História Cross Destination - Capítulo 11


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Felicity Smoak, Laurel Lance, Malcolm Merlyn, Moira Queen, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Roy Harper (Arsenal), Thea Queen, Tommy Merlyn
Tags Arrow, Drama, Flash, Laumy, Olicity, Romance, Snowbarry
Visualizações 238
Palavras 5.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, queridos leitores.

Eu sei que vocês estavam ansiosos por esse capítulo, por isso não ficar enrolando com as notas iniciais.
Esse capítulo terá “hot” Olicity. Aviso feito.

PS: Os link's do uniforme escolar vai estar nas notas finais

Agora deixarei vocês lerem.
Boa Leitura

Capítulo 11 - Capítulo Onze


Fanfic / Fanfiction Cross Destination - Capítulo 11 - Capítulo Onze

Felicity terminava de vestir a filha. Bryan estava pronto e um pouco emburrado. Tinha sido difícil convencê-lo de que ficaria bem, e que assim, ele poderia ir à escola. Só depois que Oliver prometeu que ficaria com ela, ele se acalmou. Mesmo que tivesse que voltar para o trabalho, Oliver resolveu que não faria mal ficar mais duas semanas sem ir à empresa, pelo menos assim, acalmaria o filho, e o deixaria mais aliviado, porque mesmo com Sarah no apartamento, ele se preocupava. Felicity calçou o tênis na filha e se levantou sorrindo. 

Prontinho. Você está linda, querida.  

Mesmo, mamãe? – Pergunta enquanto se olhava no espelho. 

Claro, princesa. Deixa só a mamãe colocar o arco. – Pegou o arco azul escuro com um laço médio na mesma cor, e o arrumou entre os cabelos lisos e soltos da filha. - Agora, está perfeita. 

Mamãe, o papai vai buscar a gente? 

Vai. Mas eu não vou poder ir com ele, está bem? – Ela assentiu. – Vamos descer? 

Minha mochila, mamãe.  

Ela está lá embaixo com seu pai. – Elas descem as escadas, e ao entrar na sala, encontram Bryan sentado olhando para a TV e Oliver sentado na poltrona olhando para alguns papéis. – Oliver. – Ele olhou para ela e depois para Brooke. 

Você está linda, princesa. – A garotinha sorriu.  

Obrigada, papai.  

Querido, porque você tirou a correntinha? – Oliver então percebeu que o menino estava sem a correntinha de ouro, diferente da irmã, que olhava para o dela, com um sorriso enorme no rosto. Ela tinha gostado muito do presente do pai. 

Vou para a escola, mamãe. 

Mesmo assim, o que custa usar a correntinha o tempo todo? Seu pai quem mandou fazer, vai recusar? – Felicity esperou que ele falasse alguma coisa, mas não aconteceu. Oliver percebeu os olhos do filho nele.  

Tudo bem. – Caminhou até a mesa de centro e pegou a correntinha que continua as iniciais de seu nome. – Coloca, mamãe? – Ela pegou o objeto das mãos do filho e colocou em volta do pescoço dele.  

Pronto. – Bryan olhou para a correntinha e depois se virou. – Eu vou pegar a lancheira. – Caminhou para a cozinha, enquanto Oliver se levantava. 

Que horas a gente volta pra casa? – Oliver olhou para o filho. 

Mas você nem chegou na escola e já está pensando em voltar pra casa? – Bryan não respondeu. – Eu vou buscá-los ao meio dia. 

E a minha mãe? 

Ela vai ficar aqui. 

Sozinha? – Oliver não se surpreendeu com a pergunta. 

Não. Sarah vai ficar aqui até nós chegarmos. 

E agora? 

Bryan, sua mãe vai ficar bem. Têm seguranças no condomínio. Eu não vou demorar, a escola de vocês é perto daqui. – Ele percebeu que o menino não estava conformado, e por isso suspirou. –  Tudo bem. E se você conhecer um deles? 

Conhecer? 

Isso mesmo. – Oliver pegou o celular que estava no bolso e ligou para a pessoa que procurava.  

Oliver. Aconteceu alguma coisa? 

Não. Eu só preciso que suba. 

Algo importante? 

Só alguém que quer conhecer você.  

Tudo bem. Já estou subindo 

Obrigado. – Oliver desligou. – Ele está subindo. Ele é um amigo meu e vai ficar aqui com sua mãe.  

Amigo?  

Sim. Ele ficou com sua mãe no hospital uma vez. – A campainha tocou e Oliver foi atender. – Obrigado por vir. 

Quem quer me conhecer? 

Um garotinho. – Diz sorriu. – É o único jeito de ele ficar mais calmo. – Se aproximou dos filhos. – Bryan, esse é meu amigo, Diggle.  

Dig. Todos me chamam de Dig.  

Dig, esses são Bryan e Brooke. Meus filhos.  

Você é tão grande. - Brooke comentou, o que fez os adultos sorrirem. 

Oliver, terminei... – Felicity parou no meio do caminho ao ver o amigo do marido. - Olá, Dig. – Cumprimenta com um sorriso. 

Olá, Felicity. – Sorriu de volta. 

E então? – Oliver volta a se pronunciar, olhando para o filho. – Tudo bem assim? 

Tudo bem. – Sussurrou. 

Bom, então nós temos que ir, ou vão se atrasar. 

Boa aula. – Beijou a bochecha de ambos os filhos, e por ter mais alguém perto, Bryan se afastou envergonhado. 

Mamãe... – Ele murmurou. 

Okay. Okay. – Oliver sorriu. – Nos vemos daqui a pouco. – Felicity ajudou os filhos a colocarem as “lancheiras” nas costas. 

Então, vamos indo. Diggle volto logo. 

Pode ir tranquilo, Oliver. – Ele assentiu, pegou as mochilas de rodinha e saiu. Diggle fechou a porta logo em seguida. 

Conheceu minha ferinha? – Ele riu. 

Ele é muito parecido com Oliver. 

Não faz ideia... Você acha que eles estão seguros? 

Não se preocupe, Felicity. Nós estaremos de olho neles o tempo todo. – Felicity suspirou, e então se lembrou da correntinha, Oliver não tinha entregue com medo do filho não aceitar. 

 

O que é isso? – Perguntou quando o marido mostrou duas correntinhas com duas letras cada, B.Q.  

Eu mandei fazer. – Ela não compreende. – Preciso que entregue o do Bryan. 

Ah. Então é isso. São as iniciais dos nossos filhos. 

Não é só isso, eu mandei colocar um rastreador dentro das letras. 

Rastreador? – Ele assentiu. – Por que você mesmo não dá, Oliver? 

Porque ele não vai aceitar. – E Felicity abaixou o olhar. – Mas tudo bem. Você entrega para ele. – Sorriu. 

Okay. Vou entregar. – Pegou uma das correntinhas das mãos do marido 

 

Eles ficarão bem. – Sussurrou. – Dig, você sabe do rastreador, certo? 

Sei sim.  Ela assentiu.  Não se preocupe que nós já testamos ele. Está dando certo. 

Tudo bem. E você sabe quem está vigiando-os na escola? 

Os gêmeos.  Ela assentiu, se lembrando de conhecê-los. 

 

Felicity, este é Mike. Ele estará cuidando da sua segurança. É o líder dos agentes 

É um prazer, senhora Queen.  

Senhora? – Ela bufou. – Por favor, pelo amor de Deus, não me chame de senhora. – Sorriu.  Só Felicity está ótimo. – Ele olhou para Oliver que deu de ombros. 

Okay. Oliver disse que queria conhecer quem cuidará dos seus filhos. – Ela assentiu. – Bom, eu escolhi os gêmeos Adam e Andrew, Dimitri e Tyler. – Apontou para os quatro homens que estavam atrás dele.  

Não tem com o que se preocupar, Felicity. Eles são muito bons.  

Pode confiar. – Mike diz.  

Estou contando com vocês. – E todos assentem. 

Já entregou a correntinha para o Bryan? – E então ela se lembrou. 

Ainda não. Eu vou fazê-lo agora. – Oliver assentiu. – Com licença. – Ela subiu os degraus, passou pelo corredor e entrou no quarto dos filhos. Sabia que o filho estaria sozinho. Brooke estava dormindo em seu quarto. – Querido, podemos conversar? – Ele assentiu e Felicity se aproximou. 

O que foi, mamãe? 

Então... Eu quero pedir uma coisa importante, amor.  

O que é? – Ela se sentou de frente para ele, na cama. 

A mamãe quer que você use uma coisa. – Abriu a caixinha que estava em suas mãos. 

B.Q. – Ele leu. – Bryan... Queen? 

Isso mesmo. Lembre-se que agora você tem o sobrenome do seu papai. 

Mas por que não o seu? 

Porque foi... Foi o seu pai que mandou fazer para você. Ele entregou o da sua irmã hoje. – O menino olhou para a mãe. 

Mamãe, eu não quero usar. 

Não faça isso. Se fosse um presente meu, você não usaria? – Ele abaixou o olhar e assentiu. – Seu pai ficaria triste se você recusasse. Não faça isso, Bryan. Ele está tentando... Você prometeu que deixaria ele se aproximar.  

Eu sei. 

Então... Não recuse um presente tão bonito do seu pai. Ele não veio entregar pensando que você fosse recusar, amor. 

Você ficou triste também, mamãe? – Sussurrou. 

Um pouco. – Felicity pegou no queixo do filho, fazendo com que ele a olhasse. – Seu pai te ama, Bry. Aceite o presente dele. – Ele olhou para a correntinha. 

Tudo bem. Eu uso. – Ela sorriu. – Coloca em mim, mamãe? 

Claro, amor.  

 

Espero mesmo que eles fiquem bem. – Sussurrou. 

**--** **--** 

Oliver olhou para os filhos pelo retrovisor. Ele não sabia mais como tentar se aproximar de Bryan. Nessa uma semana, ele tentou, e falhou. Ele passou uma semana tentando falar com o filho, tentou jogar videogame, tentou assistir um filme junto do menino, e nada. Nada do que fez, deu certo. Ele estava se afastando, e não Oliver entendia o porquê. Bom, seu filho estava se afastando até dois dias atrás, quando Felicity entregou a correntinha. E então, ele parou de se afastar. Mas mesmo assim, não conseguiam ter uma conversa... normal. E mesmo que não dissesse, ainda o incomodava ouvi-lo chama-lo de Oliver. Suspirou. 

Vocês estão bem? – Eles olharam para o pai. 

Por que, papai? 

Não estão nervosos? 

É só uma escola idiota. – Bryan respondeu. 

Não é idiota. – A irmã retrucou. – Não fala assim, a mamãe não ia gostar.  E então Oliver viu o filho olhar para a irmã. 

Desculpa.  

Se está preocupado com sua mãe, já disse que não têm porquê. Ela está bem. 

Eu preferia ficar com ela. 

Vocês vão gostar da escola. Vão estar na mesma sala que Lyon e Kitty. – Bryan deu de ombros. Oliver olhou para a estrada, apertando as mãos no volante.  

Hummm... – Oliver ouviu. – Oliver... – Seus olhos foram parar nos do filho. – Obrigado... Pela correntinha. – Oliver não acreditou no que estava ouvindo. Seu filho estava mesmo lhe agradecendo pelo presente? 

De nada. Eu fico feliz por ter gostado.  

Eu adorei. – Oliver sorriu para a filha, que tinha novamente uma das mãos tocando a corrente. – Brooke Queen. Eu gosto.  

É legal. – Bryan diz, e Oliver volta os olhos para a estrada, mais aliviado. E feliz. Seu filho estava aceitando-o, afinal de contas. – A minha mãe vai ficar bem mesmo? 

Ela está com o Dig.  

Mesmo assim... Ela não gosta de ficar sozinha. 

Eu vou chegar em casa em quinze minutos, no máximo. – Bryan desviou os olhos. – Sua mãe está segura, Bryan, segura como ela nunca esteve, e vocês dois também estão. – E então Oliver percebeu que ele tinha toda a atenção do filho. – Ninguém chega perto de vocês sem que eu saiba. – O celular de Oliver tocou e ele atendeu no segundo toque. 

A área está limpa, Oliver. – A voz de Tyler soou do outro lado do celular. 

Você me disse que estava limpa desde semana passada. – Disse baixo, para que os filhos não ouvissem. 

Eu só queria confirmar. – Oliver disse “uhum”. – Então... Eu queria saber se Sarah também vai ficar de “tocaia”. 

Algum problema com isso? 

Apenas se ela começar a me irritar. 

Tyler, não é hora para as suas picuinhas. 

Minhas? Ela quem sempre começa. 

Estou chegando na escola, então faça seu trabalho. Que é manter meus filhos em segurança. 

Pensei que confiasse em mim. – Oliver revirou os olhos. 

Tchau, Tyler. – Desligou sem nem mesmo ouvir o que o outro iria dizer. – Chegamos. – Oliver parou o carro em frente à escola, abriu a porta e saiu. Abriu a porta do filho, que já estava sem o cinto. Ajudou o menino descer do carro e depois fez o mesmo com a filha. Oliver pegou as mochilas e entregou aos filhos, que colocaram a menor nas costas e caminharam para dentro da escola. 

Bom dia, senhor Queen. – Ele olhou para a mulher de cabelos cor areia e olhos caramelo. Era a diretora da escola.  

Bom dia. – Os filhos ficaram cada um de um lado do pai. 

Eu fico muito feliz por ter escolhido a minha escola para colocar seus filhos. – Diz com um sorriso. – Não vai se arrepender. 

Eles são liberados ao meio dia, certo? 

Sim. E na sexta eles são liberados meia hora antes. – Oliver apenas assentiu.  

Eu quero deixar claro uma coisa... Apenas eu, Tommy e Laurel Merlyn e Sarah Lance, são autorizados a pegar meus filhos. Mais ninguém.  

Sim, senhor. Eu deixarei todos os professores a par disso. 

Ótimo. – Se virou para os filhos. – Eu já vou indo.  

Tá, papai. – Bryan apenas assentiu. 

Fique perto do seu irmão. E qualquer coisa, peçam para me ligar. 

Não se preocupe, senhor Queen, eles ficarão bem. – Oliver não respondeu.  

Nos vemos daqui a pouco. 

Tchau, papai. – Se despediu dos filhos e caminhou para fora da escola. 

**--** **--** 

Cadê a Felicity? – Perguntou quando não a viu. 

Ela está na cozinha. 

Fazendo o que? – Diggle riu. 

Ela não está cozinhando, se é isso que está pensando. Ela foi tomar água.  

Tommy contou para você também?  

Que sua esposa não sabe nem fritar um ovo? Sim, ele contou. – Oliver arqueou as sobrancelhas. – As palavras saíram da boca dele. 

É. Eu imaginei. 

Bom, eu já vou indo.  

Oliver. Você chegou. – Olharam para trás, encontrando a loira se aproximando. – E como foi? 

Foi tudo bem. 

Felicity, eu já vou indo. 

Ah. Obrigada pela companhia, Dig. 

De nada.  

Obrigado por ficar com ela. – Oliver agradeceu. 

Sempre que precisar. – Felicity fechou a porta quando ele saiu. 

Foi mesmo tudo bem com nossos filhos? Eles não estavam... Nervosos? 

Se estavam não deixaram eu perceber.  

Não perguntou? 

Perguntei, mas não responderam. 

Nem mesmo a Brooke? – Oliver caminhou para as escadas e Felicity o seguiu. 

Bryan cortou a resposta dela. – Felicity suspirou. – Falei com a diretora sobre quem pode buscá-los quando eu não puder.  

Você viu os gêmeos lá? – Oliver arqueou as sobrancelhas ao abrir a porta e então percebeu de quem ela perguntava. 

Não. Mas é normal, eles são bons em se esconder. Ninguém vai perceber que eles estão protegendo nossos filhos “dentro” da escola. – Se virou para ela, vendo-a assentir. – Você pediu para Bryan me agradecer pela corrente? 

O que? Não. Por que? Ele te agradeceu? – Ela também estava surpresa. Oliver passou os braços pela cintura fina. 

Sim. Me surpreendeu.  

Isso é bom. – Ele sorriu. – Aos pouquinhos ele vai se soltando com você. – Oliver fez um uhum e aproximou seu rosto do dela, tomando os lábios dela. Felicity passou as mãos pelos braços, devagar, até chegar ao pescoço, puxando-o para colar seu corpo do dele. Oliver desce as mãos apertando as coxas e logo depois a bunda da esposa, ouvindo um gemido logo em seguida. 

Oliver... – Ele passou os beijos para o pescoço, enquanto andava com ela até a cama, sentando-a e se afastando. Enquanto Oliver retirava a própria camisa, Felicity retirava a dela, jogando em algum canto daquele quarto. O short que Felicity estava usando, ela deixou cair aos pés do marido, que também já tinha retirado a bermuda preta que vestia. Antes que Oliver pudesse fazer alguma coisa, Felicity se levantou e o beijou, Oliver pode apenas retribuir. Ela fez com que ele se sentasse na cama, ainda sem parar com o beijo, e sentou-se por cima, com as pernas de cada lado da cintura dele. As mãos de Oliver apertavam a cintura dela, e então, quando sentiu ela se remexer em cima do seu membro, mordeu o lábio inferior dela, soltando um gemido baixo. Felicity o empurrou de leve para que deitasse, enquanto o acompanhava. Uma das mãos de Oliver apertava a coxa direita de Felicity. Devagar ele começa a abaixar a calcinha preta que ela vestia, que cai em cima da cama, e novamente seu membro pulsou dentro da boxer preta. Com a ajuda dela, a boxer foi retirada, e Oliver a jogou na cama, ficando por cima, mordendo e lambendo o pescoço da esposa, ouvindo-a gemer, Felicity apertou as mãos nos braços fortes ao sentir os beijos dele descerem para o colo e então um dos seios. – Oh... Oliver... – Felicity então se lembrou do que tinha em mente quando Oliver saiu com as crianças. – Não. – O empurrou para se deitar e ficou por cima, tomando os lábios dele novamente. Seguindo para uma das bochechas, mordeu de leve seu queixo e continuou descendo os beijos quentes e molhados.  

Felicity... – Oliver rosnou excitado quando percebeu o que ela faria. – Porra. – Rosnou novamente quando sentiu a língua molhada deslizando por seu membro. Oliver trincou os dentes impedindo-se de soltar os gemidos que sairiam de seus lábios. Grudou uma das mãos nos cabelos longos e loiros, quando ela o engoliu por quase inteiro. A respiração dele ficou irregular, e ecoava por todo o quarto. Ela passou a língua na cabeça de seu membro e um gemido baixo saiu por seus lábios. Felicity continuou com os movimentos, e Oliver apertou a mão em volta dos cabelos sedosos com mais força, a incitando a mover-se mais rápido. E ele sentiu seu membro deslizando facilmente pela boca dela. Ele sentia que estava quase. Quase explodindo de prazer.  Felicity...  A puxou para si. E antes que ela pudesse compreender o porquê de ele tê-la afastado, ele a beijou, sentindo o próprio gosto na boca dela. Mordeu os lábios dela, e voltou a beija-la possessivamente. Uma das mãos continuava nos cabelos, a outra, apertava as nádegas com força. As línguas se enroscavam em um frenesi alucinante.  

Oliver...  Gemeu e então sentiu suas costas baterem contra o colchão. Oliver desceu os lábios lentamente pelo colo, mordendo e voltando a descer, tomando com a boca, um dos seios.  Oliver... Oh...  Ela jogou a cabeça para trás. Enquanto uma das mãos dele apertava o seio livre, a outra descia para o meio das pernas dela.  Oh...  Ela quase gritou quando sentiu ele tocar seu ponto sensível.  

Molhadinha... E só para mim.  Sussurrou, e tomou o outro seio, o que sua mão tocava. Sugando com volúpia, enquanto a ouvia gemer seu nome loucamente, mordiscou, lambeu e voltou a suga-lo, enquanto seus dedos davam o tratamento no sexo dela. 

Oliver... Oliver...  Felicity segurou os ombros dele, sentindo o dedo dele adentra-la. - Oh...  Ele o viu sorrir.  

Vem pra mim...  Sussurrou. Ela mexeu a cintura em direção ao seu dedo e foi a vez dele de gemer. Ela sentiu o dedo dele deixar seu sexo, e antes que pudesse reclamar, Oliver a beijou ainda mais necessitado, impedindo-a de gritar quando ele a adentrou de uma vez, com força. As penas dela enroscaram-se na cintura dele enquanto ele a estocava com força, sem deixar de beija-la. Ela afundou as unhas nas costas dele, enquanto gemia na boca do marido. Ela mordeu o lábio dele com força, mas ele não se importou, continuou a estocá-la hora rápido e forte, hora lento e suave, prolongando o prazer de ambos ao máximo. Os gemidos de ambos estavam cada vez mais altos a medida que iam aumentando e diminuindo o ritmo.  Felicity...  Gemeu em um rosnado, ao sentir as paredes internas dela apertarem seu membro, causando uma pressão insuportavelmente prazerosa.  

Oliver...  A ouviu gemer mais uma vez, ele sabia que ela estava quase lá. 

Porra. Felicity.  Tomou os lábios dela quando sentiu o membro latejar e liberar com força, seu prazer quente dentro dela. 

**--** **--**

Felicity sentia os dedos de Oliver brincar em suas costas. Faziam cócegas, mas ela não reclamava, era bom. Com os olhos fechados, ela passou a fazer o mesmo, no peito dele. Lentamente. Felicity pensava em tudo que passou até chegar ali, novamente, com Oliver em sua vida. Era tão bom. Nunca pensou que depois de tudo, ela veria Oliver, teria a vida que eles sonhavam ter, uma família, eles e os gêmeos. Ela não imaginava que depois de tudo que passou com Cooper, depois de todo o abuso, ela se deixaria ser tocada novamente. E não era a primeira vez que era tocada pelo marido. Ela imaginava que toda vez que fosse tocada intimamente por Oliver, ela se lembraria daquela tortura, mas não, isso não aconteceu. Quando ela sentia os toques de Oliver ela não conseguia se lembrar nem do próprio nome, sua mente focava-se somente nas sensações, no prazer, e no fato de que era Oliver ali. Ninguém mais.  

Está dormindo? – Ela ouviu a voz de Oliver. 

Não. – Respirou fundo, ainda de olhos fechados. – Por que? 

Porque eu preciso ir buscar os gêmeos daqui a pouco. 

Hummm... – Ele sorriu. – Queria que não fosse. 

Nossos filhos estarão me esperando, amor.  Ela sorriu, amava ouvi-lo chama-la de amor.  E Sarah deve estar chegando. 

Não quero sair daqui.  

Nem eu. Mas é preciso. – Ela respirou fundo mais uma vez e apoiou o queixo no peito dele. – Nós vamos ter duas semanas só para nós. Enquanto os gêmeos estiverem na escola, pelo menos. 

Você vai voltar a trabalhar quando? 

Passando essa semana, na próxima. – Ouviu ela dizer “hum”.  Você vai poder ir me ver sempre que quiser.  

Mas, Oliver... 

Eu sei o que vai dizer, mas logo todos saberão quem é você, e que você é minha esposa.  Sorriu. – Mike, Collin, Dyllan e Gregory estarão com você o tempo todo.  

Você já tem tudo preparado, né? 

Claro. Eu quero cuidar da minha mulher. – Ela sorriu. 

Eu te amo, Oliver. 

Eu também te amo, Felicity.  

**--** **--** 

Oliver dirigia até a escola. Ele e Felicity tinham acabado de se vestir quando Sarah chegou, atrasada. Ela explicou que tinha tido uma reunião no trabalho dela, e por isso não pôde chegar antes. Ele compreendeu, é claro. Sabia que tinha alguma coisa a ver com a situação de sua mulher, eles conversariam quando voltasse. Oliver pisou no acelerador, tinha dez minutos para chegar lá. Não queria deixar os filhos esperando, até porque é o primeiro dia deles. Oliver parou o carro em frente à escola, desceu, e o travou, caminhando até o portão, que tinha acabado de abrir. 

Senhor Queen. – Uma das mulheres o cumprimentou. 

Olá.  

Eu vou pedir que busquem os gêmeos. – Ele agradeceu e a mulher se afastou.  

Ei, Oliver. – Se virou, encontrando o amigo. 

Oi, Tommy.  

Eu esperava mesmo encontrá-lo. Tenho um recado do meu pai. 

Boa tarde, Senhor Merlyn. – Uma das mulheres o cumprimentou. 

Olá. Pode buscar meu filho, por favor? 

Claro. Com licença. – Oliver decidiu voltar a conversa anterior. 

Um recado do seu pai? – Arqueou as sobrancelhas, confuso.  

É. Ele disse que Moira já sabe que sua “noiva” está com você no apartamento.  

Droga.  

Isso não é o pior. Ela disse que iria até o seu apartamento hoje.  

Que inferno, será possível que eu não posso ter um pouco de paz? 

Ela não vai desistir até conseguir descobrir quem é a mulher com quem você “noivou”. Imagina o chilique que ela fará quando descobrir que é a Felicity, e que você já está casado? 

Eu tenho que mandar uma mensagem para o Mike. 

Mike está cuidando da segurança da Lis? 

Sim. Ele é o líder.  

Boa escolha. – Oliver sorriu.  

Ele é o melhor, você acha mesmo que eu não iria querer o melhor para proteger minha mulher?  Pegou o celular, mandando uma mensagem. – Moira vai ser barrada. Quando “todos” descobrirem que eu me casei com Felicity, ela também saberá. Pela mídia. Tommy riu. 

Ela vai surtar. – E então, as três crianças chegaram juntas.  

Papai. Tio Ollie.  

E aí, campeão. / Oi, Lyon. – O pai e o tio o cumprimentaram. Oliver pegou a filha no colo e ela o abraçou. 

Como foi? 

Legal. A gente brincou de massinha.  

A gente pode ir? – A voz de Bryan chamou a atenção de Oliver.  

Claro. Tommy, a gente se vê. E agradece seu pai por mim. 

Pode deixar. Tchau, Brooke. Tchau, Bryan. 

Tchau, tio Tommy. – Os dois respondem. A voz de Brooke saiu animada e a de Bryan, saiu mais comedida. 

Tchau, tio Ollie. – Oliver desceu a filha e abraçou o garotinho. 

Tchau, Lyon. – Oliver caminhou até o carro com os filhos seguindo-o. Ele abriu o porta-malas e colocou as mochilas lá dentro. Abriu a porta traseira e ajudou a filha entrar, fechando o cinto da cadeirinha logo em seguida. Bryan também teve a ajuda do pai para entrar, mas ele mesmo fechou o cinto. Oliver fechou a porta, e entrou no carro, ligando-o.  

Então, o que acharam do primeiro dia? – Bryan deu de ombros. 

Normal.  

A professora fez a gente falar sobre nós, papai. E sobre a mamãe e o papai. – Oliver olhou para os filhos pelo retrovisor. – Mas a gente não pode falar sobre a mamãe.  

A professora não gostou quando dizemos que não podíamos falar sobre ela. – Oliver arqueou as sobrancelhas. 

Ela fez alguma coisa com vocês? 

Não. Mas ela não gostou.  

Ela pressionou vocês?  

Não. – Oliver assentiu. – Quero fazer uma pergunta. 

Faça. 

Lyon me disse que ouviu a tia Laurel dizer, que a mamãe não vai poder ficar escondida. Por que?  Oliver não esperava por essa pergunta. 

Bom... – Parou no sinal. – As pessoas já estão questionando quem é a mãe de vocês. Você lembra quando saiu uma foto de vocês nas revistas? 

Lembro. Brooke apareceu duas vezes. 

Logo vai acontecer o mesmo com sua mãe. 

Mas... 

Bryan. – Oliver se virou para olhar para o filho. – Mesmo que aquele cara descubra onde sua mãe está, ele não vai poder chegar perto dela. Eu coloquei seguranças especiais para protegê-la o tempo todo. Já disse, ela está protegida como nunca esteve antes. – O menino abaixou o olhar. – Confia em mim, está bem? – Bryan voltou a olhar para o pai.  

Tudo bem.  

Ótimo.  O sinal abriu e Oliver pisou no acelerador.  

**--** **--** 

As crianças dormiram. – Felicity entrou no quarto. Oliver estava sentado com as costas apoiadas na cabeceira da cama. Depois que chegou com as crianças da escola, ele foi conversar com Sarah no escritório enquanto a esposa almoçava com os filhos. Ele sabia que por Sarah estar nervosa, algo sério tinha acontecido. Tinha prometido esperar por Felicity, esperar que ela estivesse bem para contar tudo a ele, mas, não conseguia. Precisava saber de mais coisas, ou enlouqueceria. Não queria machucá-la, fazendo-a se lembrar das coisas que passou, mas precisava saber.  

 

Olha, Oliver, eu pensei muito antes de vir te contar isso. 

Diz logo de uma vez, Sarah. 

Um dos agentes tinha ficado de procurar mais coisas sobre a história de Felicity, lembra-se? – Oliver apenas assentiu. – Bom, ele descobriu mais uma coisinha... E você não vai gostar. 

Sarah, você está me deixando mais nervoso do que já estou. 

Ele esteve na Alemanha, onde Felicity esteve antes de se mudar para Gotham.  

E o que ele descobriu de tão ruim? 

Ele descobriu que cinco dias antes dela se demitir do trabalho na mansão, ela sumiu. 

Sumiu? Como assim? 

Não avisou aos patrões que não iria trabalhar. Isso nunca tinha acontecido antes, eles ficaram preocupados. Mandaram procurar por ela. A esposa do senhor da “casa”, gostava muito da Felicity. Disse que ela era uma boa moça, e uma ótima conselheira. – Deu de ombros. – Bom, voltando ao que interessa, eles mandaram procurar por ela, mas não a encontraram. As crianças estavam no prédio, sozinhos. Levaram eles para a mansão e continuaram à procura dela. Ela ficou uma semana desaparecida. No dia em que Felicity foi encontrada, pelos seguranças da família para quem ela trabalhava, ela estava muito machucada. – Oliver engoliu em seco. 

Machucada? 

Hematomas super roxos por todo corpo, sangue... Eles tentaram descobrir o que estava acontecendo, e ela disse apenas que tinha sido atacada. Eles acharam que ela estava escondendo mais alguma coisa, por medo. Por isso não a pressionaram mais. Felicity pediu demissão, e eles deram a ela.  

E... – Sarah suspirou. 

É só o que sabemos. Ela ficou quatro dias no hospital, estava mesmo muito mal. E no mesmo dia em que saiu de lá, ela pediu demissão.  

Você está querendo dizer, que a minha mulher, ficou uma semana com aquele lunático?  

Provável.  

Provável? – Oliver se levantou de onde estava sentado. – Fato, Sarah. Fato. Ela some, e é encontrada uma semana depois toda machucada... Ele fez isso com ela. Ele a levou, ele a machucou... Aquele desgraçado... – Oliver não queria imaginar o que Felicity passou nas mãos do nojento naquela semana. 

Só ela pode dizer. Só ela.  

Eu vou matar ele, Sarah. – E ela viu o olhar sombrio do amigo. – Eu vou torturar ele de todas as formas imagináveis... E vou matá-lo.  

 

Oliver? Estou falando com você. – Ele a olhou. 

Desculpa. Eu estava... Me lembrando da conversa que eu tive com a Sarah. 

E sobre o que era? – Ele a olhou quando ela se sentou na cama, de frente para ele. 

Felicity... – Ela inclinou a cabeça, sem deixar de olhar nos olhos azuis dele. – Você... Você foi levada por ele? – Ele viu o susto que ela levou. 

O-o que?  

Você... Foi levada por Cooper? – Ele sabia que poderia estar machucando-a, mas precisava saber.  

Por que está me perguntando isso? – Ele viu ela começar a tremer. 

Me responde, por favor. – Felicity mordeu o lábio com força, grudou as unhas nas palmas das mãos, nervosa, ela desviou os olhos, os abaixou e então se voltou para o marido, com os olhos ardendo, ela sabia que as lágrimas logo apareceriam. 

Fui. – Ele quase não a ouviu, de tão baixo que saiu a voz dela.  

Por uma semana. – Ela abaixou o olhar novamente. – O que... – Ele precisava perguntar. Ele precisava, ou ficaria maluco. – O que aconteceu lá? – Ela se levantou, se afastando dele.  

Não posso... – Mesmo ainda baixo, ele a ouviu. Oliver se levantou. 

Por favor, okay? Eu preciso saber. Como ele te levou? 

Por favor, Oliver, não me peça... – Ela olhou nos olhos dele, e ele viu, os olhos verdes estavam lacrimejados.  

Eu sei que isso te machuca. Mas, por favor, amor. Me conte. Uma vez, e nunca mais, nunca mais terá que falar sobre isso. – Ele se aproximou, pegando no rosto dela com ambas as mãos. – Eu prometo. Eu prometo.  

Eu... – Ela desviou os olhos.  

Felicity... – Ela o olhou. Ela não queria se lembrar. Não queria. Mas isso também estava machucando ele. E isso ela não queria. Ela o amava demais. Faria qualquer coisa por ele. Até mesmo... 

Eu estava indo à padaria. Deixei nossos filhos... No prédio. Quando eu estava voltando... – Oliver esperou que ela continuasse, o que levou alguns milésimos de segundos. – Eu senti... Um pano no meu rosto e apaguei. – Ela segurava as lágrimas. – Quando eu acordei... Me assustei, porque, eu o vi. Sentado na poltrona, de frente para a cama onde eu estava deitada. – A mão livre de Oliver se fechou em punho. – Ele estava com aquele sorriso... Sádico dele. – Ela não parava de tremer enquanto falava, Oliver sentia isso. – Eu perguntei sobre meus filhos... E ele disse não saber deles. Ele disse que tudo bem, agora. Que eu seria feliz... – Balançou a cabeça, fechando os olhos, fazendo com que as lágrimas que ela tanto segurava, descesse pelo rosto pálido. – Ele se aproximou de mim... Me lembro de ter pedido ajuda. Ele riu, dizendo que estávamos sozinhos. Eu pedi. Eu implorei..., mas ele continuava... – Ela engoliu uma bola que vinha da garganta. – Eu gritei por ajuda... – Ela soluçou. – Mas eu sabia que ninguém viria... Pedi para ele parar, e ele continuou a me... – Ela fechou os olhos mais uma vez, e isso fez com que ela se lembrasse do trauma. Ela se afastou de Oliver. – Pedi para ele não me tocar. Eu... Implorei para ele parar de me machucar... – Oliver trincou os dentes e se aproximou dela, abraçando-a. 

Não precisa continuar. – Oliver diz enquanto ouvia ela chorar, agarrada a ele. – Está tudo bem, agora, amor. Ele nunca mais vai te fazer mal. Nunca mais. – Oliver apertou os braços em volta dela, prometendo protegê-la. Ele a pegou nos braços e se deitou com ela na cama. E ela não parava de chorar, tremer, soluçar... Oliver começou a se martirizar, porque ele quem tinha pedido para ela contar.  Ele não deveria ter pedido isso a ela. – Me desculpa, amor. – Beijou os cabelos lisos. – Me desculpa. Eu não devia ter pedido para você falar... 

Você não fez isso para me machucar. – Ela conseguiu dizer, agora, mais calma. – Eu sei que você também se machuca... Por isso eu... Tentei contar... 

Não precisa mais. Não. Eu posso descobrir de outro jeito. – A apertou mais um pouco em seus braços fortes. – Ele nunca mais chegará perto de você. 

Você não pode prometer isso. – Sua voz saiu embargada. 

Eu posso. E eu vou cumprir. – Ela enterrou o rosto na curva do pescoço do marido. Oliver beijou os cabelos dela mais uma vez. Ele não deixaria que ele a tocasse, nunca mais. E o faria pagar. Por tudo que ele fez, a sua mulher, sua Felicity, seus filhos... Cooper pagaria com a própria vida, e Oliver faria com que ele implorasse para viver. Ah, ele faria isso. Ele imploraria, e só então, Oliver o mataria. E sentiria prazer ao fazer isso. 


Notas Finais


Uniforme Booke: https://ae01.alicdn.com/kf/HTB1JT6vSXXXXXXIXXXXq6xXFXXXW/Children-Korean-Japanese-Student-School-Uniforms-Set-Suit-for-Girls-Boys-White-Collar-Shirts-Navy-Blue.jpg_640x640.jpg
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Uniforme Bryan: https://ae01.alicdn.com/kf/HTB1JT6vSXXXXXXIXXXXq6xXFXXXW/Children-Korean-Japanese-Student-School-Uniforms-Set-Suit-for-Girls-Boys-White-Collar-Shirts-Navy-Blue.jpg_640x640.jpg
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Quem gostou do Hot Olicity? Eu quero saber o que acharam, hein?

Então, nesse capítulo vocês descobriram mais um pouco do que houve com Felicity. Não tudo, afinal, ela não conseguiu dizer. Ainda é muito difícil para ela. Mas agora vocês sabem que Felicity foi levada por Cooper, e que ela passou por maus bocados.

A relação de Bryan e Oliver está cada devagar, mas é assim mesmo. Oliver tem que conquistar a confiança do filho, e isso não é fácil. Mas Bryan agradeceu pelo presente, apesar de não dizer, ele gostou muito.

Espero mesmo que tenham gostado desse capítulo

Por favor, eu peço que não deixem de comentar, eu gostaria muito de saber do que gostaram, ou se teve alguma coisa que “não” gostaram, para eu poder melhorar. Por isso, comentem, por favor.

Enquanto a próxima segunda não chega, fiquem com a prévia:



Por que está acordado á essa hora? – Pergunta ao olhar rapidamente para o relógio em cima da mesa de cabeceira.

Eu tenho que ir trabalhar.

Ah, não. – Ela resmungou e ele sorriu. – Por que?

Como assim, por que? Eu preciso voltar para minha empresa. Ela precisa de mim.

Quem se importa com a empresa? – Ele riu. – Você precisa mesmo ir hoje?

Disse para Walter que voltava hoje. Só fiquei esses dias sem ir, por você. – Ele se sentou.

Mas por que hoje? Não pode ser amanhã? – Felicity fez um bico, que ele achou fofo. – Nossos filhos não terão aula hoje, podíamos fazer algo juntos.

Você ainda não pode sair do apartamento.

Eu sei. Mas, podíamos assistir um filme, nós quatro. – Oliver estava quase cedendo, ele não conseguia dizer não á ela, não quando ela lhe olhava tão intensamente. Mas ele não poderia, tinha prometido á Walter que iria voltar para a empresa.

Eu realmente queria ficar, amor, mas não posso. – Ela voltou a fazer um biquinho. – Mas venho almoçar em casa, vou trazer comida.

Tudo bem. – Diz, ainda inconformada. Oliver se aproximou para beija-la e Felicity enlaça seu pescoço, correspondendo ao beijo, fazendo-o se deitar em cima dela.


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