História Curse of Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Especial Demin, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Shortfic, Spring
Visualizações 1.720
Palavras 2.100
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fiz esse reggae pra você ~ 🎶
Pra nunca mais se esquecer ~
Que eu ainda tô aqui... ~ 🎶
-q

Nossa, eu bem nostálgica 2013 ouvindo Onze:20? É isso mesmo? Sim, senhor.

Depois de uma semana eu novamente voltei para perturbar vocês 💕
SAUDADES, NENÉNS <3

Leiam devagar, aproveitem a leitura. Nos vemos nas notas finais 😙

Capítulo 4 - 1306


Fanfic / Fanfiction Curse of Love - Capítulo 4 - 1306

Spring, ano de 1306, Império de Dream.

 

Jimin acordou feliz e eufórico, se encontrava tão bem humorado que realmente já estava achando que a qualquer momento algum pássaro iria entrar em seu quarto só para começar a cantar consigo.

 

Por que está tão feliz?

 

Kim Taehyung, seu amigo de infância, perguntou fazendo aquela expressão de preocupação seguida de um suave deboche.

 

— Você não parece muito bem — ele continuou.

 

— Eu estou ótimo — Jimin respondeu esbanjando felicidade enquanto seus dedos correram sobre a roupa que iria usar.

 

— Você está como aqueles guerreiros do Império Begin antes de morrerem na batalha porque achavam que estavam em alta vantagem.

 

Taehyung poderia ter uma das piores reações imagináveis e argumentos super criativos quando ele queria. Jimin lentamente estava concluindo isso.

 

— Não atrapalhe meus pensamentos, hoje é aniversário de Jungkook e eu preciso pensar no que fazer — disse tentando não responder a piadinha de mau gosto sobre o Império Begin.

 

— Quantos anos ele vai fazer? O que você poderia dar para um Príncipe que não parece ser um Príncipe?

 

Jimin realmente não queria pensar sobre aquilo. Depois de vários anos ao lado de Jungkook, ele concluiu que talvez o outro não fosse filho ilegítimo, não sabia o que Jungkook era para ficar trancado daquele jeito tão incomum, como se fosse uma fera selvagem ou algo do tipo, mas de certo modo ele não gostava de pensar sobre o assunto.

 

— Vai fazer dezesseis, na verdade, ele já tem dezesseis anos hoje — Jimin respondeu esbanjando serenidade ao falar sobre o outro — Talvez ele queira escolher o que posso dar.

 

— Como? — Taehyung questionou se sentindo meio confuso por não ter entendido o que o amigo quis dizer — Acho que não entendi.

 

— Tudo bem, você não precisa entender.

 

 

 

 

 

 

.

 

.

 

Esse foi o melhor linho que eu poderia encontrar.

 

O comerciante Kim Seokjin disse enquanto lhe entregava o material. Jimin gostava de como a cor vermelha era forte, ela o fazia lembrar-se de Jungkook, para dizer a verdade, em seus últimos pensamentos, tudo lhe lembrava a Jungkook.

 

— Tudo bem, o importante é que você a trouxe, muito obrigado — agradeceu ao jovem comerciante.

 

— Seu pai me contou que talvez você possa ter uma união matrimonial com uma das Princesas do novo Império Begin, isso é verdade? Esse linho é para ela?

 

Kim Seokjin poderia até ser comerciante e amigo exclusivo de seu pai, mas ele também era um grande conselheiro para Jimin. Todos sabiam sobre as especulações para um futuro casamento, mas Jimin tinha certeza de que não iria aceitar compromisso apenas para fortalecer laços, nem que o obrigassem.

 

— Não, isso é para Jungkook, hoje é seu décimo sexto aniversário ― respondeu com um grande sorriso, ignorando o questionamento sobre uma possível união.

 

— O filho da princesa Jihyun? — Jin questionou com seu sorriso simpático.

 

— Sim — concordou com um breve aceno de cabeça — Você o conhece?

 

— Sim, sim. Ele é um jovem incrível, não sabia que eram amigos.

 

Jimin não sabia por que seu estômago havia embrulhado fortemente ao ouvir o nobre comerciante elogiar Jungkook, ele só sabia que não havia gostado nada daquilo.

 

— Como se conheceram?

 

A pergunta saiu quase que involuntária de seus lábios, ele estava tão curioso que chegava a ser estranho. Por que se sentia tão curioso de repente?

 

— Uma de suas aves quebrou a asa e ele pediu para que eu o ajudasse.

 

O homem apenas lhe contou o ocorrido com um sorriso sincero e Jimin desejou mais do que tudo que tivesse acontecido consigo, que ele pudesse ter ajudado no lugar.

 

— Ah… Entendo — concordou com um aceno.

 

Jungkook era como um tipo de joia rara para si, então deveria ser normal ele sentir inveja de Seokjin por este ter ajudado Jeon, mas… Era realmente inveja o que estava sentindo?

 

 

 

 

 

 

 

.

 

.

 

{...}

 

Tudo bem que seu pai queria junta-los para fortalecerem laços futuramente, mas ele não se sentia nenhum pouco confortável com toda a situação proposta cheia de almoços e encontros a sós. Tudo bem que Seulgi, princesa de Begin, era bonita, ele não poderia negar, mas ela não o agradava de forma alguma.

 

— Quantos filhos pretende ter?

 

A pergunta o pegara de surpresa. Quantos filhos queria ter? Ele realmente não pensava sobre o assunto.

 

— Eu não sei… — respondeu com um sorriso sem jeito enquanto suas mãos se apertaram mais uma vez sobre a toalha de mesa — E você? Quer dizer… Quantos filhos pretende ter?

 

A garota sorriu passando uma mexa de seu cabelo para trás da orelha de uma forma suave. Parecia tímida.

 

— Eu acho que vai depender da resposta do meu marido.

 

Tudo bem. Ele definitivamente estava entendo e não estava disposto a ser o “marido” com a resposta.

 

— Você gosta de mim? — ele questionou reunindo toda a coragem que tinha.

 

Sentiu seu estômago borbulhar ao notar o leve rubor nas bochechas pálidas da garota.

 

— Se aprende a gostar com o tempo — ela sussurrou com um sorriso dócil.

 

Então era assim, ele estava certo. Nem um dos dois se gostava realmente, ele não sentia vontade de abraça-la como seu pai disse que sentiria caso estivesse apaixonado. Aquele era seu vigésimo terceiro encontro sozinho com a garota e nada partindo dela mexia consigo. Seu coração nem ao menos saltava um pouquinho como fazia toda às vezes que via Jungkook sorrir alegremente depois de dançar. Nem sequer se sentia nervoso, apenas um desconforto por não querer estar com ela. E em todas às vezes que tinham encontros a sós, seus pensamentos não conseguiam deixar Jungkook, ele sempre pensava no amigo. Se este já havia comido, se este estava se sentindo bem, se estava esperando por si, e por fim, pensando seriamente que Jeon Jungkook era muito mais bonito e encantador do que sua adorável pretendente.

 

— Isso é bom — sussurrou de volta — Acho que não terá oportunidade para começar… Sabe por que não sei quantos filhos quero ter? — ela apenas maneou a cabeça negativamente — Porque não penso em ter filhos. Você é muito bonita e nós dois somos muito jovens ainda — ele estendeu as mãos em cima da mesa para que ela as segurasse e assim eles pudessem ficar de mãos dadas — Minha mãe e meu pai se conheceram a beira de um lago, ela me contou que seu coração bateu mais rápido nos dias seguintes ao pensar nele. Acho que era paixão, não sei, mas eu gostaria de sentir… Não quero que sejamos forçados a ter laços, somos jovens, não quero que sejamos obrigados a casar futuramente. Eu não quero me casar… Não quero me casar com você.

 

Era a mais pura verdade, ele estava cansado demais para continuar brincando de casal feliz. Eles não eram bonecos, nada neles dois pareciam se completar. Se unir para fortalecer laços era a pior ideia que já tinha ouvido, ele iria se casar sim, mas iria casar-se com quem por quem estava realmente apaixonado.

 

— Sinto muito — ele sussurrou por fim.

 

—... Não, não… Eu é que sinto muito — e então ela o abraçou.

 

Tudo bem. Estava na hora de parar de brincar.

 

 

 

 

 

.

 

.

 

{...}

 

 

 

 

Depois de anos de amizade, Jungkook era mais do que especial para Jimin, há dois anos quando eles caíram no lago e se abraçaram, algo mudou no coração do Príncipe Park. Agora com seus quase dezesseis anos, ele tinha muito mais noção das coisas do que Jungkook, que não passava de um garoto inocente que só aprendia o que lhe era ensinado. Jungkook era maravilhoso, Jimin tinha certeza.

 

— Você me trouxe linho? — Jungkook questionou olhando para o amigo com um sorriso bobo no rosto.

 

Jimin sabia que Jungkook era bom com qualquer tipo de arte, mas sua preferida era as de tapeçarias. Ele bordava nos panos suas aventuras, como a vez em que Jimin o ajudou a fugir para que conhecesse o comércio da vila. Ele bordou a experiência nova usando os linhos que tinha, aquela foi à única peça que Jungkook não mostrou para a mãe. Mas o que Jimin não sabia é que secretamente Jungkook tinha uma coleção especial para seu rosto. Jeon adorava bordar os traços do amigo nos panos, porque com isso ele não se sentia tão sozinho quando precisava ficar se escondendo no quarto.

 

— Esse é meu presente? — Jungkook perguntou curioso.

 

— Não, eu ainda vou te dar seu presente — Jimin sorriu envergonhado — Mas antes, você tem que dançar comigo — disse erguendo sua palma esquerda.

 

E então com um sorriso no rosto, Jungkook se pôs a dançar. Ele adorava como o rosto do outro tinha um tom vermelho natural, sempre que dançavam ele se sentia mais leve e mais próximo de Jimin, como se aquilo fosse uma coisa especial somente entre os dois. Então quando os dois corpos pararam um em frente ao outro depois da dança, Jungkook abraçou o amigo fortemente. Jimin adorava todos os tipos de abraços que Jeon estava disposto a lhe oferecer, ele não entendia muito bem o porquê, mas adorava. E então como sempre, ele passou a beijar todo o rosto de Jungkook delicadamente, beijando cada canto macio, Jungkook por sua vez já estava se sentindo suave e tão leve quanto uma pluma, não sabia explicar o que acontecia com seu corpo quando Jimin o beijava no rosto daquele jeito, depois daquele dia no lago há dois anos, eles passaram a se abraçar constantemente e isso se tornou cada vez mais profundo quando decidiram que abraçar de vez em quando já não era mais o suficiente, eles decidiram que beijar o rosto um do outro poderia fazer parte desses toques também. Os dois não entendiam o que acontecia, para eles aquilo era uma coisa natural entre amigos.

 

— Feliz aniversário.

 

Jimin disse apertando a cintura do outro ao mesmo tempo em que lhe beijava todo o maxilar. Jungkook por sua vez não conseguia pensar em nada, não conseguia ouvir nada, seus olhos estavam apertados demais para encarar Jimin ou talvez compreender o som que saia dentre seus lábios, ele não entendia o que estava acontecendo. De repente ele quem começara a beijar todo o rosto de Jimin, apertando as costas do amigo. Eles se sentiam tão bem com aquilo, como se fosse a coisa certa a se fazer, era único e especial. E então quando pararam e encostaram seus narizes um ao outro, ouvindo suas respirações ofegantes, Jimin percebeu... Eles estavam cada vez mais perto de darem um beijo nos lábios. E foi aí que um choque de realidade o atingiu. Seus pais se beijavam nos lábios, casais se beijavam nos lábios, amantes se beijavam nos lábios, pessoas apaixonadas se beijavam nos lábios. Os dois eram apenas amigos. Eles poderiam se abraçar assim? Poderiam beijar no rosto um do outro assim?

 

Ele poderia sentir vontade de beijar o amigo nos lábios? Haveria problema se o fizesse? Jungkook o acharia estranho?

 

— Então?... Qual é o meu presente? — Jungkook perguntou abrindo os olhos com seu sorriso dócil.

 

— Ahh… Err, seu presente? — Jimin questionou meio atordoado — Você pode pedir o que quiser de mim, eu faço qualquer coisa que pedir.

 

E era verdade, ele faria qualquer coisa por Jungkook, mesmo que fosse a mais ridícula ou a mais difícil. Ele era um bobo por Jungkook e sentia isso mais do que nunca.

 

— Sério? — Jungkook questionou animado enquanto o amigo apenas lhe confirmou com um aceno de cabeça.

 

E então ele pensou, refletiu seriamente sobre o que poderia pedir. Durante todos os anos que se passaram, Jungkook aprendeu a observar sua mãe e todos os outros que pareciam conspirar para que ele vivesse escondido, em certo tempo ele até mesmo desconfiou de que fosse filho ilegítimo, mas seus pais o amavam e já haviam confirmado que ele era um príncipe de verdade, então... Por que ele não podia sair ou conversar com os outros como sua irmã mais nova fazia? Por que sua mãe não o respondia quando perguntava o que esta sentira para ter se casado com seu pai? Por que ninguém poderia classificar sentimentos para ele? Por que todos lhe escondiam algo? Toda vez que fazia perguntas para Haeun Ji, esta ficava desconfortável e logo mudava de assunto. Todos pareciam suspeitos demais e ele queria as respostas.

 

O meu pedido é que você descubra todas as respostas para mim… Quero que descubra a verdade sobre minha vida.



Notas Finais


SE EU TÔ VIVA É PRA FAZER JIKOOK AMIGOS SE DESCOBRIR NAMORADINHOS -q


NÃO, KOOK, PRA QUÊ CÊ QUER SABER, MEU FILHO???!!! TÁ BOM ASSIM COMO TÁ...

Antes de vocês se encantarem demais pelo Jikook fofo da fanfic, eu preciso relembrar que o Jk ainda está com uma maldição e... Pois é :| era só isso mesmo que eu precisava relembrar osksksk. É aquele ditado "Quando a esmola é demais, o santo desconfia" -q (Ditei errado? Provavelmente, mas quem se importa, né nom?)

Saudades ❤ adorei saber que estão se alimentando direito e cuidando da saúde 😙.
Antes de eu ir embora, queria perguntar se alguém aqui assiste dorama, ou anime. Vocês teriam algum legal para me recomendar?? Ficarei muito grata 😚.
Então por hoje é isso, tenham uma ótima semana <3 nos vemos em sete dias.

Adiós (づ ̄ ³ ̄)づ


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