História Dad's Life - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Eri, Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Midoriya Izuku (Deku), Mirio Togata (Lemillion), Shouto Todoroki, Tamaki Amajiki (Sun Eater)
Tags Abo, Bakushima, Bnha, Boku No Hero Academia, Fluffy, Kiribaku, Menção Mpreg, Miritama, Omegaverse, Tododeku, Universo Alternativo, Yaoi
Visualizações 203
Palavras 1.161
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oirrr

olha eu começando uma long nova akkkkk eu me odei o

enfim espero que gostem, pretendo fazer uma história bem soft e tal eh isto

boa leitura ~

Capítulo 1 - Capítulo 01


O tempo passava muito rápido. Em um dia era apenas um garoto rebelde tentando lidar com o fato de ser um ômega, no outro já era um pai a caminho da escola da filha.  

Nunca imaginou que um dia teria aquele tipo de vida, aliás, imaginava que estaria preso ou morto antes dos vinte.  

Jamais pensou que, aos vinte e seis anos, teria uma família, uma casa, um bom emprego. Às vezes era difícil acreditar, mas não podia estar mais feliz com sua situação atual.  

Estacionou o carro em frente ao prédio escolar, surpreso que sua filha tivesse arrumado confusão logo no primeiro dia de aula. Bem, não estava tão surpreso assim... Mas precisava fingir que sim, do contrário Eijirou lhe acusaria de “estar ensinando coisas erradas” para a menina.  

O ruivo desceu do carro primeiro, nervoso. Ria da reação exagerada, o seguindo após trancar o carro. A maioria das crianças já saíam da escola, iriam buscar Katsumi de qualquer jeito, inclusive estavam no meio do caminho quando a diretora ligou avisando sobre uma briga.  

Entraram pelos corredores ainda movimentados, seguindo pelo corredor extenso até que enfim chegaram à direção. Não eram os únicos pais ali, já que acabaram dando de cara com o “casal mistério”, como Bakugou havia gentilmente apelidado.  

Midoriya e Todoroki, os dois tinham um filho, porém ninguém sabia quem era o alfa ou o ômega. Eram vizinhos, nunca se viram antes de Katsuki enfiar o carro no poste de luz da casa deles, então era difícil saber quem era o que. Sequer sabia quem havia carregado a criança na barriga e aquilo era um tanto estressante.  

— Foram chamados também? Não me diga que... — Izuku encarou o casal de vizinhos com preocupação, tendo o braço segurado pelo noivo em um sinal de apoio.  

— Pedimos desculpas, independente do que tenha acontecido. — Kirishima se curvou levemente, educado como costumava ser. Sabia que a culpa era de sua filha, nem precisava de muito para tirar tal conclusão.  

Não demorou para que a porta da sala da diretora abrisse e uma mulher de cabelos claros saísse, de mãos dadas com ambas as crianças. 

Na esquerda estava Katsumi. Uma menina pequena e de rosto delicado como o de uma boneca, com grandes olhos vermelhos e cabelos negros um tanto arrepiados. Usava um vestido verde agora embarrado, encarando o chão sem parecer arrependida de nada.  

Já à direita estava um menininho pouco mais baixo que a garota, tinha um band-aid no rosto e a camisa branca e bermuda escura sujos. Era dono de cabelos esverdeados e lisos, com um olho azulado e outro de um cinza puxado ao verde. Pelo estado em que se encontrava, era claro que era a vítima.  

— Papai eu usei o soco que você me ensinou! — Katsumi falou ao ver seus pais ali, correndo na direção do loiro.  

— Hahah... Do que você tá falando? — Pegou a menina no colo, fingindo demência ao ignorar os olhares fuzilantes de seu parceiro e da diretora.  

— Daquele socão no esto-... — Cobriu a boca da menina discretamente, não conseguindo disfarçar o riso baixo. Ela protestou, mas entendeu que deveria ficar quieta.  

— Conversamos em casa. — Eijirou murmurou, ainda lhe encarando como quem ia cometer um crime de ódio. — O que aconteceu, diretora?  

— Bem, na hora da saída alguém empurrou Katsumi e ela achou que a culpa foi de Izumi. Foi tudo um mal-entendido, mas precisamos evitar atos de violência... — E assim a mulher desandou a falar, ganhando a atenção dos três rapazes.  

Três, pois Katsuki estava ocupado ouvindo os sussurros de sua filha reclamando do sorriso exagerado da diretora e de como ela era chata. Queria rir e concordar, porém tentava bancar o pai minimamente responsável ao dizer para que ela mantivesse a opinião guardadinha. 

Após quase dez minutos de sermão, puderam deixar a escola sem que a menina recebesse nenhuma advertência, já que era o primeiro dia de aula e blábláblá. Não deu atenção a quase nada, pegando a mochila da pequena antes de praticamente correr para fora em uma falha tentativa de se salvar de Kirishima.  

Seus vizinhos foram embora no carro que estava do outro lado da rua, pouco antes pois Bakugo estava tendo sérios problemas para prender o cinto da cadeirinha de Katsumi. Conseguiu depois de um tempo, enfim retornando ao volante.  

Para piorar seu medo, Kirishima não abriu a boca para falar consigo durante o caminho inteiro. Ele apenas falava com a filha, perguntando sobre como foi o dia e coisas do tipo. Parecia anotar mentalmente cada vez que Katsumi dizia algo violento ou inapropriado, lançando olhares mortais ao loiro.  

Chegar em casa foi triste, sabia que não teria sossego. E assim foi, bastou a garotinha subir as escadas para largar a mochila para que fosse levado para a cozinha. A cozinha ali servia para discussões, então a chamava de matadouro.  

— Eu achei que já tínhamos conversado sobre ensinar coisas assim pra ela! — O ruivo falava em um tom alto, mas que era baixo. Engraçado aos olhos do outro, que mais uma vez precisou de muito autocontrole para se manter sério.   

— Em minha defesa... Um terço do que ela disse no carro foi minha mãe que ensinou. — Dizer aquilo não ajudava em nada, todavia, a culpa iria para os verdadeiros culpados. 

— Ah, que ótimo! Agora vamos ter que deixar ela longe da sua mãe? — Eijirou bufou, cruzando os braços em completo descontentamento. Sentia que aquela discussão não iria dar em nada, como em todas as outras vezes. 

— Faz isso e você vai saber como é estar de cara com o diabo. — Só de pensar na ideia de afastar sua mãe da neta já lhe dava calafrios, era absolutamente impossível. — Posso tentar falar com ela...  

— E quanto a você, Katsuki? Acha que pode fingir ser um bom exemplo ao menos na volta dela? — A questão foi feita com a mais plena seriedade, o que fez com que acabasse rindo sem nenhum motivo aparente. — Tá rindo de que? Eu sinceramente não estou enxergando a graça.  

— Desculpa, foi muito sem querer...! — Respirou fundo, pensando então em uma resposta que pudesse agradar ao rapaz. — Vou tentar, prometo.  

— Promete? — Kirishima se aproximou, tocando a testa com a do loiro para olhá-lo bem no fundo dos olhos.  

Confirmou, roubando um beijo leve antes de ouvir a correria de Katsumi escada a baixo. Se afastou para ir até a geladeira, procurando alguns ingredientes para começar a preparar o jantar. Deixaria Eijirou com a menina, como era o combinado durante a preparação de refeições. 

Queria muito manter a promessa, mas... Ouviu o ruivo reclamar de dor após levar um chute e acabou rindo. Podia não ser um bom exemplo, porém tinha quase certeza de que a genética dos Bakugou tinha algo a ver com o comportamento da menina.  

Bem, veriam se melhoraria com o passar dos dias. Ela faria novos amigos na escola e talvez fosse acalmar, bastava esperar e ver se seria o caso. De qualquer forma, estava ansioso para acompanhar aquela nova fase da vida da filha. 


Notas Finais


obrigada a quem leu e espero que possam acompanhar ;))


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