História Daddy's girl • (Incesto • Jimin) - Capítulo 3


Escrita por:

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Incesto, Park Jimin
Visualizações 1.627
Palavras 1.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM RESOLVEU APARECER DEPOIS DE 84 ANOS...
EUUUUUUUUUUUU
\O/\O/\O/\O/\O/

Primeiramente eu gostaria de pedir mil desculpa pra vcs, meus xuxuzinhos. Eu sou enrolada para um senhor caralho e pra piorar, Boo (o anjinho que corrige os caps) machucou o pulso e no fim acabamos nos atrasando. Mais uma vez, desculpaaa

Enfim, muito obrigado @xBaby por corrigir o cap mesmo debilitada kskks Não tenho money, mas te pago do jeito que vc quiser🌚❤

Vamos para o cap que eu vou postar e sair correndo ksksksksk

Boa leitura 🎀

Capítulo 3 - "Obedeça seu daddy"


— Jura? Abdominais? — continuei rindo quando Park pôs meus cabelos para o lado e então começou a esfregar o líquido gélido em minha pele.

 

— Se quiser... — desceu sua mão até meu bumbum, deixando um aperto ali. — Na próxima digo que estava me tocando pensando em você.

Suspiro pesadamente, enquanto seu aperto em minha carne se intensifica cada vez mais. Apoio minha cabeça em seu ombro, aproveitando do seu carinho e não hesito em deixar um riso baixo escapar de meus lábios semiabertos.

— Você não seria capaz de dizer algo assim para ela. — meu sorriso se alastra tornando-se uma gargalhada. — Ela mataria você. — Park me acompanha na risada, porém, com apenas um movimento, faz com que meus sorrisos sejam afastados e meu único sentimento quando sua mão adentra minha calcinha do biquíni, a dirigindo até minha intimidade, seja tesão.

Um calor involuntário corre por todo meu corpo e seus dedos gordinho tornam-se ágeis em torno de meu clitóris inchado. que parece que daqui instantes irá explodir.

— Gosta disso? — balanço a cabeça afirmativamente diversas vezes, mordendo o lábio e tentando falhamente reprimir um gemido. — Sei que gosta. — seus movimentos foram diminuindo até parar. Sopro todo o ar que nem percebi estar segurando e meu pontinho continua piscando entre minhas pernas implorando por mais.

— Você é cruel. — dito, me virando para apreciar sua face. — Eu só queria que passasse o protetor em mim.

 

O rubor de nossas bochechas estava visível, mas não tanto como o volume que estava em sua calça. Mordo o lábio olhando fixamente para seu membro, que parece bastante grosso e grande. Em um passo, Park junta nossos físicos grudando nossos olhares rapidamente. Me perco na escuridão de suas orbes agarrando sua cintura com os braços. Meu coração bate tão forte contra meu peito e sua cara de malícia deixa-me ainda mais tensa.

— Você já sabia que minha intenção não era exatamente te passar o protetor. — ele segura meu rosto em suas mãos e eu direciono meu olhar para seus lábios entre os dentes assim como os meus, esfregando minhas pernas umas nas outras, quando sua língua passeia por sua boca fodidamente sensual. — Você não cansa de me deixar excitado?

— Você não cansa de me deixar louca? — acaricio suas costas levemente,, acompanhando seu carinho em meu rosto. — Não sabe a inveja que eu sinto dela.

— Pois saiba, que quando eu estou fodendo ela em cima daquela cama, quem eu queria realmente ouvir gemer meu nome é você... — foi aproximando lentamente nossas faces, até seus lábios roçarem sobre os meus e nossos olhares se fixassem um ao outro. — Porra, não tem noção do quanto me seguro para não entrar no seu quarto e te fazer minha de todas as formas possíveis e impossíveis. Do quanto quero tocar cada pedacinho do seu cor...

Sem deixá-lo terminar, avanço em seus lábios com tamanha euforia, que eu podia sentir sua surpresa de imediato, mas assim que esfreguei levemente minha língua em sua boca, pedindo passagem, ele não hesitou e logo tornou o beijo mais intenso e apaixonado, como se tivéssemos esperado anos por aquilo. Seu membro rijo encostava em minha barriga vez ou outra, para reprimir tal excitação, cravo minhas unhas em suas costas largas improvisando desenhos aleatórios em sua pele exposta. Com selinhos encerramos o beijo por falta de ar, meu sorriso estava tão grande, que parecia rasgar meu rosto.

Sutilmente, espalmo minhas mãos sobre seu peito forte, o empurrando lentamente até uma cadeira próxima e logo, Park sentou-se, puxando-me junto a si. Com uma perna de cada lado de sua cintura, aconchego-me friccionando nossos sexos com certa intensidade, atacando seus lábios grossos em seguida.

Seus dígitos brincam com o elástico da peça inferior que uso, ameaçando algumas vezes, puxar os lacinhos que a segura em meu corpo. Minha língua ataca a sua com volúpia, o calor deixa-me ainda mais insana e não me contentando apenas em beijá-lo, passo também a mordiscar seus lábios.

— Acredito que agora seja minha vez de te dar prazer. — um desejo insaciável toma conta de meu corpo e rapidamente, sesso nosso beijo descendo de seu colo vagarosamente, espalhando selares pesados desde seu maxilar até a barra da bermuda avermelhada que usa, não demorando a puxá-la com certa impaciência, vendo seu membro pula para fora e sua cabecinha vermelhinha expelia pré-gozo pelo pequeno buraquinho. Mas as veias saltadas são o que mais me chama atenção, lógico que depois da sua grossura, que acabou por me deixar sem ar e ainda mais molhada que antes.

— Chupa meu pau, princesa. — acariciou meu rosto, levando suas mão aos meus cabelos os puxando levemente. — Está doendo tanto.

— É tão grosso. — levo minha mão o até seu falo, iniciando uma masturbação lenta. — Está tão necessitado. — Esfrego o polegar em sua glande, espalhando ainda mais o pré-gozo, podendo ouvir um “Porra” como murmúrio do mais velho.

 

Impaciente, Jimin puxa ainda mais meus cabelos, tocando levemente a pontinha de seu pênis, em minha boca.

— Você é muito apressado, senhor Park. — murmuro baixo, lambendo em seguida sua glande inchada. Sorrio maliciosa, quando um gemido sôfrego escapa de seus lábios.

— Anda logo com isso, obedeça o Daddy! — depois de um breve riso meu, acabo cedendo sua ordem, o abocanhado com maestria.

 

Seu falo teso pulsa em minha palma, enquanto minha boca acolhe tudo o que cabe. Jimin auxilia nos movimentos agarrando meus fios desajeitadamente em seus dedos, fazendo com que volta e meia, sua glande bata em minha garganta, causando um certo incômodo, mas nem de longe podia ser comparado ao prazer de ouvir sua voz rouca gemendo meu nome.

— Caralho, Sook! — sussurrou entre gemidos, enquanto eu massageava seus testículos, ainda o chupando com velocidade. — Deixa eu foder essa boquinha. — suspiro o mais forte possível, retirando seu membro de minha cavidade bucal.

 

Ele se levanta chutando a bermuda para o lado e eu logo me ajeito no meio de suas pernas, para então, receber novamente seu falo em minha boquinha. Sem quebrar o contato visual, Park se afunda diversas vezes e numa velocidade desconhecida por mim, rolando os olhos por alguns segundos. De repente, ouço seu urro grave e ele se desmancha em minha boca, fazendo-me sentir seu gosto salgado. E depois, limpo todo e qualquer resquício que tenha ficado na região de meus seios, lábios e face.

— Você tem um gosto tão bom! — lambo meus lábios, levantando em seguida.

 

Park estava ofegante e coberto por uma camada fina de suor, os fios claros grudados na testa, me davam uma visão dele ainda mais sensual do que o normal. — Eu meio que tenho um fetiche de você me fodendo na piscina, o que acha?

— Adoraria te ouvir gemer na piscina, mas hoje quero te foder no seu quarto! — dito isso, ele pega sua bermuda rapidamente e agarra minhas coxas, me ponto em seu ombro. Park começa a andar para dentro da casa e eu sinto um tapa ardente em minha nádega esquerda, permitindo-me soltar um grito em reprovação.

 

Mais alguns passos e já estamos na sala, porém, podemos ouvir claramente o barulho do carro de mamãe, nos assustando.

 

Meu padrasto finalmente me larga no chão e eu aponto para a escada, dizendo a ele para que se esconda, já que sua aparência nos entregaria facilmente. Prontamente, ele me obedece, enquanto eu corro de volta para os fundos da casa, atirando-me na piscina e revirando os olhos quando ouço a voz irritante de mamãe se anunciar:

— Jimin, meu amor? Cheguei!


Notas Finais


KKKKKKKKKKKKKKKKKpor favor não me matem, juro que esse hentai vai sair.

Tá meio merda? SIM! Desculpaaa não sou muito boa com essas coisas de sexo, só sirvo pra ler hentai alheios e ter meio que um infarto ksksksks mas prometo aprimorar minha escrita nesse quesito, okay?

Falem cmg, sou um docinho de ser humano 🎀

Até semana que vem caraio


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