notas Finais


CONTINUA...


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