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História Cyber-Love - Mclennon - Capítulo 3


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Notas do Autor


falk???????? capítulo novo essa hora??????? sim amgs, exatos 00:25 e eu to aqui tirando a teia da minha fic. Demorei pra postar porque além do fato de eu estar tendo bloqueio criativo tanto nessa quanto em Jealous guy (LEIA JEALOUS GUY UWU), eu tenho estado muito esgotada por causa da escola e isso tudo e mais algumas coisa ta me deixando maluca, mas fiquem de boa que eu não vou abandonar a fic (acho dhsnhs)

Capítulo 3 - Love me Tender


  Era manhã e Paul já estava se preparando para ir ao laboratório e continuar sua pesquisa. Odiava ter que acordar cedo mesmo amando o que fazia, era desgastante ter que olhar para a cara de algumas pessoas todo dia de manhã, dentre elas, Stuart Sutcliffe. Ah, como Paul odiava aquele cara, um típico egocêntrico por ser altamente inteligente, sempre foi muito mimado pelos pais e teve uma vida um tanto quanto fácil, resultado da condição financeira dos pais estudou nos melhores colégios e tivera tudo o que desejava, aquele cara era um pé no saco. Sempre jogando piadas repletas de acidez ao moreno com o intuito de apenas irrita- lo, Paul normalmente não dava bola mas a cada dia ele se irritava mais com o egocentrismo e sarcasmo de Stuart; Isso piorou ainda mais quando Paul foi promovido como chefe do departamento e Stuart como uma criança mimada, surtou por não ter sido ele prestigiado pela promoção.

  Chegando ao seu laboratório, o moreno já ligava os equipamentos necessários e atualizava o sistema.

  Aguardando comando de inicialização

- Inicialização permitida.

Inicializando sistema

  E assim já era possível ver o holograma se formando novamente, o único problema é que o mesmo estava diferente, estava sentando com seus joelhos juntos ao seu peito e com o rosto enterrado entre eles, se movimentava para frente e para trás cantando uma música tão baixo que era quase inaudível

      _Love me tender,_

      Love me sweet,
                Never let me go.
                You have made my life complete,
                And I love you so.

     Love me tender,
               Love me true,
               All my dreams fulfilled.
               For my darlin I love you,
               And I always will.

- John? John Lennon? – O moreno disse tornando-se preocupado.

Quando John levantou seu rosto, o mais novo pôde enxergar sua feição desesperada, seus olhos inchados provavelmente resultado de seu  pranto incessante.

- John, o que aconteceu?

- Ela me deixou, eu perdi ela pra sempre e agora eu não sei o que fazer. Eu estou perdido! – A voz embargada e o olhar assustado do mais velho preocupava Paul que tentava se aproximar devagar.

- Quem te deixou? Por que você está perdido? – A cada palavra Paul dava um pequeno passo.

- Ela se foi e eu nem conhecia ela, eu a perdi sem nem ao menos possuí- la. O que eu fiz de errado? Por que ela não me quis? POR QUE?! – O acobreado aumentava seu tom de voz, era uma mistura de raiva e medo. Paul teria ficado assustado se não tivesse percebido o que era aquilo, apenas um efeito colateral.

- Você não fez nada de errado, não foi culpa sua. – Tentava falar palavras reconfortantes e a essa altura já estava bem perto do ser que se encontrava tão sensível. – Ela te amava, eu sei que te amava.

- Eu sinto tanta falta dela. – o moreno foi pego de surpresa por um abraço do outro que chorava em seu ombro, mesmo aquilo sendo tão repentino o mais novo não sei incomodou nem um pouco, estava tão confortável alí, sentia-se estranho mas ainda sim não largou o acobreado até que o mesmo sentisse que já estava melhor e se recompor, felizmente não demorou muito tempo pra que isso acontecesse, logo John já estava normal novamente com o seu sarcasmo amigável de volta qual também irritava Mccartney. Foi repentina a forma com que ele mudou de expressão e logo havia esquecido porquê estava chorando tanto ou porquê estava alí abraçado com aquele garoto.

- O que aconteceu aqui? – O mais velho estava com uma expressão confusa, espremeu seus olhos para penetrar os de Paul. – Eu estava chorando? P- Por que eu estava abraçado com você?.

- Acalme-se, isso é um mero efeito colateral. – Paul levantou num pulo e andou até o outro lado da sala para pegar sua ficha de anotações, no pequeno trajeto, John ousou olhar a bunda de Mccartney por um instante e aquilo foi o suficiente para lhe fazer rir pelo nariz, uma risada um tanto pervertida; Não podia negar que aquele cara estava mexendo com ele. – Eu já suspeitava que isso poderia acontecer em algum momento, suas memórias e sentimentos estão incontroláveis e pode ser que isso aconteça o tempo todo até eu descobrir um jeito de ajeitar isso.

- Ok, tudo bem. – O acobreado fitou o chão por um instante. – Mas Paul... O que me fez chorar?

- E- eu não sei, você estava falando sobre alguma mulher. Falou algo sobre ela ter te deixado. – E neste momento o mais velho entendeu exatamente do que se tratava.
 
  Paul não deixou de perceber que aquele assunto mexia com o acobreado, era possível tirar o sorriso sarcástico dele do rosto apenas tocando no assunto. Sentiu-se preocupado com o mesmo, não sabia porquê ele o preocupava tanto contando pelo fato de que nem ao menos conhecia ele; De qualquer forma isso poderia mudar se ele se aproximasse e era o que Mccartney mais queria, saber mais sobre aquele dos olhos castanhos qual refletia tanta confiança mas tanta insegurança.

- Não deve gostar de tocar nesse assunto mas eu não pude deixar de notar que você sempre muda de expressão quando esse acontecimento é mencionado. – Paul tentava ser o mais delicado possível com suas palavras, tanto para que não despertasse algum sentimento de John e deixá-lo enfurecido quanto ao fato de que parecia ser algo muito marcante e doloroso na vida dele. – Alguma namorada lhe fez sofrer desta forma?

  O acobreado riu pelo nariz e fitou o chão mais uma vez antes de erguer-se e olhar nos olhos de Paul.

- Quem dera fosse uma mulher qualquer, infelizmente esta era minha mãe. – Tal afirmação surpreendeu o moreno, quem tentou não deixar transparecer. – Ela me deixou aos cinco anos de idade para morar com a minha tia e só voltei a vê-la e a conhecê-la de verdade aos 17 anos, tudo estava indo bem até que alguns meses depois ela sofreu um acidente e faleceu. Me fez pensar que acabei perdendo todo o pouco que construí e o mínimo de afeto que eu tinha, nunca superei o trauma desde então, mas nunca deixei transparecer desta forma e até acho que me aliviei depois de anos, eu não me permiti chorar. – John sentou-se colocando as mãos em seu rosto e Paul sentou logo depois, sentiu pena, não sabia que um cara como ele pudesse guardar tanta coisa dessa forma.

- Você não a perdeu, ela ainda está com você de qualquer forma. Você ainda pode dar uma segunda chance a sua vida, eu lhe garanto que farei de tudo ao meu alcance para garantir sucesso neste protótipo, logo vai poder estar com a sua namorada novamente. Deve sentir falta dela, não?

  O mais velho riu sarcástico antes de respondê-lo.

- Ah claro, a Yoko. – O moreno o encarou confuso. – Me sinto mais livre aqui do que ao lado dela!

  Paul ainda em confusão permitiu se perguntar em tom curioso.

- Como assim?

- Oh senhor Mccartney está curioso sobre o meu relacionamento? – O acobreado riu sarcástico. – Digo que não me sinto livre ao lado dela por não ter liberdade dentro do meu próprio relacionamento, deve estar se perguntando o porquê de eu não terminar com ela, a simples resposta é que eu não tenho mais ninguém e ela é a única que realmente se importa com qualquer coisa que aconteça comigo. – John ergueu seu rosto para fitar o de Mccartney e percebeu o quanto o moreno estava hipnotizado. – Pelo menos disfarça que você está encarando a minha boca, percebi faz um 10 minutos.

  O mais novo o encarou avermelhado e sentia suas bochechas queimarem cada vez mais.

- O- O que? Eu não estou olhando pra sua boca! – Sentia que quanto mais falava, mais suas bochechas queimavam. Paul realmente estava a um tempo encarando aqueles lábios finos e se repreendendo a cada vez que tinha algum pensamento sobre tal, odiava perceber que não estava sendo profissional o suficiente mas de qualquer forma não poderia imaginar que seu protótipo seria tão atraente daquela forma.

  John riu da reação do mais novo que entregava a verdade apenas pelas suas bochechas coradas e sua expressão surpresa. Se aproximou do moreno calmamente fitando-lhe os olhos.

- Eu não devia fazer isso mas eu não tô nem aí. – John juntou seus lábios aos de Mccartney, qual ficou assustado mas não o suficiente para quebrar o beijo, queria aquilo tanto quanto ele. Era um beijo calmo, ora John aproveitava para abusar da área do pescoço de Paul, ato esse o que o deixou fora de si num estado total de
súplica. Voltou a beijar o mais novo e agora a língua do moreno pedia passagem, onde foi concedida e assim tornaram aquele beijo um tanto quanto mais quente.

  Em um susto ouviram algumas batidas na porta da sala de laboratório e cada um foi para um canto, estavam um pouco desacreditados do que acabara de acontecer.

???: Hey Paul, abre essa porra! Preciso falar com você, tô surtando!


Notas Finais


oLHA O PRIMEIRO BEIJO AÍ OH

gostaram? dêem a opinião de vocês sobre amgs

bjjjjj


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