História Crossfire - Capítulo 2


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Álcool, Criminal, Drogas, Justin Bieber, Máfia, Sexo, Trafico, Vingança, Violencia
Visualizações 116
Palavras 2.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite gatas, tudo bem? Espero que estejam bem. Eu estou com aquele friozinho na barriga pequeno para postar esse capítulo e eu esper do fundo do meu coração que vocês gostem dele.
A garota da capa é nossa Briana, doce e inocente Briana (como a cara dela já diz.) Ela é representada pela linda Elle Fanning.
Uma boa leitura!!! Leiam as notas finais!

Capítulo 2 - O roubo.


Fanfic / Fanfiction Crossfire - Capítulo 2 - O roubo.

Points Of View Justin Bieber.

 — Eu não posso ficar hoje, Briana. — reviro os olhos mais uma vez.

— Eu não quero ficar sozinha, Drew. Todo dia é isso! — ela reclama. — Deixa pelo menos o Chris ficar aqui comigo? — ela pergunta e eu nego.

— Pra vocês transarem até na minha cama, como da última vez? — eu digo, não querendo nem relembrar a cena. Ela solta uma risadinha e eu respiro fundo para não meter bala nela.

— Eu que insisti, a culpa não foi dele. — dá de ombros. — Foi muito gostoso transar na sua cama, irmãozinho.

— Vai dar o cu e para de me encher o saco. — eu digo enquanto coloco minha camiseta.

— Deixa o Chris ficar que eu vou dar o cu e não te encho o saco. — eu respiro fundo, tentando manter a calma. Sem sucesso.

— Ninguém vai ficar, Briana. — eu digo, já ficando nervoso. — Não me faz perder a paciência.

— Você está chato hoje. — ela diz e eu sento na cama para colocar meu tênis.

— Nós temos a maldita festa sábado e vamos roubar uma carga na segunda que vale milhões. Você quer o quê? — ela se aproxima e senta do meu lado.

Termino de me arrumar e lanço um olhar frio para ela, que rapidamente se retira do meu quarto. Briana sabe que eu odeio que qualquer pessoa entre nele e mesmo assim transou com meu amigo aqui dentro. Na minha cama! Só não matei os dois porque se tratava de meu amigo e de minha irmã. Quando saio do mesmo, lá está ela, no pé da escada, me esperando. Respiro fundo.

— Manda um beijinho pro Chris. — ela diz, me provocando.

— Pode deixar. Vou dar um beijinho nele com minha pistola. — dou um sorriso amargo.

— Vai matar meu namorado com uma mera pistolinha? — ela arqueia a sobrancelha. — Acho que ele merece pelo menos ser morto por uma M16. 

— Não, não merece. Mas eu posso usar minha Desert Eagle nele, se você preferir. — ela revira os olhos.

— Continua sendo uma pistola. — as vezes eu odiava o fato de Briana entender tanto de armas.

— Mas o estrago que ela faz é diferente das outras. — dou meu melhor sorriso. — Quando eu mata-lo na sua frente, você não vai ter nem tempo de chorar. Vai estar preocupada demais em tapar os ouvidos para não ouvir o barulho ensurdecedor da minha ”mera pistolinha”. 

— Vai a merda, Bieber. — ela diz, me lançando o dedo do meio.

— Também amo você, irmãzinha. — eu me aproximo e dou um beijo em sua testa. Ela me abraça e eu retribuo.

— Se cuida. — ela diz e eu concordo, saindo dali.

Olho para meu relógio e percebo que estou vinte minutos atrasado. Quando é que Briana não fazia eu me atrasar? As vezes eu tenho vontade de meta-la e jogar o corpo no rio, mas eu não sei o que seria de mim sem ela. Briana é a irmã que eu não tive. Minha única família.

Entro em meu carro e dirijo até o galpão, onde meus amigos estavam me esperando. Eu estou estressado para caralho por causa dos eventos dessa semana. Primeiro, tem a maldita festa. Charles insiste em dizer que tem alguém na minha cola e eu nem sei o porque. Teremos certeza no sábado, se alguém ousar tramar algo contra mim. Depois tem o roubo de segunda feira. O plano tem que ser executado perfeitamente. Não pode haver falhas.

Entro no galpão e vejo que os meninos estão rindo de alguma besteira.

— Eu pago vocês para ficarem rindo? Vão trabalhar, seus merdas. — digo, indo em direção ao Charles. O único que estava realmente trabalhando.

— Pelo visto a donzela acordou de mau humor hoje. — Chris diz dando risada, não me deixando nada contente. Pego minha arma que está no cós da calça e aponto para ele.

— Mais uma gracinha e você vai parar no hospital, Christian. — ele logo fecha a cara e concorda.

Todos sabem que eu pego mais no pé dele porque ele come minha irmã, mas porra... é minha irmã!

— A carga vai passar pela fronteira às duas da manhã. — Chaz diz, tomando minha total atenção. Guardo a arma e vejo Chris fazer uma careta.

— Então temos que sair às onze, para prepararmos tudo. — Ryan diz e eu concordo.

— Vamos repassar o plano? — Chris pergunta.

— Não. — eles se encaram entre si.

— Mas Justin... — Chaz protesta, mas não o deixo terminar.

— Mas? Eu ouvi um mas? — pergunto e ele nega. — Somos amigos fora desse galpão, mas aqui dentro eu sou o chefe de vocês. Se eu digo que não vamos repassar o plano, não vamos. Nós estamos mais do que preparados e eu não admito erro nenhum. Me fiz claro? — pergunto e eles concordam. — Ótimo. 

Vou até Fabrizio, o chefe da minha segurança e ele automaticamente muda a postura. 

— Quero cinquenta homens preparados para hoje à noite. Quero que eles rondem o lugar mas que não se aproximem muito e que façam isso todos os dias até segunda feira. — eu mando e ele concorda. — Não quero que ninguém perceba que eles estarão lá. Eles precisam estudar o lugar.

Eu preciso de poucos homens para que não dê na cara que irá ocorrer um roubo.

— Sim, senhor.

— Se tiver um erro, Fabrizio, um erro se quer, você vai pagar com a vida. — ele arregala um pouco os olhos.

— Sim, senhor. — ele diz e eu volto a encarar meus amigos.

— Ryan, você vem comigo pegar os lucros das boates dessa semana. — eu chamo e ele anda até mim.

Entro em meu carro e ele no dele. Quando paramos no farol eu o olho e ele faz o mesmo, dando risada. Eu e o Ryan somos os que melhor corremos de nós quatro. 

— Cem mil? — ele pergunta.

— Segunda feira vamos roubar uma carga que vale setenta milhões e você quer apostar cem mil? Vai te foder! — ele da risada.

— Um milhão? — eu dou um sorriso largo e ele entende o recado.

Agora sim esse filho da puta está falando minha língua.

O sinal passa do vermelho para o verde e eu acelero com vontade, deixando meu melhor amigo para trás, mas logo ele se recupera e já está ao meu lado novamente. Alguns carros estão circulando pela rodovia mas não deixo com que isso me abale, desvio de todos eles e Ryan faz o mesmo, me ultrapassando. Um Audi fica na minha frente, sem me deixar passar. Desgraçado. Dou um soco no volante após tentar passa-lo e não conseguir.

Bato meu carro contra o da frente e ele rapidamente desvia. Ou melhor dizendo: ela. Olho para a morena e dou um sorriso sarcástico, passando pela mesma e quase alcançando o Ryan. Se fosse em outra situação, eu parava o carro e transava com ela ali mesmo, já que a vadia é gostosa para caralho. Sei que não vi seu corpo todo, mas seus peitos quase pulando para fora da camiseta preta já dizia tudo. Quem sabe não nos reencontramos outra vez? 

Vejo o carro do Ryan bem à frente do meu e me foco na corrida. Tenho certeza que esse desgraçado está dando risada a toa, levando em consideração que o carro dele é mais rápido, mas ele se esqueceu de que não importa a velocidade do carro e sim quem está atrás do volante. E bom, eu sou o melhor e sempre vou ser.

Deixo ele na frente por poucos minutos para que ele sinta o gosto da vitória, mas quando estamos quase se aproximando da boate eu acelero e o deixo para trás, chegando primeiro que ele em frente à Night Club. Eu estaciono o carro e desço dele sorrindo.

Ryan não parece muito feliz e eu dou um soco no seu braço de leve, ainda dando risada.

— Vai tomar no seu cu. — ele fala e eu finjo estar ofendido.

— Quanta brutalidade. Só por que perdeu um milhão? — eu pergunto e ele mostra o dedo do meio.

Nós entramos na boate e vejo que ela está sendo devidamente arrumada para funcionar perfeitamente a noite. É assim que eu gosto. Marjorie se aproxima e me recepciona com aquela voz de vadia que só ela tem.

— Senhor Bieber. — me cumprimenta. — Veio buscar os lucros da semana? — ela pergunta e o nervosismo é evidente em sua voz.

Eu só espero que essa vadia não tenha feito nada de errado.

— O que mais eu iria querer aqui? — eu pergunto e ela se afasta, abaixando a cabeça.

— Vamos para o escritório. — ela diz, esperando que eu ande à sua frente.

— Pode ir, quero admirar essa bunda gostosa aqui com meu parceiro. — ela concorda e eu a vejo andar rebolando. 

Ryan e eu sorrimos com a cena e a acompanhamos. Marjorie já beirava seus trinta e três anos, mas ainda era uma delícia de mulher. Nem a gravidez na adolescência a fez perder o corpo maravilhoso que ela tem. Quando chegamos ao escritório ela se senta em frente ao computador e me mostra todos os lucros da semana, que para a infelicidade dela, estavam bem menores do que os da semana passada.

— Que porra aconteceu aqui? — pergunto, nervoso.

— Eu... Eu não sei, Senhor Bieber. — ela diz, já levantando e se afastando. — Acho que os clientes enjoaram das nossas vadias. Precisamos troca-las.

— E só agora você resolveu me falar isso? Depois de deixar os lucros caírem? — eu me levanto, indo até ela. Seu olhar assustado me faz sorrir sarcasticamente. — Sabe o que eu devia fazer, Marjorie? Eu devia ir lá na sua casa buscar aquele projeto de vadia que você chama de filha e a trazer aqui para agradar os clientes! Tenho certeza que eles pagarão uma fortuna por uma virgenzinha.

— Não, senhor Bieber. Por favor... Ela só tem dezesseis anos! — ela aumenta o tom e eu fico mais nervoso ainda, lançando-lhe um tapa no rosto. — A culpa não é minha. — ela suplica.

Vejo a porta ser aberta drasticamente e uma vadia entrar por ela. 

— É mentira, senhor Bieber. Nós satisfazemos muito bem nossos clientes. — eu a encaro pensando em algum motivo para não mata-la ali mesmo. — Marjorie está roubando do senhor.

Eu encaro Marjorie com ódio nos olhos e não digo mais nada, apenas a puxo pelos cabelos até o andar debaixo.

— Justin, pega leve. — Ryan alerta.

— Cala a porra da sua boca, Butler. — desço as escadas com a vadia e todos nos encaram boquiabertos.

Agora sim eles vão descobrir quem é Justin Bieber de verdade.

— Isso é o para vocês aprenderem que não podem me passar a perna! — eu esmurro a carra da vadia e as faxineiras se viram para não encarar a cena. — Quero todo mundo assistindo essa porra! — eu grito, mas nem todas olham. — Agora! — Ordeno e todos voltam seus olhares para nós. 

— Senhor Bieber... — ela tenta falar algo, mas eu não deixo, acertando sua boca com mais um soco.

Eu odeio que roubem de mim. Eu odeio que tirem qualquer coisa de mim! Eu vivo nessa vida de merda para ter essa porra desse dinheiro e vem algum filho da puta querer levar o que é meu? Isso eu nunca vou permitir!

— Você pode ter certeza que depois que eu te matar eu vou ir diretamente na sua casa comer sua filha e depois trazê-la para cá. Aposto que ela vai ser uma prostituta melhor do que a mãe. — a vadia não para de chorar, o que me deixa ainda mais nervoso. — E eu vou fazer questão de a colocar numa sala com dez homens sedentos por sexo, Marjorie. — dito isso, tiro a arma da cintura e dou dois tiros em sua cabeça.

Todos que estão em volta me olham desacreditados. A vadia que havia me avisado do roubo assistia a cena e dava risada. Miro em sua direção e atiro também. Eu não estou para gracinhas hoje.

— Eu quero deixar bem claro que é isso — aponto para Marjorie morta no chão. — O que acontece quando roubam de mim. 

As vadias e faxineiras concordam apavoradas e eu me retiro dali rapidamente, deixando o aviso. Eu realmente preciso parar de colocar mulher no comando dos meus negócios. Essas vadias só prestam para sexo mesmo.

Entro em meu carro e vou direto para a casa que Marjorie morava. Paro em frente e vejo sua filha, Kalliny, pela janela do segundo andar. Ela está trocando de roupa, o que me faz sorrir automaticamente ao ver sua lingerie preta.

Eu sei que ela é apenas uma garota que não tem culpa dos erros da mãe, mas eu não me importo com isso. Se eu falo algo, eu cumpro. E mesmo que eu não tivesse falado, meu pau está pulsando de vontade de entrar naquela bocetinha virgem e eu obviamente não perderia essa oportunidade.


Notas Finais


Gente gostaria de deixar claro quena personalidade do Justin é essa, ele é um homem arrogante, frio, ignorante e só muda perto de Briana ou de um de seus amigos (raras as vezes e fora do trabalho!)
Garanto que ele tem motivos para ser assim e também garanto que vocês irão descobrir durante o decorrer da estória.
Enfim, eu espero do fundo do meu coração que vocês tenham gostado! Obrigada por estarem comigo.
Até o próximo!


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