História D-Day. - Capítulo 1


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Postado
Categorias Loona
Personagens Choerry, JinSoul, Kim Lip, Yves
Tags Jinsoul, Loona, Soulves, Yves, Yvesoul
Visualizações 301
Palavras 1.354
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, FemmeSlash, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU TÔ COM MUITO MEDO DE POSTAR ESSA FANFIC SOCORRO FJDSLKCJSDKSDK

Então, está decidido que o projeto vai se estender, e começamos a "parte extensa" com a fanfic da Sooyoung... ;) <3
O plot dela é algo MUITO diferente do que eu costumo fazer, mas eu espero que ninguém se importe... E que ninguém me mate também... AHUAHUAHAUHAUHAH
Ela é uma comédia diferente do que eu costumo fazer, e bastante diferente do que o projeto tem mostrado até agora, devo dizer. uwu

Ai, enfim. Espero que vocês gostem.
Boa leitura! <3

Capítulo 1 - D-9: Primeiros passos são essenciais.


Ha Sooyoung era um clichê vindo à vida.

Uma player. Womanizer. A típica garota gostosa da escola que não ama ninguém, mas que consegue beijar todas as meninas que quiser, com meios que nem essas garotas entendem.

Sooyoung conhecia todo o mundo, e todo o mundo conhecia Sooyoung. Era óbvio que muitas pessoas se faziam de meiguinhas quando estavam com ela para cair nas suas graças mas depois falar mal dela nas costas, porém isso era a menor preocupação da Ha. De que importavam as palavras idiotas das pessoas inferiores? O que importava era que falassem de si, fosse bem ou mal. Gostava da atenção, do escândalo.

Era por esse motivo que beijos em lugares perigosos eram algo frequente para Sooyoung e todas as suas peguetes. A adrenalina e toda a diversão de ter de beijar às escondidas… Era incrível, e tornava tudo melhor.

“Quem precisa de namoradas normais e rotineiras quando se pode ter várias e fazer disso um jogo?”

Na mente da Sooyoung, as coisas funcionavam assim..

E ela já tinha a sua próxima vítima em mente.

Jung Jinsoul, a queridinha da classe.

Seria engraçado. Algo que nunca tinha experimentado. Sooyoung normalmente tentava (e conseguia) a sorte com as garotas assumidas que provavelmente sonhavam dia e noite sobre os lábios da Ha, mas nunca tinha pensado em conquistar uma loirinha de olhos meigos que ainda tinha uma reputação.

Um desafio.

Pensar nisso fazia o seu peito arder em antecipação, e não conseguiu evitar sorrir enquanto fitava Jinsoul ao longe, do outro lado do corredor. A Jung estava sozinha, mexendo no seu cacifo com entusiasmo, como se dissesse a si própria que aquele dia seria tão bom como todos os outros. Jung Jinsoul nunca aparecia sem um sorriso no rosto, por mais pequeno que fosse.

Então, também sorrindo consigo própria, Sooyoung decidiu:

Muito bem. Teria nove dias para conquistar Jung Jinsoul.

 

× × ×

 

Apesar de tudo, Sooyoung não correspondia somente a um único clichê.

Quando estava sozinha e longe da escola, ela também era uma garotinha de filme colegial como uma qualquer.

Porque, sozinha no seu quarto, ela escrevia cuidadosamente no seu diáriozinho sobre todos os aspetos da sua vida.

Mais precisamente, sobre todas as garotas que enchiam a sua mente.

Havia uma infinidade de nomes espalhados pelas páginas de todo o ano, com descrições das memórias, por vezes vezes curtas ou por vezes extensas, do que acontecia entre Ha e as meninas, e do que ela precisava fazer para as conquistar.

Era um caderno preto e muito discreto, que não levantaria suspeita alguma a qualquer pessoa que pousasse os olhos em cima do mesmo. Mas o que havia lá dentro era informação capaz de estragar a imagem de Ha Sooyoung, como se ela já não fosse desprezada e odiada o suficiente na escola. Ela nem sempre era alguém exemplar.

Novamente, não que se importasse, contando que isso não intereferisse com os seus objetivos.

Então, com uma destra firme e confiante, Sooyoung começou a escrever:

 

D-9.

Ela é muito bobinha.

Jung Jinsoul estava sozinha como era costume. Eu nunca cheguei a entender o porquê de ela não ter nenhuma amiga mais próxima, do jeito que ela parece tão doce com todo o mundo. Talvez tenha tido simplesmente azar, ou ninguém a veja como best friend material. Eu não vejo, com certeza. Mas não que isso seja novidade, claro. Eu não posso confiar em ninguém.

Enfim. Quanto ao momento em que eu decidi que Jinsoul seria minha:

Achei que seria apropriado encontrar nove motivos para conquistar a Jung Jinsoul ao longo dos nove dias que eu teria para cumprir o meu objetivo, e o primeiro é com certeza a falta de jeitinho dela. Jinsoul é uma aluna excelente, mas parece que ela simplesmente não nasceu com o universo a seu favor. Ela sempre se machuca nas aulas de educação física, e não existe um dia em que ela não deixe o lápis cair no chão a meio de alguma aula. Às vezes me pergunto se é de propósito, porque quando ela vai pegar, a bunda dela fica empinada na minha direção. Mas, é... Não deve ser de propósito. Não que eu estivesse reclamando...

E hoje em especial, justamente no dia em que tínhamos as apresentações orais de História sobre a II Guerra Mundial, Jinsoul teve um percalço terrível, do qual eu não consegui evitar rir.

Foi quando ela se virou de costas.

Se o uniforme da escola fosse calça branca, seria cem por cento trágico.

Ai, que horror, eu não devia estar rindo.

Provavelmente não preciso dizer o que aconteceu. É vergonhoso até para mim.

Eu não devia estar rindo. Meu Deus. Coitada. Desculpa.

Ninguém disse nada, e só no fim da apresentação dela, quando ela se sentou na mesa do lado da minha, é que eu tive a chance de dizer a primeira palavra sobre o assunto:

— Jinsoul, você está com dor de barriga?

— Sim… — ela olhou para mim e respondeu, tendo sido ligeiramente apanhada desprevenida por eu lhe ter dirigido a palavra. — É dos nervos…

— Eu acho que não é. Você... Jinsoul, desculpa perguntar, mas você precisa de um absorvente?

Os olhos dela se arregalaram de um jeito tão envergonhado que eu quase senti a vergonha dela na minha pele. Foi aí que ela ligou os fatos e se apercebeu do que tinha acabado de acontecer. Parecia que ela queria morrer. Céus, eu queria tanto rir. Mas rir estragaria tudo. Eu tinha um único objetivo em mente para aqueles próximos nove dias, e todas as minhas ações tinham de funcionar a favor disso. Então, com um tom de voz que eu não sabia que tinha, sussurrei:

— Não se preocupe, ninguém zombou de você. Foi só aquela vergonha que a gente sente por outra pessoa, sabe? Você precisa ir no banheiro? Eu posso ir com você.

Ela olhou para mim como se eu tivesse renascido. Como se eu não fosse eu própria, Ha Sooyoung. Levei isso como um bom sinal. Nunca fui exatamente uma boa pessoa.

— Ah, eu… Eu agradeceria.

Bom começo.

Levantei o braço e a professora acenou que sim com a cabeça para mim como se tivesse adivinhado as minhas intenções sem eu ter dito nada. Tirei o meu casaco do uniforme e dei-o a Jinsoul para que ela escondesse a mancha terrível que tinha na parte de trás do corpo, e ela agradeceu corada, antes de sairmos as duas da sala.

Andamos lado a lado até ao banheiro. Pensei em segurar a mão dela como sinal de conforto, mas estaria indo rápido demais. Então quando chegamos, eu tirei um absorvente da minha mala e entreguei-lho, e ela agradeceu com uma reverência bonitinha, entrando num box sozinha. Fiquei lá fora esperando e pensando no quão fácil tinha sido dar o primeiro passo para o que seria a perdição de Jung Jinsoul.

Ela saiu um ou dois minutos depois, olhando para mim agora como se eu fosse um anjo caído.

— Obrigada, Sooyoung. De verdade.

Tão meiga.

— Não tem problema. Pode ficar com o meu casaco até ao final do dia, aí você devolve amanhã. Não está muito frio, de qualquer jeito.

— Uau, eu… — ela murmurou para si própria, perplexa pelo quão educada eu estava sendo. Vi nos olhos dela que a minha gentileza era a última coisa que eu esperava. — Obrigada, mesmo. Vamos voltar para a aula?

— Claro.

E assim fomos, com o clima agora um pouco mais leve.

Mas então, no momento em que reentramos a sala, todos os olhos foram postos sobre nós, e não consegui imaginar se as pessoas daquela classe ainda estariam chocadas com o percalço de Jinsoul, se estariam admiradas pelo meu ato de boa educação, ou se ficaram simplesmente perplexas pela minha beleza como já era costume. Ou talvez tivessem pensado que nos pegamos no banheiro, mas isso seria simplesmente idiota. As coisas não funcionam tão rápido assim.

Não falei mais com Jinsoul nesse dia, mas lembro que ela olhou para mim e acenou com um sorriso pequeno antes de sair da sala depois da última aula, coisa que ela normalmente não fazia com ninguém.

Ao que parecia, o primeiro passo tinha sido um sucesso.


Notas Finais


Ah, e vai ter capítulos todos os dias... ;)

(inclusive, alguém faz alguma ideia do padrão dos títulos do yyxy? hihi...)


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