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História Cupids Have No Love - Haechan - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Com cupido, sem paz.


Fanfic / Fanfiction Cupids Have No Love - Haechan - Capítulo 3 - Com cupido, sem paz.


Com cupido, sem paz.



— Fui designado a esse trabalho. Ou seja, eu estou na mesma que você, sem escolhas.


— Ah, que droga! Já não basta eu ter sido trouxa por garotos por conta própria, agora vou ter que me iludir obrigatoriamente por um garoto que um ser estranho vai ditar. — Me sento no chão. — Mas espera um pouco, como você sabe meu nome?


— Eu, obviamente, tive que saber muita coisa sobre você antes de vir até aqui, né. — Respondeu-me em tom de deboche.


— Tá, mas agora olhando para o lado menos louco da História. — Dou uma olhada nas horas na tela do meu celular.  — Já são quase 7hrs da noite, e não fizemos nada das tarefas!!


— Quem disse que não fizemos nada? — Ele dá um estalar de dedos e no momento em que pisco os olhos, tudo parecia estar feito, as bolas de basquete dentro de uma cesta enorme, que antes estavam espalhadas pelo chão. 


— Como vou saber se você fez tudo? — Indaguei curiosa.


— Vai conferir mesmo? Não confia em mim?


— Você acha que eu vou confiar em um garoto esquisito que tem tinta de cabelo automática e faz mágica? Parece até cena de filme! E um filme onde eu gostaria de não ser a protagonista.


— Tarde demais para decidir. Agora anda e vamos embora. — Ele sai caminhando em direção a porta de saída da quadra. 


— Tem certeza que quer andar por aí desse jeito? — Me levantei do chão e limpei minhas roupas. 


— Como? — Ele olhou para si mesmo e revirou os olhos. Pisco os olhos e ele está como estava no começo, cabelos cor de chocolate e o objeto flutuante havia sumido. — Melhor agora?


— Melhor seria se você não tivesse aparecido — Sussurro.


— O que disse? — Virou-se para mim com uma feição irritada.


— Nada, chefe. — Ri de sua expressão. Pensando bem, eu acho que não gostaria de ter a mesma personalidade que a minha mente, isso estragados minha vivência com as pessoas, mas a ignorância é inevitável. 



[...]



É um novo dia, uma quinta-feira fria, porém, sem chuva alguma, o frio estava dentro de mim mesmo, pois o dia estava mais quente que o comum. 

Essa rotina é de fato irritante, acordar tão cedo, quando eu poderia estar dormindo agora.


— Nada de dormir, acorda. — Ainda embaixo da coberta, ouço uma voz, que DEVERIA e PODERIA ser da minha mãe, mas era uma voz familiar, eu já havia a ouvido em algum lugar. — Tá esperando o que pra levantar daí? Ou quer que eu use a força?


Abaixo um pouco da coberta, deixando meu campo de visão lotado de luz, mas e quem disse que ela luz vinha do sol? Era da droga do círculo daquele cupido boboca.


— Dá pra você tirar esse seu chapéu brilhante e estiloso? — Cubro-me novamente.


— Já tirei, agora anda e olha pra cá. — Ordenou e eu dei um suspiro longo em resposta.


— Eu já sei que não tenho opções.  — Dessa vez me levanto e bocejo. — O que você quer? Plenas 5:50 da manhã, eu ainda tenho tempo pra dormir por um século e meio e você vem me acordar.


— Acontece que eu também tenho o que fazer, mas eu estou sendo obrigado a ser sua babá. 


— Não pedi pra ter uma babá, fala logo o que você quer ou eu te jogo da janela. E pensando bem, você é cupido, deve ter asas em algum lugar daí, certo? — Ameacei me levantar e jogá-lo pela mesma janela que ele deve ter entrado, mas espera, ele entrou pela janela ou pela porta da frente?? É se minha mãe o viu? — Por onde você entrou??


— Pela janela,  por onde mais seria? — Franziu o cenho, e logo soltou um sorriso esquisito. — Não se preocupa, nessa forma, só você pode me ver.


— Então quer dizer que a tinta de cabelo influencia em algo? — Disse debochada e o percebo fazer uma expressão séria. 



— Uff… — Ele se aproxima de mim, vagarosamente, subindo em cima da minha cama e se aproximando cada vez mais.

Com tanta aproximação, acabo me deitando novamente. Fecho os olhos e sinto uma respiração no meu ouvido.

Aquilo estava sendo tão repentino…

— Você… — Ele fala bastante perto do meu ouvido. — Prefere de que cor? — Ele se senta em cima de mim como se fosse uma criança, e, peculiarmente, seu cabelo muda de cor a cada segundo, como se fosse um pisca-pisca.


— Seu idiota. Sai de cima de mim!! — O empurro e acabo percebendo que falei alto demais é minha mãe pode ainda estar em casa, o que ela vai pensar. 


— O que foi? — Ele se senta na cama com as pernas cruzadas.


— Minha mãe ainda está em casa. E graças à essa conversa tosca, eu vou me atrasar. — Me levanto rapidamente e começo a buscar pelo uniforme, mochila e coisas que devo levar a escola.



[...]



Guardo as chaves no bolso e respiro o ar seco da brisa que acabara de passar por mim.


— Então, vamos? — Ele aparece de repente ao meu lado, assustando-me.


— Por um momento, esqueci que você ainda é aluno da mesma escola que a minha. — Pego o celular e olho as horas, são exatas 6:30 da manhã, o sol claramente já havia aparecido, duas vezes, é um sol está ao meu lado.


Enquanto caminhamos para a escola, um silêncio é presente entre nós, mas não por muito tempo.


— Mais cedo, você não me respondeu sobre suas possíveis asas… — Começo uma conversa com um assunto um tanto estranho. Quem nesse mundo pergunta sobre as asas do outro? Ninguém! Sabe por que? Porque seres humanos normais não tem e nunca terão asas! Que loucura eu estou fazendo??


Continua...



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