História Cure-me - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Bangtanboys, Bts, Cure, Hoseok, Hospital, Jhope, Jin, Kim, Namjin, Namjoon, Seokjin, Sope, Suga, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 17
Palavras 956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem vindos á Cure-me, espero que gostem.

Capítulo 1 - 6/7


Fanfic / Fanfiction Cure-me - Capítulo 1 - 6/7

— Me solte! Seus desgraçados, tirem suas mãos de mim — se debatia com toda sua força.

Sete homens para carregar um? Esse homem é problema então, viu?

Esses homens… de branco… que saem de suas clínicas são sempre fortes, não é?

— Filhos da puta…

— Se acalme, Sr. — pediu um deles.

— Vou me acalmar sim, vou me acalmar quando eu tiver dando um soco na cara de cada um, seus filhos da puta do caralho! — continuou se debatendo.

— Colabore para todos nós, Sr. — voltou á dizer.


— É madrugada, idiota! Vocês não me dão escolha nenhuma, eu só quero ir embora! É pedir demais? — era como se sua voz não fosse ouvida.


Quando entraram lá dentro, ainda pôde ver um homem de jaleco, com uma prancheta na mão, sua expressão suave.


— Moço, moço, você precisa me tirar daqui, precisa! Isso é um engano! — suas palavras nem mesmo pareçam ser notadas.


Sentiu um aperto no coração, sentiu sua mente acelerada sobre tudo, sobre todos, sentia falta de ar.


Tire o coração, e coloque o jaleco.




[ • • • ]



O sol entrava pelas janelas do hospital, esquentando o local, o dia, os corpos.


— Bom dia Dr. Kim, bem-vindo de volta — o homem ouviu, enquanto vinha andando pelos corredores, apenas sorriu de volta.


— Bom dia Dr., aproveite a volta — ouviu mais uma vez, retribuiu.


— Bem vindo de volta, Dr. Kim.


Só andava, sorria, acenava, e continuava seu rumo, sabia que todos ali estavam somente sendo educados.


Todos julgavam com um olhar, apenas, um olhar.


Quando chegou até seu chefe, lhe reverenciou, e esperou ansiosamente o caso.


— Bom dia garoto, bem vindo de volta, doutor — lhe entregou uma pasta, o prontuário, e Jin, ansioso, a abriu rapidamente.


— Bipolaridade? Me deu um caso de bipolaridade? — perguntou, desanimado.


— Algum problema? — perguntou.


— Não. Nenhum. — fechou a pasta, agora, se retirando.


— Depois do almoço vá ver seu novo paciente, o trate bem, e leia sobre ele antes. — gritou por fim.



[ • • • ]



— E então? Tá de volta né, garotão — disse seu amigo, bagunçando seu cabelo, enquanto mastigava — Bem vindo. E aí? Que caso tem? Aposto que é um…


— Não, Hoseok, nada demais só uma droga de caso de bipolaridade — revirou os olhos, capturando o alface do prato com  garfo com força.


— Só? Ah puxa, que pena hein, sei que depois começarão a lhe dar casos melhores.


— Melhores? Ninguém nunca vai esquecer, todos vão sempre me olhar do mesmo jeito, vão sempre duvidar de mim — disse nervoso.


— Você precisa se acalmar, olha, isso tudo vai passar, ok?


— Você é idiota demais por acreditar nisso? — perguntou.


— Provavelmente — disse sem importância, voltando a comer, rindo.



[ • • • ]



Quando terminou de comer, foi até a tal sala de seu caso, e até lá, já tinha ouvido algumas coisas — piadinhas, coisas grosseiras — é, nesse lugar as pessoas têm a língua maior que o corpo.


Estava no corredor de sua sala, viu muitas pessoas juntas na frente de uma, comentando, rindo, sendo humanos.


Esqueceu isso e tentou focar em encontrar sua sala, então olhou mais uma vez no papel.


Sala 2134.


Procurou, e foi andando cada vez mais perto daquele pessoal.


“Ah que droga, logo perto desses idiotas?”, pensou.


Foi andando e vendo as salas, desacelerou quando viu que a sala que tinha tantas pessoas na frente, na verdade era sua.


Sua.


Quando o pessoal viu Jin chegar, pararam de rir excessivamente, agora, controladamente.


— Bom dia — disse um deles, se aproximando de Jin — de volta, não é?


— Sim, cadê o motivo das risadas? — perguntou, desconfiado.


— Bem, lá dentro — apontou para a sala — para o “Sr. Engano”. — riu mais uma vez.


— Não, não, é o “Sr. Filho da puta”, não é? — lembrou outra, rindo.


— “Filho da puta”? — perguntou Jin, confuso.


— É bem, disseram que de duas palavras que ele falava, três era “filhos da puta” — imitou o mesmo.


— Entendi… ele chegou ontem? — perguntou Jin.


— Sim, sim, o “seis barra sete” chegou ontem à noite, quase acordou o prédio — disse o homem, com deboche.


— Puxa… outro apelido… — fingiu interesse — qual seria o significado desse agora? — revirou os olhos.


— Falaram que foi chegando cada vez mais homens para trazê-lo, foram seis, e pensaram que era suficiente…


— E então chamaram mais um, só assim — completou a mulher, risonha.


— Já, já seriam oito — outra voz disse, zombando.


Jin jamais se permitiu se surpreender com algo, mas com aquilo, ele realmente guardou sua surpresa.


— Gritou a noite toda, só agora ficou quieto — comentou o homem à sua frente novamente.


— O que fazem aqui? Não tem pacientes para cuidar não? — ouviram o chefe chamar atenção.


Jin viu as pessoas começarem a sair, pouco a pouco.


— Bem vindo de volta, doutor. — sussurrou o homem que estava em sua frente, que passou por si e deu tapinhas em sua pasta e foi. — Boa sorte.


Jin suspirou, tocando a porta e em seguida a abrindo, devagar.


Fechou ela, com cuidado.


Quando se virou, deu de cara com um homem, deitado sobre a cama, olhando para o teto, sem desviar o olhar.


Se aproximou, hesitante.


— Ham… bom dia Sr., sou o Dr. Kim e serei seu médico — disse, mas ação alguma veio do outro.


Chegou mais perto, o observando.


— Senhor…?


Observou o jeito daquele homem.


Medicamento para acalmar.


Para acalmar.


Tanto medicamento que já não sabe o que acontece nesse momento.


Viu algo suspeito em suas mangas, e acabou por subir uma delas, lentamente, e devagar.


Prendeu o ar ao ver aquilo.


Marcas, marcas fortes e fundas, de cortes, pelo seu pulso.


Suspirou, soltando o ar com força.


Que cena.


Sete homens, para um só homem.


A lua está tão bonita hoje, não é?


Ouça-me, doutor.


Ou você tem um coração, você sente, você chora, você ama,


ou você veste esse jaleco.



Notas Finais


💕


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