História Cuba - Capítulo 35


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Camila Queiroz, Cuba, Guerra Fria, Justin Bieber, Romance
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Palavras 2.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura amores sz

Capítulo 35 - Como não pensei nisso antes?


Assim que passei pela porta fiz questão de tirar meus sapatos e atira-los pelo quarto, meu coração estava esmagado e eu iria descontar em alguma coisa. Quem ele pensará que era? Tinha me traído o tempo inteiro e eu como uma inocente cai em seu papinho furado. 

 

– Isso não pode estar acontecendo. - falei me olhando assustada no espelho. 

 

Justin não podia ter feito isso comigo, era mentira, tinha que ser! Meus soluços foram altos e cai sentada no chão, eu estava incrédula. Que situação eu tinha me posto? O que eu tinha feito da minha vida? Larguei tudo e todos que eu conhecia por alguém que me traia. 

 

– Não pode ser real, alguém tem que me dizer que era brincadeira, Justin não pode ter feito isso comigo. - reclamei em alto em bom som enquanto as lágrimas ainda caiam. 

 

Meus ombros tremiam e eu sentia uma vergonha humilhante, como se todos os olhos do mundo estivessem me olhando e me julgando. Eu sentia nojo, sentia raiva, indignação, sentia um milhão de sentimentos ao mesmo tempo em que chorava. 

 

Meus ombros tremiam e eu estava ficando com dificuldade de respirar, tossi algumas vezes e senti mãos nos meus ombros. 

 

Olhei para trás. 

 

– Hoje não Natasha, não diga nada, apenas saía, por favor. - falei ainda chorando. 

 

A mulher que parecia espantada apenas acenou positivamente. 

 

– Você não quer um pouco de água? - tentou sorrir e eu acabei tossindo alto, estava ficando difícil respirar e soluçar ao mesmo tempo - Vivian por favor, você está me deixando preocupada. 

 

Voltei a chorar mais alto, parecia que essa dor era insuportável. Eu me sentia traída, me sentia ridícula por ter acreditado nele por tantos meses. 

 

– Esse é o meu castigo por abandonar tudo, por abandonar meu pai sozinho Natasha. - falei tentando parar de chorar - Essa entidade que tanto falam por aí, está me castigando de alguma forma, porque não existe explicação. 

 

– Não culpe uma entidade pelo o que aconteceu. - falou mais séria - Vamos lá Vivian levante desse chão, você é melhor que qualquer coisa que possa ter te acontecido. 

 

– Não eu não sou. - falei brava - Se eu fosse, ele não teria feito o que fez! 

 

Quase gritei minhas últimas palavras. 

 

– O que aconteceu? - falou tão calma que acabei percebendo meu estado, eu estava como uma louca naquela chão. 

 

– Nikita vem me traindo durante todos esses meses em Cuba. - solucei alto - E agora eu estou aqui, do outro lado do mundo, com um mentiroso. 

 

Voltei a chorar alto e Natasha se levantou, ela estava de joelhos na minha frente enquanto eu estava com as pernas cruzadas sentada no chão. Achei que ela havia desistido de assistir a minha miséria, quando trouxe um copo cheio de água e voltou a se sentar no chão. 

 

– Tem certeza sobre isso? - eu estava estranhando a natureza calma de Natasha, mas apreciava seu gesto. 

 

– Ele mesmo me contou hoje, no nosso estupido encontro. - olhei para cima e limpei meus olhos - Eu estava tão feliz com esse maldito almoço Natasha, agora o que eu faço? Sou uma desonrada sem família. 

 

Natasha riu irônica. 

 

– Voce não é nada disso e você sabe, só está se sentindo mal por ter descoberto sobre isso. - continuei olhando para seus olhos - Mas tá, por que diabos está dizendo que não tem família ou por que é desonrada? 

 

– Acha que eu atravessaria o mundo e meu pai não saberia? - ri em descrença - Ele sabe e me fez escolher, se eu fosse embora Fidel iria esquecer que teve filha algum dia. 

 

Nós permanecemos em silêncio até eu ter vontade de falar de novo. 

 

– Eu dormi com ele Natasha, varias vezes, se algum homem souber do que eu fiz, acha que vai querer olhar para minha cara ou me tratar com respeito? - falei sentindo uma dor forte no coração - Eu amo aquele homem e ele fez isso comigo? Acabou para mim Natasha! 

 

Ela piscou seus longos cílios. 

 

– Não, não acabou. - segurou minha mão - Você vai dar a volta por cima disso tudo. 

 

– Como? - perguntei sem esperanças. 

 

– Primeiro, me conte tudo sobre como ele falou, tenho certeza que sou mais experiente que você em relação a homens. - falou séria. 

 

– Ele me disse que queria recomeçar, queria dizer a verdade... - minha voz diminuiu e eu tive que me conter para não chorar mais. 

 

– Olha ele foi honesto, quis te contar a verdade, isso tem um lado bom. - falou cautelosa enquanto eu a olhava com raiva - Por outro lado você descobriu que foi enganada. 

 

– Sim. - falei desanimada, ela não tinha falado nada que eu não sabia. 

 

– E o que mais? - perguntou atenta. 

 

– Não sei, não deixei ele terminar, sai correndo do restaurante. - falei me sentindo envergonhada, deveria ter escutado tudo. 

 

– Por que não faz assim, chame ele para conversar de novo e deixe que ele explique. - eu tentei interromper mas ela levantou a mão - Assim que você ouvir tudo o que ele tem a dizer, você escolhe se o perdoa ou não. 

 

– Não sei se consigo olhar na cara dele. - falei sincera, eu estava com muita raiva. 

 

– Quanto ao papo furado de outro homem querer você, esquece isso, estamos em 1962, mulheres podem casar sem serem virgens. - ela falou sincera - Você atravessou o mundo por um cara e quanto a você mesma? Tem que se preocupar com o que vai fazer se quiser dar um pé na bunda nele. 

 

– Você tem razão. - neguei com a cabeça, eu estava sendo muito pessimista. 

 

– Pelo o que pude perceber, Nikita se importa muito com você, está tendo um trabalhão para fingir as aparências aqui. - peguei o copo de sua mão e tomei um gole - Além de que se ele quisesse só dormir com você, não teria te trago para cá, seria burrice. 

 

Mordi os lábios, Natasha estava mais que certa. 

 

– Vou fazer isso, mas não agora, não sei se consigo encarar essa realidade tão cedo. - falei angustiada - Todo o meu conto de fadas foi por água a baixo. 

 

Natasha se levantou. 

 

– Se você quiser dar o fora daqui, vou te ajudar menina. - falou decidida - Se tem algo que eu sei sobre esse mundo é se virar sozinha, você não vai ficar a ver navios caso queira dar o fora. 

 

Um medo irracional passou pela minha mente. 

 

– Acha que eles me mandariam embora? - perguntei sabendo que eu não teria influência nenhuma ali após ter terminado meu relacionamento secreto com Nikita. 

 

– Acho que não, porque você continua sendo prima de Ryan, uma figura importante neste cenário uh? - me ofereceu a mão e eu peguei - Vamos limpar sua maquiagem, não quer que ele saiba que andou chorando. 

 

– Ah eu quero assim, quero que ele se sinta o pior possível. - falei olhando no espelho os borrões pretos pelas minhas bochechas. 

 

– Não de esse gostinho a ele, tenha um pouco de dignidade. - molhou o algodão no removedor e deslizou pelo meu rosto 

 

Fechei os olhos. 

 

– Não iria funcionar, ele me conhece melhor que ninguém, nosso relacionamento sempre foi assim transparente. - minha garganta se fechou - Pelo menos da minha parte. 

 

Assim que Natasha terminou eu abri meus olhos, ela desviou seu olhar para algo atrás de mim e me olhou preocupada. 

 

Olhei para trás assustada e vi um Justin acuado em frente à minha porta. Ele nunca tinha entrado em meu quarto, mal se aproximava de mim desde que chegamos a Moscou, porém ele estava ali. 

 

– Senhor. - Natasha abaixou a cabeça e me olhou. 

 

– O que você está fazendo aqui? - falei com raiva. 

 

Seus olhos se encheram de lágrimas. 

 

– Vivian eu sinto muito. - falou me olhando, seus olhos estavam tristes, pude perceber isso. 

 

Uma parte minha gostou de ver aquelas lágrimas descerem. 

 

– Pode sair Natasha. - falei baixo e ela me olhou como se perguntasse se eu tinha certeza, acenei positivamente. 

 

Justin não desviou seu olhar do meu rosto, nem quando Natasha passou por ele. 

 

– Eu sinto muito. - repetiu e eu ri em ironia. 

 

– Você acabou com o nosso relacionamento, o que estava pensando quando fez isso? - perguntei com raiva, durante a trajetória no carro até a residência oficial eu pude pensar sobre tudo e essa era uma das minhas duvidas, o que ele estava pensando? 

 

– Eu não te amava, acabei me apaixonando por você depois de ter feito tudo o que fiz. - ele deu alguns passos para dentro do banheiro e eu agarrei a borda da pia - Eu te amo e por isso desejo construir uma relação sincera com você. 

 

– Você ainda acha que temos uma relação? - perguntei com raiva. 

 

– Não diz isso Vivian. - falou parecendo sofrer. 

 

– Não, digo isso e digo mais, maldito foi o dia em que deixei você pular minha varanda, você me enganou! - algumas lágrimas se formaram em meus olhos - Eu era só uma menina Justin, não sabia lidar com nenhuma das emoções que eu sentia e você me usou. 

 

Ele negou com a cabeça e passou uma mão pelos olhos. 

 

– Como espera que eu perdoe isso? - perguntei sincera - Droga, sinto tanta vergonha de mim mesma. 

 

– Não sinta meu amor, a culpa foi toda e exclusivamente minha! - falou rápido - Eu me arrependo de ter mentido e de ter estado com outras, mas tem que entender que eu não tinha esperanças de ter outro alguém, nunca acreditei no amor. 

 

– Outro alguém? - perguntei confusa. 

 

– Eu sou divorciado Vivian. - falou seco - Eu fiz exatamente o que fiz a você com minha ex esposa, trai e a fiz infeliz, e exatamente por esse motivo queria te dizer toda a verdade, porque acredito que nosso amor pode curar tudo. 

 

Soltei um riso irônico. 

 

– Você já foi casado, uau, quantas novidades. - falei sentindo mais tristeza. 

 

– Existia duas coisas que você não sabia sobre mim Vivian e agora você sabe, esses são meus últimos segredos. - fiquei em silêncio e olhei para o chão - Sei que estar nessa posição não deve ser fácil, mas eu queria propor a você que me perdoe e assim casaríamos em paz. 

 

Dei as costas para Justin, eu não era capaz de ouvir mais sua voz. 

 

– Eu preciso de um tempo a sós. - falei clara. 

 

– Tudo bem. - falou estranho - Eu, hã... 

 

Me virei para trás, se ele tinha algo mais a dizer, com toda certeza eu queria ouvir. 

 

– Você o quê? - perguntei um pouco grossa. 

 

– Eu... - ele respirou fundo - Será que podemos nos sentar e conversar? 

 

– Já estamos conversando. - falei petulante. 

 

– Não, não estamos, eu estou te dizendo coisas e você está ouvindo. - ele passou as mãos pelo rosto e suspirou - Droga, isso não está saindo nem um pouco como pensei. 

 

– Achou que eu ouvirá calada e sorriria no final? - soltei uma risada irônica - Não sou tão idiota assim Justin. 

 

Ele levantou a mão direita. 

 

– Não estou dizendo ou insinuando isso, apenas esperava uma atitude mais calma, achei que quisesse ouvir tudo. - falou calmo - Sei que agi errado, mas estou disposto a mudar. 

 

– Se eu te perdoar, você mudaria certo? - ele acenou a cabeça positivamente- Mas e se o que eu estiver sentindo agora mude tudo o que eu sinto por você? 

 

Ele respirou fundo. 

 

– Eu espero que não mude, compreendo sua indignação, por isso precisamos conversar. - falou chegando mais perto e eu coloquei as minhas mãos na cintura. 

 

– Tudo bem, vamos conversar, que tal você pensar um pouco sobre como eu estou com raiva de você neste momento? - meu sangue fervia - Não sou idiota Justin, posso ser mais nova que você e bem mais inexperiente, mas eu tenho honra. 

 

Ele ficou sem silêncio, parecia esperar que eu falasse mais. 

 

– Mesmo depois de ter feito tudo o que fiz com você, ter abandonado tudo... - limpei uma lágrima. 

 

– Não pense assim, nós podemos construir um amor, construir uma união estável e feliz. - chegou mais próximo de mim segurando minhas mãos - Nós podemos fazer isso acontecer. 

 

Tirei minhas mãos das suas e sai de perto dele, não iria conseguir pensar claro com tanta proximidade. 

 

– Talvez pudéssemos quando eu não sabia sobre tudo - soltei outra risada irônica - parece que tudo o que vivemos em Cuba foi um mero espetáculo para saciar sua vontade uh? Pelo menos teve o que conseguiu. 

 

– Não diga essas coisas, não se ofenda, porque assim você está me ofendendo. - falou sério. 

 

– Acha que eu me sinto como? - o encarei - Eu não sei Justin, eu preciso pensar, preciso saber se sou capaz de te perdoar. 

 

– Nosso amor vai superar tudo, tenho certeza disso. - falou baixo e eu cruzei meus braços. 

 

E assim ficamos em silêncio, eu me recusando a olhar para Justin e ele me encarando como se o mundo fosse acabar. Eu havia falado sério quando disse que não sabia se podia perdoa-lo, estava sentindo muita raiva no momento. 

 

– Eu preciso sair, tenho algumas reuniões agora à tarde. - falou baixo e parou ao meu lado - Vamos conversar amanhã? 

 

Finalmente tomei coragem de olhar para seu rosto. 

 

– Para de forçar a barra, por favor. - falei baixo. 

 

Ele acenou a cabeça positivamente e percebi como aquilo tinha soado cruel, mas um lado meu gostou. Eu estava totalmente acabada pela crueldade dele em primeiro lugar. 

 

Saindo do banheiro e finalmente me deixando a sós olhei para o espelho tentando achar alguma solução. Em poucas horas meu mundo havia virado de cabeça para baixo.  

 

Apesar de tudo estar muito recente, ter conversado com Justin havia me aliviado. Eu tinha dito exatamente tudo o que eu pensava, nunca pensei que pudéssemos ter uma briga assim ou que eu falaria com alguém do jeito que falei com ele, mas eu falei e me sentia bem por isso. 

 

Me olhei no espelho e acabei pegando o copo de água que Natasha havia me trago a pouco, tomei vários goles e me senti perdida. Justin iria para mais uma de suas reuniões e eu faria o quê? No momento eu não sentia vontade de chorar, só sentia um grande vazio no peito. 

 

Percebi naquele instante quão dependente eu havia me tornado dele, agora que nossa relação estava praticamente acabada o que eu iria fazer da minha vida? Notei como havia sido inocente em pensar que todos os meus problemas seriam solucionados ao fugir de casa, eu precisava pensar no que iria fazer. 

 

Deixei o copo na pia e me sentei na cama, meus sapatos já haviam sido recolhidos por Natasha, percebi assim que vi o quarto completamente arrumado. Me deitei na cama e puxei a colcha grossa que eu usava para me cobrir, a lareira estava ligada e aquela sensação de calor me fez sentir melhor. 

 

Fechei meus olhos e tentei imaginar minha mãe ali, passando suas mãos em meu cabelo e me dizendo que tudo iria ficar bem. Meu coração doeu, sentia tanta falta de ter alguém próximo que eu pudesse confiar. Por toda minha vida tive que ter cuidado com o que dizia, pois nunca sabia se as pessoas ao meu redor eram realmente minhas amigas. 

 

Pensei no tanto de coisas que eu gostaria de dizer, no quanto todos esses anos eu havia sofrido devido à ausência da minha mãe ou pelo fato de que sempre estive presa dentro da residência oficial. Suspirei alto e pequenas lágrimas voltaram a rolar pelo meu rosto, eu estava péssima, não queria ficar assim, mas iria respeitar meu tempo de dor. 

 

Abracei meu travesseiro e continuei soluçando até expulsar toda a angústia que eu estava sentindo. 

 

Não tive conhecimento de quantas horas passaram, não me importei em olhar no relógio, apenas continuei ali. Quando senti que já era hora de levantar, joguei minha colcha para o lado e olhei com curiosidade para um caderno que eu usava nas aulas de russo. 

 

Com certeza eu poderia confiar em páginas que nunca seriam lidas por ninguém. Saltei da cama e me sentei na minha escrivaninha, peguei meu lápis e arranquei uma folha em branco. 

 

Senti uma adrenalina percorrer meu corpo, como eu nunca havia pensado naquilo? 

 

Respirei fundo e estralei meu pescoço, escrevi a data daquele dia e em que cidade eu estava. Escrevi Cuba com letras grandes, em minha língua Natal, o espanhol. 

 

Pensei por alguns instantes o que eu iria escrever e acabei mordendo minha bochecha, eu tinha que começar do início, no momento em que pus meus olhos nele. 

 

 

 

 

Tudo começou com um acordo, até então ninguém sabia, mas Cuba estava prestes a fazer parte da União soviética e instalaríamos mísseis em nosso território com a ameaça para os Estados Unidos. 

 

 

Em minha inocência, achava que estávamos prestes a fazer alguma aliança diplomática, algum acordo. Durante meses permaneci na ignorância, até ser mandada para um abrigo antibombas. 

 

 

Durante esses meses, tudo havia sido flores, brigas bobas que tiravam o meu sono, hoje me fazem sorrir e com dor no coração, desejo retornar até elas, até o tempo em que eu era feliz. 

 


Notas Finais


Oii amores, como estão? Espero que bem :)

Nós estamos com doze mil visualizações na fic e até agora eu não consigo acreditar, muito obrigada a todos vocês pelos comentários e favoritos!!!


E é isto,


Link para as minhas fanfics:

Summer one https://www.spiritfanfiction.com/historia/summer-one-14874061

Athena (concluída) https://www.spiritfanfiction.com/historia/athena-13156464

The notorious B.I.E.B.E.R (2ª temporada de Athena) https://www.spiritfanfiction.com/historia/the-notorious-bieber-15044572


Até mais amores


XOXO


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