História D a d d y - Romance Gay - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Daddy, Drama, Filho, Gay, Incesto, Lgbt, Papai, Romance, Yaoi
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Palavras 1.509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu terminei ontem às duas da manhã, queria postar, mas pensei que era tarde de mais, mas... Esta aí, espero que gostem.

Capítulo 11 - Ygor... Something is Wrong...


Skie

Entrei no escritório do meu chefe, tinha um plano: Ter um aumento custe o que custar.

— Boa tarde, Sr. Bradon — Ele me olhou e sorriu, eu sempre percebi a maneira que ele me olha, provavelmente tem uma tara em mim, alias, todo mundo tem. Sr. Bradon é um senhor, um pouco velho e gordo, não era bonito como meu marido, pelo contrário, passa longe de ser bonito, mas por um aumento eu faço qualquer coisa!

— Olha só se não é minha jornalista favorita — Parou de arrumar sua papelada para me olhar.

— Sou eu — Falo sorrindo, e mordo os lábios sedutoramente. Fui até ele sorrindo e me sentei na cadeira frente a ele — Então... Eu estava pensando... Meu marido, ele não esta dando conta das duas empresas... — Ele me olhou estranho.

— Duas empresas? Mas, pelo o que eu saiba ele só tem uma — Ele sorriu, ele tinha um dente de ouro.

— Ele tem duas... — Me levantei e fui até ele, cheguei perto dele — A que da dinheiro — Fui para atrás dele onde estava sentado em sua cadeira — E a que da prazer — Passei a mão em seu peito, e desci até chegar em seu membro.

— Sua safada — Ele ri e respira fundo — Você quer? — Apontou para seu membro. Não, eu não queria, mas preciso de um aumento. Então coloquei o sorriso mais safado que tive naquele momento e me abaixei, abri seu zíper.

Yago

Estava na cozinha, não sei o que fazer, então resolvi fazer o que sempre comemos. Terminei tudo e quando percebi já era noite é, cozinhar me deixa mesmo de cabeça longe, e passar o tempo. Assim que terminei lavei as mãos e me virei, foi quando levei um susto. Papai estava me observando, vi sua afeição, estava cansado, porém sorria. Sorri para ele.

— Que susto pai — Dei uma leve risada, ele respirou fundo — O que foi? — Fui até ele.

— Nada, eu só estou muito cansado, acho que não vou comer hoje — Ele olhou para os lados — Skie ainda não chegou? — Ele olhou no relógio — Há essa hora ela já deveria ter chegado... — Ele encarou o relógio — Enfim... Vou tomar um banho. — Saiu, começou a subir as escadas, porém o chamei novamente.

— Pai! — Ele desce dois degraus e me olha — O senhor quer que eu leve o jantar para você na sua cama? — Pergunto tímido.

— Não precisa — Ele sorriu pra mim — Quero dormir mais cedo hoje — E voltou a subir os degraus. Droga! Não queria deixá-lo sem comer, não queria deixá-lo doente por ter ficado sem comida.

A porta da sala bateu muito forte. Fui até lá e vi Louis, ele estava furioso, triste, amargurado, era difícil de saber como ele estava naquele momento.

— Louis? — Perguntei e ele me olhou, triste vi seus olhos começar a lacrimejar — Louis, ta tudo bem? — Fui até perto dele, e ele... Me abraçou? — Louis? — Ele apenas me abraçou mais forte e senti lágrimas em meus ombros. Apenas o envolvi em meus braços e deixei que ele chorasse ali. Se passou alguns minutos e ele desfez o abraço e se sentou no sofá, fiz o mesmo. — O que foi maninho? — Ele passa as mãos em seus cabelos.

— Eu... Não sei... Faz um tempo que conheci Raphael a muito pouco tempo, mas... — Ele começou a chorar novamente — Olha... Eu vou para o meu quarto, preciso pensar um pouco... — Ele sempre prefere assim. Ele se levantou e quando foi subir os degraus o chamei.

— Louis... Quero que saiba que pode contar comigo para qualquer coisa, O.K.? — Ele me olhou e sorriu, assentiu com a cabeça e subiu.

Fui para a cozinha e peguei um prato. Estava triste, por tudo que esta acontecendo, o papai, o Louis tudo! Coloquei um pouco de cada coisa e peguei um suco que tinha feito —Louis e papai amam — levei o prato e um copo com suco para papai, não vou deixar eles sem comida. Bati na porta e ele respondeu com um “Pode entrar”, abri a porta segurando a bandeja com o prato e com o copo com muito cuidado para não deixar cair.

— Eu trouxe para o senhor — Ele sorriu, estava sem camisa e com uma bermuda tec tell, eu já disse que essa bermuda é muito feia, mas ele continua usando, diz que é confortável. — Não queria deixar o senhor sem comer...

— Bom, eu não estou com fome, mas já que fez o trabalho de me trazer — Sorrio para ele e vou até ele e lhe entrego a bandeja — Obrigado — Ele pega o garfo e a faca e parte um pouco a carne.

— Bom, eu vou lá no Louis — Ele assente com a cabeça e enfia o pedaço de carne na boca.

Fechei a porta e voltei na cozinha e fiz o mesmo, coloquei cada um dos alimentos que tinha preparado no prato e um pouco de suco e coloquei na bandeja. Fui lá e ele estava dormindo — fingindo dormir. Coloquei a bandeja em seu criado mudo e sai dali.

Fui para a cozinha e olhei no relógio, realmente Skie não demora tanto assim a chegar, será que aconteceu algo? Talvez não, também não me importa tanto a vida dela. Coloquei um pouco de comida para mim e fui pra sala assistir algo.

Assim que acabei fui pra cozinha e deixei tudo preparado para Skie, para quando ela chegasse e fui escovar meus dentes, e tomar um banho. Assim que terminei coloquei uma bermuda confortável e uma camisa preta do Batman. Fui até o quarto do papai, abri com cuidado, e entrei ele estava dormindo sem cobertor e a bandeja estava em seu criado mudo, não tinha mais nada no prato e nem suco. Peguei um cobertor e o cobri e lhe dei um beijo no rosto. E fui até seu guarda-roupa, onde tinha aquele ursinho que ele tinha me dado, eu guardei ali porque Louis ficava pegando e fazia graça com ele, ele nunca entrou no quarto do papai, sei que aqui o ursinho estava seguro. Peguei ele e fui para meu quarto e me deitei e o segurei firme sentindo o cheiro do perfume. Não demorou muito para que conseguisse dormir.

Ygor

O despertador toca às 6h00 acordo, levantei um pouco e olhei para o lado e não vi Skie, ela sempre acorda alguns minutos mais tarde. Desci e não a vi em lugar algum. Resolvi ligar para ela, apesar das brigas eu me preocupo com ela. Disquei os números e liguei uma, duas três vezes e só dava caixa postal. O que será que aconteceu com ela? Não sei exatamente o que pensar, o jeito seria esperar ela aparecer.

Fui para o banheiro fiz minha higiene, tirei a roupa e fui ao espelho, arrumei meu cabelo para o lado e visualizei bem o meu corpo, e comecei a me perguntar o porquê que Skie esta tão indiferente comigo? É por causa de meu corpo? O que eu fiz para ela não querer ter relações comigo? Começo a botar toca culpa em mim, mesmo não entendo, fico pensando que talvez o problema seja eu.

Fui pra debaixo do chuveiro e coloquei água quente. Peguei o sabão e comecei a passar em meu corpo, passando em meu abdômen e sentindo cada gominho que continha ali. Comecei a passar a mão em meu corpo e tentar achar algo para incriminar, e vi que eu tinha defeitos, assim como todos eu não sou perfeito. Sai do banho coloquei meu terno, e peguei a gravata, teria uma reunião muito importante as oito e trinta na empresa, preciso parecer bem vestido ali. Fui para a cozinha com a gravata na mão, Louis e Yago já estavam acordados.

— Bom dia Louis — Dou um beijo em sua testa, ele sorri — Bom dia Yago — Dou uma risada tímida e lhe mostro a gravata ele abre um sorriso lindo. Yago é muito encantador, seu corpo tão lindo e magrinho, e tem um cheirinho de bebê tão gostoso... Seus lábios são muito macios, sei disso pois vivemos pregados um ao outro e ele me beija na bochecha, suas mãos, sua pele também super macia, amo quando ele encosta em mim.

— Skie não pode fazer isso? — Perguntou e pegou a gravata.

— Ela não estava lá na cama quando acordei — Ele arqueou uma sobrancelha, e continuou arrumando a gravata.

— Então... Ela não voltou ontem à noite? — Perguntou e terminou de arrumar a gravata e deu uma limpada em meu ombro. E arruma um pouco mais ele para ficar certo, ele é incrível.

— Não sei ao certo, eu dormi cedo, talvez ela tenha acordado mais cedo que eu... — Louis riu e Yago fez negativo com a cabeça.

— Ela nunca iria acordar depois das seis e quinze — Louis responde, e Yago assente com a cabeça e se senta na mesa. — Já tentou ligar pra ela? — Perguntou colocando melado na panqueca.

— Deu caixa postal... — Digo pensativo. Ele ri, e enfia um pedaço de panqueca na boca. Olhei para meu relógio de pulso e eu acho melhor ir logo. — Bom, eu já vou indo. — Sai dali e fui para meu carro — Porsche Cayenne — e fui em direção à empresa.


Notas Finais


Então? Estão gostando? O que vocês acharam da atitude da Skie? O que Yago esconde de seu pai que o deixa tão atormentado? Amanhã, no Spirit. (ksksks)
Me digam a opinião de vocês, preciso saber se posso continuar ou preciso melhorar.


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