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História Cuidado com o gato - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capitulo1


Estava tarde Paris estava completamente vazia suas ruas contiam apenas uma pouca iluminação vinda dos postes de luz e no meio da escuridão alguns animaizinhos que passavam de um ponto para outro aproveitavam a falta das pessoas, porém no meio desse vazia uma garota de cabelo preto mais puxado para o azulado seguia do trabalho para a sua casa, Marinette Dupain-Cheng estava com seus fones no ouvido e segurava suas mãos por trás das costas a mestiça dava pequenos passos enquanto observava a linda lua cheia e cantava em um tom relativamente baixo sua música favorita.

A brisa gélida e a melodia que seu fone captava com perfeição fazia Marinette sorrir sem perceber, porém um barulho alto o suficiente para Marinette ouvir fez a mestiça parar de andar e tirar os seus fones.

_Oi?._Marinette colocou a mão dentro de sua bolsa e segurou uma pequena arma de choque que ela guarda caso precise._Tem alguém aí? Olha só eu estou armada._ De repente um barulho de correntes fez Marinette se assustar e dar dois passos para trás a mestiça se virou e começou a andar rápido, porém um pequeno gato preto parou na sua frente e ficou lhe encarando._ Então a culpa foi sua. _Marinette riu._ Quer me matar do coração?

O gato inclinou a cabeça e Marinette o imitou os dois ficaram se olhando até que o mesmo barulho de correntes voltou a assustar Marinette a mestiça encarou o pequeno gato e olhou envolta na esperança de encontrar outro felino.

_Você tem amigos não é? Amigos que podem estar brincando com correntes não é? _O gato passou por Marinette que o acompanhava  com os olhos, para a surpresa da mestiça o felino parou a encarou e desviou seu rosto para uma linda mansão em um bairro chique de Paris._você mora aí?._ O gato miou e voltou a encarar Marinette e em seguida olhou para a mansão._ Você quer me mostrar algo?_ O gato novamente inclinou a cabeça de lado._ Você é um gato estranho, sorte sua que amo gatos._O gato miou._ O que você quer de mim criatura.

O gato andou até o portão da mansão parou se sentou e ficou encarando Marinette que se aproximou do gato ficando frente a frente com o felino.

_Tá bom eu estou aqui, eu não tenho comida se é isso que você quer. _O gato saiu andando mais parou ao ver que Marinette não o seguia._ Você é inteligente, tá isso é assustador mais de um jeito fofo._ Marinette seguiu o gato na esperança de achar alguns filhotes famintos e como sua paixão por gatos é imensurável a mestiça seguiu o felino sem nem ao menos se questionar para onde ele estava a levando. O gato continuo andando até que parou perto de uma pequena janela o gato encarou a janela e voltou a olhar para Marinette._ Aí dentro? _A mestiça se deitou no chão e olhou pela janela, porém o lugar estava escuro._ Seus filhotes estão aí? Posso tentar chamar os donos dessa mansão, espera você é um gato e nem é tão gorda._ Marinette se ajoelhou no chão e suspirou a mestiça fez menção de se levantar, porém o barulho de correntes se batendo fez a garota cair no chão assustada._O-O que tem aí dentro?_O gato olhou para Marinette e entrou pela janela se misturando com a escuridão do porão._ Volta aqui._ Novamente as correntes começaram a se bater e junto com o barulho de ferro com ferro vinha o miado de choro do pequeno felino._ Não chora não._ Marinette olhou envolta e suspirou._ Vou chamar ajuda fica aí._ Marinette se levantou e começou a procurar pelo seu celular que estava dentro de sua bolsa.

_Por favor._ Uma voz masculina fez Marinette ficar imóvel feito uma estátua a mestiça encarou a pequena janela e lentamente se deitou na grama para ficar na altura da janela._ Me ajuda..._ A voz fraca suplicava por ajuda e Marinette não podia simplesmente ignorar.

_V-vou chamar a polícia._ De repente o gato preto apareceu novamente e pulou sobre Marinette fazendo o seu celular cair no chão._Ei meu celular._ Marinette encarou o gato e suspirou._ Nada de polícia?_ O gato miou._ Como vou ajudar se não conheço ele, ele pode ser um assassino ou um estuprador ou pior, não espera o que pode ser pior que isso? Ah um estuprador assassino._ O gato inclinou a cabeça._ Para com isso gato._ O gato miou._Se ele me matar eu juro que volto e puxo suas patas._O gato ronronou.

Marinette pegou seu celular ligou a lanterna e com uma certa dificuldade entrou pela pequena janela, assim que ela passou pela janela ela acabou caindo no chão o que fez mais barulho ainda.

_Fica quieto_ Marinette jogou a luz na direção da voz e viu uma porta de ferro, a garota olhou envolta e arqueou as sobrancelhas o lugar era pequeno e não havia nada de mais apenas dois potes de comida e um colchão super fino e encima desse colchão havia um garoto todo encolhido e com as mãos acorrentadas a um mastro de ferro, ao vê-lo naquele estado Marinette ficou em choque a mestiça gentilmente se aproximou do garoto e segurou em seu ombro forçando o garoto a se virar para a surpresa da mestiça o garoto loiro usava uma máscara preta que combinava com sua roupa de couro preta e havia um rabo de gato feita com um cinto o que deixava ainda mais bizarra a situação. 

_Você está bem?_ Marinette passou a luz da lanterna sobre o corpo do garoto para verificar se ele estava machucado e para a sua sorte aparentemente ele estava bem apesar da roupa de couro tampar seu corpo inteiro._ Vou te tirar daqui._ Marinette foi até as correntes e tentou tira-las, porém suas tentativas foram em vãos._ Droga, elas só fazem barulho._ Marinette passou a luz novamente envolta do quarto na tentativa de achar algo que pudesse ajudar, porém não havia nada._ Não sei o que fazer._ Marinette se sentou ao lado do garoto e suspirou._ Vou ligar para a polícia._ A mestiça pegou o celular, porém novamente o gato preto apareceu e mordeu o braço de Marinette._ Ei, isso machuca, gatinho me deixa chamar a polícia._ O gato miou._ Porque não? De repente o garoto com uma certa dificuldade se sentou ao lado de Marinette e abriu seus olhos que antes permaneciam fechados, assim que seus olhos se abriram Marinette perdeu o fôlego o garoto tinha lindos olhos verdes, completamente verdes mais suas íris não eram humanas seus olhos lembravam as de um gato._ O-O que é isso? Eles fizeram isso com você._ O garoto permaneceu calado._ Tá eu vou ajudar você a sair vou te levar para a minha casa e você vai me contar o porque desses olhos de gato._ Marinette encarou as algemas e pegou sua bolsa a mestiça pegou um objeto um clipe de papel e o desfez deixando uma ponta dura Marinette colocou a ponta na fechadura da algemas e começou a mexer o objeto na tentativa de abrir as algemas como nos filmes de ação. Por fim Marinette desistiu depois de tentar por vinte minutos._ Desculpa está impossível._ O garoto apenas deitou sua cabeça no ombro de Marinette e suspirou._Faz muito tempo que você está aqui? Me deixa chamar a polícia._ O loiro levantou as algemas deixando o objeto na frente do rosto de Marinette.

_P...o...li...çia._ O garoto começou a ofegar sua dificuldade de falar preocupou Marinette._E-Eu não quero... morrer. 

_E não vai._ Marinette pegou novamente o clipe de papel e tentou tirar as algemas, para a sua sorte o objeto fez um barulho e se abriu libertando o garoto das algemas._ Eu sabia que iria conseguir. 

_Ei, já mandei parar de fazer barulho.

Com uma certa dificuldade Marinette levantou o garoto e o levou até a janela e com o pouco de força que tinha o garoto deu um pulo e saiu pela janela em seguida ele deu a mão para Marinette e a ajudou a sair daquele lugar, assim que os três estavam fora eles saíram correndo sem olhar para trás. 




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