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História Culpada - Capítulo 17


Escrita por: opsreh

Capítulo 17 - Capítulo XVII


Fanfic / Fanfiction Culpada - Capítulo 17 - Capítulo XVII

HARRY STYLES

Sempre tive uma vida um pouco emocionante em comparação com a vida dos amigos que me rodeiam. Eu era o Harry Styles que ficava com todas as meninas da escola, jogador de futebol pelo colégio para conseguir uma boa vaga em uma das melhores faculdades de Londres, tinha notas médias e boas, mas nunca excelentes, mesmo que eu me esforçasse sempre. Mas meu interesse por outras garotas parou quando conheci ela, Natalie Foster, a garota mais linda que tinha conhecido até então. E quando digo que minha vida não era tão interessante assim, é porque todos os adolescentes faziam quase as mesmas coisas, mas depois que Natalie apareceu, tudo ficou melhor.

Quando saí da escola, vi que tudo o que planejava para meu futuro não era nada do que eu queria. Me apaixonei pelo primeira vez pela polícia criminal quando passei por um local de assassinato, comecei a pesquisar sobre perícia e foi o que resolvi fazer, queria ajudar as pessoas a encontrarem paz e se sentirem segura, ser policial era uma ótima opção, com isso, trabalhei algum tempo na polícia de Londres, mas não me encantei. Foi quando resolvi vir para os Estados Unidos tentar uma vida e crescer profissionalmente, Natalie não me apoiou, disse que não era o lugar dela e que se eu fosse, não nos casaríamos, já que estávamos noivos na época. Vim para a América mesmo meu coração doendo por amor, mas minha carreira sempre foi mais importante do que qualquer coisa no mundo.

Chicago me proporcionou muita coisa boa na vida, tive experiências inimagináveis, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, conheci muitas garotas e por muitas vezes, tive alguns sexos casuais diferentes a cada semana, estava solteiro e queria esquecer minha ex noiva. Era divertido, até vir para Amarillo no Texas. Precisavam tanto de equipes de Investigação aqui que eu fui um dos primeiros a serem enviados, e aqui tudo mudou.

Lorenzo James está sendo um dos melhores superiores que eu já tive na vida, é só estar do lado dele que se prestar atenção, você aprende muita coisa, ele é um gênio e de coração imenso. Começamos a almoçar juntos para discutir nossos casos, até porque foi aos poucos que nossa equipe foi crescendo. Foi nesses almoços que descobri uma lanchonete com uma comida ótima e que me fazia sentir um pouco em casa, e foi também onde eu descobri ela. 

Sempre achei que depois de Natalie, eu não encontraria ninguém que fosse à sua altura, mas quando conheci ela, tudo mudou. Nunca acreditei em amor à primeira vista, mas eu tenho certeza que poderíamos ter um futuro junto só de olhá-la.

Olivia era uma garota nova, mas muito inteligente, eu sempre a provocava com minhas investidas, e ela sempre respondia a altura. Tudo em Liv era bonito, seus cabelos, seu sorriso, seu olhar que transmitia tudo o que sentia mesmo que ela não percebesse, suas ruguinhas nos olhos quando gargalhava a deixava ainda mais doce. Eu a amei, com o todo o meu coração, por todo o tempo que nos conhecemos, era tão intenso que tudo o que já senti por alguém era nada. Quando começamos a namorar, eu tive a certeza de que meu futuro seria ao seu lado.

Mas tudo mudou.

Naquela noite, eu não poderia imaginar que tudo pudesse mudar.

Ver Olivia naquele estado de choque e tristeza fez com que doesse em mim de uma forma que nunca experimentei a dor. Eu a segurava como podia, não só fisicamente, tentei ser o suporte dela para qualquer coisa, tentei ser tudo o que ela precisava. Muita vezes eu consegui chorar escondido pra não mostrar fraqueza, não por ser covarde, mas porque se eu não tivesse bem, ela poderia ficar pior. Só que não foi só naquela noite que tudo mudou, tudo mudou quando fui informado que todas as evidências do crime que tinham naquela casa, apontavam para Olivia e foi nesse momento que eu perdi todo o meu chão. Tudo indica ser ela, como não acreditar que ela poderia fazer qualquer coisa do tipo? Os piores criminosos sempre foram bons com alguém, ela poderia não ser diferente.

- Como você ainda não foi vê-la? - Gemma gritava comigo no escritório quando chegou de Londres, obviamente Olivia tinha a chamado pra representá-la.

- Não tive tempo - na verdade, eu não tinha coragem de olhar em seus olhos. Me sentia manipulado, já escutei histórias do tipo, de pessoas que se aproximam de autoridades policiais para se beneficiar de alguma forma, eu já vi isso acontecendo antes e não poderia acreditar que isso estaria acontecendo logo comigo.

- Ela é sua namorada, Harry, deveria estar dando suporte, não sendo um babaca achando que ela realmente fez isso!

- E se ela fez, Gemma? E se ela realmente fez tudo aquilo? Se ela não é nada do que a gente pensava? Já pensou que existe a possibilidade dela ter feito isso?

- Independente do que as provas estão dizendo, acredito que ela seja inocente e vou defendê-la até que não tenha mais forças e caminhos para seguir - Gemma saiu aquele dia do meu escritório vermelha de raiva e resolvi entrar na sala de interrogatório pra saber sobre Liv.

Hoje está sendo o dia do julgamento e ao ver Olivia contando como foi o dia do assassinato foi como uma tortura. Meu coração doía de vê-la sentada sendo acusada por um triplo homicídio, mas eu só queria que a verdade aparecesse. Vivian estava sentada ao meu lado e de vez em quando ela sussurrava alguma coisa.

- Vou precisar de você - minha irmã me chamou antes de entrar na sala em que Olivia estava algemada e sentada esperando ordens de seus advogados.

- Não me peça nada que eu não vá cumprir - Gem revirou os olhos e me puxou pra um canto e começou a dizer baixo para que ninguém escutasse.

- Quero que testemunhe.

- Não vou fazer isso - coloquei minha mão na maçaneta para abrir, mas fui interrompido por uma Gemma brava.

- Não tô pedindo pra ir a favor dela, Harry, estou te pedindo para responder as perguntas que a gente fizer, sendo sincero. Eu preciso de pessoas para falar de Olivia, independente se você acha ela culpada ou não, eu preciso que você fale sobre o relacionamento dos dois.

- Falar sobre a gente só vai ajudar na defesa dela, acha que eu sou idiota?

- Acho - cuspiu na minha cara - Acho você bem idiota pra falar a verdade, não pode ser útil pelo menos uma vez? Sei que se não fizer isso, vai dormir com a consciência pesada. Independente do veredito, você vai ter feito sua parte, você amou por um motivo e abandonou por outro, faça pelo menos o seu amor valer a pena - olhei para trás de minha irmã olhando para a mulher que eu costumava imaginar uma vida ao seu lado. Seus olhos estavam fundos, de longe eu conseguia ver seus pulsos cortados pelas algemas, seu semblante triste era o que eu via desde aquela noite.

- Tudo bem, mas eu vou ser neutro, não conte comigo pra ir contra nem a favor - Gemma concordou e abriu a porta pra mim.


OLIVIA DAVIS ANDERSON 

- Meritíssimo, podemos começar com mais uma testemunha?  - meu advogado pediu e foi concedido. 

A testemunha que estava sentada agora era Florence, segundo Frank, qualquer pessoa que falar sobre mim que me conhecesse, será muito positivo. Frank estava disposto a convencer o júri da minha inocência, disse que não queria saber da acusação, nem do juiz, a palavra final seria do júri e seriam eles que dariam o veredito para definir meu futuro. Quanto mais as pessoas que me conhecem falarem de mim, mais o lado emocional de todos vão ser acionados.

- Podemos ver que a minha cliente nunca teve problemas suficientes para que motivasse um crime como este. Olivia sempre foi uma garota que se deu bem com todos e sempre se dedicou ao que mais queria na vida, à dança e à futura faculdade, mesmo assim, nunca deixou de ajudar em casa quando precisava e sempre estava em família quando podia, principalmente aos domingos onde curtiam o dia juntos - foi mostrado em ume tela com projetor todas as nossas fotos juntos.

Chorei, e tentei não chorar com todas as minhas forças. Não consegui controlar, desde que tudo aconteceu, não tive coragem de rever todas as essas fotos.

- Gostaria de chamar a última testemunha - achei que Florence fosse nossa última testemunha, não tínhamos uma cartada final, só convencimento, as provas contra mim estavam fortes demais.

- Testemunha concedida - Vi Harry passar pela porta perto do juíz e se sentar na cadeira. A supresa em meu rosto poderia ser vista por qualquer um.

- Senhor Styles, a quanto tempo conhece a réu? - meu advogado começou com as perguntas.

- Um pouco menos de um ano - a cada palavra que saía de sua boca, sentia como se meu coração pudesse sair de meu peito, isso era o que eu menos estava esperando naquele dia.

- Qual o seu vínculo com Olivia? Diga para todos mesmo que este tenha sido mencionado - Eu não queria escutar que era a rejeitada da vida dele.

- Nós... - seu olhar caiu sobre mim - Temos um relacionamento - Seu olhar voltou para frente e eu olhei para Gemma que estava tão surpresa quanto eu.

- Senhor Styles, que tipo de relacionamento vocês tem? Sinto que a resposta ficou muito vaga, podemos imaginar qualquer coisa - A loira, advogada de acusação interrompeu.

- Somos... Nós namoramos - respirou fundo, parecia estar sendo difícil pra ele.

- Pode nos contar como é a relação de vocês? - meu advogado voltou a perguntar.

- Nos conhecemos em seu trabalho, fui seu cliente por quase todos os dias, até que começamos a sair e depois de alguns meses resolvemos assumir nosso namoro, descobrimos que tínhamos sentimentos fortes um pelo outro - deu de ombros.

- O que fez você se apaixonar por ela, Senhor Styles?

- Não se posso citar todas as coisas, são muitas, mas foi o conjunto da obra - seu sorriso de canto também me fez sorrir - Seu sorriso, suas respostas às minhas provocações, a maneira como ela pode ser doce e ao mesmo tempo ter uma personalidade forte, nem sempre foi perfeita, mas sempre foi ela. Simples, sempre precisava de pouco pra ser feliz, me fez ver que eu só precisava dela e nada mais - me sentia ofegante e prestes a ter uma parada cardíaca ali mesmo.

- Como Detetive, não acha que namorar uma acusada de crime de homicídio poderia arruinar sua carreira, Senhor Styles? - essa mulher já estava me irritando.

- O processo não é contra mim e muito menos sobre a minha carreira.

- Pelo que dá pra perceber, a relação dos dois não está muito boa, acha que ela poderia ser a autora do crime? Acha que tem alguma possibilidade da sua namorada, acusada de homicídio triplo contra a sua família, poderia ser a culpada por isso?

- Meritíssimo, protesto, pergunta com resposta irrelevante, a Senhorita Cruz está voltando para pergunta opinativa do Senhor Styles.

- Protesto concedido! Senhorita Cruz, não fazer mais perguntas sobre a opinião da testemunha sobre a réu. Faremos mais uma pausa, retornaremos com a acusação e o veredito - Fui novamente algemada para a sala que tinha ido anteriormente com meus advogados.

- Como conseguiu isso? - perguntei para Gemma e ela sabia exatamente do que eu estava falando.

- Não sei, só espero que tudo o que a gente tenha feito até agora seja suficiente, Liv - concordei e me sentei esperando que a hora passasse até o final do julgamento.


Julgamento Final

- Podemos receber novamente Alex Jones para testemunhar uma última vez no dia de hoje no julgamento de Olivia Davis Anderson - Elizabeth Cruz começou, eu estava cansada de escutar sua voz e precisava que Alex continuasse a falar a verdade, não merecemos o inferno que estamos passando - Senhorita Jones, segundo a investigação da Delegacia de Polícia de Amarillo, conduzida por James Harrison, foi encontrado uma arma dentro da casa, você tem conhecimento sobre ela? - mostrou a foto da arma no local do crime. Era a arma do meu pai.

- Sim, é a arma do pai de Olivia e de Nicholas - senti sua voz trêmula.

- E por seu depoimento quando a arma do crime foi lhe mostrada, disse que teve conhecimento alguns dias antes do crime, quem mais tinha conhecimento sobre ela? - todos tinham conhecimento daquela arma e isso não era bom sinal, ela iria relacionar à mim, já que Alex estava escondida e eu não estava em casa, e minha família foi assassinada.

- Todos da casa sabiam sobre ela, não era um segredo, soube que o pai deles tinha deixado na casa antes de ir embora. Quem não tem uma arma em casa hoje em dia? - seu olhar alternava entre a gente e para a loira.

- Disse que sua irmã havia brigado com você quando soube da arma, por que ela ficou tão nervosa? - Senhorita Cruz sabia exatamente onde chegar.

- Até eu teria ficado nervosa - muitas perguntas eu tenho na minha cabeça, por que a arma do crime foi a arma do meu pai?

- Tinha convencimento de onde os cartuchos da arma eram guardados?

- Não - Alex franziu seu cenho e olhou confusa para a advogada.

- Sabe se Olivia teria conhecimento sobre tal informação?

- Talvez - sua voz era mais desesperada - Mas todos na casa deveriam saber.

- Então vamos pra outra pergunta, onde estava quando escutou os disparos?

- No meu quarto...

- Viu Olivia sair de casa esta noite?

- Não... Quer dizer, eu sei que ela sempre saía, mas estava em meu quarto, então não sei se ela saiu de casa - seu nervosismo estava aumentando cada vez mais e o meu mais ainda, isso estava indo para um lugar que eu não estava gostando.

- Então não pode confirmar que a Senhorita Anderson realmente tinha saído de casa?

- Não, não posso - abaixou sua cabeça.

- Viu alguma movimentação estranha, escutou alguma coisa, uma voz, enquanto escutava os barulhos? Pelo que está escrito, assim que saiu do quarto, deu de cara com Olivia na entrada, perto da escada.

- Não vi e nem escutei.

- Então também não pode confirmar que poderia ser outra pessoa, ou seja, sendo Olivia ou não, você não pode confirmar nada.

- Não.

- Senhores jurados, gostaria de encerrar as perguntas para Alex Jones, mas quero que fique cinco minutos pensando no que a menina acabou de responder, houveram quatro disparos dentro da casa, sendo três acertados em casa uma das vítimas, Olivia era a única que tinha conhecimento sobre onde estavam os cartuchos da arma do crime, sua irmã não a viu saindo de casa, nem se estava por ali, não tem testemunha, e temos todas as evidências voltadas para roupas e fios de cabelo da Senhorita Anderson e para refrescar a memória de vossos senhores, vou passar as imagens que coletamos de toda a Investigação.

- Merda - Gemma murmurou ao meu lado - Liv, só olha pra mim, tá legal, não olha pra tela, por favor - eu sabia que tipo de imagens estariam passando e eu não aguentaria olhar pra elas, estavam as fotos de todos eles quando os encontraram.

- Os três foram encontrados com um disparo na cabeça causando a morte instantânea, não tiveram poder de defesa, mas também não sentiram dor, o quarto disparo foi dado no chão da sala que foi coberto com o tapete e ainda não existem explicações para tal ação, talvez nervosismo ou para enganar qualquer Investigação. Encontraram DNA compatível com o de Olivia Anderson, foram encontradas as roupas do crime, que também foram comprovados por teste em laboratório serem de Olivia, luvas, touca e um casaco foram usados para não respingar sangue, por isso, assim que a polícia chegou, nenhum resquício do crime foi encontrado na acusada.

- Está na hora do júri deliberar - O juíz disse e bateu o martelo, me assustei e olhei pra trás vendo as pessoas comentarem alguma coisa entre as outras. Harry não estava mais lá. Vivian estava com um sorriso no rosto. Meus avós e Alex também não estavam lá. Lily chorava. E eu estava aqui. Eu só estava aqui, sem ar.

Ficamos esperando por doze horas até que o júri tomasse uma decisão, eu não vi ninguém além de Frank e Gemma, não escutei nada além de sussurros entre os dois, não conseguia me hidratar, não conseguia comer, eu só queria afundar nesse sofá que estou sentada e desparecer.

- Olivia - Frank me chamou - Se a gente ganhar esse caso, te levo pra sair.

- Acha que tem chance da gente ganhar? - não acredito que meu advogado pode está me paquerando.

- Não vou ser pessimista até ter uma resposta, tudo bem? - concordei - Vamos, está na hora.

- Tudo bem - sentamos em nossas cadeiras novamente e a promotoria tomou o caso para finalizar - No dia sete de Fevereiro de dois mil e vinte e dois, às onze e cinquenta e sete, as vítimas Theresa Davis, Nicholas Davis Anderson e Austin Jones foram atingidos por projéteis de arma de fogo caisando-lhes lesões descritas no boletim feito pela DPIA.

- Sim - respondeu o júri. Pelo que Gemma e Gales me explicaram, o júri teria que responder apenas "sim" ou "não" para as perguntas feitas.

- Nas circunstâncias de data e local citados acima, o acusado tentou matar as vítimas, desferindo-lhes disparos com um revólver?

- Sim - Mais uma resposta positiva, me sentia sufocada.

- A acusada deve ser absolvida? - o silêncio em todo o tribunal foi ensurdecedor, meu coração estava quase saindo pela boca, minha respiração ofegante. Aquela era a resposta que faria tudo na minha vida mudar.

- Não - choque e surpresa foi ouvido por todo o lugar com centenas de pessoas assistindo.

- Como o júri declara a réu?

- Culpada.

- Sendo assim, a promotoria e o júri passam a palavra para o juíz para declarar a pena para a réu que foi considerada como culpada.

- Visto pela Lei contra homicídio nos Estados Unidos e dado o poder à mim de condenação ao acusado, pela clemência pedida pelo Advogado de defesa Frank Gales, a réu, agora culpada por triplo homicídio estará livre da pena de morte - Eu nem pensava que a possibilidade de eu ser condenada a morte existia -  No entanto, cumprirá com pena perpétua na Prisão Feminina de Segurança Máxima de Illinois, sem direito à fiança, contudo, poderá apresentar recurso por ser réu primário.


Notas Finais


E aí pessoas que eu amo? O que estão achando até agora?

Gostaram de ter uma parte com Harry narrando? Quis mostrar um pouco, mas bem pouco, dos sentimentos dele pelo que está acontecendo. É difícil escrever como os dois se sentem de forma tão clara, os dois estão confusos demais com tudo o que está acontecendo, então se alguns trechos parecem assim, essa foi a intenção.

Acha que Harry está confuso pelo momento e vai ver que Olivia é inocente mesmo ou ele vai ser babaca e abandoná-la pra sempre?

E as evidências mostrando que foi Olivia, o que acharam sobre isso? Ela está enganando vocês ou realmente não é culpada pelo homicídio?

Talvez no próximo capítulo, terá uma música do Harry pra vocês escutarem enquanto estão lendo, se.nao foi nesse próximo, em algum momento vou sinalizar, querem adivinhar qual música?


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