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História Curados - Bughead - 2 Temporada - Capítulo 22


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Notas do Autor


Espero que gostem ❤️

Capítulo 22 - Amor


Fanfic / Fanfiction Curados - Bughead - 2 Temporada - Capítulo 22 - Amor

Me cansei de esperar sentado no sofá da Verônica, a cada minutos brigados mais aumentava a minha agonia. Então decidi ir até meu antigo apartamento, talvez desenhar me ajudaria a dar o tempo necessário a Betty. Peguei minhas chaves na mesinha e meu celular com 9% de bateria e segui até meu carro. O trânsito em Nova York é caótico, andei por quase toda a cidade tentando desviar do trânsito. Estacionei diante do prédio antigo de pouco mais de nove andares. Suspirei enquanto passava pela portaria.

- Bom dia, senhor Jones. Como tem passado?

- Bom dia, Diógenes! Estou bem e o senhor?

- Bem, parece que está tudo quase certo para terminar a obra no seu apartamento!

- Fico feliz, mas eu não vou mais morar aqui. Agora minha casa é em Nova Orleans, aqui vai ficar só para quando eu tiver reunião com o Archie.

- Ah, sim. Eu soube da sua noiva. - O Senhor de meia idade sorriu. - Ela é linda.

- O senhor a viu?

- Sim, ela e a senhora Andrews passaram aqui mais cedo. Teve sorte em meu rapaz. - Sorri pra ele.

- É eu tive.

❣️❣️❣️

O elevador parecia nunca chegar ao meu andar, e aquilo me deixava ainda mais angustiado. O que será que Betty veio fazer aqui? Ou melhor porque Verônica trouxe Betty aqui? Essas eram perguntas que eu só teria as respostas quando encontrasse um das duas. Como eu queria fazer onde Betty estava.

Assim que o elevador parou no meu andar e abriu as portas eu saí e colidi em cheio com alguém a fazendo tombar para trás.

- Desculpa eu... - Antes que ela caísse eu a segurei pelos ombros.

- Betty? O que estava fazendo aqui? - Meu coração quase saiu pela boca por finalmente encontrá-la.

- Eu... Eu precisava te ver.

- E como sabia que eu morava aqui?

- Verônica me trouxe e me deu a chaves do seu apartamento. Não fique bravo com ela, ela só quis me ajudar.

- Não estou bravo, estou surpreso. - Eu dou um passo pra trás e soltando seus ombros para seguir até a porta do meu apartamento, eu queria conversar melhor com ela e esse era o melhor momento para isso. - Quer entrar?

Ela aceita o convite e me segue até meu apartamento novamente.

- Vejo que já conheceu a minha sala. - Olho para a pasta de desenhos encima do sofá.

- É, passei um bom tempo aqui. Jug, eu quero conversar com você. - Pegou minha mão entre as suas e apertou. - Por favor, vamos conversar.

- É tudo que eu mais quero, Betty. - Sorri triste e acariciei seu rosto.

- Eu fui idiota e imatura, a verdade é que eu tenho medo.

- Medo de quem, Betty?

- De não ser suficiente, de você se cansar...

- Não fale nunca mais uma besteira dessas. - Corto ela.

- Mas é a verdade, você pode ter quem quiser. - Eu nego com a cabeça diante de um absurdo desses. - Sim, eu sei que é. Jenny me mostrou isso.

- O que foi que ela falou? Porque é tudo mentira, não acredite nem por um instante em qualquer coisa que ela disse. - Uma raiva crescente nasceu dentro de mim por aquela mulher.

- Ela não me falou nada que eu já não soubesse, aí juntando tudo na noite passada eu pirei. Não tinha o direito de gritar com você, mas acontece que aquilo me machucou muito. - Ela solta minha mão e vai se sentar no sofá desolada, eu a sigo. - Mas nada se comparou a noite de ontem, você não voltou para o quarto e ali eu achei que tinha te perdido. E Jug, foi a pior sensação do mundo. - Eu queria abraçar e apertar em meus braços a mulher da minha vida.

- Eu só queria te dar espaço.

- Eu sei, a Verônica me disse. Mas mesmo assim, eu estava acostumada a nossa bolha em Nova Orleans, me esqueci que tem um mundo inteiro. Sempre vai ter alguém para me lembrar o que eu sou. Mais aí eu percebi que do jeitinho que eu sou, cheia de cicatrizes você me escolheu. - Ela aponta com a cabeça a pasta jogada no outro sofá. - Tem desenhos meus ali, do jeito que sou hoje. Então eu percebi que eu sempre vou ser sua escolha, independente de qualquer coisa. E eu me sinto mal por ainda haver dúvidas aqui dentro de mim. - Ela abaixa a cabeça com vergonha.

- Eu te disse isso, sempre foi você, Betty. Não tem outra opção pra mim. Também não te culpo pela sua reação, acredito que qualquer pessoa no seu lugar teria reagido assim. Mas eu posso te garantir que naquela noite eu estava dizendo pra ela que você era a única pessoa que eu realmente quero. Fiz questão de contar sobre nosso noivado para deixar bem claro que eu não estou nem quero estar disponível. Eu fiquei com ela uma vez ou outra, mas isso tudo antes de te reencontrar. - Eu tinha a necessidade dela entender que tudo aquilo não significou nada pra mim.

- Isso não importa, Jug. Nada do que aconteceu antes da gente se encontra importa. O que realmente me importa é o que eu sou pra você, e aquela pasta me mostrou isso.

Acho que a minha pasta de desenhos tem mais importância pra nós do que eu imaginava, então me levantei do sofá e a pego. Volto para o lado da Betty e folheio os desenhos até parar no meu favorito. O desenho do rosto da Betty, eu ainda imaginava ela loira. Mas os traços do sorriso, os olhos e a minha secreta paixão pela sua cicatriz ainda eram os mesmos.

- Fiz esse aqui quando publiquei minha primeira revista de quadrinhos pela editora do Archie e da Vê. - Começo a dizer e sorrio com a lembrança. - É um dos meus preferidos, eu estava tão feliz. Esse aqui. - Viro a página revelando outro desenho. - Foi quando eu jantei naquele restaurante que eu te levei semana passada. Foi quando fechei um dos contratos mais importante da minha carreira. Eu te imaginei lá, quando cheguei aqui peguei o primeiro papel que eu vi e te desenhei.

Fui mostrando os desenhos e contando a história por trás de cada um deles, até que em um foi manchado pelas lágrimas dela.

- Me desculpa, não queria estragar seus desenhos. - Sorri para ela e jogo a pasta no chão.

- Não tem o que se desculpar, isso aqui. - Aponta para a pasta. - Eram o que me ajudava a seguir em frente, agora não preciso mais deles. - Eu seguro a sua mão e olho dentro dos seus olhos. - Betty, eu te amo. E se você precisa que eu te mostre o quanto eu te amo e te escolho todos os dias, eu vou fazer. Porque minha vida não tem sentido nenhum sem você.

Ela chorou alto ao ouvir o que eu dizia, eu a abracei e não resisti em beijar seu lábios, não demorou muito para ela retribuir e me dar livre acesso a ela. Mas me fez perder o juízo quando passou do sofá para o meu colo.

- Betty...

- Shiiu, você prometeu dizer que me ama todos dos dias. Agora eu preciso que me mostre todo esse amor.

Sorri a beijando de novo para em seguida me levantar do sofá com ela no colo e ir em direção ao meu quarto. Coloquei ela sobre os próprios pés perto da cama, ela me olhou sem entender e eu sorri.

- Só um minutinho, isso aqui está uma zona de guerra. - Disse puxando os lençóis da cama e jogando no chão. Abri meu guarda roupas e peguei roupa de cama limpa.Betty olhava pra mim sorrindo e mordendo a unha. - Que foi?

- Acho fofo seu cuidado comigo. - Ela pega a outra ponta do lençol de elástico e me ajuda a forrar a cama.

- Agora sim acho menos pior do que estava. - Ela sorri e vem ou meu encontro e me beija.

- Está perfeito.

Ela começa a tirar minha camiseta e assim que passa pela minha cabeça ela joga em algum lugar do quarto. Eu a beijo de novo, e começo a trabalhar nos botões de sua blusa. Ela teve o mesmo destino que a minha camiseta, abro também o sinto da sua calça e desabotoou o dois botões de sua casas. Me ajoelho para ajudar ela a se livrar da peça. Quando passo por suas pernas eu a jogo sutilmente na cama me livrando das minhas calças e subindo por cima dela. E a beijo novamente.

- Eu te amo, Elizabeth Cooper.

- Eu te amo, Jughead Jones.

Ela me beija e nos livramos das última peças que nos separavam. Uni meu corpo ao dela e tudo parecia finalmente certo. Quando eu estava com ela o mundo parava e só importava nós dois. Eu amava demais aquela mulher e agora eu mostraria o quanto para que ela nunca mais duvide.


Notas Finais


Fiz esse capítulo na força do odeio 🙈🙈🙈 Se tem Barchie, nós vamos ter Bughead!!!


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