História Da magia a sedução - Capítulo 8


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Abo, Amor, Assassinato, Atração, Bruxas, Chanbaek, Feitiços, Investigação, Irmãos, Jongin, Kaido, Kaisoo, Kyungsoo, Magia, Maldição
Visualizações 172
Palavras 1.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiii
Eu sei que eh tarde. Mas só agora consegui revisar o cap.
Espero que gostem!!!

Capítulo 8 - Amor puro


Park tentava recuperar o fôlego, do lado de fora da casa. Kyung trouxe um copo com água.

— Você está bem?

— Eu? O que? O que está acontecendo aqui? Eu vim aqui prender um bandido, é o que eu faço. Mas o que eu vi lá dentro… eu nem sei…  — tomou um longo gole d’água.

— Eu sei... não tem explicação. Bem… tem… Mas ... — suspirou

— Me diga … o que era aquilo? O que aconteceu aqui? O que eu devo fazer? — o detetive o olhava desesperado

— Aquele era o espírito de Byun Dongju, e você o destruiu. Ele estava aqui — apertou os lábios — Ele atacou meu irmão, e eu… Foi um acidente mas eu o matei… então… nós o trouxemos de volta… e ele nos atacou… então… — disse segurando o choro — Eu o matei de volta. — Yeol engoliu seco olhando o rapaz

— Acho… que eu vou voltar. — se afastou a passos rápidos. Do voltou pra casa.



— KyungSoo!! — Jongin bateu com força na porta da casa. E logo o moreno abriu a porta.

— Oi… — abraçou o loiro — Desculpa sair correndo daquele jeito, meu irmão precisava de mim.

— Sim, eu entendo, eu acabei de encontrar o detetive. Seu irmão está bem?

— Está dormindo. Eu não sei ainda. Jongin, pode fazer um favor pra mim?

— Claro.

— Busca a minha tia. Ela vai saber o que fazer.

— Tá bem, eu vou buscar. — deu um beijo na testa do menor e foi para o seu carro.

Do foi para a cozinha, pegou um copo d’água.

— Irmão… — ouviu a voz do irmão atrás de si. Se virou rápido.

— Baekkie! Que bom que acordou. Como se sente?

— Estou com frio… — abraçou o próprio corpo

— Calma eu vou pegar um casaco pra você.

— Tá, mas me dá um abraço primeiro. Me desculpe por gritar com você no outro dia.

— Que isso Baekkie, eu também gritei. — abraçou o irmão — Fiquei tão preocupado — Baek escondeu o rosto no pescoço do moreno

— Não me manda embora, irmãozinho.

— Não vou te mandar embora Baekkie, porque…? — sentiu o ruivo farejar o seu pescoço e lamber ali, a mão dele apertou a bunda do Do — Me solta! — o moreno o empurrou — O que acha que está fazendo?

— Meu irmãozinho… — disse com um sorriso largo — … eu vou cuidar de você — puxou o moreno pelo braço o tacando contra o armário, a porta de vidro quebrou cortando o braço dele

— Ah!!! — Soo olhou o sangue escorrendo no braço, e quando se voltou para o ruivo, já estava sobre ele

— Eu vou cuidar de você irmãozinho!! — a voz saiu rouca, Do se debateu mas o ruivo estava montado sobre ele

— Saia daqui! Saia do meu irmão!!

— Você disse que não ia me mandar embora! — os olhos do ruivo estavam completamente negros, Soo encarou com raiva.

— Saia… do meu… IRMÃO!!! — gritou e um vento forte abalou a sala, o ruivo subiu no ar batendo contra o teto, o ruivo começou a sufocar e aos poucos perdeu a consciência ainda preso ao teto. O moreno respirava com dificuldade, ainda olhando para o irmão, até que seu transe foi interrompido por uma voz aguda

— KYUNGSOO SOLTA O SEU IRMÃO!! — a tia gritou da porta, Do olhou pra ela, Jongin estava ao lado da mulher, com os olhos arregalados. Baek desceu como uma pluma e pousou no chão.

— Ele… ele possuiu o Baekkie titia — disse entre lágrimas.

— Sim, eu estou vendo. Está sentado dentro dele. Jongin meu querido — a mulher disse calma e o loiro se voltou para ela — Pode carregar o meu sobrinho até a sala. — sem dizer nada o rapaz foi até o ruivo o levando pra sala. A mulher moveu as mãos e a mobília se afastou dando algum espaço no meio da sala. Onde o alfa o pousou. Soo ia a passos tensos atrás dos dois.

— Meu bem, nós precisamos tirar isso do Baekkie. Vamos precisar de ajuda.

— Tia… o … Jongin…?

— Kyung não é hora de pensar nisso. Chame seus amigos, precisamos de doze pessoas nessa sala. — o moreno olhou da tia para o namorado que ainda estava parado ao seu lado — Kyung é pra hoje. — o moreno foi correndo para o telefone.


— Alô? Lizzy, é o Kyung… Sabe… O que dizem sobre a minha família, então é tudo verdade, eu preciso de ajuda, pode vir na minha casa hoje a noite, é, e trás uma vassoura.


Em poucos minutos todas as professoras da escola já tinha sido contatadas, não eram exatamente amigos, mas era o mais perto que o moreno tinha. Kyung levou as velas para a sala, e Jongin trazia as ervas a pedido da tia. Baek estava imóvel no meio da sala, como um morto.



— Jongin…? — Kyung chamou quando viu o loiro parado na porta.

— Soo… vai ficar tudo bem. — disse calmo

— Você… você … não está com medo? De mim…

— Soo — ele deu um passo chegando mais perto do menor — Eu sempre soube que você era bruxo. Desde que soube que era sobrinho da srta Do. — apertou os lábios olhando para o moreno — Ela disse que eu não posso ficar pro ritual, mas amanhã bem cedo, eu vou estar aqui de volta. — pegou a mão do menor

— Obrigado Nini… — abraçou o loiro

— Eu vou voltar. — beijou a cabeça do moreno, e seguiu para fora.


Logo as professoras começaram a chegar, o ritual podia ser feito apenas por ômegas. E eles estavam todos ali.


— Obrigado por virem! — Yoona sorriu olhando para eles — Venham comigo. — assim que entraram puderam ver o ruivo caído no chão.

— Minha nossa… O que está acontecendo aqui?

— Vamos libertar essa alma sofredora garotos. Peguem as vassouras e fechem o círculo.

— Eu… — a voz rouca saia do ruivo no chão — … não vou deixar ele…

— Vai sim. Vamos lá queridos, se concentrem.

Assim que todos seguravam as vassouras, a srta Do começou a repetir as palavras mágicas “caput lucem”, o ruivo ao centro passou a se debater e a gritar, a voz rouca deu espaço a voz fina do ômega. Todos pararam de repetir as palavras.

— Ahaa…. Soo… me deixe ir… — a voz do ruivo saiu fina e chorosa

— Não, ele não vai te levar! — Kyung se abaixou ao lado do círculo olhando para o irmão que agora o olhava com seus olhos claros

— Soo… me deixa ir… é só isso que ele quer…

— Não… você me prometeu, que íamos morrer juntos velhinho…

— Eu prometi… mas… ele é meu! — a voz rouca falou

— Aguenta Baekkie! — levantou — Eu sei o que fazer. — o moreno seguiu pra cozinha e voltou com uma garrafa de bebida. — Dongju… tenho algo pra você.

— Ah… irmãozinho… — esticou a mão pra bebida,  nesse momento dois dos ômegas, seguraram o ruivo, do passou a lâmina na palma da mão e na do irmão. Juntando as mãos

— Foi uma promessa Baekkie, nossa promessa! — Do apertou as mãos com força. E uma luz acendeu a sala toda. Os dois podiam sentir a luz emanando das mãos juntas. E todo o peso do espírito de Dongju saiu do ruivo

— Eu te amo irmãozinho — Baek disse com a voz cansada, e desmaiou em seguida

— Eu também te amo. — abraçou o irmão.

— Vamos garotos, vamos varrer essa sujeira pra fora!! — Yoona disse chamando a atenção dos ômegas para o monte de poeira que se fez no chão. E logo todos pegaram as vassouras e começaram a varrer. Soo permaneceu abraçado ao irmão.



Notas Finais


Daee????
Bjinhos


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