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História Daddy's Little Girl - Capítulo 10


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Notas do Autor


PERDOES PELA DEMORA TENHO ANDADO BEM OCUPADA
ESPERO QUE CURTAM O CAP,

Capítulo 10 - Always This Way


Fanfic / Fanfiction Daddy's Little Girl - Capítulo 10 - Always This Way

Camila Pov.

Suspirei pesado, abrindo os olhos lentamente, não estava fácil, meu olhos não queriam abrir e eu sentia uma preguiça e um cansaço enorme, parecia que eu tinha dormido por anos, mas que ainda precisava dormir mais, senti como se tivesse algo sob as minhas costas, mas ignorei resmunguei sentindo meu estômago roncar.

-está com fome querida? –ouvi aquela voz quase perto da minha orelha e levantei assustada.

Fico sentada na cama o encarando meio assustada, dormimos juntos na mesma cama, as lembranças da noite anterior, nós dois nas escadas fazendo amor, eu sentindo ele completamente meu e eu dele, meu coração batia rápido, meu pai continuava deitado, estava sem camisa e os cabelos ondulados que estavam grandes bem bagunçados, ele me olhava sorrindo e sem querer eu corei.

-querida? –me chamou e eu acenei meio lerda.

-sim? –digo sem saber o que dizer.

-sei como está se sentindo, me sinto estranho também. –diz e eu o olho piscando os olhos. -mas não vou mentir e dizer que me arrependo da noite anterior, você....se arrepende. –pergunta e eu sinto um pequeno desespero em uma sua voz.

-não, eu não me arrependo. –digo com um pequeno sorriso e ele sorri também. –Mas como nós ficamos? Digo não podemos andar de mãos dadas pela rua, nos beijar em público. –digo com um sorriso bobo, mas o desfaço quando vejo meu pai ficar sério.

-ainda não pensei bem nisso, mas precisamos guardar segredo pra todos eu ainda sou seu pai, você é minha filha e você é menor de idade. –diz e eu fico confusa.

-acha que podem me tirar de você? –pergunto com medo da resposta.

-se alguém souber e começarem a investigar pode surgir a teoria de que eu abusava de você, mesmo a idade pra consentimento sexual no nosso estado ser com 16. –eu baixo a cabeça pensando na possibilidade de me tirarem da minha casa, do meu pai. –ei. –sinto o dedo indicador dele no meu queixo me fazendo encará-lo. –eu não vou deixar que nos separem.

Sorrio boba e me inclino para abraça-lo ele retribui enlaçando minha cintura com seus fortes e musculosos braços, sinto uma sensação estranha o abraço dele parecia diferente, eu me sentia diferente em suas mãos, havíamos mudado, fecho os olhos sentindo ele afagar minhas costas e meus cabelos lentamente, logo sinto meu estômago roncar e o ouço rir.

-é parece que está com muita fome. –diz e eu encaro sorrindo.

-tô faminta. –digo com um largo sorriso.

-bom, tome um banho e eu. –ele se afasta e levanta da cama. –vou fazer algo para comermos no café. –diz e logo lembro que Nana poderia estar lá embaixo ou vindo até nós.

-papai, a Nana! –digo com medo dela entrar e me ver aqui no quarto dele.

-calma querida. –meu pai sorri parando em frente a porta e me encarando. –Nana foi dispensada esse fim de semana, ela só volta na segunda de manhã, agora tome um banho e troque de roupa.

-mmmm podíamos tomar banho junto. –sorrio envergonhada me arrastando na cama para levantar, assim que fico de pé sinto uma ponta forte no meu baixo-ventre. –ahh! –me sento rápido na cama.

-Milla... –papai corre até mim ficando ajoelhado à minha frente segurando minhas mãos. –tudo bem?

-tudo, foi só uma dor...lá embaixo. –o olho sentindo minhas bochechas corarem, ele engole seco e logo baixa a cabeça parecendo culpado.

-achei que não tivesse te machucado tanto.

-papai, para com isso, a primeira vez sempre dói. –digo com uma boa sensação de vergonha, mas eu deixei isso de lado, não queria meu pai se sentindo desse jeito. –eu tô bem. –ele levanta a cabeça.

-quer que eu te leve no banheiro? –sorrio e aceno negativamente sentindo vergonha de novo. –está envergonhada? –pergunta entendendo minha reação e eu aceno. –tudo bem meu anjo. –ele se inclina e beija meu joelho direito, sinto meus pelos arrepiarem, mas não transpareço isso. –grite se precisar de mim, use meu banheiro é mais próximo, pode usar tudo.

Ele beija meu joelho de novo dessa vez beija os dois mais de uma vez e sai, assim que ele sai eu me jogo na cama meio boba e sorrio, mas vejo que foi uma má ideia pois sinto aquela pontada de novo, expiro e inspiro, me recuperando. Tudo parecia um sonho, meu pai e eu, nós dois juntos, a nossa noite, ele foi tão gentil e amável. Por mais que eu tivesse um desejo por meu pai e eu sempre evitava ter sonhos inapropriados com ele, já achava louco querê-lo e seria pior ter fantasias sexuais com ele, mas o que houve ontem foi tão bom. Sorrio largo e aos poucos me levanto sinto a dor dobrar a medida que ando, ainda bem que o banheiro não ficava tão longe.

-aaiii. –digo resmungando sentindo aquela maldita dor persistir, foi pior do que perder a virgindade. Mas ele era tão grande. –não, para de pensar nisso! –me auto repreendo quando penso no pau do meu pai. Logo entro no banheiro e retiro minhas roupas, mexo no registro deixando a temperatura da água quente.

Logo entro na água sentindo as gotículas quentes tocarem meu corpo fazendo meus músculos relaxarem, respiro aliviada sentindo a dor diminuir e com a sensação da água quente lavando meu corpo, deixo a água lavar meus cabelos. Pego o sabonete que meu pai usava e começo a ensaboar meu corpo, uso o shampoo e condicionador que ele tinha e deliro sentindo o cheiro que meu pai possuía em mim.

-mmmmm. –suspiro alto me deliciando no banho.

...

Termino o banho e sinto que consigo andar melhor, enrolo uma toalha no meu corpo e vou até meu quarto devagar, seco meu corpo levemente, visto uma calcinha confortável e pego um vestido que ia até meus joelhos, não uso sutiã, penteio rapidamente meus cabelos e vou até o corredor, vejo a porta do quarto do meu pai fechada e o som de chuveiro, mmm ele devia estar tomando banho, sorrio e vou caminhando lentamente até a cozinha. Quando chego, fico com água na boca, tinha panquecas, ovos, bacon, pão, queijo, presunto, frutas, iogurte, leite, me sento a mesa e começo a servir o café pra mim e pro meu pai.

 

Harry Pov.

Fiz um café rápido, mas farto, Camila estava demorando fiquei preocupado, arrumei a mesa e fui correndo até meu quarto para chama-la para comer, mas assim que cheguei vi meu quarto e banheiro vazios, ela deve ter ido se trocar no quarto, aproveito então para tomar um banho rápido e lavar meu corpo, que ainda estava com vestígios dos nossos suor e nosso cheiro devidos à noite anterior. E que noite maravilhosa, fazer amor nas escadas, sentindo os beijos e toques que Camila tinha, o jeito carinhoso e amoroso que ela me abraçou e me permitiu fazê-la mulher. Fiquei preocupado por ela estar com dor, talvez eu devesse ser mais gentil e cuidadoso, mas uma coisa eu tinha certeza, faríamos isso dar certo.

Mas precisávamos ter cuidado, Camila ainda era menor, e qualquer um que soubesse sobre nós poderíamos ser separados e eu não aguentaria isso, nem Nana poderia saber disso, será que ainda seria bom ter Nana aqui? Pensava enquanto me trocava uso calças de pijama como fazia nos dias que ficava livre e um par de camisas confortáveis, desço até a cozinha e vejo Camila servindo dois pratos, sorrio e chego por trás dela sem fazer barulho.

-mmmm um é pra mim? –digo a abraçando por trás sentindo que seu cabelo exalava o cheiro do meu xampu.

-uhum. –diz e acaricia minhas mãos que estavam sobre seu estômago. –senta e come comigo. –beijo sua testa e pego uma cadeira ficando bem próximo ao seu lado. Comíamos calmamente, eu observava Camila comer e ela sorria de forma tão reluzente que eu me sentia feliz também.

-ainda com dor? –pergunto preocupado enquanto Camila me prepara um sanduíche.

-bom, quase não sinto mais nada, juro. –diz me dando o sanduíche num prato de porcelana.

-ah, antes que eu me esqueça. –pego do meu bolso o celular da Camila e lhe entrego.

-meu celular? –pergunta o pegando e me olhando com cenho franzido.

-acho que fui muito duro lhe punindo tirando seu celular. –digo mordendo o sanduíche que estava bom.

-e meu computador, e minha tv, e me proibindo de sair de casa e .... –reviro os olhos tapando sua boca sorrindo, Camila ri me olhando travessa.

-ok mocinha entendi, tem tudo de volta, mas ainda quero você longe daquele garoto. –digo e vejo ela parar de rir. –o que foi?

-mmmm. –ela diz e os sons saem abafados, tiro minha mão e ela logo começa. –ele é meu único amigo.

-único amigo? –franzo o cenho sem entender, ela baixa a cabeça. –Camila?

-os pessoal do colégio me exclui, dizem que eu sou só a garota abandonada pela mãe e que tem um pai ausente. –diz em tom baixo

-por que não me contou isso antes? Eu podia ter falado com seu diretor ou ter te trocado de escola. – digo me sentindo um pai ruim.

-não sei, não queria te incomodar com meus problemas e eu não quero trocar de escola tô quase acabando, não quero ser a novata. –diz com um bico.

-mmm vem cá. –a puxo da cadeira a colocando em meu colo a abraçando forte. –devia ter me contado, tudo bem pode falar com aquele pirralho, mas nada mais que isso. –digo controlando meu ciúmes.

Camila em resposta me abraça forte levanta a cabeça, me dá um curto beijo. Ela em meu colo, me abraçando forte, seu lábios entreabertos, me inclino e a beijo de novo. Ela passa as mãos no meu pescoço aprofundando o beijo. A Pego no colo ainda a beijando e a levo pro meu quarto, nos deito na cama, mas me afasto um pouco parando o beijo.

 -melhor não querida, melhor você se recuperar antes.

 -tudo bem eu só quero te beijar. –diz com um bico.

-você consegue tudo de mim quando faz esse bico. –digo voltando a beijá-la.

Aos poucos o beijo vai esquentando e esquentando, mas o paramos para não ir além disso, não hoje, ficamos deitados abraçados.

“Queria que fosse sempre assim”


Notas Finais


ENTÃO HENTAI NO PRÓXIMO
OU NÃO???
EU VIVO POR VOCÊS


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