História Crossed Destinies - Capítulo 6


Escrita por: e Gigi_loka

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Got7, ITZY, Lee Hi, Park Bo-young
Personagens Jackson, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Kim Taehyung (V), Lee Hi, Min Yoongi (Suga), Park Bo-young, Personagens Originais, Ryujin
Tags Chohae, Destino, Destinos Cruzados, Taehyung
Visualizações 12
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lolly🌻 - Oi meus amores turo bom com vocês?? Resolvi postar o cap agora, porque... eu também não só resolvi postar. Então boa leitura!!!

Capítulo 6 - Controlled


Fanfic / Fanfiction Crossed Destinies - Capítulo 6 - Controlled

- I don't know who I am anymore. Just a doll, or I'm a human being. I do not know who I am.

                                        - Crossed Destinies 



** Anteriormente **

  Enquanto eu estava saboreando meu café passou duas meninas conversando sobre algo, alto o suficiente para eu entender.

  —Você viu o V na TV ontem?! Ele estava tão lindo! Kim Taehyung é totalmente o meu tipo!

   —Eu sei! Ele é o meu também!

Kim Taehyung?!



***

Kim Taehyung?!

Será que é aquele rapaz do restaurante?. Meus pensamentos são interrompidos por Yoongi. Um amigo do kook, que agora também é meu amigo, apesar do seu jeito seco ele é um cara legal.— Oi low - low é um apelido mega "carinhoso" que o Yoongi me deu, no dia que eu tive a brilhante ideia de chamar ele de limão ambulante.

   — Aigoo, quando é que você vai parar de me chamar assim?

   — ...Nunca - disse o mesmo com um sorriso sarcástico no rosto — Você que quis, brincar agora arque com as consequências... low.

   — Babo!! Eu não sou tão pequena assim.

   — Não magina, você é super alta. Uma mulher de 20 anos com tamanho de uma criança de 12.

   — Não, é não. Eu só tenho 1,58 de altura.

   — Pera! Pelo que eu me lembre você tem 1,56 de altura...low.

   — Aish! Cala boca seu babo. – acho melhor eu cortar essa conversa antes continue me chamando de... baixinha.

   — Chohae... você não vai pra universidade, não?

   — Ai meu deus! Eu esqueci completamente. Que horas são?

   — Sete e cinquenta e cinco.

   — Annyeong, Yoongi!

   — Annyeong, low!Antes de sair do café fui até o balcão para poder pagar o que eu tinha bebido. Depois saí correndo, pois não poderia me dar o luxo de chegar atrasada na primeira aula. Ainda mais na aula do Sr. Choi.


[...]


Depois de correr muito consegui chegar até a universidade. Quando chego na entrada da mesma sou surpreendia pela a louca da Ryujinie, e o Kook.


   — Por que demorou tanto pra chegar? - perguntou o Kook

   — Acabei encontrando o Yoongi no Cosy Cafe, e a gente ficou papeando, ai perdi a noção do tempo.

   — Você encontrou com o Yoongi? - se você está pensando que a Ryujin tem uma "quedinha" , você pensou certo. Mesmo o Yoongi, não dando a mínima bola pra ela, ela gosta dele. E também eles já tiveram um "caso". Eles já ficaram algumas vezes, mas o Yoongi já deixou bem na cara que só ficou com ela por ficar.— Você ainda gosta dele? 

   — Você já sabe a resposta, Kook.

   — Gente vamos mudar de assunto? – ela diz querendo evitar de nos ouvir criticar esse amor dela por ele. 

   — Você tem razão... que tal nós sairmos hoje a noite?

   — Eu topo e você Chohae? 

   — Eu não sei, minha omma tá pegando no meu pé agora, por causa desse noivado.

   — Caraca, que chato.

   — É mesmo... vamos logo pra nossas salas, que o sinal já tocou.


Me despeço dos meus amigos e vou em direção ao predio de gastronomia.


[...]


Depois de me despedir de Kook entro em casa, e encontro a minha omma. Antes que eu pudesse chegar na escada escuto minha omma me chamar.— Chohae, venha cá.

   — Sim, omma?

   — Você acha que eu não escutei você pulando da janela ontem pra sair com o Jeon, não é? Mas eu escutei, e é sobre isso que eu quero falar.

   — Omma, eu... - antes que eu pudesse terminar de falar alguma coisa minha omma me corta.

   — Eu não terminei de falar! - minha omma estava com uma cara nada boa. Coisa boa não vem por ai. — Eu não quero mais você de amizade com o Jeon, e nem com aquela sua amiguinha. - Como? A minha omma está me proibindo de ver meus amigos?!

   — Não, omma! A senhora não pode me proibir de ver os meus amigos... os meu únicos amigos!

   — Problema seu! Trate de fazer novos amigos... mas com eles você não anda mais.

   — A senhora é um monstro.

   — E você e igualzinha ao seu appa... sentimentais demais, vivem achando que a vida é bela...

   — Não fala assim do meu appa! O meu appa era um homem bom! Você é que é uma víbo...- antes que eu pudesse terminar a minha frase sinto o meu rosto arder.— Fale baixo comigo, eu ainda sou sua omma, e mereço respeito com tal!

   — Eu te odeio! - sai correndo de casa pois se eu ficasse, só mais um minuto ali eu iria surtar. Saio correndo sem pensar, eu só queria ir pra algum lugar, que as pessoas não tentassem controlar a minha vida. Quando finalmente paro para perceber onde estou, eu me encontro no único lugar que eu posso me sentir em paz. O cemitério. Sim, o cemitério, é o único lugar que eu me sinto assim. O cemitério em que o meu appa foi enterrado. Começo a caminhar até o túmulo, em que o caixão do meu appa está.

   — Appa... porque o senhor tinha que me abandonar? A omma se tornou uma mulher... diferente. - antes que eu percebesse começo a chorar.— Ela se tornou uma mulher fria... agora está me obrigando a casar com um homem que eu nem amo. Eu só queria que ela voltasse a ser aquela mulher doce, gentil, bondosa, mas... acho que é pedir demais. Eu sinto sua falta, appa. - caio de joelhos no chão, pois não aguento esse peso que está sendo jogado sobre mim agora. Por mais que eu pareça forte ás vezes... eu não sou, na verdade eu sou fraca, muito fraca. Enquanto estava chorando, escuto uma voz um pouco familiar me chamar.

   — Senhorita Woo? - viro para ver quem era o dono da voz, e quando vejo, sinto algo diferente aqui dentro de mim. Algo parecendo... Alívio? Por que eu estou aliviada em ver alguém que eu mal conheço?

   — Kim Taehyung? O que você está fazendo aqui?

   — Eu lhe pergunto o mesmo. O que uma mulher tão linda está fazendo aqui sozinha, e chorando?

   — Eu estou... "conversando" com o meu appa. - faço aspas com as mãos. – E sei que é em vão porque ele não vai mais responder ou afagar minha cabeça como fazia ou fazer meu chocolate quente favorito e me dizer que vai ficar tudo bem. Ele.. Ele não vai voltar – começo a chorar mais ainda do que já estava. E ele pôs a mão em meu ombro, para me consolar, acho.

   — Mas qual é o motivo do choro? Quer dizer.. parece que tem mais do que você está falando,mas se você não quiser contar, tudo bem. - o mesmo se senta ao meu lado.

   — É que... minha omma está me obrigando a casar com um homem que não amo.

   — Mas isso é ruim, muito ruim. Mesmo ela sendo sua mãe ela não pode impedir você de ser feliz.

   — Eu já tentei dizer isso a ela mas, ela ameaçou de me mandar para uma Universidade interna da Coréia do Norte. E você porquê está aqui?

   — Eu vim visitar o túmulo da minha halmeoni. E acabei te encontrando aqui... mas acho melhor nós irmos logo, porquê já vai escurecer.

   — Ok! - ele se levanta primeiro e me ajuda a levantar. Realmente um cavalheiro. Começamos a andar em direção a saída do cemitério. Quando chegamos do lado de fora, Taehyung, abre a porta do seu carro pra mim.
— E então senhorita Woo, qual o destino?

   — Não precisa me chamar de senhorita Woo... pode me chamar só de Chohae. E o destino... huum... qualquer lugar menos a minha casa.

   — Ok... então vamos a um café que eu sempre ia com a minha halmeoni.

   — Tudo bem.

Assim nós fomos em direção a cafeteira.


Notas Finais


Atenção!!!

halmeoni - avó em coreano

Annyeong - oi ou tchau em coreano

Aigoo - expressão coreana, usada particularmente para demonstrar surpresa

Aish - é uma expressão informal coreana usada para demonstrar descontentamento com algo.

Babo - tolo ou idiota em coreano

low - baixa em inglês




E então meu povo?? Gostaram?? Gente goxtei muito desse cap... não faço a mínima ideia de qual de nós duas fez, mas... vida que segue... ATÉ SEGUNDA, MEU POVO LINDOOOO

Foi a Loli🌻


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