História Crossfire - Capítulo 3


Escrita por: e auraocean

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), Cora (Mills), Cruella De Vil, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Emma Swan, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Literatura Lésbica, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Romance, Swan Queen, Swanqueen, Swens
Visualizações 158
Palavras 2.780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá,pessoas!
Chegamos com mais uma atualização pra vcs!Não perderei tempo justificando nosa ausência,só queremos que aprecie mais um cap novo!
Crossfire tá de capa nova e mais uma vez agradeço a inigualavel Skye Jonhson por esse presente!Vc é incrível,Skye,te adoro! 💞

O título do cap é a música da minha diva Banks...se for da preferência de vcs a ouvirem,fiquem a vontade.Ela faz parte da cena da Emma na boate.

Boa leitura,babies! ⚘💜🔥

Capítulo 3 - Gimme


- Posso contar com você, Emma? - sentiu que o pedido soou como súplica escapando dos lábios grossos de Henry, mas isso não ocorreu apenas através da voz, mas do olhar ansioso tanto para a reação quanto pela resposta.  

 Emma levantou-se pensativa e direcionou-se vagarosamente a janela que tinha a bela vista para o vasto jardim. Ao entrelaçar as mãos atrás das costas, ponderou sobre a conversa que acabara de ter com o chefe e nas probabilidades de aceitar o pedido inusitado e um tanto, em partes, desconfortável, porém admirou-se com a atitude do chefe e do pai.  

 - Não esperava por isso, Sr. - seus olhos ainda perambulavam admirando-se com as belas orquídeas que sua mãe cultivava que estava na época de ficarem mais vistosas. - Realmente me surpreendeu.  

 - É delicado, querida. Nem eu mesmo esperava por este inconveniente e só pude pensar em uma pessoa para tomar adiante com esta descoberta. - Henry falou de modo sério a não deixar espaço para brincadeira. Sentado, David observava a interação de ambos e torcia em silêncio para que a filha agisse com sensatez e aceitasse a proposta.  

 - Por que eu? - curiosa, virou o rosto para olhá-lo. 

 - Não é óbvio? - arqueou a sobrancelha. - Você é a única pessoa que verdadeiramente confio em minha empresa. Passei os últimos meses observando cada um ali dentro. Muitos são bons, mas você é a única que enxerguei estar apta e nunca tive dúvida sobre isso.  

 Sendo surpreendida pela segunda vez, estava Emma naquela tarde. Não era de seu conhecimento a confiança que Henry depositava em si. O fato dele falar com tamanho orgulho, a constrangeu. Dirigiu o olhar para o pai e este lhe sorriu graciosamente, assentindo minimamente em seguida. 

 - Ela já está aqui? - arqueou a sobrancelha, sem esboçar um semblante que fosse decifravel. Não sabiam se Emma encontrava-se chateada ou não.  

 - Acredito que já esteja em casa. - Henry respondeu após checar o relógio no pulso.  

 Assentindo, Emma foi até a adega do escritório do pai. Serviu-se de uísque e entornou o líquido. Naquela situação, era o que precisava. Havia uma tensão pesando sobre si tão incômoda, deixando-a desconfortável e sem muitas escolhas a não ser pensar sobre.  

 - Posso pensar no assunto? Não quero agir precipitadamente e desejo que ela não saiba por enquanto. - pediu com incisão. Henry se levantou e foi até ela, pousando a mão sobre seu ombro.  

 - Claro, não esperaria menos de você. É algo para refletir com cautela. Apesar de estar torcendo pela resposta positiva, não lhe pressionarei. Peço apenas que não demore, pois como bem sabe, o dia da minha despedida a presidência está próximo.  

- Fique tranquilo. Não tardarei em lhe dar uma resposta. - sorriu levemente.  

 Depois do encerramento do assunto, por hora, conversaram trivialidades até Henry se despedir, agradecendo a Mary Margaret pelo delicioso almoço. Já Emma, permaneceu no escritório, muito pensativa, até o pai ir ao seu encontro, tirando-a do silêncio da mente.  

- Tenho certeza de que tomará a melhor decisão, minha filha. Apenas você é capaz de resolver toda essa situação. - aquelas palavras continham um peso enorme de responsabilidade e só fizeram aumentar a tensão sobre seus ombros.  

 

                      

 O céu já estava escuro quando Emma, com as mãos firmes, pilotava a moto de volta para casa. Muitos questionamentos tomavam sua mente e nenhuma resposta concreta, porém, no fundo, já soubesse de sua decisão, só não acreditava que faria mesmo aquilo. Ao passar pela porta, o celular anunciou uma nova chamada, fazendo-a sorrir torto ao identificar quem era.  

 - Boa noite, Smurfit! A que devo a honra? - fingiu inocência, pois estava ciente do que se tratava. Victória Smurfit não era de telefonar por uma mera conversa.  

 - Fazendo-se de sonsa? - sorriu debochada. - Não é do seu feitio. Venha ao clube hoje. Tenho uma surpresa para você! - a entonação carregada de luxúria despertou Swan.  

 - Sabe que não gosto de surpresas! Vamos, sem rodeios! - sua voz rouca fez Victória estremecer.  

 - Uma nova submissa, louca para conhecer a famosa Swan! - não viu, mas um sorriso brotou no rosto da loira. - Aposto que gostou! - sorriu vitoriosa. 

 - Não vou mentir. Essa notícia muito me agradou, mas ficará pra uma próxima vez. No entanto, passarei pra tomar um drinque. Estou mesmo precisando relaxar…  

 Deixou o celular no aparador e seguiu para a suíte, tirando as roupas para um relaxante banho e para preparar-se para a noite no ​The Hell Night Club. 

A boate comportava vários ambientes. A música no The Hell era uma divertida mistura de faixas para festas e remixes de músicas populares. O lounge era o lar de um pouco de história restaurada com um imenso bar moderno de serviço completo, em forma orgânica do meio do século, com assentos de couro, além de sofás de mesmo material ao redor da sala e assentos para banquetes na pista de dança. A boate era um layout aberto em uma lavagem sexy de azul e tons de lavanda. O melhor do hip-hop atual poderia ser ouvido no nível mezanino do The Hell. O mezanino era o  epítome da sofisticação e do chique masculino. Acessórios retrôs e vintages estavam misturados com a iluminação contemporânea e paredes de tijolos expostos. Haviam poltronas de couro e áreas VIP em toda a sala, além de um bar de serviço completo, quente e brilhante. A pista de dança principal era um espetáculo e deixava todos extasiados. O Electronic Dance Music trabalhava em conjunto com o moderno show de luzes, que deixavam todos os clientes sem fôlego. 

Sendo um dos membros VIP's mais importantes do The Hell, Emma chegou a badalada boate e, já no hall de entrada, foi cobiçada por mulheres e homens que se intimidavam por saber quem era e pela postura séria. Na pista, a música alta e agitada tocava. As batidas frenéticas se assemelhavam ao coração de Emma, envolvendo-a na vibração do som forte. As luzes brilhavam em seus olhos e seu semblante sério não passava despercebido pelos que a encaravam.

Passando pela pista, parou de frente a uma grande porta que guardava um ambiente na qual não era permitido a entrada de qualquer um, por isao,mostrou o seu cartão ao segurança de terno que a encarou brevemente, assentindo antes de lhe dar passagem. 

Ali, naquele âmbito, podia ser uma parte de si que era oculta para todos do lado de fora. Mulheres em seus trages sexy davam um verdadeiro show de sensualidade, dançando no pole dance para homens e mulheres que as contemplavam com desejo, sentados em suas mesas degustando um drinque, deliciando-se com o espetáculo no palco. Pessoas que fugiam do mundo real para saciarem seus desejos com a luxúria. Emma era um desses membros sedentos. Cumprimentou alguns e passou pelos corredores para chegar onde mais queria: na ala de swing da boate. Um lugar onde tudo era permitido, mas nada obrigatório. Um espaço aberto apenas para propagar o prazer, onde casais e singles - membros desacompanhados -, se encontravam para realizar a troca entre si, buscando novas experiências, mas para alguém como Emma, era bem mais que toque. Era visual e isto a excitava. 

A sexualidade humana é complexa e plural, abrangendo os mais diversos gostos e possibilidades. Possibilidades de conhecer a si próprio e os desejos ocultos do corpo através de fantasias sexuais, na busca do sentir prazer sem, necessariamente, haver toques. E Emma teve esse conhecimento, descobrindo-se Voyeur. Fantasia esta que tem a ver com sentir prazer ao observar o outro nu ou em ato sexual, sem nenhuma participação ativa. Para uma voyeur como Emma, a excitação ia além de ver o sexo explícito somente, mas também pelas imagens estimulantes, o risco e a admiração por aquele estilo de vida sexual.

Adentrou um dos inúmeros quartos privativos, com uma taça de Dry Martini em mãos, dando um generoso gole enquanto seus olhos vislumbravam e, prontamente, escureceram pela visão a frente. Ao fechar a porta, a música abafou. Então, o único som que sobressaiu foi o dos gemidos manhosos de uma mulher ecoando pelo cômodo pouco iluminado, dando um ar mais sensual.

Ao meio da grande cama, encontrava-se um casal em seu momento íntimo, com o conhecimento de que alguém os observava e isto não importava já que era essa a intenção real de ambos e o fato de alguém os observar, aumentava a vontade de se possuírem ao expor os sentimentos daquela maneira. A mulher que estava sentada sobre o corpo do parceiro, ao cruzar com o olhar de Emma, sentou-se e rebolou com mais intensidade no membro ereto e rijo do homem que grunhiu diante do prazer sentido com o movimento preciso e intenso sobre o seu colo, o que o fez apertar, instintivamente, a cintura de sua mulher, incentivando-a a continuar com os movimentos um tanto gostosos aos seus olhos. 

Sentada na poltrona no canto do quarto, Emma ofegava. O corpo queimou quando a mulher gemeu olhando em seus olhos e jogou a cabeça para trás, denotando o quanto a queria tomando-a da maneira que o seu corpo implorava e a sua boca seca, pedia. Swan mordeu o lábio inferior e a encarou ao tomar mais um gole da bebida, antes de deixar a taça sobre a mesa ao lado e apertar o braço da poltrona com força, tentando aplacar o tesão que consumia inteiramente a si. Para ela, assistir ao ato tão comum entre as pessoas, era o ápice para a mente trabalhar nas suas fantasias insanas de prazer. O tesão a tomou muito mais após o homem levantar-se e beijar a mulher com vontade e a pôr deitada na cama. Antes de penetrá-la mais uma vez, ele encarou a pura luxúria nos olhos de Swan e empurrou com certa precisão, o pênis contra a mulher que ergueu o quadril ao abrir um pouco as pernas, fazendo-a gemer alto de prazer. A cada estocada e gemido partindo dela, Emma entrava em combustão. O corpo suava e ela ofegava cada vez mais até que numa estocada mais forte, a mulher gemeu atingindo o orgasmo, levando-a pelo mesmo caminho. A mulher sorriu ao ver o estado de Emma e lambeu os lábios provocando-a, enquanto o homem encontrava-se jogado sobre si, beijando o corpo em suas mãos. 

Após recuperar-se do torpor prazeroso, Emma levantou-se e bebeu todo o líquido que ainda restava na taça, saindo do quarto. Decerto, precisava de mais uma bebida.

Chegou ao bar pedindo um Gim Tônica ao barman que lhe serviu prontamente e, assim que degustou o primeiro gole, sentiu mãos delicadas deslizarem por seu corpo parando em sua cintura.  

 - Mérida! - respondeu bebendo mais. Não precisava olhar quem estava atrás de si. O perfume doce da bela ruiva era inesquecível.  

 - Achei que não a veria mais! Há tempos não a encontro aqui. - sem cessar os carinhos insinuosos, aproximou-se e tomou os lábios de Emma que não recuou, correspondendo ao beijo cheio de saudade da dançarina. 

Era prazeroso sentir a língua de Mérida dentro de sua boca e isto era suficiente para ceder a qualquer pedido partindo da ruiva, mesmo que o pedido partisse de um gemido abafado contra a sua boca, dispensando qualquer palavra que, certamente, não teria sobre si o mesmo efeito que uma demonstração de prazer silenciosa. Mérida era linda, com um corpo esbelto e longas madeixas ruivas cacheadas caindo, quando o cabelo não estava preso, sobre os ombros, fazendo a atenção cair completamente sobre o seu rosto fino. Mérida era uma das diversas dançarinas do The Hell que fazia questão da companhia de Emma, talvez a mais favorita da própria, o que elevava o seu ego a ponto de transbordar e fazê-la sentir-se ainda mais segura. 

 - Muito trabalho. - Emma respondeu de maneira quase fria, após descolar os lábios e lambê-los sutilmente. 

- Então venha comigo… - pegou a mão da mulher e a puxou em direção às escadas que dava acesso aos luxuosos quartos do último andar. - Deixa que eu cuido de você hoje! - piscou um dos olhos cheia de malícia na voz e Emma, bem, a seguiu sem hesitar. 



                  ☆♤☆

Mais uma nova semana iniciava na Mills Co. A pedido do pai, Regina resolveu ir a empresa. Fazia muito tempo que não colocava os pés lá e, sinceramente, não lembrava de muitos rostos. Soube que a empresa ganhou funcionários novos e outros haviam saído, então sentia-se ansiosa para rever os rostos antigos e conhecer os novos.  

 Distraída, sobre os saltos, não reparou na placa de aviso de chão molhado. Era costume, naquele horário, os pisos estarem passando pela limpeza, mas como Regina não pisava há anos no local, não estava a par da organização da limpeza. Antes que chegasse ao chão e se espatifasse feio na frente de muitos, sentiu mãos firmes em seu corpo, precisamente na cintura, mantendo-a firme, impedindo-a de cair e se machucar. A respiração acelerou bastante, apenas não sabia definir ser pelo susto ou pelo toque na cintura que há muito tempo não era tocada daquela maneira, o que a fez sentir o ventre formigar em desejo. Algo que Regina não gostava às vezes em si, era a forma como o seu corpo era extremamente sensível e como permitia-se sentir tão intenso algo que para o outro, como para Emma, certamente não passava de um simples toque. 

Os olhos expressavam o quão assustada ficara e até então não havia reparado em quem lhe salvara do possível constrangimento, até levantar os olhos ao controlar as batidas do coração e encontrar o par de olhos verdes. Então, seu rosto corou intensamente, assim como o rosto de Emma que a salvara de se machucar ao vê-la escorregando assim que as portas do elevador se abriram e revelaram a imagem de Regina Mills distraída. 

 Um silêncio estranho pairou sobre ambas. As palavras sumiram da boca de Regina, isto porque ela adorava falar e, sem jeito, restou sorrir em agradecimento ao reconhecer a mulher que ainda a mantinha firme nos braços.  

 - A senhorita acabou de me salvar de um grande constrangimento! - riu abertamente e alto da própria vergonha, balançando a cabeça conforme sentiu o toque em seu corpo afrouxar. - Obrigada…- sorriu, estendendo a mão. Regina tinha certeza de que aquela era a filha de David, a mulher que tanto seu pai exaltava ao dizer ser a melhor funcionária que a empresa tivera nos últimos anos, mas estava com receio de cometer uma nova gafe, porém resolveu arriscar. - Emma Swan, certo? - estreitou os olhos, fechando o sorriso satisfeito.  

 - Não poderia deixá-la cair, Srta. Mills. Seja bem vinda a empresa! - Emma segurou a mão estendida e a apertou brevemente. 

 - Obrigada, estou nervosa e meio ansiosa para saber o que essa empresa tem a me mostrar e me fazer aprender. - suspirou, equilibrando-se nos saltos. - Bem, fico contente em encontrá-la, só não era o meu desejo que fosse de forma tão atrapalhada! Obrigada, Emma. - disse docemente. 

Regina irradiava bastante alegria, totalmente diferente da pessoa que Emma esperava. Enxergava nos olhos dela um brilho diferente, como se fosse uma caixinha de surpresas ambulante e distraída, mas inteligente e esperta.

- Não foi nada. Nos esbarraremos bastante a partir de agora e fico contente de não ter se machucado logo no primeiro dia. Geralmente a este horário, os pisos e banheiros passam pela limpeza. - disse, voltando a postura de sempre.

- Creio que não há como evitar de ser machucada algum dia, escorregando ou não, Srta. Swan e nem sempre terá alguém para nos salvar, porém, fico muito contente de tê-la como minha salvadora desta vez. Tenha um bom dia de trabalho, caso não voltemos a nos ver o que acho ser impossível já que me situarei de tudo o que ocorre por aqui. Principalmente por onde os dedinhos de vocês tocam. - arqueou a sobrancelha.

De um jeito estranho, Regina se afastou de Emma, sentindo os olhos dela sobre si, como se tentasse ver além do que os seus olhos expressavam diante da frase, acompanhando-a até o elevador. Então, quando virou-se de frente, encontrou os olhos dela, mas, aos poucos, a imagem de Emma distanciando-se, sem olhar para trás, como se nada houvesse acontecido, sumiu.  

 Com a cabeça encostada ao metal frio, fechou os olhos e respirou fundo, antes de abrir um sorriso e rir de si mesma ao balançar a cabeça. Seu coração dizia que aquele tempo faria bem a sua alma, como também poderia machucá-la, mas Regina não gostava de pensar nisso. Gostava de pensar que, independente do que ocorresse, estava sempre amadurecendo. Era um caminho que não tinha fim, assim como as luzes da cidade que nunca dormia. 


Notas Finais


Apesar de explicado e não haver necessidade para mais explicações, achamos correto deixar aqui que, a Emma é uma mulher livre e sábia para fazer o que bem entender com a própria vida e esperamos que vocês, leitores, tenham uma visão respeitosa para com a personagem. Teremos todo cuidado com a estória, personagens e com vocês, para escrevermos nada que venha machucá-los. Obrigada pela compressão e respeito.

Até o nosso próximo encontro,anjos!
💞😘


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