História Daddies - taeyoonseok - Capítulo 7


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Palavras 1.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS QUIBE
MINHAS BATATA
MEUS PÊSSEGOS
tudo beleza? espero que sim :3

Espero que gostem desse novo capítulo, eu sinceramente cof cof não goste cof cof BUT o que importa é a vontade de vocês.
Até lá embaixo.

Capítulo 7 - ;i am sorry, daddy


Fanfic / Fanfiction Daddies - taeyoonseok - Capítulo 7 - ;i am sorry, daddy

— Daddy YoonGi, onde está o daddy Taehyung? — Hoseok perguntou, esfregando o punho levemente nas pálpebras.

Havia acordado fazia alguns minutos, e depois de fazer tudo o que precisava, resolveu sair do quarto a procura dos seus daddies. Seu estômago clamava por comida e assim que chegou ao primeiro andar, conseguiu sentir o cheiro delicioso do café da manhã.

— Bom dia, baby.

YoonGi lhe deixou um beijinho em sua testa, logo após bagunçar seus cabelos ruivos. Hoseok sorriu serenamente, para então ir sentar-se na banqueta e olhar Min atrapalhar-se todo para colocar o molho nas panquecas.

— Quer ajuda, daddy?

— Não preciso, baby, está tudo sobre controle. — Jung deu uma risadinha, vendo que Min não tinha controle sobre nada. — O Tae está no ateliê terminando uma encomenda.

— Ah... Nunca fui pra lá, você acha que ele se importa se eu for lhe visitar? — perguntou, descansando o queixo na palma da mão, ainda mantendo os olhos fixos nos atos de YoonGi.

— Hm, acho que não. — o homem deu de ombros — Mas coma primeiro, o café da manhã é a refeição mais importante do dia.

— Daddy... O que aconteceu com você?

— Não entendo...

— Você está diferente, não parece o daddy YoonGi que eu conheço. — murmurou, desviando o olhar para o prato com panquecas a sua frente — Só... Esqueça.

— Baby, eu...

— Obrigado pela refeição, daddy, vou aproveitar bem.

 

O som baixinho tocava na pequena sala afastada da mansão, nos fundos do grande quintal. Depois de tomar o café da manhã e ajudar Min com as louças — contra a vontade do mesmo —, Hoseok se aproximava para ir fazer uma visitinha para seu outro daddy.

YoonGi ocupou esse tempo para ir ao escritório terminar de ler alguns contratos.

Bateu algumas vezes na porta de madeira e esperou confirmação para entrar, essa que veio segundos depois.

Hoseok nunca achou que poderia achar Taehyung mais bonito, porém essa ideia fora questionada assim que o vira todo concentrado terminando de dar os últimos retoques no quadro que pintava.

Droga, Kim estava extremamente sexy.

— Daddy... — chamou baixinho, quase um sussurro.

Taehyung o encarou, os olhos escuros perfurando sua alma. Hoseok suspirou, completamente admirado.

— Lindo, não é? — Taehyung perguntou, o chamando para sentar-se em sua coxa direita — Comecei a pintar o quadro ontem a noite, depois que você e o YoonGi foram dormir.

— Você tem muito talento, daddy. — disse, completamente abismado com todo o ambiente em si.

O ateliê de Kim era confortável e trazia uma sensação de paz, mesmo com a bagunça que apresentava. Cada pedacinho daquilo fazia parte de Taehyung, os quadros inacabados, os móveis manchados de tinta ou até mesmo a música que tocava ao fundo. Taehyung tinha uma presença extremamente forte naquele ambiente.

— Obrigado, baby boy. Fico feliz em saber que pensa isso.

Hoseok sorriu, aproximando seu rosto perigosamente ao de Kim, que ficou levemente surpreso pela iniciativa tomada por seu baby — bastante tímido.

— O que vai fazer, baby?

— Eu quero te beijar... Muito.

Os seus olhos não desgrudavam da boca vermelha e grossa de Kim, lábios que ele queria provar mais uma vez.

— Você pode fazer isso a hora que quiser, eu sou todo seu.

Jung sorriu, colocando os cabelos ruivos para trás.

Sua expressão transformou-se para uma séria, desejosa, ao que Taehyung firmou suas mãos em sua cintura fina e delineada, apertando aquele local com afinco, fazendo-o suspirar deleitoso.

— Gosta de ter o controle, baby? Ou quer que eu te comande...? — os lábios estavam perigosamente próximos, as respirações se chocando.

— Daddy...

Taehyung sorriu diante a voz entrecortada de Hoseok, seu baby estava tão entregue para si.

Deixou um selinho nos lábios vermelhos de Jung.

— Fale comigo...

— Eu não quero falar, daddy, eu quero teus beijos. — fez um biquinho, deixando Taehyung com vontade de morder aqueles beiços cheinhos.

— Oh baby, mas eu não posso agora.

Na mesma velocidade que Hoseok sentou-se nas coxas de Kim, o mais velho o tirou delas. Jung, embasbacado, encarava seu daddy.

— O quê...? Daddy!

— Sinto muito baby, mas o meu cliente vem buscar o quadro daqui uma hora e ele ainda não está completo.

— Eu não acredito que você fez isso! Taehyung!

— Você me chamou do quê?

Mesmo sabendo que brincava com fogo, Hoseok não correu. Invés disso, bateu o pé no chão, cruzou os braços e fez um beicinho irritado.

— Te chamei de Taehyung, algum problema?!

— Baby...

Completamente irritado, saiu do cômodo e seguiu para dentro de casa.

Aish, estava tão frustrado!

Queria apenas uns beijinhos, era pedir muito?

Hoseok bateu a porta do seu quarto com força, fazendo um barulho alto pelos corredores vazios.

Deitou-se na cama, suspirando alto e abraçando o travesseiro, de forma que sua cabeça estivesse completamente enterrada na fronha branca e cheirosinha.

Depois de alguns minutos ­­– estes que foram muito longos se perguntar ao Jung –, enfim escutou batidinhas na porta.

— Vá embora!

— Não até eu saber por que meu baby está tristinho.

Jung não precisou levantar o olhar para saber que se tratava de YoonGi no batente da porta. A voz grave já o denunciava.

—Daddy... — olhou ao mais velho, com um biquinho nos lábios e olhar tristonho. — O daddy Tae está chateado comigo.

— Por que ele estaria, meu bebê?

— Por que eu fui até o seu ateliê, como tinha te dito — sentou-se na cama e chamou Min, batendo no espaço ao seu lado. —Eu queria uns beijinhos, só isso daddy, porém o daddy Tae não queria me dar... Daí eu gritei com ele.

YoonGi riu, um pouco enciumado (mas vamos relevar essa última parte, pois ele nunca irá admitir).

— Ele devia estar ocupado, bebê.

— Eu sei que estava, mas igual, poxa. — reclamou — Um beijinho só, não faz mal à ninguém!

— É mesmo? — Hoseok assentiu — Então, venha aqui.

Bateu as palmas em suas coxas, chamando seu baby para sentar-se em seu colo. Uma oferta tentadora, convenhamos.

— Vamos, neném. Você quer beijos, não quer? —Jung assentiu, olhando envergonhado para suas meias coloridas — Então... Eu estou disposto a te dar todos os beijos que quiser.

Como resistir a isso, não é mesmo?

— Só quero que saiba que quero bastante. — empinou o nariz.

YoonGi riu, achando seu baby uma graça.

Hoseok então colocou uma perna para cada lado do quadril de YoonGi, ficando assim sentado sobre as coxas de seu daddy. Ambos cara a cara.

Narizes se tocando, olharem fixados um no outro. Jung gostava de ver que YoonGi estava mais carinhoso consigo, mesmo que com pequenas ações; Jung gostava de YoonGi, mesmo quando ele era chato ou lhe respondia mal.

Estava gostando de descobrir essa nova faceta de Min YoonGi, o empresário de trinta e dois anos que tinha uma beleza surreal e uma personalidade complicada demais.

YoonGi quem tomou a iniciativa, pegando Hoseok pelo pescoço e o trazendo ainda mais perto de si. Os lábios a milímetros de distância. Jung fechou os olhos, esperando ansiosamente.

— Você é tão lindo...

Antes que pudesse responder, ou sequer abrir os olhos, seus lábios foram tomados pelos de Min. Um beijo desesperado, de tirar o fôlego.

Separaram-se depois de um tempo, ambos ofegantes, porém com um sorriso no rosto.

— Já está ficando tarde, quer que eu te levo para o seu apartamento?

—Hm, não precisa. Amanhã tenho folga na faculdade... Só se for ruim eu ficar aqui;

— De forma alguma, baby. Eu adoro te ter aqui. — Min deu aquele seu característico sorriso gengival. — O que acha de olharmos um filme depois, hm?

— Acho uma boa ideia. — sorriu faceiro, brincando com os fios escuros do cabelo alheio — Você acha que o daddy Tae tá bravo comigo, daddy?

— Não se preocupe com isso — massageou as bochechas gordinhas do menor — Claro que não.

 

Claro que sim.

Kim nem o olhara desde que chegou a sala de estar. Ignorou completamente sua presença, conversando apenas com YoonGi.

Hoseok sentia-se ainda mais frustado... E culpado, de certa forma.

— O que quer de almoço, bebê?

— Hm, pode ser pizza, daddy Gi. — respondeu, abraçando com mais força o torso do mais velho.

Ambos estavam deitados no sofá, Hoseok praticamente por cima de YoonGi. Depois da sessão de beijos que tiveram no quarto, decidiram assistir um pouco de televisão até que Taehyung chegasse.

—Isso não é saudável, Hobi-ah. — Ralhou — O que acha de...

Nãoooooooo! — fez manha — Eu quero pizza de calabresa. — Sua boca chegou salivar ao pensar na possível refeição que teria.

— Você foi um baby muito mal. — Taehyung dirigiu-se a si, pela primeira vez na noite — Não merece.

— Mas daddy...

— Sem mais Hoseok!

A sala ficou em silêncio.

YoonGi revirou os olhos, sabendo que Taehyung estava somente brincando com a cara de Hoseok, e que ele não estava realmente chateado. Era o feitio do namorado. Drama corria solto em suas veias.

— Me desculpe, daddy. — pediu choroso, não conseguindo olhar para as orbes de Taehyung.

— Pelo que?

— Por te atrapalhar no trabalho e gritar contigo, daddy. Me perdoe;

Taehyung sorriu, abrindo os braços e chamando Jung para um abraço, esse que foi correndo.

Hoseok gostava do abraço de Taehyung, era acolhedor. Como seu quartinho ou o apartamento de Jin. Ele sentia-se em casa.

Kim deixou um selinho nos lábios de seu baby.

A campainha tocou, YoonGi e Jung confusos sobre quem poderia ser a visita.

Taehyung ciente de quem era.

— A pizza chegou!

— Vocês são demais!

Hoseok os abraçou apertado, para depois correr atender a porta e pegar a sua tão esperada pizza.

O dia acabava bem na mansão Kim-Min, como de costume.

 


Notas Finais


Então, meus pesseguinhos, gostaram?
SOMOS MAIS DE 200, AMO VCS
obrigada mesmo, nunca imaginei que essa fic iria ter tanta resposta boa, ainda mais com tão poucos capítulos :)
não esqueçam de FAVORITAR e COMENTAR, para assim ajudar a fazer a fanfic crescer ainda mais ;3

BEIJOS


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