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História Cuidando do seu mestre - Capítulo 7


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Notas do Autor


Olha quem chegou? 😅
Sim 😚
Giyuu encoporado no Satanás 🔥
Boa leitura ❤

Capítulo 7 - Batidas do Coração


Fanfic / Fanfiction Cuidando do seu mestre - Capítulo 7 - Batidas do Coração

O sol acorda com raios refletindo em sua janela, que batia no rosto da Pilar, acabando de despertar por conta da luz; Levantou-se do chão lentamente e contorcendo as costas que fez um estalo de ossos.

 

— M-Minhas costas! Eu nunca mais vou deixar de dormir por setenta e duas horas... – esticou-se com precisão, e põe a mão em seu bolso. Ela tinha congelado.

 

Olhou para o chão e vendo o próprio frasco, em seu desespero, pega rapidamente e observando se tinha algo vazando, por sorte só tinha uma rachadura. Soltou os pulmões aliviada, com certeza não queria passar por isso de novo, até tinha escolhido uma arma perfeita para "matá-lo". Saiu de seu laboratório com passos lentos e pesados, finalmente podia se encontrar com a sua esposa, que se encontrava todas as noites depois das missões.

 

Sua cama.

 

— Shinobu-sama! – ouviu chamar, deixando as veias soltarem e indo na direção da voz. Era a Aoi. – Ainda bem que saiu... Você está bem? Parece meio... acabada...

 

Aoi não estava brincando, ela foi atropelada. Seus cabelos eriçados, com as roupas amassadas e com olheiras de baixo dos olhos que não tinha dormindo.

 

— Estou ótima... – continuou. – Não precisa se preocupar... Pode fazer um favor para mim?

 

— Sim, o que deseja?

 

— Avisa ao Tanjirou que o antídoto está pronto, que ele tem que vim aqui mais tarde, eu vou para cama...

 

— T-Tudo bem..? – a mesma apenas acenou e foi indo para o seu quarto.

 

Quando abriu as portas, encontrou o amor de sua vida, que deseja todos os dias tocá-la e sentir aquele cheiro perfumado; Podia até não ter uma boa audição como o de Zenitsu, mas tinha certeza que a cama tinha a chamado. Tirou todas as peças de roupa e jogou-se no futon, sentindo a maciez do móvel, aquilo lhe trazia paz.

 

— Eu estava com saudades... – se entregou ao sono sem mais e sem menos, dando umas boas roncadas que podia ouvir até o outro lado do cômodo.

 

 

[...]

 

 

Tanjirou e Giyuu estavam brincando de pega a pega, que o ruivo tinha que admitir que sentia falta dessa experiência de cuidar. Era uma calmaria só de ver o sorriso do mesmo, raramente ele sorria, e simplesmente podia vê-lo a qualquer hora. Giyuu tinha esse mesmo pensamento, adorava brincar com o ruivo, queria que sua vida fosse assim todos os dias. Tanjirou pegou o Tomioka que fazia cócegas na barriga que o mesmo na parava de rir, ambos caíram no chão e dando umas risadas mais gostosa do que o outro. Levantaram-se e Tanjirou fazia carinho na bochecha.

 

— Tanjirou-kun! – chamou e indo na localização do mesmo.

 

— Ah, Oi Aoi-san, o que foi?

 

— Shinobu-sama disse que você pode ir mais tarde dar o antídoto para o Tomioka-san. – explicou.

 

— Que bom! – disse animado. – Giyuu, você finalmente po- – não completou a frase ao ver que ele não estava ali. – Giyuu?

 

 

[...]

 

 

    _-Point of view, Tomioka Giyuu-_

 

 

Não, não e não! Eu não voltar como eu era antes, simplesmente eu vou perder tudo que tinha até agora: carinho, atenção, suas comidas deliciosas, irei perder tudo! Preciso achar esse antídoto antes deles, para que eu possa ter mais tempo de ser criança. Sinto que estou perseguido, obviamente deve ser Tanjirou e Aoi indo atrás de mim. Aumento a velocidade dos meus passos e despistando eles e dou um sorriso vitorioso, mas para o meu azar, vejo o Muichiro logo na frente, ele estava distraído. 

 

— TOKITO-SAN, NÃO DEIXA ELE ESCAPAR! – Aoi berrou e o Pilar olha diretamente para mim, passo por de baixo das pernas e dou um chute por trás.

 

— AI MEU CÚ! – nem tinha percebido, e sair da cena do "crime". Começo a correr sem esperar no que acontecer. 

 

Nessa forma de criança, pressento que sou mais rápido do que na forma adulta, isso me facilita nessa fuga. Tenho que ir na Mansão das borboletas para achar esse frasco, provavelmente quando crescer vou ter grandes problemas e das maiores, vou ter que preparar o testamento. Logo em frente, vejo mais outros Pilares que estavam reunidos, que me olharam torto. 

 

— NÃO DEIXE ESSA DISCARADO SE SAFAR! – desta vez o Muichiro que deve está furioso comigo por ter chutado. 

 

Automaticamente os Pilares entraram no modo de ataque e preparando-se para ser pego, desvio de cada um deles e esbarrando sem querer na Pilar do amor — Kanjori Mitsuri — que caiu na lama. 

 

— Me desculpe, não foi a minha intenção de derrubá-la!! 

 

— SEU DESGRAÇADO – Obanai estava furioso e foi atrás de mim. 

 

Nossa, eu sou o fudido mesmo, agora terei grande e do maiores motivos do Iguro me odiar. Quero saber que o foi o infeliz que escreveu a minha vida para ser perseguido por um monte de cães raivosos?! 

 

(N/A: Ele quebrou a maldita quarta parede!) 

 

— Isso não é nada fabuloso! 

 

— Venha cá Tomioka, vamos conversar um pouquinho! 

 

— Relaxa, prometo que eu não vou esfregar a sua cara no asfalto! 

 

— Isso não foi legal ter enfiado aquilo... 

 

Cada frase me deixava nervoso e isso acabar me incentivando a pegar esse antídoto, preciso disso, ou eu vou morrer antes me mesmo de me aposentar!

 

Pego um atalho para a Mansão das borboletas e invado o local, me pergunto onde deve estar esse frasco... Deve estar no laboratório.

 

Vou até lá, passando por alguns corredores e que as vezes acabava me perdendo, por que diabos tinha que ser uma mansão? Me encosto na parede para ter certeza que não tinha ninguém e para a minha felicidade, não tinha. 

 

Vou tranquilamente para a sala e abro a porta, adentrando nela. Fui na direção de uma mesa que tinha certos frascos, acho que eu não pensei no caminho qual seria o antídoto. Observo se tinha algo diferente nele, porém não tinha nada. 

 

— Ora, ora, ora... O que temos aqui? – me arrepiei dos pés da cabeça e engolir seco. 

 

 

[...] 

 

 

Aqueles que presenciaram a fuga, foram todos para a Mansão, que de fato, Tomioka estaria lá para roubar o antídoto. Indo direto para o laboratório, se deparam com a cena meio engraçada... Shinobu estava imobilizando e dando tapas na traseira do Giyuu que chorava de dor. 

 

— Isso é pra' você aprender a nunca mais entrar no meu laboratório sem a minha permissão! – ele mordeu a mão da Pilar que soltou de imediato e indo pros braços de Tanjirou.

 

Alguns olharam incrédulos ou seguravam o riso para não ser humilhado depois, mas, acho que a única pessoa que estava sendo humildo era o próprio Tomioka. 

 

— Então, vai dar a injeção nele agora? – Tanjirou perguntou. 

 

— Exato! – pegou a seringa que enfiou a agulha no frasco sugando o antídoto. Bateu de leve na seringa e indo, para onde Tanjirou estava. – Hora da injeção~

 

— NÃO!!! – de repente gritou e subindo na cabeça do ruivo e tentando afastá-la com a mão. – Shinobu malvada! 

 

Sanemi não aguentou, caiu no chão com gargalhadas bem altas, ele estava morrendo de rir e muito. Tanjirou tentou o acalmar, mas ele entrou no ataque de pânico; segurou fortemente no kimono de Tanjirou e escutaram um rosnado do mesmo, assustando-os. 

 

— Calma Giyuu, é só uma injeção, não dói nad-

 

— Não! Ela vai me machucar! – continuou. – Eu não quero voltar a ser adulto... – ele deixou lágrimas teimosas caírem. – Eu quero ficar com você, esses dias foram os melhores da minha vida, e quero sempre e sempre ter a sua atenção que me deixa confortável e seguro estar ao seu lado. – olhou diretamente para os olhos cor de vinho. – Eu preciso de você, eu não quero ficar sozinho de novo... 

 

Pros' outros era poucas palavras, mas para o Tanjirou, foi o suficiente para se sentir culpado com as atitudes. Nunca viu uma declaração e um texto tão longo para o Giyuu, eram simples palavras curtas e diretas, ele sentia cheiro de medo e de tristeza, odiava esse cheiro com todas as forças. Tanjirou não queria vê-lo assim... 

 

— Olha, não precisa chorar... – limpou as lágrimas com uma mão livre. – Eu ainda vou dar o máximo possível da minha atenção, mesmo que você fosse grande. Você é a melhor pessoa que eu já conheci, e eu nunca vou deixar você sozinho... – acariciou a cabeça, que Giyuu apenas fungava. – Se você tomar essa injeção, te darei um monte de beijos por ter sido corajoso. 

 

— PFF- – Iguro ia rir se não fosse a Mitsuri dando uma cotovelada nele. 

 

— S-Sério? – me perguntou que recebeu um sim com a cabeça. – Você está mentindo? 

 

— Eu nunca sou de mentir... – afastou a franja e logo em seguida deu um beijo na testa. – Preste atenção: escute as batidas do meu oração e esquece tudo que está em sua volta... Ok? 

 

Giyuu concordou e direcionou o ouvido no peito de Tanjirou e escutando as batidas do coração, Shinobu aproveitou segurando o braço do mesmo e injetando, sentiu uma dor aguda e o ruivo aproximou mais a cabeça em seu peito, ouvindo melhor as batidas. O efeito do remédio fez ele adormecer, e Tanjirou alegrou-se em ver o seu pequeno Tomioka em seus últimos momentos em seus braços... 

 

Continua <3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Então, o que acharam? 😙
Espero que tenham gostado 😂
Até a próxima ❤


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