História Crossed - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Magia, Romace
Visualizações 9
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou atrasada, estou atrasada... estou parecendo o Coelho da Alice, maaaas estou atrasada!

Seguimos com atualização que deveria ter saído semanas atras!

XOXO

Capítulo 17 - Chapter 16: Now or Never


Fanfic / Fanfiction Crossed - Capítulo 17 - Chapter 16: Now or Never

Meu chefe tinha passado os últimos 40 minutos berrando no meu ouvido, isso porque tinha tirado ferias, direito meu, quase me matava por aquela empresa, nada mais justo de que, quando eu mais precisasse, tirasse uns dias de folga. Na realidade, os dias não estavam sendo de descanso, ainda mais com o bicentenário do Uprising chegando. Yoongi e eu havemos decido que era melhor todo mundo desaparecer até o fim das comemorações. Omoni, Jimin, Jungkook e família dele voltaram para Busan, estariam seguros no meio da comunidade Hexen de lá, Yoongi estava escondido em algum lugar de Degau e eu num barco no meio do mar do Japão. Aquilo não me agradava, preferia estar em terra firme, mas segundo Omoni, a água torna um feitiço de localização muito mais impreciso, logo, Rise teria mais dificuldade em nos encontrar. Sun passava a maior parte do tempo sentada na proa olhando para o horizonte, ela odiava a ideia de estar ali mil vez mais do que eu, nao podia julgá-la, ela sentia falta da família.

Deixei meu telefone na cabine, ignorando minha preocupação sobre ter ou não um emprego quando isso tudo acabasse, não fazia o mínimo de sentido me preocupar com aquilo neste momento. Caminhei devagar e tentando não fazer muito barulho, o céu estava estrelado, mas sem lua. Podia ver o reflexo roxo das chamas na lustrosa superfície da proa, ponderei sobre ir até elas, mas desisti. Sun estava mais arisca esses dias, recusando-se a falar comigo, em compensação, sua magia progredia a níveis exponenciais, fato que me preocupava e, ao mesmo tempo, me deixa embasbacado, Omoni desconfiava que isto estava relacionado ao estado de espirito dela, já eu, tinha certeza. Sendo assim, me afastei, mas não apenas por aquele momento, mas desde que havíamos chegado ao barco, ela não me procurava também, era quase uma Guerra Fria, só que diferente da histórica, se não nos resolveremos, não haveria vencedores.

Os dias iam se arrastando, havendo horas que tinha certeza que Sun permanecera na proa olhando e conjurando novas chamas a noite toda sem se mover, podia sentir a angustia crescendo dentro dela, como uma bomba relógio. Diferente de Sun, eu tinha mais liberdade, podia deixar o barco em cada porto para poder comprar comida ou outro suprimento que faltava, nos deslocávamos com frequência durante a noite, indo cada vez mais para o norte, começávamos a ver blocos de gelos, focas e algumas baleias, me sentia desolado.

A Rússia nos recebeu com um dos mais lindos nascer do sol que já tinha presenciado, fiquei admirando aquela beleza, mesmo sabendo que teríamos pelos menos 14 horas de luz solar por dia a partir de agora, podia lidar com aquilo, a noite vinha me trazendo alguns terrores, especialmente, com os pesadelos que Sun vinha tendo, eles me assombravam também. Deixei a cabine depois de quase uma hora admirando o céu, tive apenas tempo de correr, Sun havia pulado do barco, xinguei alto, não havia ninguém que pudesse me ouvir. O contado com a água congelante doeu mais a queda em si, fiz força para afundar, me desesperava em não conseguir chegar até ela. As bolhas de Sun eram quentes, ela mantinha os olhos fechados e o corpo encolhido como uma bola, facilitando para afundar, puxei os braços dela pra mim, levando-a abrir os olhos, pude ver o fogo neles, assim como a raiva que ela estava sentindo de mim naquele momento, não liguei para aquilo, apenas fiz o melhor que pude para tirar-nos de dentro da água.

Joguei- a de volta na proa, ficando em pé na frente dela, queria gritar, mas meus dentes batiam de tal maneira que nao foi possível pronunciar qualquer palavra. Precisava me aquecer, mas não confiava em deixa-la sozinha do lado de fora, Sun protestou quando a levantei de forma brusca e a arrastei para a cabine, trancando a porta atras de nós. Mesmo com o aquecedor ligado, não conseguia parar de tremer, joguei as roupas molhadas no chão ignorado a presença dela ali, ela me olhava envergonhada, pelo menos achava que era isso, suas bochechas estavam vermelhas e ela mordia o lábio com vontade. Deveria ter tomado um banho, mas apenas coloquei uma calça de moletom e me sentei de frente ao aquecedor. Sentia meus membros formigarem com a volta da circulação apropriada, ouvia Sun andando de um lado para o outro dentro da cabine, imaginei que ela também trocava de roupa, queria olha-la, tinha curiosidade, tesão, desejo por ela, mas ao mesmo tempo, estava furioso, ela podia ter morrido, nos matado, nao que ela parecesse se importar.

- Namjoon? - ouvir a voz dela, claramente, pela primeira vez, em semanas foi como um tiro, tremi por dentro contudo me recusei a olha-la - Sabe que isso ai não irá lhe esquentar?

- Estou bem - firmei a voz, ainda batia o queixo, podia senti partes de mim congeladas, ela soltou um risinho debochado, me fazendo virar pra ela, me arrependi naquele instante - O que quer?

- Esquentar você! - ela deu um pequeno sorriso, não olhava aquilo, mas o profundo decote do robe dela, o ar frio condensava ao redor dela, cobrindo sua pele com uma leve camada de vapor - Vem aqui?

- Obrigada - respondi ficando de pé e de costas pra ela, me sentia uma criança mimada fazendo birra por causa de um brinquedo - Estou bem!

- Claro que está! - o hálito quente dela tocou minha nuca, me arrepiando, nossa diferença de temperatura era gritante - Maldito caçador teimoso - ela me abraçou por trás, transferindo todo seu calor pra mim, nao podia negar que era uma sensação muito boa - Desculpe por pular...

- Já que está falando comigo... - me virei, soltando do abraço dela, perdi a noção do que falaria ao encara-la seminua - ... Por que pulou?

- Estou ficando louca aqui dentro, Namjoon, louca - ela abaixou o olhar, mexendo no dedos nervosa - Precisava de uma saída!

- Que se resumiu a um pulo NO MEIO DO OCEANO ARTICO? - ela se encolheu com meu grito, respirei fundo procurando me acalmar - Você poderia ter morrido congelada!

- Claro que não! Estou exalando calor, Namjoon, a dias! - arregalei os olhos, não tinha notado aquilo, apenas as chamas e o medo dela me queimar outra vez - Não tenho ficado aqui porque te cozinharia - as bochechas dela ficaram ainda mais vermelhas, a cabine começava a suar - Me sinto no inferno!

- Poderia ter me falado, jagiya - ficamos nos encarando, ela parecia perdia, sem saber o que o fazer - Poderia ter feito algo!

- Não acho que poderia - ela se deu por vencida, caindo sentada na cama, me dando uma boa visão do decote e das marcas que ela tinha entre os seio - Vá tomar um banho, Namjoon, você está cheirando a mar!

- Que seja!

Me dei por vencido também, deixando-a no quarto, começava a suar ali, joguei as peças de roupa em qualquer canto, deixando a agua morna bater nas minhas costas, estava estressado. Apoiei a cabeça contra a parede, esvaziando, ou tentando pelo menos, a mente. Estava tão cansado quanto ela. Sun me surpreendeu, entrando no chuveiro e me abraçando, fechei os olhos ao sentir o toque dela por meu tórax, minha pele formigava a cada mínimo contato dela comigo. Não havia vergonha ou encabulamento, entrelacei nossos dedos antes que suas mãos chegassem muito depois da minha cintura.

- Sun...

- Make love to me, Namjoon - ela sussurrou no meu ouvido, mordiscando o lóbulo, tirando o resto de sanidade que poderia ter em mim - Please, make love to me... - a voz dela daquela forma, arrastada, manhosa dita contra minha pele era inebriante, como um cheiro doce que enfeitiçava - Namjoon...

- Sun - me virei, encarando-a, estávamos encharcados, ela tinha marcas pelo corpo todo, desde o rosto, passando pelos braços e colo, analisei todos, me demorando em cada uma delas - Eu não quero...

- Cala a boca e faça amor comigo, Namjoon!

Ela ficou na ponta dos pés tocando meus lábios delicadamente, com calma, mas mostrando todo o desejo que tinha. Tínhamos. Me sentia puxar para ela, como se nossos corpos fossem imãs de polos opostos. Pela primeira vez, me deixei levar pelo desejo ao beija-la, nao me importaria se o barco afundasse enquanto estivesse com ela, gemi quando ela aprofundou o beijo, puxando os fios da minha nuca e abrindo o chuveiro no máximo, deixado a temperatura gelada, a pele dela esquentava a nós dois. Enfiei os dedos nos cabelo dela, a empresando debaixo da água e contra a parede, partindo o beijo. A encarei, com os lábios inchados, a boca entre aberta e respiração entrecortada, Sun era a imagem da minha perdição, do meu inferno na Terra. Toquei as marcas dos olhos dela, fazendo carinho, ela sorriu com aquilo, passei a beija-lo, um desejo que nunca achei que fosse capaz de realizar. Fiz o desenho de cada marca com beijos, deixando o rosto e me dedicando ao colo e seios, ela se arrepiava com meu toque tanto quando eu ao dela. Sun tinha, ou estava adquirindo, uma tez morena, mais dourada do que minha própria pele. Respirei contra a marca no meio de seus seios, podia jurar que era um desenho de uma flor, mas nao perguntaria, estava a mais preocupado em beijar e sugar os mamilos intumescidos  do que nos desenhos em sua pele, Sun gemeu ao primeiro contado da minha boca com sua pele, criando uma sinfonia com o barulho da água do chuveiro, a observei tombar a cabeca contra a parede do banheiro se entregando aos meus toques, não me contive e deixei marcas de chupões  e mordidas pelo colo e barriga dela, ficando de joelhos contra a intimidade dela, ela abriu os olhos por um momento, quase como se me implorasse por aqui, apoiei uma das coxas dela em meu ombros, fazendo uma trilha de chupões e leve mordidas até sua virilha.

- Namjoon... - ela gemeu meu nome, enfiando os dedos nos meus cabelos, puxando-os pra cima, depositei alguns ósculos antes de passar a chupa-la - Ahhh...

Suguei os lábios da vulva dela, fazendo-a puxar meus cabelos com mais força, ri contra a pele dela, deslizando dois dedos para dentro da intimidade dela, Sun gemeu mais alto, em aprovação, aumentava e diminuía os movimentos de vai e vem, me deleitando ao tê-la rebolando nos meus lábios.

Meu nome saia em meio a outras palavras desconexas dela, as luzes e a água se alternavam  entre ligada e desligada, quente e frio, chegando ao máximo antes de causar algum estrago no mesmo momento que ela se desfez nos meus lábios, gemendo manhosa meu nome. Voltei a beijar sua boca, pressionando-a contra minha pele e a parede, ela procurou, desajeitadamente, meu membro, tocando a glande molhada pelo pré-gozo, puxei-a pela cintura, içando-a, arfei ao me senti preencher ela, apertei a cintura dela, sabendo que deixaria marcas ali. Usamos a parede de apoio, fazendo rápidos movimentos de vai e vem, estocando o mais fundo que conseguia, Sun mordeu meu ombro, gemi de dor, fazendo-a rir, enquanto deslizava as unhas grandes pelos meus braços, apertando ainda mais o aperto com suas pernas, diminui a velocidade das estocadas, mas sem deixar de ir fundo, nos sons saiam ritmados. Me sentia cansado daquela posição, ainda assim nao parei podia sentir que estávamos próximos do orgasmo. O interior da intimidade dela me esmagava, deixando os movimentos mais difíceis, não me demorei muito e acabei gozando antes dela.

- Não pare agora! - ela ordenou e continuei estocando, apenas mais algumas vezes para ela gozar pra mim.

Estávamos trêmulos quando ela saiu do meu colo, mantive minha cabeça apoiada na curva do pescoço dela, rindo. Subi o olhar, fazendo carinho no rosto dela, não havia necessidade de palavras. Sun me sorria tenra, com as ametistas, que tinha no lugar dos olhos, calmas e sem as chamas de sempre. Ainda nos demoramos no banho, até a água acabar, caímos na risada com aquilo. Me joguei na cama, sem me vestir, Sun caminhou pelo quarto procurando o robe. Me levantei indo até ela, a abracei beijando-o pescoço e soltando o nó da toalha.

- Você nao precisa se vestir - sussurrei como se lhe contasse o maior segredo de todos, ela riu, me empurrando para que me sentasse na cama, com ela no meu colo, arfei com o contato das nossas intimidades, que ainda estavam sensíveis, beijei a mandíbula dela, levando minhas mãos aos seios delas, massageando-os - Sun?

- Huummm - ela abriu os olhos devagar, sorrindo pra mim, emaranhando os dedos nos meus cabelos - Namjoon?

- Nada... Só que você é linda - desci minhas mãos para a cintura dela colando nossos corpos - Mais linda do que imaginei...

Ela gargalhou de forma gostosa, beijando meus lábios, explorei os desenhos das costas dela, suguei o lábio inferior dela, partindo osculo, Sun rebolava contra minha virilha, começava a me excitar de novo, apertei a bunda dela enquanto sugava os seios dela. Troquei nossas posições, deitando a na cama, admirei-a por um breve instante, os cabelos muito negros contrastando com os lençóis brancos imaculados, as bochechas dela tinham um tom vermelho. Ela sorriu sapeca, buscando meus lábios, enquanto me masturbava, acelerei o beijo num pedido para que ela para que ela o fizesse também, fui atendido e nõo consegui conter o gemido alto, ela apertou meu membro, duro novamente, o posicionou em sua entrada, me fazendo penetra-la ao empurrar seu quadril pra cima. Fazia movimentos lentos, ela desaprovava com muxoxos entre os gemidos, fui aumentando as velocidade aos poucos, as unhas de Sun estavam cravadas nas minhas costas, segurava em um dos dóceis da cabeça da cama, que se chocava com a parede da cabine. Ela me empurrou contra o colchão, passando a cavalgar em mim, me sentei, abraçando-a, diminuímos a velocidade dos movimentos, estávamos cansados, suados, ela se apoiava no meu ombros, estoquei mais algumas vezes, antes de gozamos, praticamente, ao mesmo tempo. Caímos na cama, arfando, encarei o teto por um longo instante, Sun repousava no meu peito, a luz do sol fazia o suor brilhar na pele dela, como pequenos diamantes, voltei a desenhar as marcas nas costas dela.

- Faz cosquinhas - a voz de Sun nao passava de um sussurro, batendo contra meu peito, aquilo também fazia cosquinhas - O calor passou!

- De nada - respondi, sem parar de desenhar, toquei as marcas do rosto delas, era incrível como em pouco segundo elas se atenuavam, quase se mesclando com a cor da pele dela - Estamos a disposição!

- Imbecil!

- Um imbecil que você gosta! - ri beijando o topo da cabeca dela, Sun respirava pesadamente, mordendo o lábio - O que está pensando?

- O mundo podia acabar agora!

- Por que?

- Não sei, mas morreria feliz - ela levantou os olhos, apoiando o queixo no meu peito, seus cílios faziam sombras nas suas marcas, fiz carinho em suas bochechas - Ou poderia ficar aqui... Pra sempre...

- Mas podemos... - bocejei, piscando os olhos, o hálito dela tinha ganhado um aroma doce e enjoativo - o que você....

- Durma, meu amor, durma o sono dos justos...

 

A noite ia alta quando acordei, a cama estava vazia e o barco, parado, estranhei aquilo. Pulei da cama vestindo a troca de roupa que encontrei sobre a mesinha. Tínhamos ancorado, ventava frio, xinguei baixinho, conhecia aquele lugar, pior ainda sabia o que aquilo poderia significar. Tentei descer do barco, mas fui jogado no meio do convés, minhas costas reclamaram com o impacto, gemi alto, Omini e Jimin surgiram da cabine de comando, permaneci sentado, levando as mãos aos cabelos e os puxando, poderia tê-los arrancados, usei todos os xingamentos que consegui, mas nos fim acabei em lagrimas.

- Não adianta tentar sair – Jimin anunciou o obvio, fechei os olhos, tentando não entrar em colapso – Sun enfeitiçou o barco!

- Sun? – minha voz saiu parida, Omini se abaixou para me ajudar a ficar de pé, estava perdido – Sun? Rise, não?

- O feitiço é de Sun, querido – Omini falou me guiando pra dentro, eles tinham feito comida ou encontrado comida, mas não sentia vontade de comer nada – Por isso, não estou conseguido quebrar!

- O que aconteceu? – perguntei analisando a situação, Jimin tinha alguns hematomas no rosto e Omoni, nos pulsos, aquilo era obra de Rise, tinha certeza – Por que Sun não está aqui?

- Rise – eles falaram em uníssono, soquei a mesa com raiva, ira mata minha irmã assim que a visse – Ela nos encontrou tem uns dias e depois disso tudo é meio confuso, Hyung – Jimin completou, Omon tinha voltado sua atenção para um livro antigo que estava sobre a mesa, ele tinha as páginas amareladas e cheio de desenhos que não compreendia, mas sabia o que era: um Grimoire, ou seja, uma coletânea de feitiços – Estávamos aqui ao pôr do sol e Sun foi com ela!

- De bom grado?

- Ela não lutou, se é isso que quer saber – Jimin deu ombros caindo sentado numa cadeira, minha mente começava a voltar a funcionar de novo, Rise tinha sido maquiavélica, mais uma vez – Ela deixou isso pra você – ele estendeu o braço me entregando um pequeno papel dobrado – Espero que explique algo!

- Quanto tempo eu dormi?

- Dois dias!

- A quanto temos estamos na Coréia?

- Algumas horas, mas o que...

- Ligue para Jungkook e Yoongi – ordenei, me direcionando para fora da cabine, precisava de ar, Jimin parecia tão confuso quanto a mãe, mas não questionou – Temos uma comemoração a ir – deixo-os se encarando e fui para a ponta do convés, que ainda estava marcado pelas queimaduras das chamas dela – Por você não me disse nada, Sun? – respirei fundo abrindo o recado, não haviam muitas palavras, mas elas foram o suficiente

Você faria o mesmo no meu lugar. Não podemos repetir o passado. Proteja-os e se projeta. Me perdoe, não houve outro jeito

Saranghae, Namjoon, de todo meu coração. Acredite-me. Sun.


Notas Finais


Me contem o que acharam, amorinhas

Bjos!


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