História Cura - Capítulo 11


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Rin, Romance, Seshomaru, Sesshomaru, Universoparalelo
Visualizações 84
Palavras 1.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amiguinhos e amiguinhas.
Desculpa a demora, esse capítulo mexeu muito comigo 🙄

É meu primeiro capítulo HENTAI então deem um desconto ~

Sem mais demoras aproveitem 😜

Capítulo 11 - Corpos entrelaçados.


Fanfic / Fanfiction Cura - Capítulo 11 - Corpos entrelaçados.

O cômodo era iluminado apenas pela luz da lua e por alguns candelabros. Ouço outro uivo, dessa vez bem perto de mim. Ao meu lado para ser exata. Me arrepio sentindo uma mão em minha cintura.

- O que faz aqui Olívia? -Sesshomaru fala rouco.

Sinto uma eletricidade quando ele me puxa para mais perto de si. Respiro fundo sentindo uma queimação no baixo ventre.

- O que ... - engulo seco, lambendo os lábios para umedecer antes de tornar a falar. - O que você está fazendo Sesshomaru?

- Diga-me, o que faz aqui Olívia? - ele fala se separando de mim bruscamente e indo em direção a janela. Suor escorre pelo seu rosto, e ele parece que correu uma maratona.

- Isso não é importante agora. - falo preocupada. - Você está bem? Está doente? Posso te curar venha.

Ouço uma risada escapar dele. Ok, agora tenho certeza que Sesshomaru não está bem.

- Não é nada que necessite cura. - ele fala apertando o beiral da janela. - Como chegou aqui?

- Eu vim com Asuma. - Suspiro. - você não está bem Sesshomaru deixe-me ajudá-lo. Já o vi em situações piores. Não seja orgulhoso.

Ouço um barulho alto de madeira se quebrando. Olho Sesshomaru assustada com sua repentina violência.

- Esse estúpido- diz com raiva - Saía daqui Olívia. -Sua respiração acelerada ecoava pela cabana.

Não podia o deixar. Não vejo machucados, mas não o posso deixar sem saber o que está acontecendo.

- O que está acontecendo Sesshomaru? - falo aflita. Chegando ao seu lado e o tocando de leve nas costa.

Sinto seu corpo enrijecer com meu toque, fazendo ele se virar lentamente para mim. Seus olhos estavam muito parecidos com a primeira vez que o vi. Uma espécie de vermelho-dourado.

- Olívia, estou. no .cio. - Fala lentamente. - Essa é sua última chance, saia daqui.

Sua resposta me deixa desnorteada por um momento. No cio? Logo me lembro que quando nós vimos pelas primeira vez ele era um cachorro. Mas ele tem essa característica? Achei que fosse só em fêmeas.

Minha face deveria demonstrar tamanha confusão que o fez grunhir de frustração. Isso me desperta para uma questão que não considerei. As fêmeas no cio precisão do que mesmo? ... Sexo.

Sinto uma onda quente aquecer meu rosto e minha virilha. Essa reação parece não passar despercebida pois ele rosna em satisfação, mas não chega perto. Esse é seu último aviso.

Eu tenho que sair ou vou acabar transando com Sesshomaru. Mas essa não não uma má ideia certo?

Quem em sã consciência recusaria esse homem? Mas... Isso está certo? Ele não está em condições de escolher, sua necessidade fala mais alto.

Sem querer pensar mais colei minha boca na sua, seu choque não demorou um segundo e logo iniciamos um beijo lento mais quente.

*ATENÇÃO HENTAI, PULEM SE NÃO QUISER LER.*

Nos separamos arfando pela falta de ar. Seus olhos agora completamente vermelhos, apesar do óbvio desejo, ainda mostrava lucidez.

Ao ver que estava segura em ajudar, ele não mostrou mais receio. Seu olhar penetrante me fez abaixar a cabeça em vergonha.

Ele se aproximou levando meu queixo com seu longos dedos, me obrigando a encara-lo. Mordi o lábio nervosa.

- Tire sua roupa. - ordenou se afastando o suficiente para ver minha ação.

Tremi com seu comando, não de medo, mas de excitação. Mas não querendo mostrar obediência, decidi fazer da maneira mas lenta e sensual. Em partes por querer provoca-lo, e outra por não saber retirar o kimono. Droga maldita roupa. Ok, mudança de planos.

- Por que não vem tirar? - comentei com um sorriso malicioso.

Ele rosnou chegando até mim, com apenas suas mãos o tecido que cobria meu corpo virou farrapos.

Pulei com o susto. E agora como vou voltar?

Sem tempo para raciocinar voltei a atenção ao homem que me olhava fascinado. Não esperei por sua ação e juntei nossos corpos, colando nossos lábios.

O beijo como o primeiro não foi gentil foi necessitado, selvagem, sensual. Seu gosto levava um toque de vinho, mas o sabor predominante fez minhas pernas tremerem. Nossas línguas duelavam por espaço, gemidos escapavam de nossas bocas como uma sinfonia.

Querendo sentir sua pele separei nossos lábios relutante. O pedi que retirasse parte de suas roupas e ele assim o fez ficando apenas com o hakama.

Admirei seu corpo sem pudor, observando sua pele pálida sobre a superfície musculosa do corpo.

Não resisti e deixei o desejo me dominar, o beijei novamente desta vez mais necessitada. Suas mãos seguravam minha cintura com força antes de me levantar.

Enlacei minhas pernas ao redor de sua cintura sentindo ser carregada para algum lugar do qual não me dei ao trabalho de saber.

A superfície quente e macia tocou minhas costas quando ele me abaixou delicadamente. Dei uma breve olhada e percebi ser pele, era o moko-moko do Sesshomaru.

Ele começou a dar beijo pelo meu pescoço enquanto acariciava meu corpo com suas mãos. Querendo o sentir passei a arranhar e deslizar minhas mãos por cada centímetro de pele descoberta.

Ele levou sua mão ao meu sexo e começou a estimular meu clitóris. O calor no meu corpo estava se tornando insuportável, e meus gemidos já não eram baixos.

Ele introduz um de seus dedos sem parar de me beijar. Quando viu que estava preparada não demorou e aumentou mais dois. Ele continuou com isso até eu sentir estár preste a gozar. Derrepente ele para. Olho para seus olhos irritada recebendo em resposta um olhar maroto mas cheio de desejo.

- Olhe para mim enquanto te dou prazer, Olívia. - fala rouco perto do meu ouvido.

Bufo mais não digo nada vendo ele recomeçar. Logo logo terei minha vingança.

Sinto um gemido mais alto escapar de meus lábios logo sendo abafado pelo beijo de Sesshomaru.

Ainda trêmula empurro seu corpo com um pouco de força o fazendo sentar. Ele me olha confuso e sorrio me preparando para minha pequena vingança.

Me ajoelho colocando minha mão no cós de sua calça o abaixando em seguida.

Me assusto, ele está sem cueca. Pera o povo desta época o usa? Penso nisso depois.

Ele não é nada pequeno e fino. Vejo algumas veias saltadas em sua extensão, meio rígida o olho novamente o que me dá uma onda de coragem súbita.

Passo a língua lentamente por sua extensão sentindo-me satisfeita por ouvi-lo arfar.

Dou leves beijos o torturando com gosto. Ele grunhe colocando sua mão em meus cabelos os puxando.

Levanto a cabeça sorrindo marota ao ver seu olhar de desespero, decido acabar com minha vingança e dar a ele prazer.

Ainda o olhando coloco seu sexo em minha boca o chupando com prazer. Continuo até sentir ele pulsar em minha boca, o aperto em meus cabelos aumenta e sinto ele tremer enquanto se derrama na minha boca enquanto geme alto.

Não me dando a chance de me levantar ele me deita e cola seus lábios no meu. Nosso beijo é lento mais cheio de desejo e logo sinto ele duro novamente em minha coxa.

Abro minhas pernas ansiando por mais, mais dele. Ele me olha enquanto se encaixa, empurrando em seguida em mim sem delicadeza. Ele percebeu que não sou virgem.

Ele parece levemente irritado, mas logo geme quando o aperto e volta sua atenção para mim, o desejo explícito em seus olhos.

Ele começa a se movimentar com estocadas lentas mais fortes. Nossos gemidos ecoam pela parede como uma espécie de segredo.

Sinto a velocidade aumentar e os sons de pele com pele me excita mais. Nossos gemidos agora soam como gritos e rugidos. Logo um tremor me percorre e meu segundo orgasmo me atinge me fazendo gritar e arquear as costas em prazer.

Ele não demora em me acompanhar e sinto ele se derramar dentro de mim. Ficamos ligados até nossa respiração se normalizar então o sinto sair relutante.

Olho seu rosto belo brilhando com a luz da lua, observo seus contornos com atenção como se seria a última vez.

- Aguenta mais uma Olívia? - pergunta sorrindo para mim, um sorriso leve do qual nunca havia visto.

Levanto meu corpo e me inclino em sua direção dando um leve selar em seus lábios como resposta. E nesse mesmo silêncio começamos a descobrir mais um do outro. De uma maneira lenta e sensual.










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