História Crossroads - Chanbaek - Capítulo 9


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Categorias EXO, Girls' Generation, Mamamoo
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Hwasa, Kai, Lay, Moonbyul, Sehun, Solar, Suho, Taeyeon, Xiumin, Yoona
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Girls' Generation, Kaisso, Mamamoo, Sookai
Visualizações 45
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas!
Tô aqui novamente com um novo capítulo. Espero que gostem!!

Capítulo 9 - Capítulo 8


Tudo parecia ter se tornado melhor depois da noticia. A noite parecia mais vibrante que o normal. Aquele vento que fazia os cabelode Baek flutuarem, estava tão frio que fazia com que Hyun quisesse fechar o vidro do carro, porém não queria. Byun queria continuar a observar a paisagem que fora lhe proporcionada e em conjunto, queria chegar mais rápido no hospital onde Kyung estava hospedado, pois esperava encontrar alguém que esperou muito para conversar novamente.

- Tem como ir mais rápido?!

- Eu já passei da velocidade permitida. Não é como se ele fosse fugir de lá, Baekhyun.

Mesmo não se incomodando com a companhia de Jongin, Hyun estava com receoso com o este ao seu lado quando chegassem ao hospital.

Os dois amigos não eram ligados emocionalmente com Kim, apenas eram colegas de classe. Entretanto, depois do que ocorreu com Kyung, tudo pareceu diferente. Jongin lhe pareceu diferente. Preocupado com Kyungsoo, lhe ajudando à procurar a pessoa que tentou matá-lo, que agora sabiam o nome. Ele havia se tornado um amigo.

[...]

Já dentro do hospital, Byun estava meio afoito na tentativa de fazer a recepcionista entender que era um caso de vida ou morte. Mesmo que o fato de ver kyung fora do horário não fosse algo desse porte.

A persistência de Baekhyun já aparentava deixar a recepcionista um tanto acanhada.

- Baekhyun.

Kim foi o primeiro a perceber Kyungsoo vestido de roupas hospitalares.

Do sabia muito bem que Hyun não havia lhe ouvido. Ele sempre fora assim, quando acha algo para se ocupar.

Ele nem havia notado a presença de Jongin, respirando fundo e chamando Baek mais alto que anteriormente.

- Baekhyun!

Baekhyun estava tão focado em convencer a moça de que aquele era um caso de vida ou morte, que apenas notou Kyungsoo quando Jongin o tocou.

Não foram ditas palavras. Os olhares e os sorrisos que ambos tinham, eram o suficiente para mostrar que realmente sentiram falta um do outro.

- Antes de tudo... por que ele está aqui?

Kyung percebeu que a pessoa, que talvez mais odiasse, estava com o seu amigo e lhe olhando fixamente.

Jongin tinha os olhares fixos em Kyungsoo. Todos aqueles detalhes.

Então, naquele momento, kim realmente percebeu uma sensação estranha em seu corpo. Havia sentido saudade de Kyung. Havia sentido falta daquele sorriso, falta daquele olhos e, percebeu Kim, que havia sentido falta de seus insultos.

- Ele quer nos ajudar, Kyung. Ele quer te ajudar.

Soo voltou a olhar para Jongin e este já estava de costas, indo em direção a saída do hospital.

- Ele não quer ajudar, Baekhyun. Ele só quer saber se o cara que ele irrita está disposto para receber suas risadas.

- Não, não é. Ele ajudou a descobrir quem é a pessoa que fez isso com você é saiba que ele pode ser preso por tentar nos ajudar.

X

Para Kim, o olhar de Kyungsoo direcionado para si, causava-lhe arrepios.

Sim. Ele tinha medo de que Do não compreendesse e muito menos aceitasse o fato dele estar lhe ajudando, porém Jongin faria de tudo para que tivesse a confiança de Kyungsoo.

- Antes de tudo... por que ele está aqui?

Ele havia ouvido. Jongin tinha a plena certeza de que Soo não o queria ver seu rosto naquele momento, portanto, antes que Soo pudesse vir lhe perguntar pessoalmente, se retirou do hospital e começou a dirigir rumo a sua casa, pois tinha alguém que não visitará à alguns dias.

Antes de mais nada, Jongin sabia que podia contar com Chanyeol para cuidar de Baekhyun quando este saísse do hospital.

X

Antes que a discussão durasse mais do que havia durado, Kyungsoo resolveu intervir, caso ao contrário a própria recepcionista iria.

Kyung por saber que Baekhyun era birrento, o obrigou a ir pra casa. Seu amigo aparentava conhecer muito bem a pessoa que estava "conversando", então não teve muita dificuldade em fazê-lo.

[...]

- Eu podia ter ido sozinho.

- Você não acha que alguém poderia te roubar ou fazer coisa pior?!

- Pelo que eu saiba, eu não te conheço o suficiente pra saber se você não faria o mesmo.

Byun entrou primeiro no carro e logo em seguida Park.

Hyun notou que Yeol lhe encarava. Isso lhe causava arrepios, já que não era acostumado a receber os mesmos frequentemente.

- O que foi?

- Coloque o cinto, Byun.

Park percebeu que Hyun continuaria com suas birras, e o fato deste continuar sem o cinto, provara que este não cederia tão cedo, portanto ele mesmo colocou o cinto no estudante.

Sentir Chanyeol tão perto de si, lhe causava arrepios, mas que talvez também lhe causasse um conforto que nunca tivera.

X
 Yifan havia ligado para Chanyeol pela décima vez. Park precisava encontrar uma nova notícia, pois caso ao contrário, ele seria demitido.

Com alguns copos de café, Park , como todos os dias, os oferecia aos policiais.

- Bom dia, Jang-hyuk sunbae!

- Bom dia! Obrigado.

Agradeceu ao pegar o café lhe oferecido.

- Tem algum caso?

- Você está com sorte! Mulher desaparecida, 27 anos, divorciada. O filho chegou de viagem e obrservou cacos de vidro e pingos sangue no tapete da sala.

Chanyeol anotou tudo o que precisava, agradeceu e se retirou. Yeol pretendia ir até a casa da mulher, onde o endereço já estava anotado, e tentar conversar com o filho da desaparecida.

[...]

Ao conversar com o filho de Seungwan, a mulher desaparecida, percebeu que não havia nenhuma foto do filho pela casa.
Para Park isso era suspeito. Como uma mãe não teria fotos de seu único filho?!

- Você se lembra de alguém que poderia ter rancor de sua mãe?

- Acho que não. Ela tinha algumas amigas, mas não acho que nenhuma delas poderia ter feito isso.

- Mas você acha que alguma delas poderia ter pedido alguém para sequestrá-la ou tentar matá-la?

- Não sei ao certo. Fiquei fora por oito meses.

- Ela não te ligava?

- Não. Apenas mandava algumas mensagens perguntando como eu estava.

Segunda suspeita: O filho de Seungwan olhava para os lados quando respondia as perguntas de Chanyeol.

Aparentemente essa reação poderia significar fatos ocultos ou mentiras. Park tinha certeza de uma coisa, o filho tinha alguma relação com o desaparecimento da mãe, apenas precisava saber como.





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