História Crossed Ways - Capítulo 22


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Categorias Hailee Steinfeld, Magcon, Shawn Mendes
Personagens Hailee Steinfeld, Shawn Mendes
Tags Hailee Steinfeld, Magcon, Shawn Mendes
Visualizações 114
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEY FAMÍLIA! vcs devem estar bem cansados de tantos pedidos de desculpas, portanto, vamos direto para o capítulo, lembrando que: eu só dei uma lida rápida, me perdoem por qualquer erro.
Tenha uma boa leitura, anjo!
ps.: não esqueçam de me dizer o feedback de vocês <3

Capítulo 22 - I'm sorry


Fanfic / Fanfiction Crossed Ways - Capítulo 22 - I'm sorry

Hailee Howard points of view:

 

Bufo frustrada, comprimindo os lábios e me segurando para não jogar as apostilas no lixo mais próximo de mim.

 

Só quero que isso termine logo.

 

Volto a ler minhas anotações talvez pela décima vez, e ainda assim não compreendo o que está escrito no papel. Solto um grunhido, pendendo a cabeça pra trás e encostando-a no tronco da árvore.

De longe posso ouvir adolescentes rindo e conversando, junto do barulho dos irrigadores do gramado. O sol queima minhas pernas, já que as folhas da árvore formam uma sombra até o início das minhas coxas. Estreito os olhos, passando o olhar sobre o estacionamento quase vazio da escola.

Há um pequeno grupo de jovens perto de um carro, um garoto está sentado na parte de trás do automóvel. A mochila sobre um dos ombros, chamando a atenção para a jaqueta azul do time de futebol da escola que ele veste. O mesmo estende a mão para uma garota, a qual posso observar com mais atenção quando ela se senta ao lado do garoto.

Seus cabelos são na altura dos ombros e tingidos na cor roxa, entretanto, a cor está desbotada o suficiente para que esteja lilás com uma mistura de cinza. Ela se vira na direção do garoto e os dois se beijam.

Abaixo a cabeça no mesmo instante, voltando o olhar para as minhas anotações, mas sou incapaz de ler algo essa vez, portanto, apenas fecho a apostila.

— Hailee Jane Howard, o que você está fazendo? — dou um sobressalto assustada quando ouço me gritarem.

Caço a dona da voz e a observo desacreditada quando a encontro junto dos outros rindo que nem uma idiota pelo susto que me deu.

— A próxima vez que fizer isso você vai precisar de uma cirurgia para concertar as porradas que vou dar na sua cara. — se possível, Emily ri ainda mais.

Guardo meu material dentro da mochila e jogo-a sobre meu ombro, indo em passos calmos até eles. Megan se adianta em minha direção e joga um dos braços pelos meus ombros, me obrigando a me curvar um pouco para ficar na sua altura.

— O que você estava fazendo?

— Estudando. — dou de ombros.

— Sério? — Matthew me observa curioso. — Ainda faltam uns três meses para as provas finais.

— É sempre bom adquirir conhecimento. — lanço lhe um sorrisinho de lado.

 — Essa não cola. — Cameron rebate.

Reviro os olhos.

— Uma pena que eu não dou a miníma para isso. — sorrio, sarcástica.

— Cara, você é grossa às vezes. — Cam acrescenta.

— Deve ser a convivência, Dallas. — mantenho meu sorriso ironico, fitando o garoto em deboche.

Eles continuam a conversa entre si, e não faço questão de continuar no meio da rodinha, então apenas me adianto em direção do estacionamento, rindo ao ouvir certas piadas estúpidas que fazem.

Passamos ao lado do grupo de adolescentes que antes eu observava, e evito manter o olhar neles, apenas indo até meu carro. Passos um pouco mais apressados em minha direção me despertam na minha fixação com meu próprio tênis, e ergo o olhar ao sentir um braço passar pelos meus ombros.

— Você está bem? — Shawn me observa, cauteloso.

— Sim. — assinto. — Por quê?

— Nada não. — deu de ombros, desviando o olhar.

Arqueio as sobrancelhas, observando-o brevemente até ignorar aquela pergunta.

Após me despedir dos demais, adentrei no meu carro, jogando minha mochila no banco traseiro. Me surpreendi ao ver Shawn abrir a porta do carro se sentar no banco do carona.

— O que foi? — o pergunto.

— Nós vamos para a minha casa. — respondeu, simples.

— Vamos? — o questiono, pendendo a cabeça para o lado, estranhando.

— Sim. — ele se endireita no banco, observando o para-brisa, e a após alguns instantes, seu olhar se volta para mim. — Vai querer chegar como com o carro parado?

Arregalo os olhos, surpresa.

Solto uma risada, pondo a chave na ignição e dando partida no carro. Shawn liga o rádio no meio do trajeto, podendo ouvir o locutor da estação interagir com outras pessoas no estúdio, até que depois de instantes, uma música de batida animada começa a ecoar pelo carro.

É suficiente para que o garoto ao meu lado comece a balançar a cabeça num movimento repetitivo e batucar os dedos na coxa. Dou uma risadinha fraca, voltando a prestar atenção na rua.

Não demorou tanto para que meu carro já estivesse devidamente estacionado na frente da casa dos Mendes. Pego minha mochila e jogo-a no ombro, saltando do carro e seguindo os passos de Shawn até a entrada.

— Não tem ninguém em casa? — questiono assim que adentro na casa e ouço silêncio absoluto.

— Na verdade a Aaliyah já deve ter...

No mesmo instante a imagem da filha mais nova de Manuel e Karen aparece no topo da escada, com um celular em mãos e um dos fones de ouvido pendurado.

— HAILEE?! — ela dispara a descer os degraus da escada, por pouco quase caindo, me arrancando uma risada quando se joga sobre mim.

Seguro a garota, abraçando-a com força.

— Chegado... — Shawn completa, ampliando meu sorriso.

— Como você ‘tá? — pergunto a mais nova assim que ela me solta do abraço.

— Bem, por mais que a escola me irrite profundamente. — revira os olhos.

— Acredite, fica bem pior. — Shawn comenta.

— Pode ter certeza. — confirmo, fazendo uma careta.

— E como você ‘tá, Hailee? — seu olhar se alterna em mim e seu irmão mais velho, suspeita.

Observo o garoto ao meu lado, que me fita no mesmo instante, e me pergunto se sua família faz alguma ideia do que está acontecendo entre nós dois.

 

Mas ele não precisam saber, certo?

 

Por que Shawn contaria para eles?

 

Não faria sentido.

 

Deixa de ser paranoica, Howard.

 

— Estou bem. — dou de ombros. — Embora eu ainda me surpreenda com quantas coisas podem dar errado num período tão curto de tempo. — rio, cômica, me recordando dos fatores que têm tirado meu sono nos últimos tempos por estar tão atarefada estudando e tomando conta de casa.

        

Aaliyah ri, me levando a cometer o mesmo ato.

 

— Acredito que eu não deva rir do que dá errado na sua vida. — ela parece se repreender. — Mas ao menos algo parece ter dado certo. — observa nós dois, abrindo um sorrisinho de lado.

A observo, incrédula. Aaliyah solta uma risada, passando por nós dois e indo até a cozinha. Observo Shawn, surpresa.

— Sim, eles sabem. — Mendes se pronuncia, como se tivesse lendo a minha mente e acabando com quase todas as minhas dúvidas.

        

Por que eles sabem disso?

 

— Vem, vamos. — ele me estende sua mão e eu a seguro, seguindo seus passos até o seu quarto.

É impossível não me recordar da última vez que estive aqui quando atravessamos o corredor de portas idênticas. E agora, as circunstâncias mudaram drasticamente.

Faziam bons meses e bastante coisa havia acontecido.

O quarto de Shawn permanecia o mesmo. Talvez dessa vez um pouco mais arrumado, porque da última vez que estive aqui esse lugar estava um desastre.

— Você ainda não me explicou porque eu estou aqui. — me pronuncio, jogando minha mochila ao lado da porta.

— Eu só queria a sua presença, Hailee. — me observa, se voltando em minha direção. — Não posso? — questiona, arqueando as sobrancelhas.

— Só achei estranho. — dou de ombros.

Suas mãos deslizam pela minha cintura até que seu corpo esteja colado no meu e seu rosto escondido na curvatura do meu pescoço, me causando um arrepio na espinha. Ele me abraça, sem se importar de continuar na sua posição desleixada.

Solto uma risadinha.

Subo minhas mãos até o seu cabelo, enrolando meus dedos nos seus fios e fazendo um carinho no local.

— Hormônios. — provoco, revirando os olhos. — Achei que só mulheres tinham tensão pré menstrual.

— Você é muito engraçada. — ironiza, finalmente saindo do abraço e fitando meus olhos.

Suas bochechas assumem uma coloração avermelhada, destacando-se no meio da palidez de sua pele. Os olhos estão vidrados nos meus, e os lábios entreabertos, como se estivesse em um transe.

Retomo a aproximação que tínhamos anteriormente, entretanto, dessa vez mudo a rota e selo nossos lábios. Suas mãos retornam para a minha cintura, fazendo com que meu corpo entre em contato com o seu.

Com um passo os pés de Shawn batem contra sua cama, fazendo com que o garoto caia sentado no colchão e me leve junto. Acabo por abrir um sorriso, contudo, sou impedida de me afastar quando o garoto me puxa para ele novamente.

Alguém aqui está determinado.

Sigo seus movimentos e me dou conta que estou sentada em seu colo, com as mãos ao redor do seu rosto, aprofundando o contato de nossos lábios. Suas mãos descem até o meu lombar, deslizando-se sutilmente até parar na minha bunda e exercendo certa força nela.

Sorrio, sem separar nossos lábios.

Shawn tenta se sentar no colchão, entretanto, bate a cabeça na cabeceira da cama, e eu explodo em risos ao ver a cena. Antes que eu possa me recompor da careta de dor de Shawn, ouço o barulho da porta sendo aberta, e no mesmo instante, saio do colo do garoto e me jogo ao seu lado.

Meu olhar para na porta, onde encontro uma Aaliyah observando nós dois sem reação alguma além de espanto. Ela pisca consecutivas vezes, agora nos observando com um sorrisinho convencido.

— Eu pedi pizza. — agora que reparo na caixa de pizza em suas mãos.

— Certo. — Shawn se levanta, se adiantando na direção da irmã e pegando a caixa de sua mão, começando a fechar a porta, contudo, Aaliyah não permite quando põe o pé na frente. — Sai daqui.

— Claro. — ironiza. — Mas antes se lembrem que meu quarto é bem ao lado, então me façam o favor de se segurarem.

— Sai, Aaliyah! — Mendes repete, e eu reprimo a risada.

A mais nova sorri provocativa para o irmão antes de se retirar.

Shawn se vira em minha direção, fechando a porta.

Pego um travesseiro e ponho contra meu rosto, sem segurar minha risada alta e escandalosa.

Ouço advertências de Shawn, me pedindo para parar com aquilo.

Tiro o travesseiro do meu rosto, observando o garoto com um pedaço de pizza em mãos e a boca cheia enquanto mastiga. Suas bochechas estão coradas, demonstrando que aquela situação e a minha reação o constrangiu.

— O que foi? — o pergunto.

— Eu que te pergunto, esquisita. Começa a rir do nada. — põe a caixa da pizza na ponta da cama e desaba no colchão, ficando de costas para mim.

Me estico até a caixa e pego um pedaço de pizza, e antes de mordê-la, deposito um beijo na bochecha de Shawn.

Me jogo novamente no colchão, encarando fixamente o teto e deixando que meu subconsciente viaje pela imensidão de pensamentos e memórias que habitam a minha mente.

O silêncio constante me ajuda no trabalho. Meu cérebro parece cada vez mais submerso dentro de suas próprias imagens, memórias e pensamentos.

Um toque.

Seguido por outro.

E é repetido várias vezes até que Shawn pegue o celular.

Ele se põe de pé rapidamente e caminha até a porta do quarto, atendendo a ligação com um “alô”. Seus olhos se prendem em mim antes que ele feche a porta do quarto e converse com a pessoa do outro lado da linha no corredor.

Ouço sua voz abafada, mas nada que eu consiga compreender, apenas seu timbre mais baixo do que o comum. Franzo o cenho, me repreendendo por querer pôr a orelha contra a porta para tentar entender do que se trata o assunto.

Me acomodo ainda mais na cama de Shawn, como se de alguma forma eu pudesse ficar presa ali e me impedir de ser uma fofoqueira.

Tento retomar aos meus pensamentos antes do maldito telefone tocar, e me encontro em estado de choque com as memórias que passam a me consumir.

Minha mente me trouxe até mesmo ocorridos que eu jamais gostaria de me recordar.

 

Droga, droga, droga!

 

Prendo minha mandíbula, fechando os olhos com força e apertando minhas mãos em punhos.

Ouço a porta ser aberta novamente, mas não sou capaz de me mover. O colchão ao meu lado afunda, dando a entender que o garoto havia se sentado no mesmo.

        

Se acalma, repito para mim mesma.

        

Incontáveis vezes, até eu já ter me recomposto.

— Shawn. — o chamo, me sentando no colchão e reclinando as costas na cabeceira da cama. O garoto responde num murmuro.

        

Uma voz na minha cabeça me perturba: Você deve mesmo trazer esse assunto à tona? Vale a pena?

        

E eu sei que devo, mas a insegurança me parece como uma cola em minha boca que não me permite voltar a falar.

 

— O que foi...

— Por que a gente parou de se falar? — as palavras saem como um sopro no ar, sem esclarecimento, fazendo com que o garoto se vire em minha direção, confuso. — Eu fui uma babaca que simplesmente parou de falar com você depois da mudança. — as linhas de expressão de sua testa vão sumindo com o decorrer que ele vai assimilando a respeito do que estou falando. — Mas por que você nunca enviou uma mensagem ou me ligou? O que aconteceu?

Os olhos do garoto parecem completamente perdidos, pois são incapazes de encarar um só ponto por mais de cinco segundos.

Diferente de mim, que não consigo desviar o olhar dele.

Shawn abaixa a cabeça e permanece na mesma posição por longos segundos, como se tivesse uma conversa consigo mesmo. Ele se endireitou na cama, me encarando em seguida.

        

Seus olhos automaticamente parecem abatidos.

 

Merda.

 

Mordo o lábio inferior, me segurando para não acertar um soco em mim mesma.

— Eu não tive tempo. — franzo o cenho, confusa. — Não tive tempo sequer de processar o fato de que você tinha ido embora. — embora suas palavras me deixem ainda mais confusa e me tragam uma sequência de perguntas, permaneço calada. — Meus pais disseram que iriam me esperar na frente do aeroporto, eu havia os dito que ia no banheiro porque precisava de um tempo sozinho, e eles sabiam que insistir não iria adiantar de nada. — ele fecha os olhos, como se tentasse recordar detalhadamente de uma memória tão antiga. — Fiquei um tempo no banheiro tentando parar de chorar, e quando finalmente consegui, foi um sufoco para não voltar a chorar. — sua voz começa a falhar, com sua respiração descompassada. — Os vi do outro lado da rua, me esperando na frente do carro, e assim que minha mãe me viu ela ameaçou vir em minha direção, mas seu sorriso reconfortante sumiu no mesmo instante, e foi substituído por um grito desesperador. — as palavras parecem pesadas demais e causam um efeito nítido no garoto. — Tinha um carro vindo no mesmo instante que eu estava atravessando a rua.

 

O encaro, desacreditada.

 

Meus olhos estão repletos de lágrimas, e meu coração parece perder completamente seu ritmo.

 

Não é possível.

 

— É compreensível que eu tenha perdido meu celular com o impacto do carro, certo? E certamente, eu me machuquei bastante. — ele finalmente abre os olhos, fitando o teto do seu quarto como tentativa de secar as lágrimas que se formam em seus olhos. — Passei cerca de um mês no hospital de recuperação, embora o acidente tenha tido mais impacto psicológico do que físico. — em nenhum momento Shawn parece ter coragem suficiente para me encarar.

 

Mas não deveria ser o oposto?

 

— Depois disso, parecia que eu tinha um bloqueio para tudo. Socializar era uma droga, todo mundo me tratava como um boneco de porcelana, e isso me desmotivou demais, então eu passava o dia todo trancado no meu quarto estudando. — o observo cautelosamente, e me controlo para não abraçar o garoto. — Eu sentia a obrigação de tentar compensar nos estudos, e isso durou bastante tempo, por isso me adiantaram mais um ano. — Shawn ameaça abrir um sorriso mínimo, observando a parede como se lembrasse de algo. — Até que um dia de tanto ficar entediado, eu pesquisei como aprender a tocar violão e pedi um para os meus pais. — deu de ombros, com um sorriso mínimo no canto dos lábios. — A música me ajudou muito, Hailee. — seus olhos finalmente me encaram.

        

Conseguia ver a pureza refletida no seu olhar.

 

Porque no meio de tanta catástrofe, ele conseguiu se achar.  No meio da escuridão seu fio de esperança foi a música. E ele conseguiu, e deveria se orgulhar daquilo

 

— Eu não sei o que dizer. — sou sincera, comprimindo os lábios. — Eu não sabia, me desculpa. — as palavras saem com uma dificuldade indescritível. — Me desculpa... — soluço, permitindo que as lágrimas rolem. — Me desculpa. — repito, sem conseguir me controlar. 

Ele me abraçou imediatamente, me puxando para perto de si e afagando meu cabelo.

— Você não tem culpa. — tenta me tranquilizar. — Não sabia o que tinha acontecido. — ele segura meu rosto delicadamente, me obrigando a encará-lo. — Por favor, não se culpe. — suplica.

 

Era impossível.

 

Mas da mesma forma, assinto com a cabeça, escondendo o rosto no seu pescoço. Parecia o peso de uma bigorna sobre o meu peito, não conseguia respirar direito, muito menos me acalmar, e aquilo parecia ter uma consequência indescritível no meu coração e na minha consciência.

Ele passou por tanta coisa e quando a gente se viu eu fui uma completa idiota. Uma idiota sem razão alguma que batia o pé no chão feito uma criança mimada que queria estar sempre certa.

Não acredito que fui capaz de ser tão egoísta e não correr atrás de uma das pessoas que eu mais amava e confiava.

— Me perdoa, Shawn... — as palavras saíram no meio de um soluço, como se tivesse uma bola prestes a explodir na minha garganta. — Eu sinto muito.

As lágrimas permanecem a cair, junto de qualquer resquício de orgulho que havia em mim. 


Notas Finais


Se eu estou insegura com esse capítulo? Demais. Principalmente porque ele é bem importante e esclarece algumas duvidas de vocês, eu imagino.

Eu agradeço muito por quem anda comentando, isso me alegra demais. Porém, eu sinto como se a fanfic não estivesse agradando ninguém, nem mesmo a mim mesma, e peço do fundo do meu coração que vocês me digam o que estão achando! Não vai tomar tanto do seu tempo e irá me fazer muito feliz :).

Sou muito grata pelos favoritos e comentários, vocês não têm ideia. Ficaria imensamente feliz caso me dissessem o que acharam do capítulo, seu comentário faz uma enorme diferença para mim. Podem expor sua opinião, podem comentar, surtar, eu vou ler e responder cada comentário com todo amor do mundo. Leitoras fantasmas, eu amaria vê-las aqui, interagindo, os comentários me fazem muito feliz.

Meu Twitter: https://twitter.com/incrediblekcc

Crossed Ways no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/114158558-crossed-ways

Muito obrigada por tudo e até o próximo capítulo! <3


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