História Daegu Boys - Capítulo 1


Escrita por: e taeyoonseokas

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga, V
Tags Comedia, É Amor Não É Só Sexo, Hoseok Viado Sim, Lemon Sim Adoro, Políamor, Taeyoonseok, Taeyoonseokas
Visualizações 124
Palavras 1.079
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores! É com prazer que posto a primeira fic do projeto! Ela é bem comédia!
Ainda não sei quantos capítulos vão ser, mas vai ser beeeem curtinha

Capítulo 1 - Boys magias e trombas.


 Sempre gostei de dar algum sentido para vida. Quando eu era pequeno, dizia que tinha vindo ao mundo para brincar de lego. Na adolescência, dizia que tinha vindo ao mundo para dançar. Agora, eu acho que vim ao mundo para fazer as três seguintes maravilhas: dançar, rebolar a raba, e viajar. Viajar pelo mundo todo, cada cantinho desse planeta gigantesco, e deixar a grande marca de Jung Hoseok no mundo. E assim que me estabilizei em um emprego, comprei minha casa própria, um carro, e ganhei férias da faculdade e do serviço, resolvi que era hora de começar minha série de Viagens Aventureiras do Hoseokão.

Mas, é claro, que antes de conhecer o mundo inteirinho, eu tinha que conhecer pelo menos o básico da minha amada Coreia do Sul. Fui a Busan, a Seul, e em outras cidades legaizinhas. Mas nenhuma, superou a minha tão linda e adorada Cidade do Amor, como eu mesmo nomeei.

Fiz as malas contente, imaginando o quão bonita seria Daegu, minha melhor parada da grande aventura. Claro, que eu não fazia ideia do que ocorreria lá. Só estava tremendamente afim de ir naquela cidade linda rebolar a minha linda rabetanha em um pub, e ficar bêbado dançando com algum daegusense, ou seja lá como se chamam os moradores de Daegu. Gostosos, talvez? Muito provavelmente.

Lá fui eu, lindo e pomposo com meus óculos de sol mais caros do que o meu rim, desfilando pelas ruas de Daegu, fotografando tudo e todos, digno de um bom turista clichê. Era uma cidade linda, realmente. Só não superava os boy magias que eu encontrei por lá. Céus, parecia que eu tinha morrido e estava no paraíso dos bofe gato. Encontrei cinco homens bonitos no Apsan Park, mais sete gostosões no Daegu Art Museum, e de quebra, fui atendido por um homem da-que-les em um restaurante, no almoço. Rodei a cidade o dia todo, descobrindo todos os cantinhos da quarta cidade mais badalada da Coreia. E vocês pensam que eu cansei? Que eu fui para o hotel e tirei uma noite de sono? Ah, mas não mesmo! Coloquei uma calça de couro preta que me deixava um tesão, vesti uma camisa vermelha (cor de safado), e uma bota, para ficar alto, caso aparecesse um boy poste para eu beijar.

Saí do hotel trabalhado no luxo, sorrindo feito doido, nada de novo sob o sol né, que eu sou feliz todo mundo já sabe. Peguei um táxi e pedi para que o moço me levasse ao lugar mais topperson da cidade. Demorei uns cinco minutos para explicar para ele o que significava topperson, e depois me martirizei mentalmente por usar uma gíria heterossexual como essa. Quando ele entendeu que eu queria era festejar de verdade, me levou até um pub.

Confesso que, quando cheguei lá, quase reclamei com o motorista, afinal, de fachada, aquele lugar não era nada do que eu estava procurando. A arquitetura exterior não era moderna, mas simples, em tons claros de bege. Sinceramente, parecia mais um asilo para velhinhos do que um pub, mas eu resolvi ser gentil com o taxista fofinho, e paguei a corrida, saltando do carro e aceitando o desafio de ver o que me aguardava. O lugar tinha janelas grandes de vidro, mas quase todas estavam cobertas por uma cortina escura; as que estavam abertas também não revelavam muita coisa, já que a iluminação era pouquíssima. O mistério me envolveu, confesso. Sou um cara amante de mistério e essas coisas assim de suspense, já que sempre fui um homem muito viril. Senti minha bunda piscar em excitação com o que eu poderia encontrar ali dentro, por isso caminhei saltitante até a porta de madeira clara ali. Empurrei a porta, e um cheiro gostoso de uísque com canela me invadiu as narinas, o som de conversas baixas e do piano transmitiam tudo que eu menos queria naquela noite: paz.

De certo modo, no entanto, gostei daquilo. Gostei da calma com a qual o piano estava sendo dedilhado, e do aroma gostoso, do clima que todo aquele lugar misterioso me trouxe. Me senti em casa, mesmo nunca visitando um lugar daquele tipo. Procurei por todo canto aquele maldito piano, e quando eu encontrei, eu juro que morri. Um pedacinho do meu coração morreu.

Sabe aqueles filmes em que o mocinho vê a mocinha e tudo fica em câmera lenta, os cabelos dela começam a voar e ela faz uma cara sensual, enquanto o mocinho fica com cara de panaca babando? A cena foi exatamente essa, ignorando o fato de que: 1- Era um homem, então, eram dois mocinhos; 2- Os cabelos dele estavam realmente voando, não era nenhum efeito televisivo; 3- Os cabelos dele estavam voando por culpa de um segundo homem moreno, sensual e lindo de sorriso quadrado, que, não me pergunte por qual motivo, estava soprando o rosto do pianista; 4- Talvez, só talvez, o resultado disso tenha sido, duas mocinhas-meninos em câmera lenta e um mocinho (eu) panaca, babando.


Meu coração deu um nó. Eu tinha planejado ir em uma balada e traçar um monte de macho, mas agora eu tinha ficado de olho em dois machos. Dois machos aparentemente AMIGOS. O que fazer? Qual escolher? Não dava de escolher só um! Acredite, se você visse a gostosura que eram aqueles dois, me entenderia: não dá para escolher entre um baixinho branquelo com cara de bravo, todo trabalhado na marra e no pecado, e um alto, bonitão, cabelo meio comprido e brinco maneiro, todo trabalhado no paz e amor, Good Vibes hippie. Não dava de escolher!

Agora é o momento em que vocês devem ter pensado: “Ah, se não deu de escolher, o Hoseok vai desistir e ir para outro lugar, né?”. Não.

Eu teria feito exatamente isso, não fosse pelo que veio a seguir. O tal cabeludo altão pegou um saxofone, bicho. Um saxofone. Como é que eu vou ir embora se um gato daqueles começa a soprar uma tromba? Eu tive é que sentar na cadeira mais próxima do mini-palco em que eles estavam, e apreciar de perto aquela linda tensão sexual palpável entre os dois, que tocavam os instrumentos se olhando como se quisessem fazer sexo um com um outro. E eu queria muito, muito mesmo, me meter no meio deles.

Afinal, era hora de colocar o plano de pegar bofe em Daegu em prática.

E é aquele ditado, né:

Teoria de Jung Hoseok: para que pegar só um, se eu posso pegar dois ao mesmo tempo e fazer o menáge do século? 


Notas Finais


XOXO,
-DramaQueenie


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