História Dama de companhia - Capítulo 56


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Angel, Anna Heartfilia, Aquarius, Aries, Bickslow, Brandish μ, Cana Alberona, Câncer, Capricórnio, Charlie, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Irene Belserion, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Millianna, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Fairy Tail, Nalu, Romance
Visualizações 250
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 56 - O retorno da princesa Strauss


Com os dias passando eu voltei a me acostumar a viver aqui no castelo dos Dragneel, exceto que uma coisa está diferente, Erza não pega mais no meu pé por eu estar com Natsu, e a cinco dias todas as vezes que ela nos viu juntos, não deu um ataque, nem quando descobriu que nós nos casamos, ela apenas falou que era algo simbólico e que não era de verdade, daí nós tivemos uma pequena discussão, mas já resolvemos.

 

E como nos últimos dias eu estou dormindo no quarto do Natsu, no início foi para cuidar dele e de suas dores de cabeça, mas logo se tornou algo mais malicioso, confesso que foi por minha culpa. Agora Natsu estava sentado no sofá de seu quarto, ele lia mais uma de suas folhas das quais ele não me deixava chagar perto, eu o observava da cama, enrolada em seus lençóis, ainda estava sonolenta, mas muito curiosa.

- o que houve? - pergunto já sabendo que ele se esquivaria da pergunta.

- há! Oi meu amor. Desculpa eu te acordei. - se lamentou se levantando para guardar seus papéis na gaveta com chave. Então se juntou a mim na cama, me dando um demorado beijo na bochecha.

- bom dia. - desejei lhe dando um sorriso, mas logo se desfez quando minha barriga roncou.

- está com fome? - perguntou rindo.

- muita. - choraminguei.

- fique aqui, vou pedir para alguém buscar algo para nós. - informou se levantando. Então saiu do quarto, voltando alguns minutos depois com um sorriso furtivo nos lábios.

- o que foi? Você tá todo bobo.

- nada. Eu apenas me encontrei com Wendy no corredor, e ela me pediu um sobrinho. Parece que uma das suas amigas vai ser tia, e a espertinha não quer ficar para trás. - explicou reprimindo a vontade de rir. - eu disse para ela pedir um sobrinho pro Zeref. Gostaria de ver reação dele. - agora que Natsu tocou no assunto nunca falamos sobre filhos, eu sei que teremos que ter, pois ele precisará de um herdeiro, mas nunca conversamos abertamente sobre isso.

- eu poderia dar um sobrinho para Wendy. - afirmei sem perceber.

Natsu parou no mesmo instante, assim me analisando por um longo momento, então disse:

- eu sei disso. Mas creio que não seja o momento. Não precisamos de um filho agora.

Mesmo ele estando certo, algo em sua maneira de falar, no seu tom de voz revirou meu estômago me irritando.

- eu posso muito bem estar grávida. Devo te lembrar oque fizemos essa madrugada?

- não é necessário, essa madrugada ainda está bem fresca em minha memória. Mas devo dizer que não está esperando um filho. A dois dias eu ando tomando um chá que me impede de te engravidar. Minha contribuição para você possa gerar um bebê, ela é invalida. - agora me sinto uma tonta.

- por que não me disse antes? Isso é um assunto que nós dois devíamos conversar. - ele ter agido por minhas costas me enfurecia.

- Lucy desfaz essa cara, por favor. Eu pensei que isso não ia te chatear. Se quiser podemos conversar agora. - sugeriu se aproximando de mim com cautela.

- não é mais necessário. - será que aquilo era motivo para eu estar brava? Por em crível que pareça eu achava que não, mas não conseguia evitar. Meus dedos já se fechavam em punhos nos lençóis.

- desculpa. - pediu vendo que ter tomado aquela decisão sem ter me falado na irritara.

Antes que eu pudesse responder alguém bateu na porta. Natsu abriu saindo brevemente, não permitindo que entrassem no quarto, quando voltou trazendo em suas mãos uma bandeja com o nosso café da manhã, em oferta de paz ele você sentou perto de mim na cama apoiando a bandeja entre nós com gracejo ele pegou morango da pequena travessa de frutas e mergulhou em um creme adocicado, e por fim com seu singelo sorriso aproximou a fruta da minha boca, murmurando um "perdão". Confesso que não possuía força mental para não perdoa-lo , aliás aquilo não era tão mau.

~♡~

Depois de uma manhã com Natsu, minha tarde foi reservada para as meninas. Um piquenique no jardim para todas as quatro. Estávamos no meio do verão, o sol em seu auge de luz e calor, oque resultava em vestidos mais leves, oque era bom pois sabia como terminava nossos piqueniques no calor, normalmente com todas nós encharcadas por alguma guerra com água, iniciada por Levy, mas a azulada não parecia afim desse tipo de diversão hoje, ela estava cabisbaixa, praticamente em outro mundo.

- Levy! - a chamei, mas ela pareceu não me escutar. - Levy! - a chamei novamente dessa vez à chacoalhando.

- oque?! - perguntou em sobre salto praticamente perdida.

- está tudo bem? - perguntei mesmo sabendo que algo estava errado.

- ...sim... - ela hesitou por um momento desviando seu olhar para Erza. Então entendi.

- Levy pode me acompanhar até a cozinha? acho que tem sorvetes lá. - usei como desculpa, ela não queria falar na frente de Erza.

Em silêncio ela se levantou me acompanhando, assim que estávamos longe o bastante delas voltei a perguntar:

- está tudo bem?

- não Lu... - se lamentou.

- oque houve? - nunca vi ela tão abatida.

- o Gajeel teve que partir ontem com sua tripulação.

- Você ja sabia ele teria que voltar para o mar alguma hora. Mas mesmo assim você sabe que ele vai voltar.

- eu sei, mas é que essa manhã eu descobri que...

             Ela se interrompeu agarrando meu braço, em choque eu olhei para onde ela olhava. Novamente era a carruagem de Lisanna parada na entrada do castelo, mas dessa vez não era apenas Cana que chegará. A albina tão radiante quanto me lembro, ela descia do coche, sua barriga lisa, os cabelos levemente mais cumpridos e mais deslumbrante do que nunca. Ela chegará para reivindicar Natsu. Mas seria em vão.



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