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História Cybersex - Capítulo 2


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Notas do Autor


quem é vivo sempre aparece né
espero que o bônus tenha ficado a altura do capítulo único, ultimamente um bloqueio criativo está me mATANDO
tenham uma boa leitura e desculpem qualquer erro!

Capítulo 2 - Bônus


BÔNUS

"Você gosta disso?"

Changbin precisou reunir uma força quase anormal para não avançar no corpinho molenga do ômega assim que este abriu a porta do apartamento que moravam só com a camisa comprida do Seo cobrindo o tronco imaculado e as coxas grossinhas. Força esta que se dissipou no segundo que o ômega, abraçando-o pelo pescoço e enroscando-se no corpo musculoso do alfa, choramingou com dengo e esfregou a recente ereção contra o Seo.

Com esse pequeno movimento o alfa alcançou o pescoço do omega, trilhando um caminho de pequenas mordidas até alcançar a marca aparente no meio do ombro. Contornou o desenho já cicatrizado com uma suavidade que provocou um espasmo agressivo no baixo ventre sensível do ômega enquanto lutava para manter o equilíbrio ao andar pelo corredor e alcançar o assento macio do sofá, deixando o ômega deitado de pernas abertas para recebe-lo.

As pernas longas abraçaram a cintura do Seo que retirou a camisa social branca antes de quase cair em cima do ômega, usando os cotovelos como apoio para equilibrar seu peso.

— Porra, eu senti tanto sua falta... — Sussurrou rouco com os lábios colados na orelha do alfa, fazendo-o sorrir.

— Eu sei, meu amor, eu sei. — Lambeu atrás da orelha do australiano de cima a baixo, mordendo com força o lóbulo entre os dentes em seguida. — Eu também senti, não tava' mais aguentando bater uma pensando em você... No seu cheiro... Na sua voz.

Enquanto falava, seus dedos espremeram as curvas bem definidas, sentindo a pele macia queimar e se arrepiar com o toque que arrancou um gemido sofrido do omega agarrado em seu pescoço, com o caralho grosso latejava bem no meio das pernas do Lee que se mexia, tentando ter mais contato.

O desespero dele em tocar seu pau fez o Alfa sorrir extremamente satisfeito.

— Eu deveria ter voltado antes ou mesmo nunca ter viajado. — Rosnou agressivo, apertando possessivo a cintura esquia. — Eu não consigo ficar longe de você.

— Então não fique... — A voz rouca continha uma manha tão adoravel que o Seo não se conteu em morder as bochechas gordinhas recebendo em troca um tapa no ombro. — Porra! Doeu, Bin!

O Alfa riu divertido e, assim que se afastou do corpo do mais novo, desabotoou os botões da calça, descendo o tecido até os joelhos. Para a completa satisfação do Lee, o Seo costumava não usar peças íntimas e ver o comprimento grosso e roxeado pingar pre-gozo quando o Seo agarrou-o pela base. Encararam-se por um tempinho, as íris em um tom vibrante que exalava carinho e uma luxúria acumulados há horas distantes um do outro.

— Eu te amo.

O sorriso do Alfa fez o Ômega corar violentamente e desviar o olhar para o lado.

— Eu também te amo, príncipe. — Beijou atrás da orelha do Lee, ouvindo-o choramingar arrepiado ao sentir o pau do Seo melar sua coxa com o líquido espesso. Roçou os lábios na curva do seu pescoço e levantou sua camisa, vendo a pele morena imaculada. Grunhiu com raiva. — Queria que estivesse sem roupa, Lee.

E mordeu a virilha lisinha, marcando-a com seus dentes enquanto Felix sorria tímido, abafando um gemidinho e deixando escapar um riso que fez Changbin erguer a sobrancelha desconfiado.

— O que foi?

— Hum, eu desobedeci você... — Passou a ponta do dedo indicador pelo abdômen moreno do Seo formando círculos invisíveis que o arrepiaram brutalmente. Changbin suspirou e agarrou sua mão, parando-o. — O que você fará? Vai me castigar?

As íris castanhas tinham um brilho travesso que ChangBin conhecia muito bem.

— E isso que você quer, não é? — Felix balançou a cabeça concordando. — Muito bem. Seu castigo, gracinha, vai ser gemer meu nome para o prédio inteiro saber quem te fode direitinho, está bem? 

Felix não precisou responder, até porquê os vizinhos já estavam acostumados com o chocar da cama na parede, dos gritinhos deleitosos do australiano quando o Seo pegava pesado e de tudo que faziam quando o ômega ou o alfa estavam ou não no cio. Esticou o braço para puxar o corpo do Seo, colando os troncos em um abraço que deixou as ereções grudadas.

O Seo aproveitou a proximidade para simular estocadas e sentir o mais novo tremer abaixo de si, arrancando choramingos de um ômega tão perto de gozar que, após senti-lo agarrar seus braços, parou, ouvindo-o xingar descontente e abrir os olhos com um biquinho choroso nos lábios. 

— Abre mais as pernas, gatinho. — Ordenou ao afastar-se e observou o ômega obedecer, expondo o buraquinho encharcado. O Seo ergueu a sobrancelha, pressionando o polegar no orifício. — Você...?

— Queria que eu estivesse preparado, não é? — Um rosnado foi a única coisa que Felix recebeu em troca antes de ter a cabeça inchada roçando a região, arrepiando-o de tal forma que suspiros escapavam do Lee que empurrava o corpo pra baixo, buscando mais contato.

O Seo sentia o orifício contrair, tentando expeli-lo, mas a forma dengosa como Felix o encarava foi suficiente para ele surrar o buraquinho úmido em uma estocada funda que arrancou um gritinho desesperado e fez as mãos do australiano arranharem suas costas. Mesmo deslizando com facilidade para dentro, Changbin sentia as paredes espremendo-o.

Encheu o rostinho corado com beijinhos carinhosos, limpando suas lágrimas com a boca e esperando paciente o Lee recuperar o fôlego, controlando também a vontade de surra-lo. Seu pau parecia quase explodir de tesão e ver Felix com a boquinha aberta salivando enquanto revirava os olhos deixava Changbin a beira da loucura.

E, antes que pudesse perder o controle, deixou uma mordida profunda na curva do pescoço do australiano. O corpo do mais novo paralisou e ele murmurou, dolorido e choroso.

— Va-vai logo! — Conseguiu dizer ao encarar o rosto suado do Alfa.

Mesmo que tentasse manter o controle para não machuca-lo, Changbin não resistiu.

Agarrando a cintura esbelta e pressionando os dedos na carne macia, quase rasgando-a, Changbin meteu o pau em investidas cruéis e rápidas, acertando em cheio a próstata do garoto que gemia descontrolado com a cabeça jogada para trás.

— Isso parece suficiente pra você, hum boneca? — A cada estocada, um novo gritinho manhoso do Omega. Dos cantos da sua boca aberta, filetes de saliva escorriam, melando o nariz e os próprios olhos. Changbin rosnou com a visão e investiu, uma única vez, fundo e forte, ficando parado quando o Lee engoliu seu pau por completo, chocando os sacos na pele do australiano.

Aquela única estocada, tão certeira roçando na próstata do australiano, foi capaz de faze-lo gritar palavras desconexas e desfazer-se contra o próprio abdômen sem qualquer estímulo. O corpo trêmulo caiu exausto no sofá, tendo o Seo ainda metendo, mas com estocadas delicadas, até preenche-lo, deixando a porra escorrer entre as coxas do menino.

Tentando regular a respiração de olhos fechados, Felix puxou o corpo de um Changbin entorpecido de prazer para deitar em cima de si, agarrando seus ombros em um abraço desajeitado.

Até conseguirem se recuperar do orgasmo intenso e recente, o telefone do Seo tocou várias vezes, obrigando-o a esticar o braço para tira-lo do bolso da calça.

— Hyung... — Chamou de testa franzida.

— Na próxima, eu te levo comigo. — Murmurou e revirou os olhos ao ver o nome do amigo na tela do celular.




Notas Finais


Como prometido, o bonus hehe
Beijo e até a próxima!


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