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História Cupido (in)útil - Capítulo 1


Escrita por: e thewizarrding


Notas do Autor


Nesse ciclo, vamos trazer várias histórias diversificadas para comemorar 6 anos de Red Velvet!
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Olá, essa é a minha estreia no projeto, eu me diverti bastante escrevendo, espero que tanto quanto eu vocês também gostem. Boa leitura.

Capítulo 1 - Nem tão inútil


— Pela deusa mãe dos cupidos, dei-me forças para não estrangular essa garota — disse mais para si mesma do que para qualquer outra pessoa naquele quarto, mesmo querendo que Seungwan ouvisse seu clamor, e ele com certeza foi ouvido. — Esse é o quarto pedido essa semana e nem é quarta-feira! 

— O que quer que eu faça? Você nunca me ajuda com a pessoa certa. Suas flechas vão sempre para as pessoas erradas, sinceramente, no Recanto dos Cupidos não existe, sei lá, um campo para treinar sua pontaria? —─ Yeri sentiu-se tão ofendida que sua boca até abriu formando um magnífico ‘o’. 

—─ Você escolhe as pessoas erradas e a culpa é minha? 

Yeri estava irritada e exausta. Em seus dois anos sendo uma boa cupido ela nunca enfrentou um caso tão difícil quanto era o de Son Seungwan. Cupidos atualmente serviam para dar aquela empurrada em algum casal para que eles enfim conseguissrem ficar juntos, assim que conseguiam tal feito iam embora e ficavam esperando mais algum pedido ser direcionado a eles, ou pegarem um por conta própria. 

Parecia um trabalho, daqueles que você cresce e sonha em se tornar uma auxiliadora do amor, mas não bem daquele jeito. A pessoa nasce assim, com direito a asas e alguns outros enfeites. Diferente daqueles desenhos estranhos feitos por pessoas normais, cupidos não vestiam fraldas ou tinham asas brancas, nem coroas na cabeça e um arco e flecha, eram pessoas normais. Com uma roupa levemente diferenciada do cotidiano, porém ainda normais. A única coisa que se assemelhava entre os desenhos e os da realidade eram os arcos e flechas.

A idade correta para começar seu trabalho era os dezoito anos completos, antes disso eles passavam por uma série de estudos, tanto de coisas normais como matemática e geografia, como ensinos especiais do tipo pontaria e história dos Cupidos, seus grandes feitos e sua importância; e não se pode esquecer as inquebráveis regras e suas punições. 

Não eram tantas regras, mas era obrigatório segui-las. Entre elas estava: não se envolver com os que estão precisando de seu serviço, não se intrometer demais nas escolhas do cliente, não acertar uma flecha em quem já está apaixonado —, mesmo que o cliente queira mais que tudo ,— não aprontar em demasia e de um modo que o cliente não vá gostar e mais algumas. As punições poderiam ir de um puxão na orelha e uma lição de moral, até a retirada de suas asas e, uma vez que isso aconteça, o ser estará expulso para sempre daquele mundo mágico. 

Yerim sabia de tudo isso, era uma boa cupido, mas recentemente um caso vinha lhe causando dores de cabeça. O caso Son Seungwan. Wendy, como é apelidada pelas amigas, é uma boa garota e divertida também, porém, é bastante indecisa e não é sempre que sabe o que quer; a única coisa que ela tem absoluta certeza que quer é sobre ter alguém, ela realmente queria se apaixonar e ter uma namorada. 

A Kim realmente queria ajudar, e ajudava, contudo, Wendy sempre queria uma pessoa diferente toda hora e sempre que tentava com alguém, algo dava errado. Sem contar que as pessoas que ela escolhia, nunca poderiam ser escolhidas. Ou era porque elas estavam apaixonadas por outras pessoas, ou por não quererem ou pela química ser muito baixa, particularmente, o último sempre era o problema.

Cada cupido ajudava com o que podia, cada um tinha seu método para verificar quem era o indivíduo mais adequado para seu consumidor. 

Enquanto estudava Yerim criou uma espécie de termômetro que lhe auxiliava a descobrir o nível de química que rolava entre o possível futuro casal. Para a infelicidade de Wendy, e agora de Yeri, a maioria dos casais que a Son formava tinham uma química baixíssima. A Kim começava a achar que o problema era Seungwan e não os outros.

Toda essa insatisfação levava ao momento que ocorria agora, com uma batendo os pés fortemente enquanto andava pelo quarto de Wendy em busca de sua calma costumeira. Tentava se lembrar da melodia serena que tocava no recanto que morava, sempre era silêncio lá e havia uma paz que não se encontrava em qualquer lugar. 

─ Eu não escolho as pessoas erradas é você que fica com esse tablet para cima e para baixo medindo se x pessoa tem a química adequada. Isso não é uma questão matemática, que envolva números, letras, caracteres desconhecidos e coisas parecidas; é algo sentimental, Yerim! Você que é uma cupido deveria entender disso.

─ Você é tapada? Se eu uso meios mais modernos é para você ficar com a pessoa certa mais rápido. Existe algo chamado experiência do usuário com o cupido, se por acaso a experiência for ruim eu não ganho minha recompensa, fora que está sendo avaliado o tempo para esse caso. Posso te dizer mais uma coisa também? Vai fazer um mês que estou presa com você.

─ Você está complicando as coisas! Eu só quero alguém para ficar dormir abraçadinho e poder ficar comigo nos momentos bons e nos momentos ruins, alguém também leal que me ame tanto quanto eu amo. ─ No começo, Yeri sorria com tais palavras que carregavam até brilho nos olhos de quem dizia, mas agora, ela apenas revirava os olhos.

─ Adota um cachorro ou um gato, compre uma planta e cuide dela ou compre um diário e um urso de pelúcia. Posso sobreviver com um caso de amor não resolvido. ─ Em parte era mentira, se ela tivesse um caso não resolvido, seu currículo ficaria manchado e seria alvo de muitos olhares por ter se tornado a “garota com um caso não feito”. Porém, não é como se ela fosse morrer se isso acontecesse. 

─ Você ao menos me leva a sério? ─ Wendy, que também estava em pé, pareceu cansar e sentou, se jogando em sua cama.

─ Por incrível que pareça, sim! É por isso que estou me esforçando para dar alguém bom para você, que os deuses me livrem de te ajudar com alguém de novo. ─ Sorriram, o clima divertido e sereno voltou entre elas. Yeri olhou pela janela de Wendy, o sol estava quase indo embora dando lugar a noite, que pretendia ser bonita e talvez estrelada. Bom, pelo menos onde morava, onde todos os dias eram bonitos. Presumiu que deveria ser entre cinco a seis horas, precisava ir para casa. ─ Tenho que ir, prometo que amanhã será um dia melhor, sim? Tchau, Son. 

Como se fosse uma lembrança, ou se fosse tão leve que nem chegasse a pesar, ela sumiu. Igual vento quando se encontra com algum pó. Seungwan sentiu seu corpo pesar, também estava cansada, era frustrante querer tanto algo que parecia tão simples, porém, era mais difícil que matéria exata.

Yeri chegou onde desejava. Fez uma forma de check in, para confirmar que já estava presente. Adentrou sua casa, cumprimentando várias pessoas, ninguém ali tinha inimizades, alguns nem se falavam tanto. Quando se completava dezoito anos e virava um cupido, você mudava de residência, passando a morar numa casa grande onde ficava todos os outros cupidos. Quem treinava ficava em uma casa intitulada como Trenó, motivo desconhecido até então, mas não é como se importasse. 

A casa grande era enfeitiçada, então por mais que parecesse pequena, ela tinha o tamanho certo para alojar todos. Chegou em seu quarto, que dividia com Seulgi, e nem esperou muito para se jogar em sua cama. A Kang chegou a se assustar, mas sabendo da situação dela, já deduziu o que aconteceu.

─ Deixe-me adivinhar, Wendy mais uma vez não conseguiu ninguém? Gostaria de dizer para você deixar esse caso, porém, nenhum cupido quer um coração partido em seu currículo. ─ Ela mexia no celular enquanto falava. Pareceu pensar em algo e riu com isso. ─ Se bem que você nunca irá ter outro emprego na vida então não é como se você precisasse de um bom currículo. Exemplo, você não chegará no mundo humano e dizer: veja eu fiz nove casais ficarem juntos, menos um claro, mas ninguém é perfeito, não é?

─ Por que é tão difícil esse povo ficar junto? Se um quer e o outro também, para que tanto estresse? 

─ Já me perguntei isso, estava encarregada de fazer uma garota se apaixonar por outra pessoa, pois não queria continuar sofrendo pelo melhor amigo galinha. Você nem imagina o que aconteceu. ─ Quando Yeri mudou de departamento, sua colega de quarto foi Kang Seulgi logo de primeira, ela já estava ali quando ela chegou e permaneceram assim até os dias atuais. Seulgi era mais velha e tinha mais experiências, contudo, não eram de contar, então cada oportunidade que a Yerim tinha de ouvir qualquer coisa ou dica ela estaria bem atenta. ─ Ele só ficava com as outras para tentar esquecê-la porque ele já gostava dela há  muito tempo, porém teve medo da amizade acabar e toda essa enrolação.

─ É complicado para ela e, sinceramente, ninguém presta naquele lugar, a maioria tem pensamentos retrógrados sobre várias coisas e eu não quero ser encarregada de ajudá-la novamente. A pessoa que ela irá namorar dessa vez precisa ser por muito tempo, quem sabe para vida toda. 

─ Sabe do que você precisa? Diversão! Qual, é? Somos cupidos, seres que carregam travessura na veia. Não precisa agir como se esse fosse o caso da sua vida, divirta-se, brinque. Tenho certeza que, mais relaxada, encontrará uma solução.

Fazia sentido na cabeça de Yeri. Cupidos tinham travessura em suas entranhas, eles eram naturalmente brincalhões, não importava o quão sérios fossem. Eles precisavam brincar para extravasar a possível tensão e dor de cabeça que um romance irá trazer. A Kim estava reprimindo aquele sentimento por medo de fazer algo errado e prejudicar alguém, porém, ela foi treinada da maneira certa para equilibrar seu instinto com seu trabalho. Um sorriso de canto se formou em seus lábios, aquela sugestão foi mais que boa.

No dia seguinte, Yerim acordou sete horas em ponto. Seungwan acordava em dias de semana naquele horário para ir para sua escola e a Kim gostava de se fazer presente naqueles momentos, vai que durante o tedioso caminho a pé da casa da Son até a unidade de ensino ela não esbarrava no amor da sua vida. 

Yeri tinha cabelos rosas e podia ficar invisível, não apenas para os outros como também para Wendy. Elas andavam lado a lado e a rosada estava pensando em qualquer travessura para fazer em algum momento. Tinha algumas sugestões, mas nenhuma parecia agradar. Seulgi disse, praticamente, que ela precisa se divertir para resolver aquele caso mais rápido, ela estava muito tensa e pensava demais. 

Enquanto tentava encontrar algo para saciar sua sede de diversão, um grito ficou preso em sua garganta quando uma bola, aparentemente vinda do além, atingiu as costas de Seungwan. Seus olhos se arregalaram e ela pensou em ajudar a garota, porém, estava invisível e não queria aparecer enquanto não tivesse nenhuma idéia.

─ Por Deus, você está bem? ─ Yeri olhou para trás, de onde vinha a voz, e seu queixo caiu. A garota a sua frente, com lindos cabelos pretos, segurava a bola de basquete em suas mãos, ela parecia tentar encontrar uma forma de ajudar Wendy. O uniforme dela era diferente do de Seungwan, sendo assim, provavelmente não era da escola. 

─ Você pergunta para alguém, que acabou de levar uma bolada na coluna, se ela está bem? 

─ Apenas quis ser educada, não gostaria de tentar? ─ Yeri arregalou os olhos com a ousadia, mas não negou que adorou aquela garota, sem contar, que ela era linda, nem o cupido mais angelical chegaria perto da beldade que a moça era. ─ Meu nome é Park Sooyoung.

─ Me deixe em paz. ─ Virou-se sentindo dores por toda sua coluna, era horrível levar uma bolada daquelas, ainda mais de uma bola de basquete , em qualquer parte do corpo. Ela gemia e resmungava, se Yerim fosse chutar, ela devia estar pensando em como seu dia já havia começado mal. 

─ Foi um prazer! 

De fato. Son Seungwan era uma tapada. Com certeza, do jeito lerdo que ela é, não deve ter notado o claro flerte que rolou entre ambas, fora que aquilo era  muito clichê. Yerim  sentiu-se triste quando a Son simplesmente saiu sem nem se apresentar para Sooyoung e ficou ainda mais quando pensou na possibilidade delas nunca mais se verem.

Ela ouviu um toque de mensagem e ligou seu tablet, não era nenhuma mensagem, era apenas um bip de seu aplicativo de química. Logo de cara o app tinha um termômetro gigante com níveis, era classificado por cores que iam de vermelho, amarelo e verde. Vermelho significava que não havia química ou era extremamente baixa, amarelo simboliza o meio termo e verde química máxima e, para sua surpresa, o termômetro só faltava quebrar de tão verde. Yeri sorriu pulando alegremente, Park Sooyoung era a escolhida. 

Por volta de cinco horas, Yerim apareceu como mágica na frente Wendy que, como sempre, se assustou com a presença dela e pediu pela vigésima vez para não fazer mais aquilo. A cupido falava animada que tinha uma surpresa para a futura apaixonada, essa que não ligava tanto para o que a rosada falava e focava em contar da doida que acertou uma bola em suas costas. A Kim notou que ela só falava da Park e não conseguiu conter a felicidade, tudo estava se encaminhando sem ela precisar fazer praticamente nada.

─ Falando sozinha, Wendy? ─ disse Joohyun surgindo por trás, ela vinha com seu uniforme impecável, seu cabelo preso em um perfeito rabo de cavalo e sua bolsa em uma mão e os livros em outra. ─ Eu vou sair hoje com uma amiga que acabou de chegar na cidade, quer vir junto? 

─ Eu tenho escolha? ─ perguntou desanimada, Yerim também não era de sair muito, mas era diferente. No lugar que morava tinha sempre os melhores cantos, já ali tinha múltiplas opções, como Seungwan não gostava de pelo menos dar uma voltinha?

─ Todos temos escolhas, minha amiga. Porém, eu ficaria realmente magoada se não fosse, quase não saímos juntas para lugares que não seja a sua ou a minha casa, precisa de novos ares, sabe? E você precisa conhecer novas pessoas também. ─ Yeri olhou para a Joohyun desconfiada, concordava que ela tinha que conhecer mais pessoas, contudo, vai que ela simpatiza com alguém lá? ─ O que me diz? Aceita?

Wendy olhou para o lado, como se estivesse pensando, mas na verdade ela buscou nos olhos de Yerim uma aprovação. Não que ela mandasse em si, apenas queria saber se estava tudo bem aceitar, afinal, estavam no meio de uma missão de amor. A cupido deu de ombros murmurando um: o que você escolher está bom para mim. Seungwan assentiu e prosseguiu.

─ Eu topo, apenas passarei em casa para me trocar, enquanto isso me mande o endereço de onde iremos. ─ Joohyun sorriu, disse um “combinado” e foi em direção a saída toda feliz. Yeri se perguntava quem era a cupido responsável por aquela garota, se ela tivesse claro. ─ Ei! Apenas me diga logo o nome da sua amiga. 

─ Park Sooyoung! 

O nível de surpresa de surpresa da cupido naquele dia deveria ser igualado às vezes que sua boca abriu e formou um ‘O’ certinho. Parece que aquele clichê daria mais certo do que ela esperava, tudo o que ela precisava fazer agora era plantar a semente do amor em ambos os corações e algumas outras coisas. 

A noite foi com certeza melhor do que esperada, a Park Sooyoung, que Joohyun falava era sim a garota incrivelmente bonita que havia acertado Seungwan mais cedo. Seu tablet só faltou explodir quando foi detectado que um casal, com muita química, estava junto, ela precisou desligá-lo para seguir com seu trabalho durante aquela noite.

Em determinado momento, elas simplesmente pararam de falar e começaram a se encarar, totalmente sem motivo. Yerim, mesmo sendo uma cupido, não entendia muita coisa sobre amor e esses pequenos atos, sentiu-se confusa vendo elas se encararem tão intensamente, e se perguntou se aquilo era boa coisa ou se estavam se preparando para se matar ali, apesar de ser improvável a última opção, pois elas pareciam se dar realmente bem. 

Deixou aquele pensamento de lado e notou que era o momento ideal. Ela pegou seu arco e uma flecha, os posicionou e apontou para Sooyoung. Esperou exatos dois segundos e atirou vendo uma nuvem pequena em forma de coração se formar e, aos poucos, desaparecer; deu certo. Yeri retornou a pegar uma flecha e colocá-la no arco, dessa vez sua mira estava em Seungwan. 

Estava pronta para atirar quando seu arco deu um aviso: ela já estava apaixonada. 

─ Ei, por que você atirou na minha cliente? ─ pPerguntou Seulgi surgindo do absoluto nada.

─ A cupido de Sooyoung é você? 

─ Sim. ─ A mais velha suspirou, ela também estava pronta para lançar suas flechas em alguém e isso não passou despercebido pela Kim. ─ Obrigada, Sooyoung já estava me chateando de tanto querer alguém. Vejo que seguiu meu conselho, hm? Não pense que sou boba e vou achar que Seungwan esbarrou propositalmente na minha cliente. 

─ Apenas estava agilizando as coisas. ─ Seulgi sorriu leve, passou seu braço pelos ombros da cupido menor. ─ Espera um pouco, falando nisso, foi você que jogou aquela bola da minha cliente? ─ A asiática riu de maneira escandalosa, como se Yeri tivesse dito um absurdo.

─ Foi. Mas sabe como é, só estava agilizando as coisas. ─ rRepetiu a frase e ambas caíram na gargalhada, quem pudesse ver, não sabia se era engraçado ou se elas tinha riso frouxo a ponto de rir com a piada mais sem graça do planeta. ─ Precisamos ir, nosso trabalho acabou por aqui.

─ Eu sei. Adeus Seungwan, espero nunca mais ser sua cupido de novo! ─ Com um tom risonho, ela sorriu balançando suas mãos, Wendy nem conseguiria ouvir e nem se lembraria dela no final das contas, contudo, seria uma desfeita sair sem dar pelo menos um tchau. 

Sooyoung e Seungwan pararam de se encarar por um tempo voltando suas órbitas para um ponto específico daquela lanchonete, justamente onde as cupidos estavam anteriormente. Não havia absolutamente nada lá, mesmo que tivessem sentido a presença de alguém. 

─ Quem quer donuts? 

─ Eu! ─ responderam Sooyoung e Wendy em uníssono., 

Elas sorriram e começaram a comer, enquanto ouviam Joohyun falar sobre qualquer coisa.

Até que no final das contas, o cupido de Son Seungwan não foi lá tão inútil. Muito menos um cupido estúpido.


Notas Finais


Como eu disse, me divertir muito escrevendo, gostei bastante mesmo achando que no fundo ficou rápido demais essa aproximação, se bem que já estava na hora. Agradeço a @vjzip por ter feito a capa, ela ficou tão lindinha e a quem fez a correção @JRYbc. Obrigada por terem lido e espero que tenha gostado, beijos.

Capa por: @vjzip
Betagem por: @JRYbc


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