História Crônicas sexuais de uma garota comum (ou nem tanto) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi leitores! Está é minha primeira história. Preparem-se porque ela seja bem crua e direta. Não pretendo enfeitar as cenas mais fortes e nem dizer em meias palavras, portanto se você se ofende ou se sensibiliza facilmente frente a temas como sexo, abusos e mentiras, vá ler shoujo. A única coisa que espero com essa história é excitar alguém. Excitar profundamente, quero que ela permaneça em suas mentes depois que o momento passar. Posso ser pretensiosa, talvez. Vamos ver se faço jus ao meu orgulho.

Capítulo 1 - A mais estranha das vezes


A depressão é como...É como viver dia após dia, mês após mês, ano após ano esperando a morte. Acontece que ela não chega. Você se arrasta, não está vivendo de verdade, está apenas ali. Na verdade, nem ali você está. Na maior parte do tempo você está bem longe ou simplesmente não está em lugar algum. Como se por algum tempo você estivesse verdadeiramente morto. Não, na verdade os mortos provavelmente têm mais consciência do que você quando está nessa situação. Eles provavelmente estão em um outro plano, absolutamente presentes, enquanto você não está em lugar nenhum. Viver dói. Estar em lugar nenhum é melhor.

Ah, desculpe, você veio pelo sexo? Claro, claro, chegou nessa história por isso certo? É que essa história, apesar do que o título diz, não é sobre sexo. É sobre a vida. E a vida de uma garota de 17 anos é 90% sexo então....
Ah! Você é daquele tipo que acha que só os meninos passam pela fase de tudo girar em torno do sexo? Meu amor, como você está enganado, não?

Tudo bem. Acho que antes de contar a história deste dia específico para vocês é necessário que eu me apresente. Olá, sou Elizabeth Child. Sim... Elizabeth criança... Não sei de onde raios veio este sobrenome, porém, fazer o que não é mesmo?
Eu tenho 17 anos, como já disse, e até hoje só tive um namorado. Quer dizer, só tive um namorado DE VERDADE. Quando eu tinha 12 anos tive dois namorados, durante aquele ano, porém nenhum chegou a durar mais de um mês, portanto, não conta. Também tive um aos 13 e dessa vez durou 2 meses, tendo ele ido na minha casa uma vez. Mas este tampouco conta para o quesito namoro de verdade.
Eu soube que tinha um namorado de verdade quando ele era a pessoa que mais sabia sobre mim no mundo. Eu tinha 16 anos quando aconteceu. E eu o amava. Amava muito. Porém não sabia disso. Na verdade eu não fazia a menor ideia do que ERA amar. Mas isso é história para outro dia. Tudo o que você precisa saber é que minha primeira vez foi com esse garoto que eu amei. E que portanto eu não era virgem quando a história deste capítulo aconteceu.

Eu estava chateada. Todas as pessoas com quem eu convivia na escola (e com quem competia internamente) transavam. Elas transava, iam para as melhores festas, enchiam a cara várias vezes, tinham vidas muito agitadas e tudo o mais. E eu não era como elas. Mais do que isso, eu não soube simplesmente fazer amizade e começar a viver dessa forma também, eu internalizei uma competição. Queria provar que era daquela forma também. Daquele tipo que eu usei para classificá-los na minha mente. Queria "ser daquele tipo".

E eis que este garoto se ofereceu para "realizar meus sonhos". Pelo menos foi isso o que ele disse na mensagem. E sabe o pior de tudo? Ele é, ainda hoje, melhor amigo do garoto que eu realmente amei. Pior que isso? Lá fui eu aceitar o convite.

Naquele dia haveria uma excursão na escola, para a qual uma parte de mim queria ir. Porém a parte maior queria "ter um dia perfeito de adolescente", que mata aula para transar. Fui para a escola, tendo dito para a minha mãe que ia para o passeio. E lá, ele me buscou no carro dos pais dele. Que obviamente não estavam em casa.

Chegamos na casa dele e eu já não sabia mais o que estava sentindo. Eu fugi da minha consciência (isso acontece muito, vocês verão). Sentamos no sofá da sala dele. Eu não fiz nada. Um estátua tem mais vida do que eu tinha naquele momento. E então ele começou a me beijar. E eu devolvi com um beijo totalmente mecânico. Eu sabia que estava bom para ele, eu sei beijar. Porém eu não sentia absolutamente nada. Meu corpo beijava ele, mas minha alma não estava ali. Acho que ela não estava em lugar nenhum na verdade.Você pode até pensar "ah, você estava fazendo sem sentimentos e apenas por vontade de transar, isso é normal, uai". Mas não, nem vontade existia ali. Até mesmo a excitação mais vulgar vem da alma. Será que é assim que as prostitutas se sentem? Eu não sou capaz de descrever aquele beijo, porque simplesmente não guardei ele na memória.

Em determinado momento fomos para o quarto dele. Eu pedi que ele colocasse uma música, e ele me deixou escolher uma. Coloquei a primeira que veio na cabeça. Logo em seguida estávamos tirando as roupas. Cada um foi tirando as suas, e até isso achei ruim. Sempre gostei quando meus ex tirava minhas roupas, bem devagar.

Eu tentei não comparar os dois, juro que tentei. Mas quando ele tentou me penetrar me senti virgem de novo. Vocês não acreditariam no quanto o pênis dele era maior que o do meu ex. E não, isso não foi uma coisa boa. A minha primeira vez tinha doído, mesmo que ele não fosse tão grande. E mesmo assim, transar com meus ex era muito bom. As pessoas deviam parar com essa história ridícula de "quanto maior melhor".

Demorou muito para que ele conseguisse me penetrar de verdade. E eu sabia que não podia voltar atrás. Eu teria me sentido a pessoa mais covarde da história, e nunca mais teria coragem de olhar para aquele garoto. A além de tudo, eu não estava ali com uma pessoa que me conhecia, e amava e a qual eu amava. Não era alguém que entenderia o meu lado. Eu estava com um... Digamos conhecido. O que na verdade ele não era. Tudo bem que estudávamos juntos a 5 anos mas ele não sabia absolutamente nada sobre mim. Digamos que sempre fui discreta, pra não dizer misteriosa, sobre qualquer coisa sobre mim. Eu me escondia até de minha mesma, como você já deve ter percebido.

Mas vamos voltar a situação. Em determinado momento ele me chupou. Quer dizer, mais ou menos, foi por pouquíssimo tempo. Tentei primeiro ficar em baixo dele, enquanto ele insistentemente tentava me penetrar. Até que ele sugeriu que eu ficasse de quatro. Eu nunca tinha feito isso e não estava nenhum pouco segura para fazer. Portanto joguei ele na cama e subi em cima. Eu não me permiti parar. Ele não ia entender, nem ficar de boa com isso, e eu estava ali para provar algo a mim mesma, certo? Nesse momento, eu eu tentei chupar ele. Estranhamente ele não deixou que durasse por muito tempo, e tentou me colocar de voltar, sentada em seu colo. Pode parar de pensar que eu chupo mal. Meu namorado sempre gozava. Ok, ex-namorado. A verdade é que acho que oral não era a praia dele.

E então eu tentei, o máximo que eu pude, superar a dor e ir colocando ele bem devagarzinho dentro de mim. Entendi que levaria tempo, mas que com calma eu chegaria lá. Disse isso a ele, e na verdade ele foi extremamente paciente comigo.

Quando eu finalmente consegui, comecei a me movimentar. E depois de alguns minutos minha alma finalmente passou a sentir algo. Algo como... prazer, excitação... Vontade se sentar cada vez mais forte. Encontrei a posição perfeita. Eu deitada em cima dele, não sentada. Foi como um "mamãe e papai", porém com ele embaixo. Não sei explicar direito, mas deu muito certo.

Tenho certeza de que se tivesse ido até o final eu teria gozado. Mas na primeira sensação de cansaço, e de que aquilo demoraria um pouco mais para chegar ao fim, eu desisti. Perguntei se ele havia gozado. Acho q ele respondeu, e acho que foi um "sim". Então eu saí de cima dele e disse que tinha que ir embora. Sim, minha mãe já tinha me ligado. E eu simplesmente deixei tudo pra lá.
Nunca uma transa foi tão ruim quanto essa. Eu soube naquele dia que tinha algo errado comigo.



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