História Cuando Te Besé - Capítulo 7


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Categorias As Aventuras de Poliana
Tags Luendleton, Luotto
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Palavras 2.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey amados!
Eu espero que gostem o do capitulo e entendam o tema que estou trazendo aqui, um abraço <3

Capítulo 7 - I Fell In Love With The Devil


“Eu me apaixonei pelo diabo

Por favor, me salve deste inferno

Anjos e demônios sempre brigam por mim (brigam por mim)

Me leve para o paraíso, me acorde deste sonho

Mesmo com a luz do Sol, nuvens sombrias estão

sobre mim (sombras sob mim)

É agora ou nunca, me acorde deste sonho

Eu me apaixonei pelo diabo

E agora estou com problemas”

 

Luísa D’Ávila

Meu olhar era chocado no espelho do banheiro, o que ontem tinha sido só uma vermelhidão agora estava arroxeado, toco no meu pescoço tocando sentindo uma leve dor, Marcelo havia feito aquilo, sua obsessão por mim tinha passado dos limites, a vontade de chorar vem. Como eu pude entrar em um relacionamento como aqueles? Desde o começo eu soube que Marcelo era daquele jeito, mas não que pudesse realmente me machucar.

As lembranças das crises de ciúmes dele, o quão cega eu estava? Sempre fui tão autossuficiente, mas agora? Olhava aquelas marcas no pescoço com nojo, nojo do homem que um dia amei, nojo por ter permitido que ele me dominasse tanto. Mas no fundo eu sabia que não era culpada, ele era o culpado por sua agressividade, nenhuma mulher é culpada por sofrer violência, e comigo não seria diferente.

Um relacionamento abusivo poderia terminar em morte, mas eu sai dele antes de me casar e ser mais uma vítima de feminicídio pelo ciúmes excessivo do marido, mas infelizmente ainda tinha o ex obsessivo. O choro estava preso na garganta, a dor de saber que alguém que foi tão importante tinha se tornado um homem violento, um covarde. Não consigo mais segurar apoio minhas mãos com força na cômoda olhando o espelho, aquele choro desesperado começa a sair, nunca pode imaginar ser uma vítima de alguém que amará tanto.

Olhar aquelas marcas estavam me deixando enjoada e cerro meu punho sobre meu peito ao lado esquerdo, meu coração doía em uma intensidade que não era possível descrever, eu havia amado Marcelo, ele tinha sido a minha lembrança mais bela, dei uma nova chance e aquele amor não era o mesmo, mas ainda estava ali. Porém meu corpo não reconhecia, eu não reconhecia mais seu sorriso, não reconhecia seus toques, tudo tinha ficado distante, mas eu o amava, um riso nervoso é emitido pelos meus lábios.

Me deixo cair no chão, tudo estava desabando na minha cabeça, era sufocante, como pude me enganar tanto? Como fui capaz de deixar que meu egoísmo me afastasse tanto do homem que eu aprendi a amar? Céus aquela dor não teria fim? Como meu peito podia doer tanto? A dor da violência vinda de alguém que eu tanto joguei na cara de Pendleton ser perfeito, mas eu não sabia no que aquele jovem sonhador poderia se transformar, e aquela versão que tinha conhecido era um Marcelo que não amava, mas que temia.

O sentimento de humilhação tomava conta de mim, hoje passava na pele o que milhares de mulheres passavam todos os dias, meu choro fica mais alto e eu levo minha mão até a boca abafando, Poliana não precisava me ver daquele jeito, agradecia a Deus por ter terminado antes do casamento, nunca suportaria que ele fosse agressivo com Poliana, só em pensar que Marcelo poderia perder a cabeça e fazer algo contra minha sobrinha me deixava ainda mais angustiada.

Eu nunca senti o que estava sentindo agora, o medo tinha tomado conta de mim, depois que minha mente ficou limpa dos acontecimentos pós Marcelo em minha sala, tudo voltou com força, era uma sensação de impotência. Impotência por saber que se eu tivesse me casado com Marcelo estaria expondo Poliana a um lar tóxico, que estaria a colocando dentro de um lar abusivo, eu não podia imaginar minha Poliana vivendo daquela forma, não podia me imaginar tão frágil diante atitudes como as de ontem.

Não conseguiria lidar com aquilo, eu nunca soube o que fazer quando me intimidavam, abraço meus joelhos com força encarando minha cama, aquela sensação de estar desprotegida estava tão forte, como fui me tornar tão fraca? Quando me tornei tão dependente de alguém? Sim eu fiquei dependente de Marcelo, eu vivia em prol de não deixa-lo irritado, de não deixa-lo desconfiar de mim, todo aquele receio estava me dominando, eu não agia mais por mim mesma, eu tinha que ser cuidadosa para que não houvessem brigas, rio com amargura.

A culpa não era minha e nunca seria, ele era o único culpado, já não confiou em mim no passado mesmo eu afirmando ser inocente, agora estava pior, ciúmes em um relacionamento é normal, mas ciúmes em excesso sempre o destrói e ninguém sabia mais disso do que eu, limpo as lágrimas que caiam com a lembrança que vinha em minha mente.

Flashback On

“Eu estava em silêncio o caminho todo, tentava controlar minha respiração, mas não controlava minha expressão, eu estava furiosa, quando chegamos em casa e entramos vejo Pendleton subir indo direto para o quarto, vou atrás no quarto, lá ele tirava o terno e a gravata borboleta preta que usava.

- Você se divertiu bastante hoje não é César? – Digo irônica.

- Do que está falando Luísa? – Me encara sem entender.

- Você não é burro então não haja como se fosse! – Elevo um pouco o tom de voz.

- Pelos céus Luísa eu só estava conversando com a Maísa! – Exclama.

- Posso imaginar o tipo de conversas que vocês costumam ter. – Não conseguia deixar a ironia de lado.

- Está me ofendendo Luísa, você sabe muito bem que nunca te traí, e nem faria isso! – O olhar de Pendleton para mim agora era frio.

- Claro você é o todo perfeito César Pendleton! É visível que aquela mulher está interessada em você! Ela ficou a noite toda em cima, acho que ela precisava que eu mostrasse que você é casado. – Estava tão irritada.

- Luísa eu não estou entendendo essa sua crise de ciúmes, você vive me dizendo que ama o seu ex namorado, então pare de agir assim não é de você...

- Deixa o Marcelo fora disso você nunca vai ser um terço do que ele é! – Minha voz estava furiosa, estava cega pela ciúmes.

Pendleton me olha tão intensamente eu podia ver que tinha o machucado, mas não me importava naquele momento. – Eu vou para o escritório. – Diz indo sair de lá, mas segura seu braço.

- Você não vai fugir como sempre. – Grito.

- Luísa por favor se controla. – Pede com a voz calma, o que me irrita mais ainda.

- Você é um homem cruel e insensível. – Agora apontava o dedo no rosto dele, depois da perda de Stella nosso casamento se resumia a isso.

- Se eu sou um homem cruel e insensível Luísa então me peça o divórcio eu assino. – Agora ele tinha perdido a paciência.

Olho chocada para ele eu sempre o ameaçava com o divórcio e hoje ele me dizia isso, sem pensar duas vezes acaba atingindo o rosto dele com um tapa e as lágrimas caiam dos meus olhos. – Você só quer se livrar de mim para poder ir atrás dela não é? Canalha! Como pode fazer isso comigo depois de perdemos nossa filha! – Eu gritava batendo em seu peito, mas ele segura meus pulsos sem violência.

- Luísa se você continuar a fazer isso vai se machucar, por favor se acalma, eu amo você, mas se você acho que viver comigo é tão insuportável então o divórcio é o melhor. – Sua voz era controlada, meus olhos eram de pura raiva e os dele um enigma como sempre”

Flashback Off

Depois daquela briga um mês depois eu dei entrada no divórcio e quando assinamos o papel na frente dele sorri e disse que estava livre, mas na mansão D’Ávila chorei, chorei como uma criança, aquela noite senti falta de seus braços, dos seus beijos e carinhos, o que antes tinha sido um mês repleto de brigas, depois se tornaram meses de solidão e saudades.

Abro os olhos me levantando, volto a me olhar no espelho limpando todas as minhas lágrimas, eu tinha que voltar a ser a Luísa forte, a Luísa firme, mas não aquela mulher do passado, uma mulher tóxica, eu tinha que ser o suficiente para mim mesma e para Poliana, não podia ser uma mulher montada como fui para Marcelo, eu tinha que ser eu mesma, reconhecer meus erros passados e controlar os meus medos.

- Você consegue Luísa D’Ávila. – Digo para o meu reflexo no espelho.

Depois disso vou tomar um banho para depois me arrumar, escolho um vestido preto de gola alta escondendo o roxo, pego um casaco e a bolsa descendo em seguida, tinha feito uma boa maquiagem escondendo que havia chorado, não demora a ver Poliana no café, vou até ela dando um beijo em sua bochecha.

- Bom dia tia! – Diz sorrindo.

- Bom dia Poliana.

Me sento e começo ouvir ela falar sobre como seria seu dia na escola e fala que iria fazer trabalho com João, assumo uma postura fria segurando sua mão calma. – Poliana eu não quero você na casa do Marcelo, então por favor venha fazer o trabalho aqui em casa. – Digo olhando em seus olhos.

- Tudo bem tia, mas porquê? – Questiona.

- Eu prefiro não ter contato com o Marcelo e não quero você perto dele também, pode fazer isso por mim? – Pergunto tocando seu nariz sorrindo.

- Claro tia! – Sorri de volta colocando sua outra mão sobre a minha. – Podemos jantar na padaria do tio Durval hoje? – Me pergunta.

Faço careta. – Se você quer, sim podemos.

- Obrigada tia! – Fica animada, mas logo a vejo dar um sorriso fraco e sem graça. – Podemos convidar o senhor Pendleton? – Pergunta.

A encaro sorrindo de sua expressão. – Sim podemos Poliana.

- Obrigada tia! – Exclama pulando em mim dando um abraço, então falo.

- Poliana então ao invés de vocês virem fazer o trabalho aqui, vai direto para a casa do seu tio e faz lá e nós nos encontramos lá, eu mando uma mensagem para Durval. – Seria melhor, assim já iria direto da empresa para lá.

- Tudo bem tia!

Sorrio, terminamos o café e decido chamar um taxi ao invés de ir dirigindo, eu não estava me sentindo muito bem ainda, Poliana vai o caminho todo falando do jantar, logo a deixamos na Ruth Goulart e vou para a empresa, ao descer pago entrando indo direto para minha sala, eu amava Joana e Cláudia, mas hoje não estava com cabeça para ouvir nada.

Fico o dia inteiro ali, acabo nem saindo para o almoço ou para tomar um café eu tinha enchido a minha cabeça com o trabalho para me esquecer de tudo, havia me esquecido completamente de convidar Pendleton para o jantar, quando vejo faltavam apenas dez minutos para o fim do expediente, pego algumas planilhas e documentos que tinha feito e saio da sala indo até a dele, respiro fundo batendo na porta recebendo autorização para entra, abro a porta o vendo olhando o PC, mas logo desvia o olhar para mim.

- Luísa. – Sorri cordialmente.

- Vim te trazer alguns documentos e algumas planilhas. – Sorrio indo até ele que se levanta vindo até mim pegando os documentos olhando por cima e depois colocando em cima da mesa, me encarando.

- Como você está? Ontem mesmo você sorrindo pude ver que estava abatida. – Leva a mão em meu rosto acariciando, o olho com carinho.

- Não foi nada... Aliás eu gostaria de convidar você para jantar comigo e Poliana na padaria. – Levo a mão em seu peito.

- Não sei se o seu irmão vai gostar de me ver lá com você e eu não vou aturar ele me ofendendo de novo.

- César... – Eu era única que o chamava por esse novo. – É um pedido de Poliana, venha jantar conosco Durval não vai fazer nada. – Peço com um sorriso.

Vejo-o suspirar. – Se Poliana quer assim, então eu vou.

Me aproximo dele com a intenção de lhe dar um beijo, mas ele me encara de forma estranha e sinto a mão dele na gola do meu vestido, gelo nesse instante olhando nos olhos dele que agora estavam escurecidos, ele estava com raiva. – Luísa foi o Marcelo quem fez isso? – Podia ver o controle em sua voz.

- César... – Eu não podia mentir. – Sim, ontem. – Agora via a minha frente a imagem de um Pendleton completamente transtornado.

- Como não vi isso ontem? Eu vou acabar com a raça daquele infeliz. – Passava a mão no cabelo tentando se controlar.

- Por favor se controle, não vale a pena...

- Não vale a pena? Luísa ele te agrediu! Isso não vai ficar assim! Marcelo vai se arrepender amargamente por ter feito isso com você.

- César por favor, se controle...

Ele me olha com tanta frieza, mas a porta é aberta por Sérgio que nos olha sem graça. – Otto eu só vim trazer o game que me pediu...

Pendleton pega o papel olhando em seguida o encara, ele sai de lá sem dizer mais nada. – Melhor nós irmos e depois do jantar continuamos nossa conversa. – Ele estava frio e aquilo me preocupava, mas não discutiria.

Saímos de sua sala e passo na minha pegar minha bolsa e vamos para o carro, nenhum de nós dizia nada, quando chegamos na padaria ele abre a porta para eu descesse, fechando em seguida. Durval já olhava sem gostar nada daquilo, Pendleton me oferece o braço que aceito escondendo um sorriso, Poliana quando nos vê corre até nós dando um abraço apertado no homem ao meu lado.

- Senhor Pendleton eu fico tão feliz que tenha vindo. – Seu sorriso era lindo.

- Eu não iria recusar um pedido seu Poliana. – O vejo leve novamente acariciando o cabelo de Poliana que se afasta em seguida.

- Bom eu e João não terminamos o trabalho ainda, mas podemos terminar amanhã! E eu já estou morrendo de fome. – Fala animada.

Apenas sorrio indo até uma mesa com Poliana e consequentemente João, o menino parecia meio arredio por causa da presença de Pendleton enquanto Poliana falava sem parar, Durval se aproxima de nós com cara de poucos amigos, mas sorri forçadamente para nós. – Otto não imaginei te ver aqui com a minha irmã.

- Luísa a pedido de Poliana me convidou para jantarmos aqui. – Pendleton o olha calmo, mas ele ainda tinha o olhar frio de antes.

- Claro e você não tinha nada importante para fazer hoje? Um homem tão poderoso.

- Olha Durval mesmo que eu tivesse, um pedido de Poliana vale mais.

A menina olha para ele com tanto carinho enquanto Durval tirava a boina irritado, mas o que nos surpreende é a voz que ouvimos em seguida. – Então quer dizer que você já está até jantando com o seu... Bom deixa eu mudar o termo temos crianças aqui. – Marcelo diz olhando com raiva para Pendleton, enquanto João ia até ele sorrindo, eu não conseguia sair do lugar.

- Macho pensei que tu não vinha mais. – João fala e Marcelo só coloca a mão no ombro dele.

Pendleton limpa a boca calmamente, em seguida se levanta olhando para Poliana sorrindo para ela. – Poliana por que não vai com João continuar o trabalho.

Poliana olha confusa, mas percebe que tinha algo errado. – Está bem, João vamos?

- Mas bixinha...

- João vamos!

Ele sai de lá reclamando, enquanto Pendleton se certificava que as crianças não estavam ali, só olha para Marcelo com um sorriso cínico se aproximando sem deixar a calma de lada, mas o que acontece em seguida é muito rápido Pendleto dá um soco em Marcelo que acaba caindo, eu nunca tinha visto aquele homem agredir ninguém, Durval olhava chocado Marcelo no chão com a boca saindo sangue.

- Otto ficastes louco? – Durval pergunta.

Mas ele ignora pegando Marcelo pelo pescoço o chocando contra a parede segurando pelo pescoço. – Vamos Marcelo faça o mesmo que fez com Luísa! – Pendleton diz friamente olhando nos olhos do moreno.

Me levanto engolindo em seco. – César não precisa...

- Se você encostar mais uma vez um único dedo em Luísa você vai se arrepender amargamente Marcelo. – Sua voz era quase um sussurro.

- Ela já foi chorar para você, uma vadia mesmo. – Marcelo diz quase cuspindo as palavras.

Pendleton estava tão furioso, mas o vejo soltar Marcelo. – Você não vele a pena eu continuar a sujar minhas mãos com um covarde... Mas não ouse tocar em Luísa...

- Do que Otto está falando minha irmã? – Durval estava nervoso e perdido. – Olha o que fizeste Otto! – Vai ajudar Marcelo o levando sentar, pedindo gelo para um dos funcionários todos os presentes olhavam assustados, mas claro que olhavam o dono da O11O agredindo um homem.

- César está falando disso Durval. – Abaixo a gola do vestido deixando os hematomas a mostra.

Durval fica pálido. – Marcelo fez isto? – Quase gaguejava, e eu apenas faço que sim. – Infeliz! Você vai sair daqui e nunca mais ouse pisar no meu estabelecimento.

Marcelo olha para mim friamente. – João! – Grita não demora para o menino e Poliana estarem ali embaixo, quando veem Marcelo machucado os dois olham assustados.

- Macho o que aconteceu?

- Vamos embora. – Só pega João saindo de lá sem dizer nada.

- O que aconteceu? – Poliana pergunta sem entender nada.

Naquela hora eu não conseguia dizer nada minhas pernas tremiam, o medo volta a tomar conta de mim, mas antes que eu desabasse sinto Pendleton me abraçando, quando minha cabeça encontra seu peito me permito chorar. – Luísa ele não vai mais se aproximar de você eu não vou permitir que aquele infeliz encoste um único dedo em você. – Sinto ele beijar o topo da minha cabeça e eu só me agarro em sua blusa, já não me importava se alguém estava ouvindo ou não.

- Por favor não me deixa sozinha César. – Peço ainda chorando.

- Eu sempre vou te proteger Luísa, eu estou aqui querida. – Ouvir aquilo me passa conforto, não queria sair dos braços dele, queria esquecer tudo só me agarro mais nele.


Notas Finais


E ai amados?


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