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História Crônicas do Rei Demônio - Capítulo 15


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Notas do Autor


Bem, não demoro muito dessa vez. E pq tô em quarentena então saiu bem rápido o capítulo. Ps tô escrevendo o próximo de Dark Age sai ou no sábado ou no domingo depende de como o LOL ou o PS4 vai deixar eu escrever.

Capítulo 15 - Clover


Fanfic / Fanfiction Crônicas do Rei Demônio - Capítulo 15 - Clover


Capítulo 15


Clover





—EI garoto acorda, já estamos próximos.— Um voz rouca e cansada, tão cansada deveria ser de alguém já de idade. O timbre sério e seco no final da frase, junto aos resmungos que saiam de um amontoado de peles recém cortadas e tratadas, prontas para serem vendidas. As peles de vários animais, se moviam conforme os resmungos incompreensíveis, se tornavam mais altos. O que irritou o dono da voz. Um homem com seus poucos mais de cinqüenta anos. Com cabelos negros que já ganhavam fios na cor de um prata desgastado e sujo.


— Ei moleque acorda, já estamus próximos.— Desta vez o velho pegou um bastão de madeira, reforçado com grandes tiras de couro, e cutucou a peles, fazendo um alto gemido fino e estridente se solto,junto aos resmungos.  Um par de de cabeleira esbranquiçadas e uma ruiva surgia de meio ao amontoado de peles. Asta e uma jovem garota olharam para o velho homem, que parecia irritado com ambos.


—Bom dia,  chefe, eu….estou saindo.— A garota assim, que notou o velho homem em sua frente sai de baixo das peles correndo, com suas roupas sendo pressionadas contra seu peito, saindo rapidamente por uma pequena porta atrás de velho homem. Asta estava sorrindo, o meio-demônio parecia apreciar o corpo no da jovem por uma última vez, às  costas nuas, os quadris a pequena tatuagem em forma de flor em suas costas.



— Já  estamos  na Capital Clover?— Asta o perguntou, se levantando enquanto vestia suas calças,  embora o olhar raivoso do homem ainda recaísse sobre o jovem, que tentava não dar muita atenção ao velho em sua frente.


— Esculta cá, seu cão cheio di sarna, ela é uma boa menina. Venho cuidado dela desde que a achei, morta di fomi, é se ú sangue dela num cair, próximo mês talvez num nele, mas um dia vo te achar e arrancar teus bagos, e tu terá que assumir isso.— o velho rapidamente,  lançou um golpe de madeira contra o chão, enquanto com uma faca de pequeno porte a qual carregava com si apontava para as partes íntimas dos jovem. Asta sorriu, aquele homem o ameaça de uma maneira assustadora, talvez por sua voz já estar cansada e velha, ou talvez por ele ter levado a jovem para  dormirem nas peles que ele provavelmente venderia em algum lugar seja na Capital ou em outra cidade de um porte grande.


— Também, rezo para que ele caia, sabe eu do valor de mais para o que carrego entre as pernas.— Asta o respondeu enquanto entre suas coisas, pegou algumas moedas e jogou ao homem em sua frente, que as pegou mas ainda manteve aquela cara de poucas e boas para o mestiço a sua frente, antes de estender as mãos para frente enquanto parecia exigir mais algumas moedas.


—Oia ces  se divertiram um bucado , nas pele noite passada. Aposto que ela manchou algurmas, então paga o que estrago.— O homem chorou,  enquanto com as mãos sinaliza para que o garoto lhe pagasse mais, Asta pegou mais algumas moedas, talvez umas quinze ou vinte e entregou a contragosto para o velho em sua frente, que sorriu enquanto contava as moedas, rapidamente e as colocava em uma pequena bolsa em sua cintura.


— EI deveria descontar no salário dela também,  por não fiz nada do que ela não queria fazer noite passada.— Asta falou enquanto vestia a sua uma camisa branca, de mangas um pouco curtas, que mal passavam de seus cotovelos. A camisa tinha uma gola em v bem aberta que aí até metade de seu tórax.  Asta olhou novamente para o velho que ainda tinha um olhar de poucas e boas para o rapaz, talvez pela brincadeira ao pelo tom provocativo em sua voz.


— Pivete insolente, ela já mi ajuda de mais aqui.— O velho homem tinha um ar ainda sério e pesado com o garoto, que apenas lhe deu as costas, enquanto pegava a pequena mochila, de viagem em suas costas. E saia passando rapidamente longe do velho saindo de dentro de onde estava, Asta se sentiu incomodado pela forte luz do dia que ainda nascia, ele se virou para trás  vendo a carroça gigantesca a qual passou alguns dias e a noite anterior. 


Ele enfim pode ver  tão belamente em sua frente a capital a qual tanto lhe foi falada, um grande muralha branca de pedras limpas e polidas e circundava.  Casas de pedra, ou de madeira tão bem feitas, com pinturas ainda novas, que pareciam fazer as casas mais ricas que viu pareceram pobres. No topo de tudo, estavam o castelo circundado de vários  palacete, no ponto mais alto de todos lá apenas os mais nobres ou mais ricos podiam viver. 


—E Uma bela Vista, uma bela Vista mesmo.— Asta comentou enquanto olhava de maneira um pouco tediosa para toda a construção, para tudo aquele lugar tão cheiro de riquezas, talvez umas quinhentas ou seiscentas mil pessoas vivessem somente lá.


—Oce Não é dessas bandas mesmo né meu amigo.— O velho comentou, enquanto ajeitava um chapéu de couro em sua cabeça,  junto a uma camisa grossa de um tecido vermelho vivo. Ele sabia que mesmo Asta falando tão bem, sendo educado e tendo aquele ar de mistério e nobreza que o rodeava o garoto era um mero plebeu. 


—Não, mas é só mais uma cidade, com pessoas bem até mais espero que nunca mais cruzar com alguém tão rabugento como você. — Asta comento enquanto dava passos rápidos para a capital, ele deu uma leve olhada para a jovem com quem passou a noite, a vendo corar violentamente ao o olhar, aquilo foi bem claro para Asta, que talvez ele tenha sido o primeiro homem na vida dela. Ele apenas acenou, e continuou sua caminhada,talvez uma hora até seu destino talvez menos. Quando deu por si a carroça já estava bem longe tão, que apenas a grosa vegetação da floresta em suas costas se era possível ver ,em sua frente os muros da grande capital já estavam tão grandes que pareciam que iam o esmagar.


—E pensar que já é agosto. A Primavera dos ventos. — Asta comentou para com mesmo  olhando para cima vendo a sombra da águia o acompanhando em um vôo rápido sobre sua cabeça.  O que fez ele sorrir, se tivesse vindo com ela desde o começo teria chegado talvez um cinco dias talvez menos. 


—Yuno, em breve você também vai estar aqui,  em breve em apenas duas semana será quinze de agosto, o dia do exame para Calheiros  mágicos do reino.— Asta comentou para si mesmo, imaginando se o garoto a quem tinha como irmão, realmente tinha ou não ficado mais  forte. 


—É Uma pena você ter que viajar as presas vai perder toda a diversão além da vista magnífica do Reino.— Asta comentou mais para si do que tudo, mas para matar o tempo,  ele não tinha pressa o lento caminhar era agradável, ele podia ver o reino, as pessoas que já caminhavam por entre os arredores do Reino, algumas crianças mais pobres que já brincavam por entre as árvores. Além de algumas casas que serviam com posto avançado para a guarda de cavalheiros. 




Quando o garoto enfim chegou aos portões, logo foi recepcionado por dois guardas, que apenas lhe fizeram perguntas óbvias, como por que ele estar ali, de onde ele veio, entre outras. Asta apenas mostrou o Grimório de quatro folhas, enquanto deu um mera resposta.  "Estou aqui para me tornar um mago de Clover " Asta nunca cansava de se surpreender em como todos ficavam espantados com o falso trevo de quatro folhas a qual carregava. Aquilo abria portas, e atraia as pessoas tanto como boas como com más intenções. 


O garoto, assim que passou pelos grandes  portões de aço e feitiços se deu de cara com um bairro onde os cidadãos mais pobres viviam, em  casas, tão bem construídas, que a pobreza das vilas pequenas comparadas a pobreza da capital era algo totalmente diferente.  


— Eles chamam isso de pobreza?  Bem estou impressionado com as diferenças das classes socias até mesmo entre plebeus.— Asta comentou por alto, mas ele não estava ali para julgar, mas de entrar nos Cavaleiros mágicos,  e ajudar Yuno pelas sombras a se tornar o Mago Imperador. Mas por hora ele deixou isso de lado, a capital ainda tinha muito a mostrar.


O mestiço caminhou por entre as ruas, cada vez mais a fundo, lojas de roupas finas, armas, móveis de madeira, tudo tão fino que parecia estar já na parte nobre da cidade. Mas o garoto quando entrou dentro dos muros percebeu, aquele lugar era realmente gigantesco, ele tinha andado por quase uma hora e ainda faltava bastante até chegar a parte dos nobres da cidade. A cada três ou quatro quarteirões  o garota achava uma pequena praça onde ruas se cruzavam, em seu centro sempre um pequeno jardim em meio a um círculo, onde flores belas glórias, e uma placa mostrando um lugar próximo seja para visitantes ou moradores poderem se usufruir.


— Se cada pequena cidade e vila, fosse tão bem cuidada como a capital, acho que não teríamos tantas merdas acontecendo.— O garoto resmungava, ao se  lembrar que pessoas como ele, que viviam nas terras do Reino Abandonado, mesmo sendo cidades de Clover eram totalmente abandonados e esquecidos para morrerem em meio a peste e a miséria. Mas aquela cidade era limpa, magos lavavam as ruas com magia de água todos os finais de semana, as pessoas eram multadas por jogar seus dejetos  no ar livre. Se tinha pequenas escolas que ensinavam as crianças ao menos a ler e escrever.


Asta apenas suspirou, enquanto volto a caminhar pelas ruas calçadas em pedras cinzas, com uma perfeição cujo apenas as estradas mais bem custeadas podiam ter. Ele apenas se adentrar a mais a fundo, onde as casas pequenas davam espaços a grandes casas onde talvez vivessem duas ou três famílias, ou eram grandes restaurantes ou bares, até mesmo os bares e tavernas na Capital tinha um toque mais elegante embora mantivessem o ar rústico a qual muitos procuravam a noite para , relaxar enquanto desfrutam de uma boa bebida. O garoto caminhou por um bom tempo, até que seu estômago sentiu a fome tomar conta.


—Bem acho que, por hoje está de bom tamanho. Ainda tem muito a ver e a noite e só uma criança. — O jovem comentou enquanto procurava algum lugar para comer, já estavam tão perdido dentro aquelas ruas que fui difícil achar , um das tavernas e restaurantes a qual viu mais cedo.  Por sorte ele acabou esbarrando com uma mulher ruiva, que não deveria ter mais de dezenove anos achando clientes para o restaurante e pousada onde trabalhava.


—Especial Do dia massa ao molho com carne, venham venham.— A mulher gritava enquanto sorria e acenava para cada possível cliente que passava em frente ao estabelecimento. Uma construção grande onde a entrada composta por duas grandes portas de madeira envernizada,  trariam com si um nome em letras tão enfeitadas que era difícil de se ler. Asta faminto por ainda não ter comido nada, se aproximo, calmamente da entrada onde a mulher ruiva estava. Era sem dúvidas um lugar de prestígio até mesmo para os plebeu pois, a pintura das paredes era bem viva.  Por isso ele discretamente olhou se suas roupas estavam arrumadas, pois a primeira impressão sempre era de sua importância talvez por seu orgulho demoníaco, talvez apenas por uma jovem e bela ruiva tão bonita quanto a qual passou a noite anterior está bem em sua frente.


—" Minha camisa está limpa, as calças também e minhas botas limpas, talvez ela ache que sou filho que algum burguês com dinheiro "— sem dúvidas mesmo sendo roupas de cores é bem simples ainda eram roupas caras a qual Asta estava usando,  a camisa era de algodão puro, onde os frios foram cuidadosamente feitos para que a roupa fosse resistente ao mesmo tempo elegante,as calças de couro não eram muito coladas ao corpo, mais assim como A camisa realsavam o físico e a beleza quase angelical do garoto.


—Boa tarde, mesa para um senhorita…?— Asta quando próximo a garota se curvou de forma gentil, enquanto ainda a olhava nos olhos, a forma gentil de suas palavras,o tom calmo e os gestos ainda mais calmos, lhe davam um ar de mistério e nobre ao mesmo tempo.


—Boa Tarde, jovem sou Rebeca posso lhe guiar a uma mesa.— Rebeca ficou sem jeito, aquele garoto nunca esteve lá antes, pelo seu grito também não era da capital, mesmo assim estava arrumado os cabelos selvagens preso a um rabo de cavalo que os mantêm controlados ainda assim ainda dando destaque ao seu rosto e olhos esverdeados. O físico atlético era visível mesmo com aquelas roupas um pouco mais largas, e sua voz calma mexeu com a garota.


— Poderia me guiar para qualquer lugar senhorita Rebecca.— Asta falou em um tom calmo e gentil, enquanto segue a garota para dentro.


Ela o deixou em uma mesa com vista para a rua, anotando seu pedido o do dia mais um cerveja preta e gelado junto a um tira gosto antes da refeição, após a refeição   Asta acabou por se hospedar naquele mesmo lugar.


—Bem, Parece que vou ter muito a ver antes do teste para me tornar um cavaleiro mágico de Clover.— Asta comentou de alto, enquanto pela janela do quarto via, a real face do Reino, a discriminação dos nobres para com os de baixa mana. Um grupo de três cavaleiros mágicos com uniformes roxos estava implicando com Rebeca, mas desta vez Asta nada fez. Ele ainda não podia não até seu exame.



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