História Daddy's Squad - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Kookv, Namjin, Sope, Squad, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 40
Palavras 2.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oie!

olha quem tá tão empolgada com essa fic que não esperou o final de semana pra atualizar?

espero que gostem!

Capítulo 3 - A banda


Fanfic / Fanfiction Daddy's Squad - Capítulo 3 - A banda

Após a primeira reunião do grupo de apoio, Jimin ofereceu uma carona para Jungkook. Sendo assim, andavam os dois pelos corredores do centro comunitário em direção a saída. Jungkook andava ao lado de Jimin, um passo atrás, na verdade. O que fazia o primeiro sempre dar uma brecada e olhar para seu acompanhante. Foram assim até o estacionamento e então Jungkook passou por Jimin que parou ao lado de uma moto.

— Moto? — voltando. 

— Ah, me desculpa, devia ter avisado antes. Você tem medo?

— NÃO! Claro que não tenho medo, não tenho medo de nada.

— OK. — riu da veemência dele  e lhe entregou um capacete do tipo coquinho. — Quer ajuda?

— Não. — mas, estava muito atrapalhado com o objeto. Jimin se continha para não rir na cara dele, o que era difícil porque Jungkook estava tentando fechar o capacete sendo que a parte da frente estava para trás. Virou o rosto para esconder o riso fez umas caretas para ficar sério e se dirigiu a ele. — Cara, é assim.  — Jungkook relutou mas Jimin praticamente ajeitou o capacete na cabeça dele como uma mãe que lida com um garotinho malcriado. — Vamos? — sentando-se. 

Jungkook observou a garupa por um tempo, planejando como se sentar. Enfim, passou a perna pelo veículo e se ajeitou nas costas de Jimin que pegou suas mãos e colocou em sua cintura, pressionando bem indicava que era necessário segurar firme. Colocou a moto em movimento e Jungkook levou a sério a recomendação e apertava a cintura do piloto que acelerou.

Estavam no meio do trajeto quando Jungkook se deu conta de que não havia fornecido o endereço, então, em cada semáforo ele se projetava, colando-se nas costas de Jimin  para falar sobre o ombro dele qual a direção a seguir e ainda apontando o caminho. Acontece que Jimin parecia conhecer bem o destino e em pouco tempo estavam estacionando na frente da casa de Yugyeom, amigo de Jungkook.

— Valeu! — descendo da moto, e entregando o capacete. Jimin pegou o objeto e prendia na garupa.

— Quer que eu te espere?

— Ah, não, eu vou trabalhar agora. 

— Ok. Bom, eu moro naquela casa amarela ali. Se precisar de carona pra voltar, me liga ou toca a campainha lá.

— Então... — confuso coçava a cabeça. — Você sabia?

— Sabia, já vi vocês ensaiando. Vocês são muito bons, sua voz é ótima.

— Obrigado... — ainda confuso. — Dá pra ouvir de lá?

— Sim, vocês são bem barulhentos, mas, não assinei a petição dos moradores da rua para que vocês parassem de usar a garagem como estúdio. Eu curto o som que vocês fazem então... — sorriu dando de ombros.

— Tem uma petição dos moradores para pararmos de ensaiar aqui?

— Sim, um abaixo-assinado. Se não me engano é a própria esposa do Yugyeom que começou com isso. — Jungkook parecia mais que surpreso, era como se tivesse sido traído. — Acho que falei demais. — coçou a cabeça e sorriu sem graça por ter denunciado alguém.

— Ela parece curtir tanto, que estranho. Você deve estar enganado.

— Pode ser. Bom, eu tô mesmo de folga nessa tarde, se precisar de carona, só me chamar.

— Ok, valeu! — eles ainda ficaram se olhando um tempo como se um esperasse o outro se lembrar de algo para falar. 

— JEIKEI! — alguém gritou agachado dentro da garagem cujo portão estava abrindo.

— Tchau! — disse Jimin e Jungkook acenou e correu para dentro.

— E aí? Cadê os outros? — perguntou Jungkook para Youngjae.

— Tão chegando.

— E aê? — o dono da casa chegava com um pacote de latinhas de cerveja. — Trouxe o gelo? 

— Putz! Esqueci completamente.

— Cara, que vacilo.

— Sorte que estas estavam na geladeira. — deixando  algumas latinhas sobre umas caixas empilhadas. —  Vou lá pôr essas de volta.

— A gente nem deveria beber, vamos ensaiar para a apresentação de logo mais. — olhando no relógio.

— KAISKAISKAISKAIS Apresentação, meu? Té parece! — Youngjae abria uma latinha e se sentava na bateria. Quando Jungkook ia protestar, um furgão  freou na frente da garagem e dois caras saíam dele. Jaebum e Junyoung pegavam seus instrumentos e vinham se encontrar com eles. Depois de uma sessão de cumprimentos, Jaebum perguntou para Jungkook:

— Quanto vão pagar?

— Do que tá falando?

— Do casório.

— Quê? Já pagaram. Eu te dei sua parte semana passada.

— Só aquela merreca?

— 250 pra cada, 100 a mais pro Yugyeom pra pagar a eletricidade daqui.

— Isso não dá pra nada.

— Eu sei. A gente precisa achar mais eventos, lotar a agenda. Vocês fizeram as ligações que a gente combinou? — eles se entreolharam e cada um virou sua latinha de cerveja na boca como desculpa para não responder. Jungkook olhava para os colegas de banda e não se conformava. Coçou a cabeça e reclamou. — Olha, assim fica difícil, eu já liguei pra todo mundo que eu conheço, e nos apresentamos pra toda a minha lista, preciso que vocês façam o mesmo.

— A questão é que eu não conheço quase ninguém que quer casar, e quem vai casar não quer banda ao vivo, isso é muito o "Ó".

— "Ó"???

— Brega, cafona. — Yugyeom explicou. — Todo mundo contrata DJ agora. 

— Verdade, mas, a gente devia estar procurando outras coisas como aquele rodeio, Youngjae, o que que deu? 

— Ah, aquilo? O cara contratou uma banda country, tipo sertaneja, sabe?

— Afff! Sério?

— Você disse que não era nosso estilo...

— Falando em estilo a gente vai tocar ou não? — Jaebum dedilhando sua guitarra.

— Vamos, claro. Eu fiz o setlist de hoje. — eles riram porque Jungkook levava as coisas muito a sério, era mesmo o sonho dele fazer aquela banda ser contratada por uma gravadora, então, teriam um álbum com suas composições e fariam shows em estádios pelo mundo. — Bora ensaiar! — os cincos se colocaram em posição e tocaram as músicas que Jungkook tinha escolhido. — Pausa. — olhou no celular, tinha mensagem de Taehyung dizendo que  o amava e desejava boa sorte, ele respondeu com um emoji de coração, escondendo o celular de Jaebum que veio ver o que ele fazia e fez umas gracinhas zombando do romantismo dele com o marido. Havia outra mensagem.  — O pai da noiva pediu para chegamos uma hora mais cedo.

— Xiii, nem vem, da outra vez foi para descarregarmos o caminhão de bebidas. — Junyoung desconfiado.

— Não, eu deixei bem claro que não faríamos nenhuma outra tarefa a não ser tocar na festa.

— Então por que chegar mais cedo? — Yugyeom quis saber.

— Passar o som seria o ideal. 

— 15 minutos antes é o suficiente. — Jaebum olhou para todos que concordaram.

— Lembra daquela vez que o sistema de som estava com o fusível queimado e até irmos comprar outro atrasou o show em 1 hora?

— SHOW??? KAISKAISKAISKAIS era um aniversário de criança. E você que comprou o fusível e muito trouxa ainda comprou um brinquedo. — Youngjae ria do amigo.

— Não foi nesse que comprei um brinquedo, esse do fusível foi um carinha lá, ele já era um adolescente! E foi o melhor até hoje porque pudemos tocar a nossa playlist toda.

— Isso é verdade. — Jaebum concordou.

— Então, é isso, vamos mais cedo e assim conferimos se está tudo bem, vocês tem que ter em mente que as pessoas na plateia são nossos clientes em potencial. 

— Sim, senhor Jeon! — eles disseram batendo continência só para fazer graça. Jungkook revirou os olhos e abriu um baú com as roupas que eles usavam nas apresentações. Distribuiu os paletós, e eles foram para o furgão de Jaebum. Jungkook ia espremido na parte de trás do veículo junto com todos os instrumentos. Os outros três iam na frente, ainda mais espremidos, enquanto Jaebum dirigia.

Chegaram no local e era um salão de festas simples, um enorme galpão decorado com flores, o pai da noiva veio encontrá-los.

— Você e você vão ajudar a fritar as coxinhas e risoles. — apontando para Youngjae e Jaebum, e depois virando para Jungkook, Junyoung e Yugyeom. — Vocês vem comigo, preciso descarregar as bebidas.

— Me desculpe, senhor mas somos da banda. — informou Jungkook.

— Eu sei, rapaz, venha, não temos tempo.

— Senhor, não! Me desculpe mas, eu deixei bem claro que não faríamos nada além de tocar.

— Mas, eu paguei mil pratas.

— E é bem abaixo do nosso cachê.

— Oras, bolas, se não me ajudarem podem devolver o dinheiro e cair fora, minha filha disse que é só colocar um alto falante no celular e teremos música boa a noite toda.

O grupo de amigos se entreolhou. Eles até queriam ir embora mas não tinham o dinheiro para devolver. Então, ajudaram com as tarefas. O pai da noiva os deixou lá para ir para a cerimônia e eles ficaram carregando e fritando coisas. Quando enfim os convidados começaram a chegar se posicionaram no palco que não era bem um palco era só o canto. Ligaram os instrumentos e uma microfonia fez todos se encolherem.

Os noivos chegaram e eles tocaram a primeira música, o microfone defeituoso distorcia o áudio e irritava a todos, mas, não mais que Jungkook que desistiu do objeto e passou a cantar "no gogó" o mais alto que podia para ser ouvido na pista de dança. O pai da noiva se aproximou do palco fazendo Jungkook se inclinar para ouvir.

— Não dá pra ouvir nada da minha mesa. — reclamou.

— Vou consertar. — pararam de tocar e o público vaiou. — Desculpem. — disse no microfone que agora funcionou depois de uns ajustes. Estavam tocando quando outro convidado veio reclamar.

— Canta pra fora, meu filho, você canta sussurrando. — a voz de Jungkook era ótima mas ele não tinha um amplificador e isso era um problema que ele queria consertar a muito tempo só não tinha dinheiro para comprar todos equipamentos necessários. 

— Minha filha pediu para tocar essa. — Jungkook pegou o papel e o pedido era Like a Virgin de Madonna. 

— Não tocamos essa.

— Que legal, obrigado! — o homem saiu com os polegares para cima. Jungkook ficou olhando confuso, Jaebum veio ver o papel e já ia indo embora "fulo" da vida.

— Hey, calma. Vamos ignorar, simplesmente. — tocaram outra e lá veio o pai da noiva. — Não tocamos essa senhor.

— Então toquem Nikita de Elton John é a preferida da minha mulher.

— Quê??? — Jungkook nem fazia ideia do que era. — Senhor nosso repertório é rock, alguns pop-rock, espera! Acho que tenho uma lista aqui. — indo até o estojo da guitarra. — Pode escolher qualquer uma dessas. — entregando uma lista.

— Bon Jovi! Gostei, pode tocar todas.

— Uma, senhor, escolhe uma, temos muitas canções autorais...

— Só Bon Jovi, meu filho, vai aí, arrasa! — os caras se olharam contrariados, eles tinham ensaiado uma música dessa banda só para agradar nos casamentos mesmo, mas, agora tocar todas era demais, eles queriam mostrar suas composições próprias, e uns sons mais pesados, mas, nunca conseguiam.

— Toca Always de novo. — um convidado gritou.

— Acabamos de tocar.

— Always! — outra pessoa pediu.

— Ok. — Jungkook deu de ombros, desistindo,  olhou para os amigos que reviraram os olhos e recomeçaram. 

— Toca Madonna!

— Não, desculpem, mas, Madonna não tocamos.

— Tá, agora, toca uns funk brasileiro.

— O quê??? — Jungkook nem tinha ouvido falar disso mas, outros convidados se juntaram e engrossaram o pedido. — O quê??? Não, eu nem... — aí se virou para os companheiros. — O que é isso que eles querem?

Então, ouviram de uma das mesas o som de um batidão proveniente de um celular e as pessoas começaram a dançar e rebolar.

— Vamos embora. — Jaebum chamou e dessa vez Jungkook não tinha argumento, ele mesmo queria sair correndo dali.

— Ei, onde vão? — o pai da noiva.

— Embora. Vocês querem tocar fonk, fenk, funk, sei lá.

— Sim, então, vocês podem ir para cozinha ajudar a servir. Ainda são 10 da noite e o contrato é até 1 da manhã.

Derrotados, terminaram lavando o salão. No furgão, na volta para casa, Jungkook se mantinha em silêncio ouvindo seus companheiros o xingarem de todos os palavrões possíveis.

— Foi a última vez, prometo. — ele disse na calçada de casa e os amigos saíram cantando pneu. Entrou tirando a gravata e os sapatos, se jogou no sofá, então sentiu um arrepio, uma garrafa de água gelada era passada em sua bochecha. — Oi, obrigado! — pegou a garrafa.

— Oi, amor. Uau, tá moído, né?

— Sim...

— O show foi tão animado assim?

— Foi, a galera tava muito animada...

— Sério?

— Como assim sério? Os meus shows são muito bons.

— Claro que são, meu lindo, então o pessoal curtiu?

— Nossa, demais! Quase não deixam a gente vir embora pedindo um bis atrás do outro.

— Nossa, amor, que legal, fico tão contente, você é tão talentoso. Vem, eu te dou um banho pra você relaxar e jantar. 

— Vou tomar uma ducha rapidinho tô morrendo de fome.

— Poxa, não te deram uma coxinha?

— Que mané coxinha!!! Cê acha que eu toco em casamento que serve coxinha?

— Ai, me desculpa senhor astro dos casamentos chiques.

— Eu não tive tempo de comer nada, trabalhando.  — massageando o ombro.

— O ombro tá doendo, meu anjo?

— Um pouco. — deu um beijo no marido e foi para o banho. Taehyung o esperava na mesa com o seu prato coberto. Quando Jungkook se sentou ele destampou. — O que é isso? — forçando o sorriso de surpresa para não fazer cara de nojo.

— Ravioli!

— Ravioli?

— Sim, ravioli de espinafre, receita da sua mãe.

— Da minha mãe? Mas, amor, ravioli não é aquela comida italiana? Minha mãe é coreana.

— Sim, eu peguei uma receita da sua mãe e não entendi o que tava escrito, parecia ravioli então eu peguei na internet uma receita de ravioli e fiz uma alteraçãozinha aqui e outra ali e VOALÁ ravioli do Taetae. — Jungkook ria de tristeza olhando para a massa verde, disforme e pegajosa em seu prato.

— Experimenta, amor!

— Claro, meu amor... — criando coragem. Taehyung estava as mãos no queixo, apoiando os cotovelos na mesa olhando fixamente para o marido, sorria ansioso pelo veredicto.

— Me conta sobre o seu dia. — enrolando ao máximo para dar a primeira garfada.

— Eu fui ao banco e consegui um acordo para a fatura do cartão de crédito.

— Quando posso usar de novo?

— De novo? Mas você quer usar pra quê?

— Precisamos de um amplificador para as apresentações porque a galera do fundo não escuta bem a minha voz.

 — Sei, mas...

— E um remasterizador. É urgente pra gravar a minha demo.

— Outra demo?

— Amor, a que eu tenho é muito "crua", agora o nosso som tá mais sólido e minha voz mais limpa, então eu preciso regravar e aí sim vou ter algum retorno das gravadoras.

— Tá, mas, acabamos de comprar instrumentos novos, os caras já pagaram a parte deles?

— Não, mas, vão pagar, é só a gente conseguir mais umas apresentações.

— Na de hoje você ganhou quanto? — como dizer que só ganhou mil e prometeu 250 pra cada membro da banda e ainda teve que tirar do próprio bolso os 100 da conta de luz? 

— Hummm isso tá maravilhoso. — enchendo a boca de massa melequenta que tinha em seu prato.

— Quer uma pimentinha, amor?

— Un hum. — com a boca abarrotada. Assim que Taehyung se virou ele fez a careta que queria, e quase vomita tentando engolir. Pegou o guardanapo de papel e cuspiu se levantando.

— Onde vai?

— Ouvi meu celular tocando. — correu pro banheiro e enrolou no papel higiênico e jogou no lixo, mas, achou melhor se livrar logo e jogou o embrulho na privada dando descarga, feliz de não deixar vestígios, escovou os dentes e voltou para a mesa.

— Tá tudo bem, amor?

— Era minha mãe...

— O que houve, são 2 da manhã???

— Nada, ela só... Sabe como é minha mãe ela teve um sonho e me ligou pra saber se eu tava bem.

— Ain que fofa. Aqui amor a pimentinha. Dá outra garfada daquelas coisinha mais linda do Taetae dele, adora a comidinha do seu amorzinho não é?

— Adoro, você é um ótimo cozinheiro, amor. — sorria querendo chorar. — Tem coca?

— Tem claro, vou pegar. — Jungkook correu para o banheiro de novo, outra garfada pela descarga. — O celular de novo?

— Sim.

— Melhor trazer o celular pra cá, né? Era ela de novo? 

— Sim, esqueceu de dizer Deus te abençoe sabe como é?

— Engraçado que só você ouve o toque do seu celular.

— Tem plantão amanhã, né?

— Sim, começa daqui a pouco às 6h e aí fico até as 18h de domingo. Não se preocupa que fiz um panelão de ravioli pro meu amorzinho não passar fome.

— Vai dormir um pouco, Taetae.

— Ah, tá que eu vou dormir. Come e vem namorar porque eu vou ficar 36 horas sem te ver, e já tô morrendo de saudade.

— Eu também, vamos!

— Não, eu espero você comer.

— Ah, amor eu tenho 36 horas pra comer esse prato incrível, mas Taetae eu só tenho agora, então vem.

...

 


Notas Finais


Jungkook tem um sonho, será que conseguirá realizá-lo?
e essas dívidas hein?

beijinho


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