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História Crystalline. - Capítulo 5


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 5 - Chapitre 4.


Chapitre 4.


Agora é madrugada de domingo e adivinha? Tô sem sono e amanhã eu terei uma prova super importante de Física (que bosta em). Já fiz de tudo, até tomar leite quente eu tomei! Mas, não consigo dormir, é cérebro, tu quer me fuder bonito, né?

Já cansada de ficar deitada olhando 'pro teto, me levanto e saio- sem acordar a Elaine-. Sei que isso é errado, por causa que já bateu o toque de recolher, mas eu tô é pouco me fodendo se alguém pode me pegar perambulando por aí e me mandar 'pra diretoria ou não. Qualquer coisa, é só dar um 'socão e pronto.

O corredor tá vazio escuro e frio. Mano, essa porra tá fria pra caralho, entendeu?! E eu saí de pijama, que consiste em um short e uma blusinha fina, 'sérão, eu deveria ter saído é enrolada numa manta térmica! Duvido que eu não chegue congelada quando eu voltar 'pro quarto.

Como eu estava andando distraída, acabei esbarrando em alguém. Ah, não! Se for igual aquelas cenas clichês, em que a protagonista se encontra com o "amor da vida dela"- que ainda é "deconhecido"- enquanto ela caminha sem rumo, eu me mato!

-Err...- quando eu ia falar algo sou interrompida por uma voz até então desconhecida por mim.

-D-desculpe! V-você tá bem?

Olho pro garoto ruivo e mais ou menos da minha altura que está em minha frente, ele estava corado e estendia a mão pra mim.

- Tô bem sim.- respondo segurando sua mão e me levantando.- Quem é você?

-S-sou Arthur! O próximo rei de Camelot!- falou ele todo orgulhoso e com o peito estufado, não sei porque, mas eu achei aquela cena engraçada e acabei rindo. Ele me olhou indignado e eu ri mais ainda.- E-ei! Não ria!

-Certo, certo...- fui parando de rir aos poucos.-, meu nome é Elizabeth Liones, prazer.- sorrio gentil.

- Ok, mas o que você tá fazendo aqui? Afinal já bateu o toque de recolher, certo?- ele uniu as sobrancelhas, confuso.

-Bateu, mas eu fiquei sem sono e decidi sair um pouco, algum problema?- grossa? Eu? Nunca!

-N-não, nenhum! Afinal eu saí pelo mesmo motivo.- ele deu de ombros.- Bem, o que você vai fazer agora?

- Andar sem rumo por aí é uma opção. - dei de ombros.- E você?

- Eu estava pensando em ir até o pequeno lago que tem aqui.- 'péra aê... aqui tem um lago?!

- Não acredito que aqui tem um lago!- exclamo surpresa e ele acena com a cabeça enquanto sorri.

- Tem e é lindo! Quer ver?!

-Claro! Me guia porque eu não sei os caminho!

                              (...)   

 

Caralho, viado! Isso é muito lindo! Até pequenas fadinhas tem, aí a lua reflete na água cristalina, sabe? As flores  parecem brilhar!

-Gostou?- ele perguntou sorrindo.

-Se eu gostei? Porra, eu amei!- digo me sentando- lê-se jogando.- Na grama verdinha do local.

- É lindo né?- falou Arthur e mesmo sendo uma pergunta retórica eu acenei com a cabeça.

Ficamos um tempo em silêncio, só admirando a beleza exótica do lugar. Olhando bem, ele parece com a tal Diane, será que eles são parentes?

- Você parece com a Diane, por acaso, vocês são parentes? - ele acena positivamente com a cabeça.

-Sou primo de 4° dela.

-O como assim?! Afinal você é da raça humana e ela da raça dos gigantes, né?!- exclamei espantada.

-A Diane é só metade gigante.- agora sim ele me deixou surpresa.- Sua mãe, Matrona, é uma gigante, já o pai dela, Zalpa é humano. Além dele ser meu tio de 3°. - gente, esse mundo tá muito louco, velho!- Por isso que ela consegue ficar tanto na forma humana quanto na forma gigante.

-Agora eu só fiquei curiosa para saber  como um humano consegui engravidar uma gigante!- vi ele soltar uma risada.

-Bom, isso eu já não sei.

- Por que vocês não se falam?

- Ah, eu até queria falar com ela, mas depois "daquilo".- seu olhar de repente ficou distante e vazio, como se estivesse se lembrando de algo não muito legal, eu imagino.- Ela nunca mais quis falar comigo.

-O que aconteceu?- sou nada curiosa.

-Podemos mudar de assunto?- ele perguntou como se estivesse cansado.

- Ah, claro...- eu disse vagamente, depois eu pergunto pra Elaine o que aconteceu. - Você gosta de...

    

                              (...)             

  Estamos voltando para nossos devidos quartos, agora beira as 03:24 da manhã, adivinha quem tá fudida na prova amanhã? Eu!

O Arthur quebrou totalmente o que eu pensava sobre ele. Quer dizer, eu imagina que ele seria um playboy metido a besta sabe? Mas não, ele é engradado, divertido e fofo! Além de que ele dá uns conselhos 'daora.

De repente escutamos um barulho muito alto, mas tipo, foi muito alto mesmo!

- Que barulho foi esse?- perguntou tremendo, pff! Medroso.

- Não sei, vamos ver?!

-N-não, tá louca?!-ele estava visivelmente assustado.

-Vai Arthur! Só dessa vez!- praticamente implorei.

- Tá, vamos lá! Só não faz essa cara de cachorro sem dono.- É impressão minha ou ele estava corado?

- Yeas! Veio lá da parte das salas de aula. -falo o puxando pelo braço e indo na direcção das salas.

Já estávamos olhando a 5° sala, quando o barulho soou novamente. Parecia vir da sala de Química. Assim que fomos chegando perto, o barulho ficou mais alto e mais nítido, pareciam...gemidos? Não gente, não podem ser gemidos. Quem seria louco de transar em uma sala de aula de um internato cheio de pessoas? Tudo bem que quase ninguém iria ouvir, mas mesmo assim, é muito arriscado!

Arthur tremia atrás de mim, e quanto mais próximos ficávamos, mais ele se escondia em minhas costas. Os homens hoje em dia não valem um centavo mesmo.

Olhei pela pequena janela que havia na porta e o que eu vi me deixou surpresa. Diane estava transando com um garoto de cabelo na cor de um amarelo meio esverdeado e com um topete estranho. Admito que coragem e audácia ela tem.

Quando olhei paro lado, vi Arthur super corado olhando a cena, no instante que me viu olhando para ele, o mesmo se abaixou super envergonhado por ter visto a prima fazendo tais coisas.

- O que está procurando?- Arthur sussurrou, enquanto eu mexia nos bolsos do meu short.

- Meu celular...Achei!- exclamo contente com o aparelho em mãos, agradeço aos céus por eu ter lembrado de colocar ele no bolso. Arthur estava surpreso por eu ter um celular, mas não falou nada.

-O que... o que você vai fazer?!

- Não é óbvio? Filmar.- dou de ombros.

-M-mas você não pode fazer isso!- ele ainda estava corado, mas dessa vez parecia estar mais irritado.

- Já estou fazendo, Baby!- disse sorrindo e vi ele querer avançar no meu celular, porém o impedi com a mão.- Sossega o rabo aí!

-Caralho, ela corre o risco de deslocar o quadril assim.- comentei. Diane estava fazendo o famoso "espaguete" em cima do membro do loiro que estava sentado na cadeira do professor.

-V-você já não filmou demais não, Elizabeth?

- Não, cada cena é importante.- nesse instante, Athur bufou. Olhei a hora e já eram 4:10 da manhã, melhor eu ir dormir logo. Parei o vídeo e guardei o celular.

Puxei Arthur pelo braço e saí de fininho. O silêncio que ali se fez estava estava gostoso e calmo.

- É aqui. - disse eu abrindo a porta do meu quarto.-Hoje a noite foi louca né?

-Foi mesmo!- ele riu um pouco.- Bom, eu vou indo.

-Tchau.-sorri gentilmente.

-Tchau.

                          (...) 

O sinal para o intervalo finalmente tocou, eu queria ficar com a Elaine, mas ela falou que ia se encontrar com um amigo dela e então não poderia ficar comigo.  A prova de física não foi muito difícil, chuto que tirei uns nove. Agora eu estou indo em direção aquela cerejeira que eu achei, lembram?

Assim que me sentei, um filho de uma puta me chamou. Sério isso vida?

-E-ei, Elizabeth!- reconheci a voz de Arthur.

-Fala.

-Então... Eu vim aqui perguntar se você não poderia apagar aquele vídeo de ontem, sabe?

-Nem ferrando eu apago!-exclamei.

-Por que não?!- ele estava ficando irritado, mas eu estou pouco me fodendo pra ele. Com aquele vídeo, eu teria uma vantagem a mais.

- Eu não queria ter que fazer isso, mas vejo que não tenho escolha...

  Senti um peso em cima de mim, como se alguém  tivesse pulado em mim, sabe? Quando eu olhei era Arthur, ele tinha pulado pra tentar tirar o celular da minha mão, porém eu não deixei e puxei o aparelho, começando assim uma briga.

-Dá!- exclamou Arthur.

- Não dou!- falei. Meu Deus, estamos parecendo duas crianças!

No fim, ele pegou o celular, mas o mesmo escorregou quando levantou, como consequência ele acabou caindo com a cabeça entre os meus peitos. Deus, agora até eu estou corada.

-Mas que merda está acontecendo aqui?!- "Ah não, velho! Por que tu tinha que aparecer logo agora, desgraça?!"

Meliodas estava parado em nossa frente, a marca demoníaca estava estampada em sua testa e seus olhos negros encaravam Arthur com ira, agora eu e tenho certeza que haverão mortes nesse internato...


Notas Finais


Até o próximo Capítulo!


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