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História Curtinhas SalxLarry - Sally Face - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


seu desejo é uma ordem! aqui está a parte dois mais requisitada ;) e desculpa pela demora, ando meio ocupada.
AVISO: NSFW, PESADO
foi mal, eu me empolguei.
espero que goste

Capítulo 6 - Late night heavy metal - parte 2


Fanfic / Fanfiction Curtinhas SalxLarry - Sally Face - Capítulo 6 - Late night heavy metal - parte 2

Larry viu a enferrujada porta dos fundos do pub, coberta de pôsteres e adesivos, fechar-se devagar atrás da sombra de Sal. Ele esperou mais alguns segundos, olhando ao redor para ter certeza de que ninguém estivesse olhando em sua direção, antes de segui-lo. 

Larry fechou a porta atrás de si, forçando o mecanismo que não a deixava bater, e encontrou-se em uma escada mal iluminada. Subiu. Ela dava para um beco estreito, um vão entre dois blocos de prédios, sendo um deles em cima do bar subterrâneo. No momento, iluminado apenas pela luz fraca de uma lâmpada acima da porta de onde tinha saído. Larry virou-se para a esquerda, onde podia ver um pedaço da rua entre os prédios, e depois para a direita. 

Lá estava Sal Fisher, o incrível novo guitarrista dos Holy Sinners, agora com a máscara cobrindo seu rosto e ambas as mãos no bolso. Ele se aproximou, mantendo contato visual com o outro rapaz.

“Gostou do show?” Sal perguntou, em um tom provocador e ambíguo. Larry sabia muito bem ao que ele estava se referindo. Ele pensou que, no canto onde estava, não seria notado pelo guitarrista - mas estava enganado, aparentemente.

“E como” respondeu ele, no mesmo tom, olhando em seus olhos azuis. “Caramba, você toca muito. E sua voz é incrível” 

“Já me disseram isso algumas vezes” responde ele, se aproximando. A diferença de altura entre os dois era bem óbvia, apesar das plataformas do mais baixo, que mesmo assim se portava com confiança. 

“Hm... quantos anos você tem?” Larry aproveitou para tirar sua dúvida. 

“Dezenove” 

O guitarrista o havia visto, pela primeira vez, lá pela terceira música que apresentaram. O holofote ofuscava sua visão, mas ele podia ver sua silhueta em um canto da plateia, próximo ao palco. Quando ele começou a cantar, Larry aproximou-se mais ainda, revelando os traços fortes de seu rosto moreno, corpo forte e longos cabelos castanhos. No meio da música, pelo canto dos olhos, Sal podia ver a expressão em seu rosto, lábios levemente abertos. Caramba.

Sal levantou sua máscara, deixando-a presa sobre a cabeça, e voltando o olhar mais uma vez para o rapaz mais alto bem à sua frente. Caramba, como ele era bonito, agora que ele podia vê-lo de perto. 

O olhar em seu rosto era consentimento o suficiente. 

Em um movimento rápido, suas mãos pararam na cintura do outro, que se curvou pra frente, e então sentiu seu corpo magro sendo envolvido por braços fortes. 

E suas bocas se encontraram. 

Sal enfiou uma mão nos cabelos de Larry para intensificar o beijo, enquanto Larry o puxava mais para si. Ele não se importava nem um pouco com seu rosto mutilado, porra, como ele era sexy. Na verdade, beija-lo não era diferente, apesar dos cortes em seus lábios e do rasgo, que atrapalhavam um pouco. Suas línguas se encontraram, até que ambos perderam o fôlego e buscaram por ar. Larry guiou o rapaz até a parede, pressionando seu corpo contra os tijolos enquanto ele o beijava novamente. Sal subiu suas mãos pelas costas de Larry, mas ele pegou seus braços e os prendeu na parede, mantendo-o no lugar pelos pulsos. Sal riu um pouco quando eles se separaram, o canto esquerdo da boca mais levantado, lançando-lhe um olhar sedutor e desafiador. Larry fez o mesmo, abaixou a cabeça, e beijou-lhe mais uma vez.

Parou por alguns segundos, seus lábios apenas encostando suavemente nos dele, suas respirações ofegantes. Podia sentir no ar a angústia da espera pelo próximo beijo.

Larry lhe deu um selinho, e mais um no canto esquerdo de sua boca; então beijou sua bochecha, depois sua mandíbula, descendo para o pescoço - e deixando ali também alguns chupões, o que fez Sal emitir alguns sons de prazer e sentir arrepios por todo o corpo.

“... a van tá logo ali” disse ele, com um gesto de cabeça.

Larry soltou seus pulsos. Deixou ser guiado pela mão de Sal até onde o beco encontrava a rua, e lá estava estacionada a van de sua banda. 

Abriram as pesadas portas de trás e entraram. Era onde os Holy Sinners traziam os instrumentos, que agora se encontravam no palco do pub, e dormiam quando necessário. Uma luz fraca dos postes de rua iluminava o compartimento, que tinha dois compridos bancos nas laterais, por pequenas janelas. Fecharam as portas novamente. 

Larry, sentado em um dos bancos acolchoados - era muito alto para ficar de pé - foi empurrado para trás por Sal, com as mãos em seu peito, que logo subiu em seu colo. Uma perna de cada lado de seu corpo, ele retirou seu top em um movimento rápido, jogando-o para o lado junto com os braceletes e a máscara. Abriu a fivela das botas, que caíram no chão com um baque surdo. Então, levantando os quadris, desabotoou e se livrou de suas calças rasgadas desajeitadamente, sentando agora apenas de cueca sobre os quadris de Larry, seus cabelos azuis bagunçados levemente iluminados pela luz dos postes.

Caralho, outra visão extremamente sexy. 

Larry fez o mesmo com a camiseta e os braceletes e começou a retirar o cinto. Então Sal agilmente desabotoou suas jeans, engatinhando para baixo enquanto as retirava; seus sapatos caíram no chão. Ele então deita sobre o corpo estirado do outro, suas bocas se encontrando mais uma vez, um beijo ardente, ansioso, desesperado. 

Ambos estão duros, podem sentir-se um ao outro pelo contato.

Sal engatinha para baixo mais uma vez, abaixando a cueca de Larry sem cerimônia. Ele toma gentilmente o membro do rapaz em sua mão, colocando-o em sua boca. Começa a subir e descer a cabeça lentamente, tomando-o inteiro em sua boca sem engasgar, chupando-o maravilhosamente bem, e depois acelera o ritmo. Larry geme e grunhe entre sua respiração ofegante. Leva uma mão para os longos cabelos azuis de Sal, para agarra-los e intensificar seus movimentos. Quando ele está prestes a atingir o orgasmo, o outro diminui o ritmo, provocando-o com a língua na ponta de seu membro, antes de se afastar com um sorriso provocador. 

“Ah, vai ser assim?” pergunta Larry embaixo dele. 

“O que você vai fazer, então?” Sal retruca irônico e desafiador, rosto agora a poucos centímetros do dele.

A resposta vem imediatamente. Larry abaixa as cuecas do mais novo com uma mão, enquanto põe dois dedos em sua boca, molhando-os com saliva. Faz tudo isso enquanto mantém contato visual com o rapaz, que consente com a cabeça.

Ele começa inserindo apenas um dedo, fazendo com que Sal abafasse um gemido. Logo, ele estava pronto para um segundo dedo. Já estava acostumado com a dor - afinal, com certeza não era sua primeira vez - que era gradualmente substituída pela incrível sensação do prazer. Soltando gemidos mais altos a cada movimento, ele estava cada vez mais próximo de um orgasmo, seu corpo praticamente preparado a esse ponto. Larry, então, retirou os dedos, deixando o rapaz ansioso e ofegante. 

Sal levanta os quadris e ajeita-se sobre os de Larry. Toma seu membro mais uma vez em uma mão, alinhando-o com sua entrada, e em seguida desce seu corpo devagar, deixando escapar de seus lábios um gemido alto - Larry solta um grunhido - até que ele esteja inteiro dentro dele. Mãos posicionadas dos dois lados do tronco do mais velho, ele começa a movimentar seu corpo para cima e para baixo, soltando gemidos e sons que se intensificam a cada movimento - assim como o outro, que joga a cabeça para trás e leva os quadris de encontro à sua bunda. Aceleram; isso faz com que o menor seja jogado um pouco para cima a cada estocada, olhos revirando nas órbitas, gemidos sincronizados. Ambos ofegam. Sal se inclina mais para a frente, abaixando a cabeça para que suas bocas também possam se encontrar, e naquele momento seus corpos são um só. 

Até que Larry diminui o ritmo. O mais novo o encara com uma expressão de dúvida.

“Algum problema?” ele pergunta, ofegante.

“Nenhum, eu só queria te ver em outra posição”

O mais novo assente, sorrindo, fazendo com que o outro o vire imediatamente, ainda fundo dentro dele. Sal agora está de costas no banco, seus cabelos rebeldes espalhados ao redor de sua cabeça, Larry por cima dele.

Então ele continua - no mesmo ritmo em que estavam antes, pegando Sal de surpresa. Ele arregala os olhos. As estocadas profundas fazem o rapaz agarrar a beirada do banco atrás de sua cabeça enquanto ele se aproxima cada vez mais do orgasmo. Larry também geme mais e mais alto, agarrando a fina cintura do rapaz abaixo; então ele se curva sobre seu rosto mutilado, beijando-o uma última vez, um beijo ardente e bagunçado. Em seguida, deixa em seu pescoço mais beijos e chupões, fazendo-o se arrepiar por inteiro.

Ambos atingem seu ápice; Sal primeiro, pernas tremendo, tronco arqueado, soltando um último gemido alto, que atravessa as paredes da van; Larry logo em seguida, gozando fundo dentro de Sal, fazendo um último movimento antes de colapsar sobre o corpo do menor, ofegante.

Ali permaneceram por alguns minutos, abraçados, observando como a fraca luz dos postes iluminava o interior da van. Sal brincava com os longos cabelos castanhos de Larry caídos sobre seu peito. Larry sentia o pequeno corpo do rapaz entre seus braços, quase frágil, e olhava de perto as cicatrizes que cobriam seu rosto, emoldurado por seu belo cabelo azul.

O guitarrista, lembrando-se de algo, pegou seu relógio no chão, caído junto aos braceletes. Tinham se passado uns quarenta minutos.

Pera aí... quarenta minutos? O intervalo era de trinta!

Ele bate a mão na testa e se levanta rapidamente, recolhendo suas roupas.

“Merda, merda, merda!”

“Ei, ei, o que foi?”

“Tenho que voltar pra lá, o show não acabou” respondeu, enfiando suas calças o mais rápido possível. 

“Se ainda quiser me ver tocar...”


Notas Finais


eu avisei.
comentários são muito apreciados -_-


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