História Crying For You - Capítulo 5


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Categorias Sou Luna
Personagens Alfredo, Amanda, Ámbar Benson, Delfina, Emília, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Sharon, Simón, Yam
Tags Lutteo, Simbar
Visualizações 138
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente: estou com muita raiva do Benício que palavras não conseguem descrever o que eu estou sentindo neste momento. Logo quando Simbar estava dando certo esse DESGRAÇADO aparece e estraga tudo. Sério, se algum dia os escritores de Sou Luna forem assasinados, já vou logo avisando que eu não sei de nada.
Segundo: sei que esse capítulo não veio na melhor hora mas minha criativade não aparece em qualquer momento, e também parece que tenho mais criatividade de noite. Esse capítulo não acho que ficou muito bom na minha opinião, mas foi o máximo que eu consegui pensar. Não sei escrever histórias muito românticas. Me desculpem. Acho que é até um capítulo pequeno. Enfim. Espero que gostem.

Capítulo 5 - We are Nothing.


Fanfic / Fanfiction Crying For You - Capítulo 5 - We are Nothing.


 Âmbar Smith


E lá estava eu, com um copo de bebida na minha mão, em uma boate na qual eu não conhecia. Bebi um copo inteiro de álcool. Sentia minha garganta rasgar e arder com o líquido passando pela minha garganta. Havia bebido muito depois de tudo aquilo. Eu só queria esquecer de todos os meus problemas, que são muitos por acaso.


 Não queria sofrer mais. Algumas vezes sentia vontade de me matar.  Desistir da minha vida. Mas eu sou tão idiota ao ponto de criar falsas expectativas. O que eu esperava? Que aparecesse uma pessoa para preencher  o meu enorme vazio? Dentro de mim... Não há nada mais que um enorme vazio.


 Começo a dançar da melhor forma possível. Estava tão bêbada, e minhas pernas doíam tanto que nem sei como consegui em pé. 


[...]


 Acordo em um lugar totalmente desconhecido. Tento pensar em onde eu poderia estar, mas a dor de cabeça não contribuía muito. Não há dúvidas que é por causa da bebida. Passo minhas mãos sob meu corpo e percebo que eu estava nua. Merda. Só espero que eu não tenha feito alguma besteira. E se sim, que tivesse usado camisinha. Olho para o outro lado da cama e vejo um garoto coberto com o cobertor. Era bonito até. Me levanto e respiro fundo. Estava um pouco escuro, mas dava pra ver.


 Vejo minhas roupas jogadas no chão, me agacho e começo vestir elas. Vejo algo estranho no chão e forço um pouco a visão. Depois de um tempo encarando, consigo ver o que era. Era uma camisinha. Bem, ao menos ao menos havia me previnido, penso. Coloco meu salto, e pego meu celular que estava em um banco. Começo a caminhar á porta do quarto fazendo o mínimo barulho para que ele não acordasse. Quando chego á porta, abro fazendo o mínimo barulho com agilidade. Saio da casa dele, e reparo que não era uma casa. E sim un apartamento. Começo a caminhar pelos corredores confusa tentando achar a saída, até encontrar escadas que levam para baixo. Enquanto descia, pego meu celular para ver que horas eram. Ainda era 4 horas da madrugada, e havia 4 chamadas perdidas. Ótimo. Havia sumido por 1 dia inteiro, isso nem é um motivo para desconfiarem do que eu posso estar fazendo, penso ironicamento. Quando chego no primeiro andar, caminho até a entrada e saio do hotel. Não era um lugar desconhecido. Era perto de eu morava até. Ainda sentia sono, e para piorar estava com dor de cabeça por causa de ressaca. Caminho em direção á mansão e depois de um tempo caminha do chego. Havia luzes acessas. Pelo visto alguém ainda estava acordado. Começo a pensar no que eu deveria fazer. Se eu entrar agora, seria questionada de por que ter sumido por quase um dia inteiro, e ainda ter chegado e noite. Não queria falar sobre meus problemas com a vida.


Se não fosse, era mais provável que chamassem a polícia achando que eu fui morta o sequestrada.


Embora acho que as duas opções iriam fuder com a minha vida, optei pela segunda opção. Acho que seria "menos pior" chegar de dia do que de noite. Começo a andar em qualquer direção até cansar. Resultado: cheguei de volta á mansão. Bufo de raiva e começo a caminhar ao parque. Era o único lugar que vinha em minha mente naquele momento. Me deito no banco e adormeço. Estava cansada e com uma dor de cabeça enorme. Prefiria dormir do que sentir toda aquela agonia.

 

[...]


 O mexicano Álvarez caminhava em direção ao Roller para trabalhar. Durante o caminho, passava por um parque. Estava tudo normal. Até ver uma loira deitada em um banco. Ele faz uma cara de confuso e se aproxima mais. Era ela. Estava ali, dormindo em um banco de uma parque. O que ela estava fazendo aqui? O mexicano cutuca a loira com as mãos tentando acordar ela. E ele falhou. Chamou Âmbar uma vez e também falhou. Chamou pela segunda, e também falhou. Na terceira tentativa, ela consegue, mas recebe um tapa na cara.


 Âmbar havia levado um susto. Odiava acordar daquela maneira.


- Quem você acha que é? - resmunga a loira sem ver quem era. - Eu estav...- a loira dizia até viror a cara e ao ver que era Simón levou um choque. - Simón? - pergunta desesperada. Isso com certeza não era o estado na qual ela queria que ele a visse.


- Sim. - responde preocupado. - O que faz aqui? Você não foi expulsa de casa não é? - pergunta preocupado.


 Âmbar simplesmente ignora a pergunta e diz:


- Não sabia que você via por aqui... - tenta mudar de assunto.- E não, não fui expulsa de casa. - força um sorriso.


- Então o que faz aqui? - pergunta o mexicano nervoso.


- Estava saindo do shopping da cidade estava com muito sono, não aguentei e dormi aqui mesmo. - mente. Xingava a si mesmo por causa daquilo. Que desculpa foi essa? Só uma pessoa muito burra pra acreditar nisso. Âmbar sabia que Simón não acreditaria.


 Simón ri de uma forma sarcástica. 


- Âmbar, por favor, eu não sou burro. Que péssima mentira. Não acho que deveria mentir para mim. O que você faz aqui? - pergunta pela segunda vez.


- Sabe o que eu acho? Que não te devo satisfações. - diz de uma forma ríspida - Nós não somos nada. Não somos amigos, nem namorados, nem conhecidos somos. - diz com fúria.


Aquelas palavras havia atingindo  cheio Simón. Doía a verdade. Eles não eram namorado, tão pouco amigos. Não poderiam ser. Mas Simón não daria um pé atrás.


- Conhecidos? Sei que não somos amigos, mas conhecidos podemos dizer que sim. - diz tentando não parecer magoado.


- Não, nós não somos conhecidos. Só sabemos o nome um do outro, e a cara. -


- Âmbar, não minta. Nós nos beijamos. - diz nervoso.


- Não estou mentindo. Nos beijamos, e daí? O que importa? Já beijei vários garotos, e para deixar claro: já vi melhores. MUITO melhores. - diz com raiva. Estava mentindo. O beijo dos dois havia sido o melhor de sua vida. Nem mesmo o do Matteo chegou aos pés desse. - Você não me conhece, eu não te conheço. - se for assim, até eu sou conhecido do Michael Jackson. - dizer aquelas palavras doía. Aquelas palavras doía em ambos. Mas nenhum dos dois admitiria que se amavam. Esse era um dos problemas deles: covardia.


 Simón já estava triste com aquilo, mas não abaixaria a cabeça. Muito menos para Âmbar Smith. 


- Tem razão. Nós não nos conhecemos. Eu não brinco com os sentimentos dos outros. - diz - Aliás duvido que não tenha gostado do meu beijo. - diz com fúria e se aproximando da Âmbar.


-Não gostei mesmo. Foi péssimo. Já vi melhores. Aliás me desculpe se não consigo ser perfeita. - diz se aproximando mais.

 

A maior mentira. Na mente de Simón, a Âmbar era perfeita, até demais para ele.

Pouco a pouco a distância dos dois ia diminuindo.


- Então o que sugere? - pergunta Simón com um sorriso sacana nos lábios, mas que sentia um nervosismo.


 Âmbar resolve acabar com o espaço que restava entre os dois. Os lábios dos dois estavam selados dum ao outros. Aquilo não podia estar acontecendo. Eles estavam brigando e do nada se beijam? Aquilo parecia ser surreal. Mas aconteceu. Simplesmente aconteceu. Os dois não queriam parar. Não queriam se soltar un do outro. E mesmo que quisessem, os dois sabem que não iriam conseguir.



" Algumas vezes, você tem que deixar as coisas fluírem. Seguir o que seu coração manda, e simplesmente esquecer a razão. E quando você sentir que não há como escapar, ah... Se prepare, porque você vai perder a razão instantâneamente. "


Notas Finais


K.


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