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História Cupids Have No Love - Haechan - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, morangos.
Eu apaguei a fanfic e tô repostando cada capítulo em partes.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Cupids Have No Love - Haechan - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo 


(Autora)


De longe, ele a observa, esperando que um milagre – muito milagroso – pudesse ocorrer naquele momento.

 Certo, adolescentes são complicados, normalmente rejeitam a vida, o amor e há vezes que até rejeitam a rejeição, mas Angel era uma garota diferente.

 O amor a fez sofrer bastante durante tanto tempo, mas espere, quem nunca sofreu pelo amor, oras? Claro, há pessoas que superam a dor que vem como brinde – ou consequência – do amor, já outros superam de um jeito peculiar.

Angel é uma adolescente de 15 anos e ela luta para que o amor seja dizimado do planeta terra – Não mesmo!!

 Estória errada, essa não é uma estória de uma protagonista moderna o suficiente para reverter as leis da vida.


 Mas como falava no começo, Angel é uma garota diferente das outras pessoas, diante do seu redor, não lhe há nenhum pouco de esperança para o melhor, e isso tudo por culpa do que? Não coloque a culpa para mim, a narradora, essa estória é a de Angel Sparks, e como eu falava antes, depois de tanto sofrimento…

Eu acho melhor a própria explicar.


(Angel)


Me chamo Angel Sparks, sou uma adolescente comum entre os demais. Se há algo de diferente? Não deve haver, me comportamento como uma, tenho aparência de uma e sofro como uma mera adolescente aborrecida porque nada dá certo como quero.

 Não é um momento para reverter isso, e não que eu não queira, apenas gosto de ver como as coisas acontecem sem que eu ponha meu "dedo" lá.

Neste momento, estou em uma aula de Física, sim, todo o tipo de fórmula. Será que se eu procurar acho a fórmula que me dará uma maneira de não ser tão idiota?!

Certamente, não.



Bem, pra começar, eu já fui uma vítima do amor várias vezes, só que diferente de todos, não me veio o sentimento confortante e quente, recíproco, correspondido, fale como quiser, mas não me veio nada disso.

 O amor é uma ilusão, tem a ilusão e faz a ilusão. Mas por que tanto exagero? Eu sou exagerada, cara pessoa na minha mente com quem estou falando agora ao invés de prestar minha atenção a aula mais irritante de todas.



 Antes que eu possa terminar meu pensamento, meus ouvidos são carregados com o som que rapidamente me faz funcionar o cérebro, fazendo-me perceber que já estamos no intervalo curto de apenas 35 minutos.

Esse é o intervalo mais curto dia, mas você deve pensar, não só há um único intervalo? Não mesmo.

Eu estudo na escola em horário integral, ou seja, eu passo quase que a metade da minha vida em uma escola aprendendo coisa que talvez nunca use.

Eu parei de ser uma garota sonhadora, otimista e que pensa que tudo tem um lado bom, mas vamos olhar pelo lado bom desse meu ponto de vista, eu não vou me iludir com a vida se ela não me faz de idiota como sempre faz, argh!


Certo, vou parar de paranóias!


— Angelina!! — Ouço a voz de minha melhor amiga, Louie, ecoar no meu ouvido, uma voz que é de fato irritante, mas eu gosto muito da minha amiga, então aguento os defeitos dela normalmente, assim como ela suporta os meus.


— Oi, Louie! Sua sala anda barulhenta como sempre? — Pergunto-lhe dando o longo sorriso. Sim, minha mente tem a personalidade que sempre quis ter, realista e fria, mas eu ajo conforme as coisa acontecem.


— Sim, não tem como ela ser como a sua. E por falar na minha sala, acabou de entrar um aluno novo. 


— Na metade do ano? — Indago. 

Não é comum alunos entrarem na metade do ano em uma escola estilo prisão, ou ele é louco, ou corajoso, ou as duas opções. — Lou, ele é louco ou algo do tipo?


— Minha sala tem essa fama mesmo? — Sorriu, antes de responder-me. — Na verdade, ninguém sabe nada dele. Tem gente na sala que até acredita que ele está na sala errada de tão calado.


— Mas espera, não vou julgar apenas pelo modo de agir no agora, pode ser que ele seja calado, mas como passar do tempo, ele mude, certo? — Questiono. — Afinal, qualquer um que entrar na sua sala, sai com uma lavagem cerebral gratuita, por isso quase nunca entro lá.


— Não exagera, Angel. Sua turma também não é lá essas coisas. — Retrucou, me fazendo franzir o cenho. — Mas dá pra te aguentar.


— Eu deveria dizer isso! 



[...]




São exatamente 17:47 da tarde, e eu ainda estou na escola.

Detenção? Não. Trabalhos no grêmio? Eu nem faço parte do grêmio!

Eu acabei tendo a sorte de ficar para os trabalhos voluntários, como organizar as bolas na quadra, limpar a lousa, pôr as cadeiras em ordem e etc.

 Eu poderia estar em casa agora, fazendo absolutamente nada, mas estou aqui, é nem foi escolha minha.



Coloco cadernos, canetas e outras coisas minhas dentro da mochila e a ponho nas costas, seguidamente, saindo da sala e indo a sala da diretoria, em busca da lista de afazeres.

No caminho, vejo outra pessoa fazendo o mesmo que eu, indo a sala do diretor.




— Pode entrar! — A voz do diretor ecoa de dentro da sala, após eu ter dado três batidas na porta. O garoto estava ao meu lado, sem dar uma palavra, era até mesmo estranho aquele silêncio.



Continua...



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