História CyberTale Um amor Robótico Reader x Sans - Capítulo 17


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Leitor, Sans, Sans X Leitor, Sansxreader, Undertale, Yuninha
Visualizações 67
Palavras 1.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Affu, eu acabei de fazer o cap, eu fiquei tão ansiosa.
Que não pude deixar de postar ainda hoje.
Semana que vem acho que não poderei postar então aviso nesse momento!
Obs: As frases em itálico e sublinhadas são de gestos de língua de sinais, essa vai ser a única vez que vou explicar isso! guardem em sua mente para facilitar na leitura!
E obrigado para aqueles que acompanham esse 'livro'.
Apenas a marcação de visualizações me deixa feliz, é bom saber que alguém realmente lê o que eu estou escrevendo!
Vou parar de encher o saco agora.
Sem mais delongas.
Boa leitura!

Capítulo 17 - Capítulo 16 - De tantos problemas, você é meu preferido.


Era mais um dia para você, levantar ir trabalhar, voltar para casa e brincar um pouco com os irmãos skelebots. Mas logo de manhã, o dia começou diferente.

“SANS! CUIDADO! ”

Um som de quebra de vidro ecoou pela casa, você pulou da cama em alerta, olhando ao redor com espanto, gritos dos skelebots vindo da sala, seu coração apertou com medo, pegando a coisa mais próxima de você e suas pernas se moveram para a sala de forma rápida. Equipada com seu bastão de baseball, seus olhos analisaram cuidadosamente a situação que se desdobrava em frente aos seus olhos.

“ HUMANA MESTRA! VÁ PARA DENTRO DO QUARTO! ESTAMOS SOBRE ATAQUE! ”

Papyrus gritou enquanto uma criança, se pendurava em seu rosto, você olhou para Sans que apenas deu de ombros, mais confuso que qualquer um presente na sala. Soltando um bufo, suas mãos largaram o bastão no chão e você se dirigiu para a criança que “atacava” Papyrus.

Você a pegou no colo de forma cuidadosa, mas abrupta, a fazendo ofegar um pouco e tentar voltar a Paps. Seu aperto em torno da criança se intensificou, e logo ela se acalmou em seus braços, se aconchegando em seu colo.

Seus olhos se encontraram com os olhos semicerrados da criança, ela talvez fosse asiática ou algo assim, sua mente formulou enquanto analisava a criança. Ela usava trapos, com certeza órfã e desabrigada, parecia ter pelo menos 5 anos, e pelo fato que a criança não soltou um grito com seu puxão, ela deve ser muda ou algo assim, seus cabelos eram marrom-escuro em um corte Chanel meio mal feito, mas mesmo com tantas falhas, a criança tinha um certo charme infantil. Terminando sua análise, você sentou no sofá com a criança em seu colo, a criança era definitivamente menina, sua face era delicada demais para ser um menino, ela parecia estar interessada no local onde estava, e logo os olhos pequenos se voltaram para você.

“Eai pivete, pode pelo menos me dar seu nome? ”

A criança sorriu enquanto acenava com a cabeça de forma feliz, ela começou a gesticular com as mãos.

“Meu nome é Frisk, tenho 4 anos! ”

Pelo menos ela sabia falar a linguagem dos sinais, você suspirou passando a mão pelo cabelo.

“Bem Frisk, eu sou (S/N). ”

A menina arregalou os olhos por um momento como se estivesse descrente de algo e logo se recompôs.

“ Você pode entender o que eu digo...? ”

Você sorriu para Frisk, não são muitas pessoas que se interessam em aprender libras, por que muitos dispositivos podem lidar com as deficiências humanas, então você não se sentiu surpresa, aliás, essa criança não parecia ter condições financeiras para ter um aparelho de suporte para deficiências.

“Claro Frisk, meu amigo era mudo, ele me ensinou alguns truques. ”

Você piscou para a menina que soltou uma gargalhada muda, Papyrus e Sans pareciam em alerta logo atrás do sofá, eles claramente não confiavam em Frisk. Você suspirou ao perceber que teria que pular o trabalho hoje, novamente, pobre Thompson.

“Sans, avise para o chefe que não posso ir hoje, por favor. ”

Sans hesitou em sair do seu lado por um tempo antes de assentir e ir ligar para seu chefe, Papyrus ficou como um falcão ao seu lado.

“Então Frisk, você pode explicar o que estava fazendo na cara de Papyrus? ”

Frisk pareceu se encolher ao seu olhar sério, até Paps sentiu empatia pela criança, fazendo uma cara de cachorro abandonado ao seu lado, quase como se pedisse para não ficar brava com ela.

“E-Eu estava, b-bem, eu acordei em uma floresta estranha! Então eu não sabia o que fazer, eu procurei alguém, ou algo, então achei ele. ”

Ela vacilou um pouco na explicação, como se estivesse nervosa, no final gesticulando em direção a Paps, indicando o ser que ela encontrou. Você concordou com a cabeça de forma lenta, de forma analítica e suspeita, Frisk pareceu engolir o seco. Sans se juntou ao grupo, interessado pelo que estava acontecendo.

“Então eu fui pedir ajuda para ele, mas ele começou a correr e gritar! Eu me agarrei nele para tentar acalmar Papyrus... mas ele me jogou para o alto e eu tive que agarrar a coisa mais próxima possível. ”

  Ela explicou, mesmo com a explicação mau detalhada você concordou em compreensão, ela era uma criança apesar de tudo, então seu olhar se dirigiu a Papyrus que estava suando ao seu lado, Sans parecia tentar segurar a risada.

“Explique-se Sr. Grande Papyrus. ”

Você encarou Paps com seus mortais e assombrosos olhos sérios, todos na sala pareciam tremer sobre o clima tenso, Papyrus limpou a garganta suando um pouco.

“B-BEM HUMANA MESTRA... EU FUI TIRAR O LIXO HOJE, JÁ QUE SANS É UM PREGUIÇOSO E BEM, FRISK VEIO CORRENDO ATÉ MIM! EU PENSEI QUE ERA UM DAQUELES HUMANOS MAUS QUE RAPTAM ROBÔS LEGAIS E FORTES, E EU O GRANDE PAPYRUS APENAS POUPEI A HUMANA DE UMA GRANDIOSA LUTA! NYE HE HE HEH! ”

Você revirou os olhos de leve e sorriu, você se levantou de forma rápida e deixou Frisk no sofá.

“Eu vou preparar um banho para você Frisk, os Skelebots vão ficar com você, cuidem dela meninos, eu confio em vocês. ”

Com isso, você se virou, e foi preparar as coisas para o banho de Frisk. Os irmãos ficaram ali parados em frente a Frisk, que parecia estar olhando em volta de forma admirada.

“Então pivete, como você deve saber, eu sou Sans, Sans o robô esqueleto e esse é meu irmão Papyrus. ”

Sans sorriu tentando ser legal, Frisk sorriu de forma fofa e assentiu antes de começar a gesticular.

“E como você sabe, eu sou Frisk! É um prazer conhecer vocês! ”

Papyrus e Sans já começaram a gostar de Frisk, os três sentaram em um pequeno triangulo ao meio da sala e começaram a falar um pouco sobre eles mesmos.

“Você não lembra de como chegou aqui? ”

Sans perguntou de forma preocupada, Frisk apenas negou com a cabeça olhando para o chão, Papyrus parecia triste ao ver Frisk assim.

“Eu sei que estava em um orfanato, então um monte de crianças, começaram a me perseguir, aí eu fugi, mas eu não lembro o que aconteceu depois disso... ”

Frisk explicou, na hora que Sans ia falar algo, você entrou na sala chamando Frisk para um banho, que correu de bom grado para seus braços.

“Ewwww... alguém precisa mesmo de um banho. ”

Você brincou torcendo o nariz de brincadeira, Frisk apenas inflou as bochechas cruzando os braços, antes de cair na gargalhada junto com você.

Ao chegar no banheiro Frisk tirou a roupa e pulou na banheira tirando a sujeira do corpo de forma aliviada, você sorriu enquanto esfregava a pele parda da menina com uma esponja.

“Então, você gostou deles? ”

Você perguntou enquanto lavava o sabão do corpo da criança, que acenou com a cabeça em concordância de forma energética, você suspirou um pouco enquanto começava a ensaboar os cabelos de forma suave, massageando o couro cabeludo de Frisk no processo, a menina pareceu relaxar em seu toque, quase como se fosse dormir.

Terminando o banho, você secou Frisk e colocou algumas roupas velhas suas que eram pequenas demais para usar, e ficou contente ao saber que se encaixava perfeitamente bem, na criança. Frisk bocejou esfregando os olhos, e você concluiu que toda a agitação deve ter cansado a pobre criança. Você a embalou em seu colo e a levou ao seu quarto, deitando a menina suavemente em sua cama, a embrulhando em cobertas quentes e suaves. Frisk sorriu quando você sentou ao lado da cama acariciando os seus cabelos de forma suave.

 “Pode dormir pivete, eu vou estar aqui cuidando de você. ”

Os olhos já quase fechados, lentamente se fecharam totalmente, a respiração de Frisk pareceu seguir um ritmo constante, significando que Frisk estava no momento visitando o mundo dos sonhos. Tirando sua mão da testa da menina, você mais uma vez suspirou, levando a mão para a sua própria testa, o que você iria fazer agora? Você sabia que orfanatos eram um horror, seus pais quase te deixaram lá uma vez, sua cabeça estava confusa e hesitante, não tinha como você levar a menina naquele buraco do inferno. Seus pensamentos foram jogados para o lado ao ver a cabeça de Sans espiando pela porta de maneira preocupada.

“Venha Sans, pode falar. ”

Sans caminhou lentamente para você, quase hesitante em seus passos, ele não queria acordar Frisk.

“O que você vai fazer com ela? ”

Sans perguntou de maneira séria deixando um tom preocupado escapar um pouco. Suas mãos acariciaram os cabelos suaves de Frisk, seu olhar voltado ao rosto sereno da morena.

“Eu ainda estou pensando nisso Sans. ”

Você falou de maneira suave, Sans parecia meio aflito.

“V-Você não vai levar ela para um orfanato vai? ”

Sans parecia extremamente preocupado agora, você levantou uma sobrancelha de forma interrogativa.

“Algum problema com isso? ”

Você não entendeu por que Sans parecia interessado com isso, ele nunca havia isto um orfanato antes.

“Frisk falou que era intimidada e que lá era um lugar horrível... ”

Sans murmurou, um sorriso suave puxou seus lábios. Seus olhos vagando entre o esqueleto e Frisk que parecia sonhar com algo extremamente bom.

“Não se preocupe Sans, eu vou fazer o que for melhor para nós e para ela também, agora vá ver o que Papys está fazendo. ”

Sans parecia frustrado em não saber uma resposta concreta, mas foi verificar o irmão de qualquer forma, ao ver a porta se fechar, você encarou o teto. Apenas quando sua mente sai de um problema, outro parece vir te perseguir, seu sorriso se alargou um pouco, dessa vez, o problema não era tão ruim assim.

“Talvez não seja tão ruim ter nova companhia aqui. ”

Você pensou olhando o nada enquanto sorria de forma calorosa.

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Logo logo, a tempestade virá (S/N), esteja pronta para quando acontecer.

Se você pensar em lutar, bem, todos aqueles que te amam vão morrer.

Você vai se arrepender de deixar tantas pessoas entrarem em seu coração.

Você vai se arrepender por me rejeitar.

Aproveite enquanto pode (S/N) (U/N), nosso plano está quase concluído.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, por favor me deem opiniões!
Eu quero saber se há algo que vocês querem na história ou que não entenderam!
Um simples comentário pode incentivar muito um autor!
Eu preciso de ideias para incrementar no enredo.
Kissus!


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