História Da magia a sedução. - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Tags Draco Malfoy, Drarry, Harry Potter, James, Lemon, Lgbt, Lilian, Remo, Sirius, Snape, Yaoi
Visualizações 257
Palavras 2.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem pela demora em atualizar, mas prometo que agora vou voltar com tudo para as fanfics.

Eu sei que várias coisas estão diferentes, como certos personagens não sendo amigos logo no início.

Mas já que os pais do Harry estão vivos, e a Hermione é filha do Sirius, ESTÁ TUDO DIFERENTE.

Então peço para que vocês tenham paciência e aceitem essa humilde fanfic.

Capítulo 7 - Dumbledore vai precisar puxar o saco de outra Casa.


Fanfic / Fanfiction Da magia a sedução. - Capítulo 7 - Dumbledore vai precisar puxar o saco de outra Casa.

Lúcios levou o filho até o Expresso de Hogwarts, sorrindo o caminho todo.

- Eu sei que já falei isso mil vezes, mas estou orgulhoso de você. - O Sr. Malfoy acariciou o cabelo do filho - Qualquer coisa que precisar, basta me chamar.

- Não se preocupe pai - Draco abraçou o homem - Vou ficar bem.

O loiro se despediu e entrou no trem, sentando-se na primeira cabine que encontrou.

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Harry estava mais agitado que o normal, ele mal podia esperar pra conhecer Hogwarts.

- Se você usar essa capa para o mal, eu vou pessoalmente para a sua escola, e arranco ela da sua mão - Lílian ameaçou.

- Se você ver um cervo te seguindo, não se preocupe, é só o papai com saudades - James sorriu.

- Pai... Não me faça passar vergonha.

- É para isso que eu quis ter um filho, para fazer ele passar vergonha - O Sr. Potter piscou, maroto.

- Vou sentir saudades -Agnes abraçou a filha.

- Quando você voltar, vai ter um irmãozinho - Sirius zombou.

- Vai sonhando... - A Sra. Black mostrou a língua para o marido.

- Lembrem-se de nos escreverem sempre - A ruiva pediu.

- E tire boas notas, Hermione - Sirius pediu, abraçando a cacheada - Eu e Pontas apostamos para ver quem tem o filho mais inteligente.

- Vocês são inacreditáveis - Lilían censurou - Por que fez uma aposta que sabia que ia perder James Potter?

- É mais forte que eu, sou competitivo, você sabe disso! - O marido se defendeu.

- Ei! Eu posso tirar notas maiores que as da Hermione - Harry cruzou os braços e ouviu os quatro adultos gargalharem.

- Vão logo, antes que o trem vá embora. - James abraçou uma última vez o filho, e viu ele entrar correndo, junto com Hermione, para uma viagem que mudaria a vida deles para sempre.

- Agora que eles já foram embora - Sirius disse ao ver o trem partindo, deixando apenas uma densa fumaça para trás - Que tal irmos tomar uma cerveja amanteigada?

- Você leu a minha mente - James sorriu - É por isso que somos amigos, Almofadinhas.

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Draco estava quase pegando no sono, quando ouvi alguém abrir a porta da cabine e sentar no banco com tudo.

Era Harry e Hermione, que sentaram-se de frente para o loiro.

- Olha só que coincidência! - Potter sorriu.

- Por Merlin, vão para outra cabine.

- Estou com preguiça de andar - Harry piscou.

Draco bufou e voltou a encostar na cabine, adormecendo em pouco tempo.

- Draco... Draco! - Hermione empurrava delicadamente o braço do loiro, até que ele acordou - Nós já chegamos em Hogwarts.


Malfoy saltou, e observou Harry gargalhando.

- Bom dia, Bela Adormecida.

- Não enche, Potter. - O loiro disse e saiu do trem.

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Draco observava o castelo, era maravilhoso, muito mais bonito do que ele imaginava além de ser extremamente alto, quase parecia que o topo da torre conseguia tocar as estrelas; dava a impressão que existiam duas luas em Hogwarts, uma no céu e outra no mar.


- É perfeito - Malfoy suspirou.

- Todo mundo me fala isso - Harry piscou.

Draco revirou os olhos - Está estragando a beleza do lugar com sua cara feia, Potter.

- Eu sinto que nasci para ver esse lugar - O moreno deixou escapar - É gigantesco!

- Todo mundo me fala isso - Foi a vez de Draco piscar e Harry revirar os olhos.

- O primeiro lugar que quero conhecer é a  biblioteca daqui, que deve ser um sonho - Granger suspirou.

Hermione foi seguindo a fila de alunos, enquanto Harry ficou para atrás, ao lado do loiro.

- Onde você quer ir primeiro?

- Torre de Astrologia.

- Por quê?

- Para ver as estrelas - Draco desviou os olhos para o céu - Não sei exatamente o porquê, mas gosto delas.

O loiro voltou a fitar Potter, e Harry se aproximou dele

- Seus olhos lembram as estrelas. São bonitos. - Potter disse, e foi cortar a fila para ficar do lado de Hermione.

Draco olhou um tanto incrédulo para Harry, o garoto era estranho...

Malfoy tentou pensar em algum planeta ou estrela que lembrasse a cor dos olhos de Potter, mas não conseguiu achar nenhum.

Uma pessoa tocou a nuca do loiro e ele olhou para trás insistivamente.

- Blásio! - Draco sorriu - É bom te ver.

- Digo o mesmo.

 

Malfoy conhecia alguns alunos porque os pais deles eram amigos de Lúcios e Narcisa; como era o caso de Zabini e Crabbe.

- Eu tentei sentar com você no trem, mas já tinham ocupado meu lugar... - Blásio voltou a falar.

- E você quer que eu faça o quê?

Zabini gargalhou - Você não muda nunca.

Os dois entraram lado a lado no Castelo, mas no caminho, Draco acabou trombando com um rapaz ruivo, com várias sardas espalhadas pelo rosto.

O loiro ficou em silêncio, esperando um pedido de desculpas do outro, mas o garoto simplesmente olhou feito para Malfoy e virou as costas.

- Seus pais não te dera educação? - Draco gritou.

- Não ouse falar dos meus pais - O ruivo ameaçou.

Malfoy olhou o garoto de cima a baixo, e sorriu. - Cabelos ruivos, vestes de segunda mão... Você deve ser um Weasley.

- Malfoy - O outro disse com desprezo - Diga mais uma palavra e eu...

- Algum problema? - Harry aproximou-se com Granger ao seu lado; o moreno parecia estar achando a situação engraçada.

- Ele me ofendeu - Weasley bufou.

- Nada diferente do normal - Potter sorriu zombeteiro - Se está tão ofendido deveria ser o maduro da situação e ignorar.

- E quem é você, idiota? - O ruivo estava cada vez mais bravo.

- Harry Potter, e se disser mais uma palavra - O de olhos verdes imitou o outro - Quebro a sua cara.

Os alunos ao redor ficaram em silêncio e se agruparam para ver a confusão melhor.

- Aquele Harry Potter? - As pessoas na multidão cochichavam.


- O filho de James e Lilían Potter? Aqueles que ajudaram a derrotar Você-Sabe-Quem?

- Não vale a pena brigar com idiotas - Granger olhou o ruivo de cima e baixo, e puxou a capa de Harry - Vamos, não quero me atrasar e nem arrumar confusão no nosso primeiro dia.

- Fique longe dele - O moreno frisou e saiu com a cacheada.

Draco voltou a sentir como se seu corpo todo estivesse se arrepiando, mas resolveu ignorar isso, e a careta do ruivo.

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Todos os alunos olhavam encantados para o Chapéu Seletor enquanto o hino de Hogwarts tocava.

As pessoas observavam Harry com curiosidade, apesar de todos os Membros da Ordem da Fênix serem famosos, os Potter ficaram mais reconhecidos que todos.

Alguns alunos já tinham sido selecionados, como Zabini e Draco, que tinham ido para a Sonserina; o ruivo briguento foi parar na Grifinória, e aos poucos as pessoas foram sentando.

- Neville Longbottom - Minerva McGonagol chamou, e o garoto foi na direção do Chapéu.

Após ser colocado na cabeça de Longbottom, demorou poucos segundos para que o Chapéu Seletor desse seu veredicto.

- Grifinória!

- Harry Potter. - Minerva voltou a chamar, e todos ficaram em silêncio, inclusive os professores.

Eles queriam saber para onde o garoto iria.

Novamente o Chapéu Seletor foi colocado na cabeça de Harry, mas dessa vez a resposta demorou, foram longos minutos de silêncio, onde ninguém ousava dizer nada.

- Sonserina!

O espanto foi evidente, principalmente na cara do diretor Dumbledore.

- Hermione Granger Black. - Após se recuperar do susto, McGonagol chamou a garota.

- Sonserina! - Mais uma vez o Chapéu Seletor bradou.

A noite seguiu desse jeito, os alunos foram selecionados para suas Casas e depois comeram o famoso banquete de Hogwarts.

Todos estavam felizes, principalmente Hermione, que passou a noite maravilhada por ter descoberto que lá era mais incrível do que ela tinha imaginado.

Harry fitava feliz o teto estrelado, e na sua frente, Draco se permitiu sorrir para o colega de Casa.

O único que tinha a expressão sombria e infeliz era Dumbledore.

Mesmo quando os luzes se apagaram e os alunos foram dormir, o diretor não conseguia tirar a sensação de que algo ruim estava prestes a acontecer.

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Sirius e James estavam sentados no sofá, observando fixamente duas cartas fechadas, de pé, ninando um bebê, Lupin gargalhava dos amigos.

- Parem de ser idiotas - Tonks explodiu- É só uma carta!

- Na verdade são duas - Black piscou.

- Se vocês não abrirem, eu vou aí - Lílian ameaçou.

James esticou a mão para pegar a carta, mas parou no meio do caminho.

- Eu não consigo!

 

- Nem eu! - Sirius admitiu - Não sei se minha garotinha foi para a Grifinória ou Corvinal. Ela é corajoso e inteligente; realmente não faço a menor ideia.

- Esse suspense está me matando - Potter murmurou.

Agnes bufou e pegou as cartas, abrindo e lendo as duas.

- E então? Pra onde nossa filha foi? - Black andava em círculos ao redor da esposa.

- Ela está ótima, obrigada por perguntar - Agnes disse com ironia.

- Pra qual casa?

- Sonserina.

Sirius caiu no sofá, com uma expressão chocada; James e Lupin gargalharam ao ver o amigo desolado.

- Parece que ela realmente é uma Black - Tonks sorria.

- Não acredito... Hermione não pode ser da Sonserina, isso é um absurdo - Black resmungava, e até Lílian tinha caído na risada.

- Qual o problema? - Agnes segurou a mão de Sirius.

- É a Casa dos vilões! Todo mundo sabe disso; minha família toda foi para lá...

- E daí?

- E daí que só comprova que é a Casa dos vilões! - Sirius explodiu.

James limpava as lágrimas dos olhos, ele tinha gargalhado tanto, que estava até vermelho.

- Parece que vai ter que usar verde, meu velho - Potter sorriu - Já até consigo te imaginar vestindo um cachecol verde e torcendo para a Sonserina.

Black olhou com nojo para o amigo - Eu jamais...

- Agora é a Casa da sua filha -Agnes interrompeu, e mais uma vez, Sirius olhou desolado para o teto.

James voltou a ter uma explosão de risos, e a Sra. Black olhou feio para ele.

- Harry também foi para a Sonserina.

O sorriso dos Potter murchou.

- Você está brincando...

Agnes entregou a carta para o casal, e eles leram ela em silêncio.

- Eu não acredito. - Foi a vez de James ficar desolado - Um Potter na Sonserina, isso é ridículo!

Sirius gargalhou alto e apontou para o amigo - Parece que nós vamos combinar os casacos verdes.

- E ele ainda diz que quer ser apanhador para a Sonserina - Lílian acrescentou - Se o Harry for tão bom como você, ele vai vencer muitas copas...

- Por Merlin, meu filho é uma cobra!

- James! - A ruiva repreendeu o marido - Não importa para qual Casa ele foi, o importante é ele estar feliz e bem.

- Mas o verde desvaloriza os meus olhos - Potter gemeu.

- Foda-se.

O único que ainda dava risada era Lupin.

- Seu filho também vai para a Sonserina - Sirius disse - Estou sentindo que o destino dos Marotos é usar verde agora.

Remo abraçou e bebê e Tonks olhou feio para Black.

- Meu filho vai ser Lufano, diga mais uma palavra sobre a Sonserina e eu te transformo em um porco - Ninfadora ameaçou.

- Só pode ser o carma - James voltou a gemer, passando a mão pelo cabelo de um jeito desesperado - Eu não deveria ter zombado tanto do Snape...

- Ele amaldiçoou seu filho, vocês estão quites - Lílian lembrou.

- Bom, se vocês quiserem, eu dou uma carona até o Beco Diagonal - Remo sorriu - Ouvi dizer que vendem lindas camisetas da Sonserina.

James e Sirius olharam de um jeito mortal para o amigo, mas depois de muitas piadas e cerveja amanteigada, os dois aceitaram, e até acabaram rindo da situação.

Na verdade, eles realmente foram para o Beco Diagonal comprar roupas.

A família Black e Potter acabou aceitando o destino dos filhos; mas o único que estava certo era Dumbledore.

Ele realmente tinha o que temer.
 



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