História CrossFire - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Fifth Harmony, NOW UNITED, Tom Holland
Personagens Any Gabrielly, Bailey May, Heyoon Jeong, Hina Yoshihara, Josh Beauchamp, Krystian Wang, Lamar Morris, Noah Urrea, Personagens Originais, Sabina Hidalgo, Sina Deinert
Visualizações 94
Palavras 2.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - "Ele não... Tem tempo pra mim." - H.Y


Fanfic / Fanfiction CrossFire - Capítulo 8 - "Ele não... Tem tempo pra mim." - H.Y

Sabina’s POV

 Sabina: Está fazendo o quê? – perguntei a minha prima enquanto sentava no sofá com um prato de cocada americana.

Any: Procurando uns cursos. – ela continuou mexendo em seu notebook.

Sabina: Curso? Pra quê?

Any: Acho que nas férias irei começar um curso de fotografia.

Sabina: Ah... Legal. Quer? – ofereci.

Any: Por que não trouxe pra mim, sua vadia?

Sabina: Porque... Não. – respondi, colocando outra colher na minha boca.

Any:  Me dá um pouco. – pediu.

Sabina: Por que mesmo você quer fazer esse curso? – estendi a sobremesa para ela.

Any: Sempre me interessei por fotografia, e você sabe. – ela pegou uma colherada.

Sabina: Mas nas férias? Isso não é sua cara, Moany. – olhei desconfiada.

Any: Só não quero ficar sem fazer nada. – ela pensou um pouco. – Ok, essa não sou eu. - rimos.

Sabina: É sério. Por quê? – insisti.

Any: Sei lá. Só quero. – ela me entregou minha cocada americana. -  Me sinto bem tirando foto.

Sabina: Você é estranha. – ri.

Any: Olha quem fala, Sabi! - rimos.

Any: As meninas deram notícia? – ela me questionou.

Sabina: Não falo com elas desde ontem. – respondi.

Any: Liga pra elas. Quero saber o que vamos fazer hoje. – fechou o note.

Sabina: Eu não! Liga você. – fingi não estar nem aí.

Any: Aprenda a mentir melhor, Sabina. – ela pegou o celular de sua bolsa e discou.

 

Ligação On

Any: Sina? Está em casa? As meninas marcaram alguma coisa? Então vamos dá uma brotada lá? Tá, então te esperamos na casa da Sabi.

Ligação Of

 

Sabina: E aí? – questionei.

Any: Partiu ir pra casa das meninas.

Sabina: E se elas não estiverem, Moany?

Any: Aí não tem o que fazer. – ela se levantou do sofá, levando o notebook.

Any: Você não vai se arrumar? – me olhou.

Sabina: Estou com preguiça... – resmunguei.

Any: Então fica assim! – ela subiu as escadas. – Vou só guardar o note. – ela gritou para que pudesse ouvir.

Sabina: Vencida por... O que mesmo?  - levantei-me, ainda pensando em minhas palavras. Por que mesmo eu havia falado isso, sem ninguém para escutar? Só podia estar com algum tipo de distúrbio.

 

Fui até meu quarto e encontrei minha prima olhando uma das poucas fotos que tinha em meu mural do começo do ano, uma das melhores épocas que tivemos.

 

Any: Você tem essa bosta por que mesmo? – ela tirou uma das fotos que lá tinha.

Sabina: Porque eu gosto dela. – falei enquanto trocava de roupa, já que tinha tomado banho há pouco tempo.

Any: Logo essa? – ela me entregou. – Com o Tom?

Sabina: Desculpa, nem lembrei que isso estava aí. Vocês terminaram há tão pouco tempo. – joguei a foto na cama. – Mas se quiser, não coloco mais aí.

Any: Por favor, faça isso. – ela suspirou. – Lixo não se guarda.

Sabina: Não deveria ter tanta raiva dele assim. – me olhei no espelho.

Any: Você sabe que nunca o perdoarei. – ela pegou a foto novamente.

Sabina: Você era muito feliz naquela época. – disse descontraída.

Any: Seria uma pena se tudo fosse falso. – suspirou. – Se ao menos ele não tivesse feito o que fez... – ela jogou a foto na lixeira do meu quarto.

Sabina: Não era falso, e você sabe disso. – olhei-a.

Any: Talvez no começo, mas qual é a outra explicação para o que ele fez?

Sabina: Eu não sei, Any. De verdade, não sei. - ela desviou o olhar para o lixo.

Any: Não ouse tirar isso daqui. – ela se referiu à fotografia.

Sabina: Você que manda.- nossa conversa foi interrompida pelo soar da campainha.

Any: Deve ser a Sina. – minha prima saiu do quarto.

Sabina: Valeu por me esperar.

Any: É um prazer. – ironizou.

 

 

Hina’s POV

 Eu não podia acreditar que estava saindo com o Krystian. Não para um encontro, mas sim para ajudá-lo a sair de seus problemas, vê se mereço. Eu só podia estar maluca quando aceitei isso.

 

Krystian: Eles ainda estão nos perseguindo? – me acordou de meus devaneios. Olhei para trás.

Hina: Sim, mas ali na frente, no semáforo, podemos despistá-los. – ele assentiu. Logo conseguimos os despistar, como eu havia previsto. Wang diminuiu a velocidade, já que não precisávamos mais "fugir".

Hina: Ok, agora vamos pra onde mesmo? – perguntei.

Krystian: Quer ir pra onde? – ele me olhou por rabo de olho.

Hina: Casa, talvez?

Krystian: Ok, você que sabe... – analisou a rua.

Krystian: Onde estamos? - agora tinha percebido. Onde nós estávamos? Tínhamos passado tanto tempo entrando em ruas e saindo, que nem nos lembramos de nos preocupar em qual estávamos entrando.

Hina: Krystian, você deveria saber!

Krystian: Eu? Por que eu?

Hina: Você... Você mora aqui!

 Krystian: Você também. – rebateu.

Hina: Mas você dirige, eu não! Então a culpa é sua, até porque não fui eu que te arrastei.

Krystian: Isso não vai resolver nada, precisamos saber onde estamos.

Hina: Poderíamos pedir informação, se não estivesse em um carro com um famoso, que facilmente seria reconhecido! - estava começando a me chatear.

Krystian: Então vamos ficar andando até que encontramos uma rua conhecida.

Hina: Eu não posso ficar com você o dia inteiro. Eu tenho uma vida! – reclamei.

Krystian: Eu também, e agora muitos problemas. Porém, não precisa agir assim. Ficar chateada não vai adiantar.

Hina: Pode ser que não. – não admitiria que ele estivesse certo. Já que não tinha o que fazer, resolvi ligar o som, onde tocava Cristina do Sebastián Yatra.

 

Ele me olhou com cara de “quem disse que você podia mexer?” Dei de ombros e só o olhei de volta respondendo da mesma forma. “Eu”. Wang foi com o dedo até o som e em vez de desligar (o que eu achava ser o mais provável), ele só aumentou.

 

Krystian: Entre tanta gente, yo te vi llegar, Algo en el destino me hizo saludar, Te dije mi nombre y no sé donde. – ele cantou o começo da música seguindo o som. – Como con un beso me respondes Sólo te importó que te tratara bien, Tú de 19 y yo de 23. – me surpreendi por ele saber cantá-la.

Hina: Y empecé mis planes, Para vernos otra vez. – acompanhei-o.

Krys/Hina: Y si pudiera mostrarte, Que estando juntos, ya no hay nada que falte. – cantamos juntos.

Hina: Y que, a pesar de la distancia, te voy a querer, Sólo tienes que saber, Que yo quisiera quedarme, Y, aunque no debo, sólo quiero llamarte. – ele deixou que eu cantasse sozinha.

Krystian: Que repitamos las historias una y otra vez, No sé, ¿Cómo te pido que te enamores?, Cuando al final no voy a estar cuando tú llores ¿Cómo te pido que te ilusiones?, Y recortar nuestra distancia con canciones, Cómo te pido, si al final no voy a estar, Cuando de ti me enamore.

Krystian/Hina: Cuando de ti me enamore, Recuerdo todo lo que te gustaba. – ele cantava e eu o acompanhava.

Hina: Y tu camisa que llega a los pies, Esa carita cuando te cantaba, esa carita cuando te cantaba, Por primera vez. – eu voltei a cantar sozinha.

Krystian Me llevo todo y no me llevo nada, Sin ti, no hay nada, todo te dejé, Sé que es muy pronto para estas palabras, Pero las diré. – finalmente havia percebido o quanto ele cantava bem, e fiquei envergonhada pela minha voz.

Hina: Como tu mano y mi mano, en la noche no sienten frio, Sin ti, las horas se pasan, pero con días vacíos, Como en Marbella las olas, tú estabas bella y a solas, Y yo te extraño y te extraño, pero te llamo y lo olvido. – baixei o tom de voz. – Como te quiero y te quiero, pero este amor ya no es mio, Sé que tu boca y mi boca, cuando se juntan, hay lío, Cómo quisiera quedarme, pero ahora no estás conmigo, Siempre la vida se pasa, pero no pasa contigo, ¿Cómo te pido que te enamores?, Cuando al final no voy a estar cuando tú llores, ¿Cómo te pido que te ilusiones?, Y recortar nuestra distancia con canciones. – ele fez um movimento para que eu aumentasse a voz.

Krystian Cómo te pido, si al final no voy a estar, Cuando de ti me enamore (tú de 19 y yo de 23), Cuando de ti me enamore (tú de 19 y yo de 23). – ele cantou sozinho.

Hina/Krystian: ¿Cómo te pido que te enamores?, Cuando al final no voy a estar cuando tú llores, ¿Cómo te pido que te ilusiones?, Y recortar nuestra distancia con canciones, Cómo te pido, si al final no voy a estar, Cuando de ti me enamore (tú de 19 y yo de 23), Cuando de ti me enamore (tú de 19 y yo de 23), Y aunque yo esté en otra parte, Soy más feliz porque yo pude encontrarte, Y aunque no tenga la certeza de volverte a ver, Es tuya esta canción, Recuérdame. – terminamos de cantar os últimos refrões da música juntos, e foi quando eu baixei o som.

Hina: Não sabia que você gostava das musicas do Sebastián, muito menos que as soubesse cantar, até porque também é em espanhol. – me admirei.

Krystian: Eu participei de um programa com ele e também tive que aprender espanhol, claro que eu conheço as músicas dele. Não mantemos tanto contato quanto antes, mas ainda somos amigos. – ele deu um sorriso.

 

Depois das palavras do Wang, se instalou um silêncio no carro que estava me incomodando, já que não suportava ficar calada por muito tempo. Encostei minha cabeça no vidro da porta do carro, e levei um susto quando ele falou.

 

Krystian: Já sei onde estamos. - levantei a cabeça.

Hina: Onde? – quis saber.

Krystian: Pra que quer saber? – me olhou de rabo de olho.

Hina: Raptar alguém é crime, sabia? – encostei novamente minha cabeça na janela.

 

Logo avistei o parque, finalmente sabia onde estava. Chegava a ser engraçado o fato de morar tanto tempo aqui, e ser contada nos dedos as vezes que já andei por esse parque.

 

Krystian: Por que olha tanto pra essa janela?

Hina: Faz tanto tempo que não venho aqui. Morar longe não ajuda. – sorri amarelo. – Só vinha com o Alec. – respirei fundo.

Krystian: Quem é Alec? – quis saber.

Hina: Meu namorado.

Krystian: E por que ele não te traz mais aqui?

Hina: Ele não... Tem tempo pra mim.

Krystian: Então nós vamos lá! - olhei-o.

Hina: Como? Não precisa, Wang, é sério, não precisa. – tentei.

Krystian: Eu quero. Então nós vamos, e não se fala mais nisso. - não assenti nem nada. Só fiquei na mesma posição que estava, enquanto via-o mudar de rua, indo para a mesma do parque.

 

 

Noah’s POV

Noah: Josh, por que quando você acaba com toda a comida, esquece de avisar? – olhei-o.

Josh: Vai comprar então. – deu de ombros.

 

 Bufei e me dirigi à porta, só parando na mesinha próxima a própria para pegar a chave do carro. Abri a porta, dando de cara com o Lamar.

 

Noah: E aí, cara! – fizemos um aperto de mão. – Como foi lá?

Lamar: Difícil. – bastou essa palavra.

Noah: Imagino.

Lamar: Está indo pra onde? – questionou.

Noah: Fazer compras, já que o Joshua comeu tudo. Quer ir?

Lamar: Dispenso, pretendo ficar em casa descansando um pouco.

Noah: Então tá. – dei um tapa de leve em suas costas.

 

 Fui até o carro, abri a porta, entrei, coloquei a chave na ignição, olhei o retrovisor e dei partida. Não demorou muito até que chegasse ao mercado. Adentrei e logo fui reconhecido, não muito diferente de sempre. Peguei um carrinho e fui para o departamento de laticínios.

 

Xx: Moço, você sabe quanto custa isso? – uma senhora de cabelos grisalhos me perguntou.

Noah: 5,00 euros. Tem aqui na bancada. – mostrei para ela enquanto devolvia o queijo.

Xx: Como sou desatenta. – ela riu. – Obrigada mesmo assim.

Noah: Imagina. – sorri.

Xx: Você não me é estranho... – pareceu pensar. – Você é um daqueles de uma banda daqui, não é?!

Noah: Sou sim. – sorri mais uma vez.

Xx:  Muito bem então. Não vou dizer que te conheço, porque só tenho uma neta e ela não passa muito tempo comigo desde... Muito tempo.

Noah: Tudo bem então. – fiquei sem saber como agir.

Xx: E eu aqui te atrapalhando! Vou deixar você fazer suas compras em paz.

Noah: Não, tudo bem. – sorri sem jeito, e ela se foi.

 

Não demorou muito para que tivesse terminado minhas compras e voltado para casa, mas antes passando em um McDonald's que havia perto do mercado, já que com a fome que estava, não suportaria ter que ainda fazer algo para comer.

 

 (...)

 

Josh: Estou sentindo que Simon vai nos matar. – ele olhava para a tela de seu celular abismado.

Noah: O que foi dessa vez? – perguntei, entrando pela porta com sacolas nas mãos.

Josh: Tem o que de bom? – o canadense ficou analisando as sacolas enquanto colocava-as na mesa.

Noah: Guarde sem comer, Joshua. – comecei a tirar as coisas das sacolas. – O Bailey já saiu?

Josh: Faz tempo, mas tinha sido melhor que ninguém tivesse feito isso.

Noah: Por quê? - nossa conversa foi finalizada por uma batida de porta forte.

Noah: Bay, desse jeito você quebra a porta!

Bailey: Não enche, Noah. – ele passou direto para o quarto.

Noah: Por que ele está assim? Por acaso...

Josh: Ele brigou com a Lauren... Enquanto caminhavam, um paparazzi escutou e tirou fotos. Então já dá pra imaginar. – ele me interrompeu.

Noah: Então foi por isso que você disse que Simon vai nos matar?

Josh: Uma parte. – o loiro pegou um biscoito. – Também tem o Krystian que foi pego beijando a Dove e depois fugindo sem ela e o negócio do Lamar. Então não estamos sendo os favoritos de Simon no momento.

Noah: Acho que nossas férias não vão mais demorar tanto tempo para acabar. – concluí.

Josh: Quanto tempo você acha que ele vai demorar pra ligar? – perguntou com a boca cheia de biscoito.

Noah: Acho que o mais rápido possível. Me admira ainda não ter ligado.

Josh: Também acho. Ou pode ser que ele esteja esperando ainda acontecer alguma coisa.

Noah: E ainda tem o que acontecer, Beauchamp?

Josh: Vai se saber. Quem sabe não é a gente?

Noah: Você fez alguma coisa?

Josh: Não, nem saí de casa, Noah.

Noah: E eu não fiz nada até agora. Pelo menos, acho que não. – saí da cozinha.

Josh: Acha ou tem certeza? – ele me seguiu.

Noah: Não temos como saber. Muitas vezes eles distorcem as coisas, então...

Josh: Só sei que não tenho do que temer, afinal, fui o único a não sair daqui hoje.

Noah: Claro, você não faz nada além de comer, e também não tem namorada ou uma suposta. – sorri.

Josh: Talvez seja isso. – ele se jogou no sofá.

Noah: Talvez não, você sabe que é. – ri.

Josh: Isso são detalhes. – ele parou para pensar. – Estou precisando de uma namorada.

Noah: Josh, você não quer uma namorada. Se quisesse de verdade, já teria arrumado uma.

Josh: Não é tão fácil assim, Urrea, e você deveria saber, já que depois da Zoe, não arranjou mais ninguém.

Noah: Eu não pretendo prender uma pessoa a mim sabendo que não vou ter muito tempo pra me dedicar a ela. E sem conversa, Joshua, você não quer, pelo menos ,ainda, se envolver com alguém.

Josh: Urrea, o que você tem hoje?

Noah: Nada, por quê?

Josh: Querendo saber sobre minha vida amorosa...

Noah:  É porque estou apaixonado por você, Joshua. – fiz uma voz gay.

Josh: Eu sempre soube, amor. – imitou minha voz.

Lamar: Se vocês vão continuar assim, vão para um quarto. – ele brotou, indo para cozinha.

Noah: Quer participar também, La? – chamei.

Lamar: Não, obrigado. – negou.

 

 Eu e Josh rimos da careta que ele fez.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...