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História Daddys Lil Monster - Capítulo 25


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Notas do Autor


• Olá pessoal, voltei com mais um capitulo para vocês! Espero que gostem!
• Como eu disse anteriormente, vão ter fortes emoções nesse capitulo!
• E temos também um Hotzinho do nosso casal, que espero que gostem!
È isso!

Boa leitura amores!

• Lembrando que PLAGIO É CRIME!

Capítulo 25 - Past


Fanfic / Fanfiction Daddys Lil Monster - Capítulo 25 - Past

CAPITULO 24

 

 

CORINGA

 

Tem sido muito difícil manter minha paz com a Harley, depois de quase a perder devido todos os nossos desentendimentos, a traição e o meu temperamento descontrolado... Porém apesar disso tudo consegui pedi-la em casamento e ela aceitou. Estava tudo perfeito até eu descobrir que Ethan Dominic havia beijado ela... Eu fiquei extremamente puto, não dei nenhuma chance dela me explicar nada, só quis me afastar e tentar por minha cabeça no lugar...

 

Flashback:

Passei a tarde toda na rua, terminei eu mesmo alguns serviços pendentes que meus capangas ainda não tinham terminado: pagamentos, dividas, mortes...  Até que decidi que minha ultima parada seria na minha boate Tormenta e graças a Deus, está tudo vazio, só alguns funcionários estão aqui para organizar o local para a festa de hoje à noite. Se fosse em uma época diferente eu teria ido para uma boate cheia de mulheres e pegaria a mais gostosa que aparecesse sem pensar duas vezes, mas não consigo mais fazer isso... A Harley fica o tempo todo na minha cabeça, consegui ficar ainda mais obcecado por ela, mal consigo ficar longe dela, é como se eu precisasse dela para conseguir respirar direito... Se eu a perder, eu não sei o que eu poderia me tornar... Não sei o que aconteceria comigo.

Passei o resto do meu tempo aqui e enchi a cara, bebi o máximo que eu pude sentado no balcão do bar, queria tirar da minha cabeça à imagem que toda hora insistia em aparecer... Ele beijando minha rainha... Tocando ela, sentindo seu gosto...   Aperto meu copo de uísque com tanta força que ele se rompe em minhas mãos, me cortando, estou com tanto ódio que não consigo sentir nada, arremesso os cacos longe sobre a bancada do bar. – Filho da puta! – Grito. Isso tudo foi culpa minha, se eu não tivesse feito tudo que fiz, nenhum desgraçado teria ousado se aproximar dela. Eu não podia ter abandonado ela naquela prisão, devia tê-la protegido, não deveria ter a traído, se não fosse por mim a vagabunda da Marie não estaria no meio da nossa vida agora... Eu não sou nada perto do que ela merece.

Minha mão está sangrando mais do que eu gostaria, o que está começando a incomodar, me levanto e vou ate o banheiro masculino da boate. Enquanto caminho pelo corredor sinto minha cabeça girar levemente, já estou ficando bêbado e mesmo assim não consigo parar de pensar nessa merda toda. Empurro a porta do banheiro com força, e entro, paro de frente para o espelho e encaro meu reflexo, merda. Meu cabelo verde está desgrenhado e nos últimos tempos percebi que ele cresceu, não tive nem tempo e nem interesse em ajeita-lo ultimamente. Estou com olheiras que contrastam com minha pele extremamente pálida, meus olhos estão vermelhos... Porra Coringa sai dessa! Eu sou o rei de Gotham, sou o melhor! Harley jamais teria coragem de me trocar... Eu proporciono a ela coisas que homem nenhum seria capaz! Ela é minha! Só. Minha. Independe de tudo!

 Abro a torneira e enfio minha mão cortada debaixo da água, estanco os cortes e em seguida volto para o balcão do bar, estou transpirando ódio, quero matar esse desgraçado... Preciso encontra-lo o mais rápido possível! 

Estou sentado me servindo de mais uma dose de uísque quando um dos meus seguranças se aproxima de mim, ficando parado ao meu lado. – O que foi porra?- Pergunto completamente irritado. Ele engole um seco e responde educadamente:

- Senhor Coringa tenho informações sobre a fugitiva Marie. – Rapidamente me viro em sua direção e digo:

- O que descobriram? – Pergunto, preciso de pelo menos uma noticia boa no meio disso tudo.

- A senhorita Marie foi resgatada por um dos seus investidores. – Só podem estar de gozação com a minha cara!

- Qual investidor porra? – Pergunto perdendo a paciência.

- Ethan Dominic. – Esse cara está começando a brincar demais com a minha paciência... Com quem ele pensa que está se metendo? Que interesse ele teria em resgatar aquela vadia? Para trepar que não seria... Tem mulheres muito melhores que ela.

- Eu quero que continuem a investigação sobre ele, quero informações o mais rápido possível! – Meu segurança concorda com a cabeça, obedecendo. – Agora manda trazerem meu carro. – Dito isso ele se retira me deixando sozinho novamente. Cansei dessa merda toda, agora esse desgraçado vai ver o que acontece com quem se mete com o rei de Gotham.

Fim do flashback

 

 

Depois de fazermos as pazes eu e Harley estamos deitados na nossa cama, completamente nus, entrelaçados um no outro, após uma trepada deliciosa, voltamos do meu cassino e transamos pela casa toda, deixando rastros de coisas quebradas por toda parte, vindo parar por final na cama. Estou com arranhões por todas as minhas costas, e ela está cheia de chupões nos seios e na virilha, prova do sexo selvagem que acabamos de fazer... Ela está com a cabeça apoiada no meu peitoral, alisando minhas tatuagens, com a perna envolvida ao meu redor, eu estou alisando seu cabelo que cresceu bastante nos últimos tempos, as mechas rosa e azuis não existem mais, o que não me incomoda, mas confesso que sinto falta, elas davam vida ao seu cabelo platinado. – Por que tirou as mechas do seu cabelo, docinho? – Pergunto curioso. Ela dá uma risadinha:

- Quis dar uma mudada, Pudinzinho. – Ela responde.  Sorrio levemente, ela com certeza fez isso para me provocar na época, sabia que eu amava suas mechas. Compreensível, visto a revolta dela comigo depois do que fiz. Ainda não consegui contar a ela o que descobri sobre Marie, e na real não quero acabar com o nosso dia por causa disso, na hora certa eu vou contar para ela...

- Sinto falta das suas mechas, combinavam com você. – Digo. Ela levanta a cabeça e me encara com um sorriso no rosto e diz:

- Talvez eu volte com elas Pudinzinho. – Sorrio para ela e aproximo nossos lábios, selando-os. – Precisamos conversar... – Reviro os olhos bufando, me sento na cama e ela me acompanha, ficando de frente para mim, me observando.

- Tá legal, fala o que tiver que falar Harley. – Digo ficando irritado novamente. Só de imaginar aquele filho da puta tocando nela meu sangue ferve nas minhas veias! Quando eu o encontrar vou cortar suas duas mãos eu mesmo para ele aprender que ninguém toca na minha mulher e sai impune. Ela envolve o lençol ao seu redor, ajeita o cabelo platinado, jogando-o para o lado e diz em seguida:

- Coringa antes de qualquer coisa, quero que você mantenha a calma e só escute o que tenho a dizer. – Lá vem merda! Mas não me resta alternativa a não ser concordar.

- Ta bom, que seja. – Respondo puto, explodindo por dentro, mas tentando segurar a onda. Ela pediu e me fez prometer...

- Bom, primeiramente quero que você saiba que eu não tenho a menor ideia do por que ele fez e disse essas coisas que eu vou te contar agora. – Engulo em seco, e passo a mão pelo cabelo. Segura a onda Coringa.

- Fala Harley! – Digo sentindo a raiva crescer violentamente dentro de mim. Ela respira fundo e então diz:

- Primeiro ele me beijou, como eu já te contei, me pegou completamente de surpresa, fiquei assustada, sem reação... – Ela passa a mão pelo cabelo nervosa e continua: - Depois ele começou a falar umas coisas bizarras... – Ela diz balançando a cabeça, enrugando a testa, confusa. –

- O que esse filho da puta te disse Harley? – Pergunto com raiva na voz.

- Ele disse que me amava e que iria lutar para me ter de volta... – Minha cabeça dá um nó e quando me dou conta já estou de pé, visto minha cueca e começo a andar pelo quarto. QUER TER ELA DE VOLTA? QUE PORRA É ESSA?

- Como assim te ter de volta Arlequina? Você já foi dele em algum momento? – Pergunto completamente alterado, cheio de merdas na cabeça. Que merda está acontecendo? Como ele poderia amar a Harley? Isso não faz sentindo nenhum.

- Claro que não Coringa! Eu não sei por que ele disse isso, não fez sentindo nenhum para mim. – Ela se levanta ainda nua, pega minha blusa preta do chão, a veste e continua de pé na minha frente: - Justamente por isso eu achei que deveria te contar... – Porra não é possível que eles já tenham se conhecido antes... Ela se aproxima mais de mim, me olhando nos olhos e continua: - Você sabe que eu me lembro de pouquíssimas coisas do que aconteceu no meu passado antes de você. E eu... – Seus olhos se enchem de lagrimas, ela ajeita sua franja e diz receosa: - Eu estou com medo. – Uma das consequências de ter se apaixonado por mim e se juntado a mim nessa vida de crime e loucura foi a perda parcial de memória, ela enlouqueceu após se jogar nos tanques químicos, assumindo uma aparência igual a minha, ela ainda tem traços de sua antiga personalidade: Doutora Harleen Quinzel.

Porém mudou completamente, se tornou minha versão feminina, completamente desequilibrada e lunática, além disso, seus conhecimentos e habilidades de medica psiquiatra permaneceram, o que foi perfeito: uma psicopata com diploma de psiquiatra rendeu muitos eventos completamente imprevisíveis. Harley Quinn definitivamente foi a minha melhor criação...  E o que seria de mim hoje sem ela? 

- Não precisa ter medo, docinho.  – Digo voltando do meu devaneio, observando-a, olhando-a no fundo dos olhos. – Vamos descobrir de qual parte do seu passado ele faz parte e principalmente o porquê ele disse essas coisas para você. – Me aproximo, alisando sua franja levemente: - E depois disso, nós vamos mata-lo. – Mantenho a proximidade, desço minha mão até sua bochecha esquerda, onde está sua tatuagem, ‘rotten’; ela é minha, nasceu para ser minha e ninguém vai mudar isso; sussurro contra seus lábios: - Ninguém vai tirar você de mim. – Ela abre um sorriso perverso ainda com os olhos marejados, alternando o olhar entre minha boca e meus olhos. – Você é minha monstrinha... – Digo contra seus lábios, dito isso logo em seguida ela me agarra me beijando ferozmente, retribuo com ardor, ela pula no meu colo, entrelaçando suas coxas ao meu redor, entre o beijo eu a seguro pela bunda e a encosto na parede, pressionando meu membro contra sua virilha, dou mordidas em seus lábios e desço lentamente para o seu pescoço, mordendo-o e deixando mais chupões pelo caminho, enquanto aperto e belisco sua bunda e suas coxas. Ela solta alguns gemidos enquanto eu aperto seu peito direito – Ai...  pudinzinho... – Ela geme no meu ouvido, fazendo-me perder totalmente o pouco juízo que me resta.

A seguro pela coxa e a levo até a cama novamente, deitando-a, logo em seguida rasgo a blusa que ela está usando, que é por acaso minha, para assim ver seus seios perfeitos e duros de excitação. Rapidamente levo minha boca até eles, os abocanhado e chupando fazendo-a gemer meu nome. – Ah... assim, senhor Coringa – ela diz entregue ao tesão. Continuo chupando seus seios, levo meus dois dedos até sua boca, ela aproxima sua boca e os chupa, deixando-os totalmente molhados,  então desço minha mão até o meio das suas pernas, ela as deixa bem abertas me dando passagem, então  levo meus  dedos até seu clitóris, fazendo movimentos circulares. Ela se contorce, geme, me arranha tudo ao mesmo tempo – Pudinzinho... – Ela sussurra totalmente ofegante – Por favor... – Ela pede entre um gemido e outro o que me faz sorrir de maneira perversa, meu pau está duro igual uma pedra dentro da minha cueca, mas quero tortura-la um pouco mais...

- Pede, fala para mim o que você quer sua gostosa... – Sussurro contra seus lábios entreabertos; dou dois tapas rápidos na sua boceta com a ponta dos meus dedos, e depois continuo a masturba-la, fazendo-a arfar e gemer ainda mais alto. – O que você quer Harley? Me fala. – Continuo dizendo enquanto a torturo.

- Me come Pudinzinho... Vai, por.  favor. – Ela diz me olhando completamente cheia de luxuria e desejo, suas bochechas estão rosadas e ela esta ficando levemente suada. Sinto meu pau latejar, porra, preciso comer ela agora.

- Como quiser baby. – Sussurro, então paro o que estou fazendo, e abruptamente a coloco de quatro sobre a cama, rapidamente abaixo minha cueca e encaixo meu pau duro dentro dela, me deliciando, enquanto sinto meu pau ser engolido lentamente. Porra, ela está completamente melada, o que facilita a penetração.  Agarro seu quadril com força e começo a dar estocadas fortes em sua boceta, ela geme alto, se agarrando no lençol da cama, inteiramente entregue a mim. Enquanto continuo metendo nela, começo a dar fortes tapas na sua bunda, do lado direito e do lado esquerdo, a deixando completamente vermelha, o que a faz gemer ainda mais, a cada estocada ela geme cada vez mais alto, até que a sinto gozar no meu pau, se contraindo e pulsando ao meu redor. Sem resistir, gozo dentro dela fortemente,  deixando meu liquido invadi-la completamente.

Ela se deita na cama de bruços exausta, ofegante. Me deito ao seu lado, ficando de frente para ela, observando-a deitada e completamente nua. – Você é linda... – Digo sem perceber. Ela abre um sorriso, vem ate mim ficando de lado e me beija carinhosamente.

– Olha quem fala! – Ela alisa meu cabelo, mantendo olhar em mim, encara meu cabelo e diz: - Seu cabelo está grande... – Até ela já percebeu...

- Não tive tempo para cortar ultimamente... – Digo, enquanto faço carinho na popa da sua bunda.

- Eu gosto dele assim também, não se preocupa Pudinzinho. – Ela diz sorrindo perversamente. Amo esse sorriso...

- Bom saber docinho... – Ela me encara por alguns segundos com cara de quem vai perguntar algo.

- Pudinzinho posso te perguntar uma coisa? – Ela pergunta, sabia, lá vem. Conheço bem a mulher que tenho.

- Pode. – Respondo receoso.  Espero que isso não desencadeie uma briga...

- Onde você ficou o dia todo ontem? Você sumiu... – Claro que ela ia querer saber, sumi por horas e não dei nenhuma satisfação.

- Eu fui resolver algumas questões pendentes, esfriar a minha cabeça. – Ela bufa, levemente frustrada.

- Onde você foi esfriar a cabeça? – Ela insiste, com certeza está achando que fui atrás de alguma mulher.

- Fui para a boate Tormenta encher minha cara. Não tinha ninguém lá, então foi perfeito. – Ela respira mais aliviada, definitivamente ela é igualzinha a mim. - Se eu te disser que enquanto aquela stripper estava rebolando para mim, eu estava pensando todas as formas possíveis de torturar o Ethan, você acreditaria? – Digo, pois afinal de contas é a verdade, eu estava tão bêbado que aquela vadia rebolando foi insignificante para mim...

- Acredito, mas também vi que você não tirou os olhos dela, então isso já me deixa na duvida, acredito que você estava apreciando o show e pensando em como mata-lo...  – Ela responde diretamente. Ela ficou realmente puta com aquela situação, eu amo ver ela com ciúmes, e ela fica ainda mais linda quando perde o controle. Fiquei ainda mais apaixonado vendo-a atirar naquela stripper no palco, marcando território com força na frente de todos.

- Eu só tenho olhos para você, docinho. – Ela revira os olhos debochando de mim. – Não debocha Harley, isso é serio. – Digo puxando-a para mais perto de mim, grudando seu corpo no meu, sentindo assim sua pele macia contra a minha.

- Difícil de acreditar Coringa. – Ela diz abaixando a cabeça, desviando seu olhar do meu, ainda grudada em mim.

- Amor, nenhuma delas chega aos seus pés... - Levanto seu rosto na minha direção, fazendo-a me encarar com seus lindos olhos azuis. – Você é insubstituível... – Digo arrancando um sorriso seu, o que me faz sorrir também.

- Ta bom, vou acreditar um pouquinho em você. – Ela diz sorrindo e em seguida encaixa nossos lábios, me beijando ternamente. Interrompo nosso beijo e digo próximo dos seus lábios:

- Você sabe que meu negocio são loiras lunáticas... – Ela solta uma gargalhada, me abraçando e diz:

- Quem é lunática aqui? – Soltamos uma risada juntos, então ela me olha nos olhos e diz carinhosamente:

- Eu te amo Pudinzinho. – Sorrio para ela, e retribuo:

- Eu também te amo, docinho. – Dito isso ficamos abraçados e um tempo depois ela adormece nos meus braços.  

 

Depois de Harley ter adormecido eu a cobri, vesti uma calça jeans escura, uma blusa preta e sai do quarto, deixando-a descansar. Fui para o meu escritório e me tranquei lá, tentei recolher o máximo de informações que eu podia a respeito de Ethan Dominic e sua conexão com o Asilo Arkham, achei alguns  arquivos perdidos, a maioria inutil, porém um deles continha uma informação relevante : consegui descobrir que ele trabalhava no asilo e que claramente ele havia conhecido Jonathan Williams lá, ele não era um paciente, ele trabalhava lá, só não sei ainda em qual área, mas obviamente o desgraçado nem sempre foi investidor, como que eu pude deixar isso passar?

Esse desgraçado já teve algum contato direto com a Harley, por isso ele disse todas aquelas coisas para ela, só preciso descobrir até onde esse contato foi...  Talvez eles trabalhassem juntos e ele tinha um amor platônico não correspondido por ela, e quando descobriu que ela abriu mão de tudo para ficar comigo, ele tenha ficado frustrado e tenha vindo atrás dela... Para rouba-la de mim. Francamente... Só me matando.

Escuto três batidas na porta, e mando entrar. Marcus aparece na porta com uma pasta na mão esquerda e diz:

- Senhor trouxe informações sobre Ethan Dominic. – Tudo que eu precisava, quero descobrir de qual buraco esse filho da puta saiu.

- Me diz o que você descobriu Marcus. – Digo enquanto continuo lendo as informações no computador.

- Senhor... Talvez seja melhor o senhor mesmo ver. – Ele diz com medo na voz. Enrugo a testa, o que pode ser de tão brabo assim para ele dizer que eu mesmo tenho que ler? Faço sinal com a mão para que ele me entregue à pasta em sua mão, ele se aproxima e me entrega a mesma. Abro a pasta e dentro dela tem uma espécie de currículo de medico, nele está escrito o nome dele completo: Ethan Williams Dominic. Mas que porra é essa? Então ele e o filho da puta traidor são irmãos? Pelo menos agora sei um dos seus pontos fracos... Continuo lendo, e no currículo está dizendo que ele é medico psiquiatra, formado na universidade de Cornell em Nova York, sua especialidade é em tratamento comportamental. Porra, com certeza ele conheceu a Harley nesse mundo dos médicos, assim como ela ele era medico. Jogo seu currículo sobre a mesa e em seguida vejo uma foto, e nessa foto ele está beijando uma mulher...  Ele está beijando a Harley. Na foto eles estão com os lábios selados um no outro, enquanto ela está de olhos fechados ele está com eles abertos, sorrindo entre o beijo...  MAS QUE MERDA È ESSA?! 

- Que porra de foto é essa Marcus? Por que ele e a Harley estão se beijando?  - Pergunto, tentando entender, apesar de saber que a resposta não vai me agradar nenhum pouco...

- Senhor Coringa, descobrimos que a Srta Harley era namorada do senhor Dominic na época em que ela trabalhava como medica no Asilo Arkham. – Não, não é possível! Esse arrombado já foi namorado da Harley?  Mas que porra! Não estou conseguindo acreditar, continuo olhando os papeis e tem outra foto deles dois, dessa vez os dois estão usando jaleco branco, e posam sorridentes para a foto abraçados, bem íntimos.

- Porra! Como que vocês não descobriram isso antes?  - Grito na direção de Marcus que responde rapidamente:

- Tivemos que vasculhar inúmeros arquivos até conseguir achar essas coisas senhor, levou mais tempo do que imaginávamos. – Incompetentes!

- Some da minha frente! – Grito na sua direção. Sem hesitar, ele se retira da sala, pedindo licença, me deixando sozinho novamente. Como isso é possível? Como a Harley não se lembra de um ex-namorado? O que esse filho da puta quer agora? Ele a quer de volta... Com certeza ele se aproximou por isso... Sinto que minha cabeça vai explodir, não, não, ela é minha só minha!

Ando pra lá e pra cá, passando a mão pelo meu cabelo, tentando me acalmar de alguma forma... Quando me dou conta a raiva toma conta de mim de forma violenta e vou em direção à mesa e a jogo no chão, deixando tudo que está sobre ela cair e se espalhar pelo chão do escritório. Tento respirar fundo, mas sem sucesso, então volto a olhar os papeis e vejo seu histórico, após se demitir do Asilo Arkham ele abriu uma empresa, “Dominic investments” exatamente o nome da empresa que investiu capital na boate tormenta... Como eu fui idiota! Ele não está nem ai para os lucros da boate, ele quer a Harley...

Sou retirado novamente do meu devaneio com batidas na porta, Harley entra na sala, com um olhar amoroso e tranquilo... Ela está com o cabelo levemente molhado e está usando uma calça legue preta, uma blusa rosa claro, curta que mostra parte de sua barriga, junto com um, sobretudo leve da mesma cor que sua blusa. Ela entra na sala e seu olhar muda ao ver o estado do meu escritório, ela arregala os olhos, fechando a porta atrás de si e vindo na minha direção.

- Coringa o que é isso? O que aconteceu? – Ela pergunta tentando entender a situação que do nada surgiu diante de seus olhos. Ela olha para os papeis amassados na minha mão e então pergunta: - O que é isso na sua mão? Me mostra! – Relutante não entrego os papeis para ela, apenas a encaro, sentindo meu corpo todo tremer...  Ela se aproxima, vindo na minha direção, segurando meu rosto com as duas mãos e diz – Pudinzinho? Fala comigo! – Ainda tremulo consigo dizer:

- Eu descobri uma coisa sobre o seu passado Harley. – Digo firme. Ela se assusta, afastando as mãos do meu rosto, mas mantendo a proximidade. Ela aos poucos fica ofegante e seu peito sobe e desce rapidamente.

- Me mostra. – Ela pede com a respiração entrecortada. Engulo um seco e entrego a ela as fotos amassadas em minhas mãos. Ela as pega e desamassa, então a encara por uma fração de segundos, que parece uma eternidade...  Lentamente ela levanta o olhar na minha direção, seus olhos estão cheios de lagrimas, que rapidamente transbordam, molhando seu rosto. Ela abre a boca para falar, mas não sai nada; ela volta a olhar a foto então, começa a soluçar apavorada, abre a boca e diz:

- Essa... Essa sou eu? – Fecho meus olhos, semicerrando meus punhos, com meu maxilar trincado, não consigo abrir minha boca para respondê-la. Porra isso não pode estar acontecendo! Os abro novamente, e continuo encarando-a, então balanço a cabeça positivamente.

Ela parece entrar em colapso, começa a andar pelo escritório, completamente desnorteada e desesperada, soluçando e tremendo com as fotos na mão. – Eu, eu... eu não me lembro. Essa não sou eu... não posso ser eu, como seria possível eu não me lembrar disso?.. Não... Não so... – Antes de ela terminar de falar seus olhos se reviram nas orbitas e ela os fecha desmaiando, indo em direção ao chão, mas antes dela atingir o chão, consigo chegar até ela, me jogando no chão a amparando antes, ficando de joelhos, com seu corpo sobre minhas pernas. Ela está completamente desacordada e pálida, desmaiada em meus braços, seu tronco está sob minhas pernas e suas pernas estendidas no chão. Levanto sua cabeça, sacudindo-a levemente.

- Ei... ei, Harley, acorda, fala comigo... – Digo tentando a despertar, porém sem sucesso, ela continua imóvel sem se mexer. – Amor fala comigo! Amor!  – Levo minha mão esquerda até seu rosto, sacudindo-o para acorda-la, enquanto seguro seu tronco com o outro braço. – Marcus! Vem Rápido! EU PRECISO DE AJUDA! – Grito em alto e bom som.  Harley nunca conseguiu lidar bem com seu passado e suas memórias perdidas... Essa informação foi demais... principalmente para ela.


Notas Finais


• É isso pessoal! Espero que tenham gostado! Esse capitulo ficou grandinho, então espero que tenham gostado! Gostei dele!
• A partir desse capitulo mais coisas vão vir a tona!
Comentem e favoritem meus amores! Isso sempre me ajuda muito!
Obrigada pessoal!

•Até o próximo capitulo! Beijão amores!


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