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História Curse Of The Forest - Swanqueen - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, terráqueos! Volto aqui com uma fanfic Swanqueen mais diferente, sem tanto romance… ou talvez realmente nada. Peço que leia os avisos abaixo, é importante para que saibam o que estão o lendo:

Assassinado, tortura (psicológica), magia, feitiçaria, espíritos e sequestro é uns dos principais temas desta história. É totalmente +18, caso não tenha essa idade e insista em ler algo pesado como esses temas, já não é minha responsabilidade, certo? Estejam avisados. Todos os personagens quando a história se passa são de maioridade, responsáveis por seus atos. Todos os devidos receberam seus castigos.

DE UMA MANEIRA NENHUMA QUERO INSPIRAR/ENCORAJAR ESTES ATOS! ABOMINO CADA UM DELES, ISTO É APENAS UMA MERA OBRA DE >>>TOTAL<<< FICÇÃO!!!

[Aviso Legal]

Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original, muito menos denegrir a imagem dos respectivos artistas que interpretam cada personagem.

Meus sinceros agradecimentos a @hygeia por ter feito uma capa/banner tão maravilhosamente linda. Junto a @pjmadorable fizeram uma colaboração, chamada The Lion Design! Apreciem e sigam o trabalho de cada uma dessas pessoas incríveis.

Capítulo 1 - Help Her!


Fanfic / Fanfiction Curse Of The Forest - Swanqueen - Capítulo 1 - Help Her!

Em 1979 nascia a pequena e típica garota da classe média. Emma Swan desde que se entende, lembra de avistar espíritos amigáveis, mas as coisas começaram a ficar mais fortes em 1990, com apenas onze anos, seu pai estava estressado com toda aquela “besteira” de espíritos, cansado de ouvir sua mulher falar as escondidas que apoiava a filha que o mesmo intitulava como doente, mas Mary Margareth, mãe da jovem Swan acreditava no dom especial da filha e sempre dizia: “Nunca despreze seu dom, sempre ajude as pessoas. Às vezes elas podem ter medo, assim como seu pai, mas você continua sendo especial”. Em um dia terrível de outubro de 1990, Emma foi colocada por seu pai, David, no porão de castigo por não ter arrumado a casa como mandado. Passando quase dois dias sem comida ou água, Mary Margareth chorava pedindo para o marido deixá-la no lugar, mas nada o fazia mudar de ideia.

— “Irei ir à cidade, em trinta minutos estarei de volta, caso ela não esteja no lugar, eu amo vocês duas!” — Disse ele com aquele olhar quase diabólico, pensou a mulher. A mesma apenas acenou positivamente e fez tudo para agrada-lo (para que assim não houvesse desconfianças do seu plano).

Ele saiu em sua camionete sem olhar para trás, a mulher pediu silêncio ao seu filho mais novo, o garoto prontamente aceitou, pois, queria que sua amada irmã saísse do ‘porão do medo’ como mesmo destinou o nome. Após, ela foi a cozinha e montou dois grandes lanches, água e um suco. Procurou as chaves e as achou no bolso do sobretudo do marido. Logo abriu a porta que dava acesso ao porão e desceu as escadas com cautela, ligando a luz mais próxima.

— “Emma? Filha, venha aqui, é a mamãe. Ele já saiu, não tenha medo.” — Disse Mary convincente, mas semi-cerro os outros ao ouvi-la conversar com alguém… só poderia ser uma coisa. — “Emma, com quem você está falando?”

O medo de perguntar era real. Nunca sabia o que estava por vir, poderia ser um terrível ser maligno, ou um espírito amigo, nunca se sabia. Mas quando sua resposta veio, o Mary sentiu seu coração parar por alguns milésimos.

— “A moça que o papai trouxe para cá, mãe.” — Emma andou até sua mãe, com as roupas sujas, com certeza por estar dormindo naquele chão terrível. Mas a garotinha estava sorridente, parecia contente.

— “Meu amor, não há ninguém de carne e osso além de nós. Seu pai não trouxe ninguém.” — e então entrou a bandeja nas mãos da filha. — “Coma, meu bem, antes que ele chegue da cidade”. — Disse fazendo um carinho no cabelo da filha, dando um beijo em sua testa com carinho. A menina não deixou de sorrir por ver a mãe.

Margareth então acendeu a luz principal do porão, podendo enxergar qualquer coisa que poderia vir a ter. E mais uma vez nada, nada além de velhas tralhas da casa. Emma se sentou e comeu um dos lanches, o outro ela levantou e pós próximo da porta que ninguém — além de David — jamais entrou. O mais assustador foi escutar a porta sendo aberta, o prato arrastado e novamente sendo fechada. A Swan mais velha se segurou no corrimão e engoliu em seco, nunca sentiu medo de certos espíritos, mas aquele tinha uma energia tão terrível que a repelia do lugar.

— “Não é a Anna.” — Disse Emma, tão assustada quanto a mãe. Então correu até as escadas, puxando sua mãe, mas foram impossibilitadas de sair. Algo a fechou, junto às luzes que se apagaram. No último frame de luz, a jovem viu uma grande mão, com unhas enormes que mais pareciam formatos de chaves diferentes.

Seu pescoço, junto ao da mãe foram seguradas com tanta força que a respiração faltou no mesmo segundo. A consciência foi perdida. Cerca de 40 minutos depois David chegou em casa e encontrou seu filho gritando desesperadamente, enquanto falava com a irmã, que tinha recuperado a consciência, pelo outro lado da porta. O homem se aproximou com mais estresse do que antes e com o peso e força do seu corpo, derrubou à porta, quase derrubando Emma que por aviso do irmão, se afastou.

Assim que o homem entrou, as luzes voltaram ao normal e entrou ele viu o corpo da mulher. Olhou Emma com um olhar tremendamente furioso. Naquele minuto em que David foi até Mary, as crianças souberam do óbito da mãe. Depois daquele dia as coisas ficaram ainda piores, Emma nunca mais falou de suas visões para não estressar seu pai, para que assim não fosse mandada para o pior lugar do mundo em sua concepção, o porão. 

Aos 16 anos, cinco anos depois do trágico acidente fantasmagórico, Emma fugiu para nunca mais voltar. Levando consigo apenas as roupas que vestia e seu irmão três anos mais novo. Tiveram que crescer mais rápido que quaisquer adolescentes, tendo que cuidar e trabalhar para manter-se. A garota deixou seus dons espirituais, não queria ouvir falar de nada sobre feitiçaria, ou espíritos. Mesmo em meio às extremas dificuldades, ambos fizeram faculdade depois de terminar a escola um tanto atrasados. Ela dedicou-se a ser uma pesquisadora nata, ele deixou seu caminho fluir pela medicina. Já formados, se separaram. Aos 36 anos, no ano de 2015, Emma estava em sua casa revirando alguns papéis do trabalho, buscando uma história para o recém-artefato encontrado, quando tomou um breve susto com o telefone residencial, ao qual havia até esquecido que existia, pela falta de uso.

Se recompôs e levantou, deixando tudo do trabalho para trás. Foi até a sala com os pés descalços na Madeira fria da casa, quando pegou o telefone e o atendeu, depois de olhar um número desconhecido à tela.

— Emma Swan. Em que posso ajudar? — A respiração ofegante foi ouvida pela loira. Tão ofegante, cansada, desesperada que lhe assustou nos segundos seguintes. — Me diga quem é, ou irei desligar!

— Ajude-a! New Bellon, perto de New Salem. Não demora, não demore! NÃO DEMORE! — E neste instante Emma teve que rapidamente desligar pela dor que o grito estridente da pessoa trouxe ao seu ouvido.

— Essas pessoas pensam que drogas de piadinhas são engraçadas, idiotas! — Diz a si mesma e voltou a sua mesa de trabalha, mas logo o telefone tocou mais uma vez. Os dias se passaram, as ligações não pararam, a mulher desligou o telefone, as ligações passaram para seu celular, cartas, e-mails.

O limite havia chegado. Procurou por aquela cidade na internet e demorou uns minutos até encontrar algo relevante.

— “New Bellon é uma cidade extensa, sua maioria por floresta e Campos não habitados, conhecida por suas histórias de fantasmas e pela saída de centenas de moradores em 1978, devido a uma suposta maldição. Hoje em dia (2013), os habitantes não passam de 1000.” — Emma leu a postagem de 2013, mas mesmo assim negou com a cabeça dando uma leve risada.

— Vocês não me assustam, idiotas. — Pegou seu celular e tirou o chip, o quebrando e jogando na lixeira. Também desativou sua caixa de correspondência. Depois de beber o restante do vinho de sua taça, sumiu, tomou um banho longo, vestiu uma roupa confortável logo após enxugar seu corpo e de deixou confortavelmente. Não estava com tanto sono, mesmo assim seus olhos foram se fechando quase forçadamente.

A presença de alguém… ou algo foi sentida, mas Emma não conseguia se mover para impedir algo.

— Ajude-a! AJUDE-A! — O mesmo gritou estridente foi ouvido, neste instante ela pulou na cama e olhou a janela. Tomou um susto maior ainda.

— Já é de manhã?! — Olhou o despertador que não tocou, mas já marcava 09:38. 

Levantou rapidamente e começou a arrumar suas malas. Se arrumou com qualquer roupa que tivesse naquele momento no guarda-roupa, pegou o dinheiro que lhe restava e correu para seu carro. Deixou tudo trancado obviamente. Dirigiu para o aeroporto.

Fim da I parte.


Notas Finais


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