História CyberTale Um amor Robótico Reader x Sans - Capítulo 16


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Leitor, Sans, Sans X Leitor, Sansxreader, Undertale, Yuninha
Visualizações 110
Palavras 1.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ah, eu não sei mais o que eu estou fazendo da minha vida.
Essa historia mudou totalmente de direção hahaha...
Ela está se tornando meio... sombria...
ERA PARA SER FLUUUFYYY!!!
I'M SO SORRY
Bem, não posso voltar atrás he he heh...
Boa leitura!

Capítulo 16 - Capítulo 15 - É mais fácil assim...


Seus olhos se abriram em alerta, freneticamente olhando ao seu redor enquanto ofegava, apenas relaxando quando havia percebido que era seu familiar e sem graça, quarto, seu corpo estava espalhado pelo tapete ao lado da sua cama, tudo parecia bagunçado. Se apoiando em seu criado mudo você se levantou, checando rapidamente seu relógio, [5:47] é o que dizia, você ficou aliviada, ainda tinha tempo para o trabalho.

“Não quero que chefe Thompson tenha que se esforçar por minha causa...”

 Você murmurou trocando sua roupa, colocando uma jeans antiga e uma camiseta azul que era seu uniforme na oficina. Ontem você não havia jantado, apenas entregou os presentes para os dois e se trancou no quarto com medo que Sans questionasse o que havia acontecido, se fosse para falar sobre aquilo sem mentir você teria que começar do começo e isso você não queria fazer, você não podia dizer, e no seu estado mental, você não poderia lidar carregando uma mentira.

Sans havia batido na porta, Papyrus também tentou, mas depois que se passaram horas, eles acabaram por desistir, achando que você havia apenas ido dormir, eles não poderiam fazer nada sobre isso, mas eles ainda se mantiveram preocupados, principalmente Sans, ele ainda queria saber do que ou de quem, você estava fugindo.

Essa manhã você acordou de um pesadelo, a mesma voz profunda e distorcida falando com você, te incentivando a se entregar a eles, a desistir, mas você não podia ver quem era, apenas escutar, enquanto sentava no vazio negro e infinito, todos pareciam dar as costas para você e foram embora, você chorou, pediu ajuda, mas no final, ninguém veio.

Isso assustou você, mas não se deixou abalar, você tinha uma família agora, Nerson, Gerson, Thompson, Papyrus e... Sans. Você riu quando tudo pareceu bater na sua cara agora que você analisou melhor, como você estava sendo infantil, como poderia fazer tanta cena apenas por uma voz aleatória em um beco?

Você decidiu sair do quarto finalmente, com um olhar determinado, você destrancou a fechadura e sai do quarto, apenas para se surpreender com dois corpos, um de cada lado da porta do lado de fora, Sans e Papyrus pareciam ter esperado lá até você sair, e acabaram ficando sem bateria, você suspirou com um sorriso suave puxando o canto dos seus lábios.

Você gentilmente puxou cada um deles perto de uma tomada e os colocou para carregar, cobrindo-os com uma manta suave e macia, isso ia demorar um pouco, então você fez um café e apenas foi trabalhar, esperando que eles não ficassem bravos com você por todo escândalo que você fez esses dias. Pela primeira vez, você decidiu desistiu de entender o que estava acontecendo, talvez tenha sido sua imaginação à final de contas.

Mas não era.

(90_0)9 Perspectiva de Sans ((7– 7()

Senti minha bateria recarregada novamente e me tirei de o modo embernar, não tenho registros de me colocar em modo de carregamento, olhando a manta que me cobria de modo confuso logo me lembrei que a mestra ainda não havia saído do quarto, olhei rapidamente para porta de seu quarto e estava novamente aberta, de maneira ágil me locomovi ao local esperando que ela estivesse lá, apenas para me encontrar com o vazio e bagunçado quarto. Ela deve ter ido trabalhar, já eram [15:23] afinal, Paps olhou para mim terminando de recarregar também, nós dois estamos preocupados com nossa mestra, ela tem agido estranha, e o passeio de ontem mostrou isso, queria poder questionar o que estava acontecendo, mas ela sempre era capaz de desviar, até se trancou sem ao menos jantar.

Eu acho melhor dar um tempo para ela, deve ser algum problema humano que meu sistema robótico não pode decifrar ainda, minhas engrenagens giraram um pouco, isso não é possível, algo de errado com certeza estava acontecendo.

“SANS, A HUMANA MESTRA VAI VOLTAR CERTO...? ”

A voz triste de Paps me fez chacoalhar um pouco, me partia o “coração” vê-lo assim, não que eu tivesse um coração, é mais como AH isso não importa.

“Claro Paps, ela só foi ao trabalho, logo ela vai chegar e então você pode dar um dos seus grandiosos abraços. ”

Tentei tranquilizar Papyrus, e deve ter dado certo, logo seu enorme sorriso voltou radiante.

“VOCÊ ESTÁ CERTO SANS! NINGUEM IRIA DEIXAR EU O GRANDIOSO PAPYRUS! NYE HE HE HE. ”

Paps falou fazendo sua pose heroica, ele é tão legal.

“Claro Paps, ninguém seria tão osso duro para fazer algo assim. ”

Uma sensação estranha e boa encheu meu estomago enquanto Papyrus pulava gritando de raiva tentando me pegar, enquanto eu me esquivava e fugia. Aos poucos fui identificando isso como felicidade, um sentimento que pode ser sentido por seres com inteligência própria, eu não deveria saber o que isso significava, nem deveria sentir isso, Paps pareceu analisar a mesma coisa. Nós nos encaramos por um momento antes de dar de ombros e continuar a perseguição.

 <(0---0)>

Já fazia um tempo, eram [19:49], quase hora em que a mestra costuma chegar, meu peito pareceu falhar algumas engrenagens ao pensar nela. Espero que ela esteja bem, por mais que eu seja apenas um pedaço de metal aqui, eu ainda me preocupo, Paps estava preparando o jantar, milagrosamente não era espaguete, afinal os humanos devem manter uma refeição balanceada e variada, Papyrus pareceu entender isso e concordou em aprender a cozinhar novas coisas, ele também estava preocupado com ela, a mestra não parece entender que ela nos deixa desconfortáveis e preocupados com seu comportamento estranho, isso me deixa... como posso dizer, frustrado? É esse o sentimento?

A mestra me faz sentir diversos desses sentimentos, bons ou ruins, queria poder apenas acorrentar ela para que esse aperto em minha caixa torácica se fosse de uma vez, então eu poderia manter minhas orbitas nela e talvez ela não se metesse em tantas encrencas. Mas com certeza ela iria ficar brava comigo ou infeliz pelo resto da vida, isso eu não posso tolerar. Soltei um grito interno de pura angustia, é tão difícil cuidar de alguém.

Logo a porta se abriu de forma suave, minhas engrenagens saltaram em animação e logo fui receber, minha querida mestra, peguei a bolsa e logo fui colocar em cima da mesa, enquanto a mestra se sentava no sofá, ela parecia relaxada hoje, isso me fez sentir me mais leve.

“Estou em casa, finalmente heh. ”

Ela sorriu enquanto olhava para mim, ela parecia cansada, talvez o trabalho tenha sido exaustivo hoje.

“SEJA BEM VINDA HUMANA MESTRA! O JANTAR VAI DEMORAR... UM POUCO!”

Papyrus gritou da cozinha antes que eu pudesse realmente falar alguma coisa, a mestra parecia se alegrar ao ouvir a voz de Paps.

“Não se preocupe Papys! Cada minuto vai valer a pena! Mal posso esperar para experimentar sua maravilhosa comida! ”

Ela gritou para ele, ela é a melhor, eu me sentei ao lado dela no sofá, abraçando sua cintura, eu ainda estava bravo e preocupado com ela, a mestra deu uma leve risada, ela estava cheirando a gás metano e graxa.

“Oi Sans. ”

Ela falou acariciando minha cabeça, suas mãos eram sempre suaves e quentes, eu adorava a demonstração de afeto que a mestra me dava, só era uma pena que ela não tinha muito tempo para fazer isso.

“Heya mestra. ”

Ela suspirou sorrindo de modo caloroso, fazendo meu coração saltar de leve.

“Eu estou bem Sans, não precisa se preocupar, eu só estava na TPM. ”

Ela explicou enquanto sorria mais e mais, eu sorri ao saber que tudo ia voltar ao normal, bem, até o próximo período heh.

Mas no final, todos sabemos que é uma mentira, não é? (S/N)...


Notas Finais


Opiniões são sempre bem vindas!
Eu gostaria de saber o que vocês acham dessa história também!
Vou tentar mandar um cap por semana!
Me desculpem pela demora.
Kissus!!


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