História Dama de preto - Miraculous Ladybug - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Ação, Adolescente, Adrian, Adrien, Alya, Amor, Aventura, Beijo, Brincadeira, Casais, Casal, Chat Noir, Chloe, Choro, Cloe, Comedia, Dia, Drama, Foto, Gato, Gato Preto, Homem, Jade, Joaninha, Ladybug, Leo, Mari, Marinete, Marinette, Menina, Menino, Miraculous, Morte, Mulher, Nino, Noite, Novela, Paixão, Preto, Romance, Saga, Tragedia, Trama, Triste, Violencia
Visualizações 70
Palavras 1.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo episódiooo ♡ Espero que gostem, viu? Me desculpem os erros, estou tentando melhorar♡

Capítulo 2 - A Noite


Fanfic / Fanfiction Dama de preto - Miraculous Ladybug - Capítulo 2 - A Noite

Marinette

Estávamos no corredor de bebidas, que foi o primeiro ao qual nos dirigimos assim que chegamos ao mercado. Íamos realmente falir naquela droga. Adrian olhava encantado para as embalagens. Parecia uma criança quando via um cachorrinho.

- Olha, você não inventa de me comprar o corredor inteiro, não precisamos de exatamente tudo daqui... - Comentei antes que ele enchesse o carrinho com as garrafas.

- Não verdade, eu tava pensando em pegar algumas coisas que deixasse a galera pirada, todo mundo bêbado, entendeu? Já tô avisando antes que você queira levar vinho como se fosse um jantar chique... - Retrucou rindo.

- Adrian, o que você acha de.... - Pausei minha fala ao olhar para ele. 

- ... de? - Ele havia aberto uma garrafa de whisky, e tomava como se fosse água. 

- Cara, você é louco? Não pode beber aqui dentro, muito menos se você ainda não pagou! - Sussurrei nervosa. Ele riu da minha cara, tampou a garrafa e colocou a mesma no carrinho, como se nada tivesse acontecido. Sempre que vou ao mercado ele age como criança, isso me irrita às vezes. Às vezes. 

~Quebra de tempo~

Depois ter termos enchido o carro com garrafas e mais garrafas de bebidas, fomos ao shopping, claro, comprar minhas roupas. Geralmente, vou ao shopping com a minha amiga Alya, mas... Não podia perder a oportunidade de levar Adrian comigo. 

Havia vestidos maravilhosos, e eu confesso que fiquei encantada com eles assim como Adrian ficou encantado com as bebidas. Tava insano.

- Ei! Achei um que é a sua cara! - Me chamou. Era um vestido preto, realmente bonito, mas muito, muito decotado. Nunca usaria uma coisa daquelas.

- Você tá achando que eu sou o que? - Perguntei sarcástica. 

- Ah qual é, eu não ia perder a chance de te ver com uma belezura dessas... - Respondeu com aquele maldito sorriso. 

Provei alguns vestidos, e nenhum ficou tão bom quanto aquele. Apesar do decote, decidi levar ele mesmo assim, até porque quem tava pagando não era eu mesmo hahaha.

Fomos nos arrumar quando chegamos em casa, e demoramos consideravelmente pra isso. Logo, o pessoal já havia chegado, e a gente foi para o terraço. Lá tem uma piscina enorme, e uma área de churrasco bem ampla. Dava pra receber bastante gente, e acho que nada sairia do controle. 

- Eu falei que você ia ficar go... linda com essa roupa! - Comentou Adrian olhando para os meus seios.

- Não tô me sentindo bem com esse decote, eu tô me sentindo pelada! - Respondi. Adrian ia me responder alguma coisa, mas me cutucou com o cotovelo, avisando que Nathaniel estava chegando.

- Oi linda! - Cumprimentou Nathaniel, me dando um beijo no rosto. Depois, com um aperto de mãos, Cumprimentou Adrian.

Eles ficaram conversando por um bom tempo, então decidi me retirar e procurar Alya no meio da bagunça. O terraço já estava cheio, e já tinha gente pulando na piscina. Me arrependi de ter saído depois de ver Alya agarrada com Nino, um garoto que ela sempre foi afim. Me sentei em um canto, próximo á sacada, e fiquei lá por um tempo. Todo mundo que estava na festa eu nunca tinha visto. Tinha alguns rostos familiares, mas a maioria eu não conseguia reconhecer. Talvez eram todos amigos do Adrian, eu não devia conhecer. Logo, um bando de garotos se aproximou de mim.

- Ei! Percebi que está sozinha, quer vir beber com a gente? - Perguntou um deles. 

- Ah não, tá tudo bem! - Respondi sem graça. 

- Você tá sozinha aí há um bom tempo! Seja lá quem te trouxe pra cá, com certeza não é um bom acompanhante. Você não vai ficar aí até a festa acabar, vai? - Implorou. Eu pensei por alguns segundos. Eu não tava fazendo nada mesmo, por que não? Aceitei.

Eles me levaram até a quadra de basquete, e lá tinha bastante gente fumando e bebendo. Me perguntei por que Adrian convidaria um pessoal como eles para vir a nossa festa. Um deles me entregou um copo e disse pra beber o que tinha dentro.

Não passou muito tempo até que percebi que eu estava completamente bêbada. Ou melhor, não percebi.

Adrian

Marinette sumiu completamente depois que Nathaniel chegou. Eu sei que eu disse que ia arrastar, mas achei melhor não. Conheço caras como ele, e sei do que ele é capaz de fazer com uma garota como ela. Preferi nem arriscar.

Fui beber com uns amigos, fiquei com algumas garotas e.... Tá, foram 5, confesso. Tá bom, foram 10. A quem eu tô querendo enganar? Foram 19. Fiquei preocupado com a Marina (costumo chamar a Marinette assim, acho menos longo que seu nome original), não sabia onde ela estava, poderia estar em qualquer lugar. Procurei na beira da piscina, na quadra de basquete, nas escadas de emergência e não achei ela em lugar algum. Talvez ela estivesse em casa. 

Adentrei a porta do apartamento e vi que tinha uma luz acesa. Era a do banheiro, a porta estava apenas encostada então a claridade podia ser vista. Abri a porta com cautela, e vi Marinette sentada em frente o vaso sanitário.

- O que houve? Você tá bem? - Me aproximei. Ela não falou nada, apenas encarava o vaso. Não demorou muito até ela vomitar. - Que droga! você tá bêbada! 

Agarrei-a pelo braço, e a levantei cuidadosamente. Ela me olhava e sorria. Estava muito fora de si. Nem eu que bebo tanto fiquei na situação dela.

- Quantos dedos tem aqui? - Perguntei com a mão em frente à ela fazendo um sinal de 2.

- 4! Eram 4! - Respondeu.

- Eram? que? - Fiquei confuso.

- Tinha uns meninos comigo lá em cima.... Eles deram alguma coisa pra beber, sei lá, bebi uns 10 copos! - Dizia zonza. 

A festa não durou muito. 2 horas da manhã todo mundo já havia sido expulso  (por mim), já tinha bastante gente muito mal, e tinha até uns penetras fumando. 

Quando todo mundo foi embora, fui até o apartamento, e encontrei ela no sofá, só de calcinha assistindo algum programa na TV.

- Que porra é essa? - Perguntei assustado. Ela se ajoelhou no sofá, olhando pra mim e sorriu. 

- Vem cá, gatinho! - Me chamou com um sorriso malicioso. Eu prefiro nem comentar o que eu tava sentindo na hora. A puxei pelo braço tentando não olhar para os seus seios e a levei para o banheiro. 

- Toma um banho, e quando acabar me chama! - Ordenei, fechando a porta com força. Tá, talvez eu tenha sido um pouco grosso, ou talvez largar uma garota bêbada no banheiro sozinha tenha sido uma atitude um tanto quanto irresponsável. 

- Acabei! - Pude ouví-la gritando do boxe algum tempo depois.

Fui até o banheiro e ela ainda estava debaixo do chuveiro ligado. Desliguei, e a entreguei uma toalha. Quando eu ia saindo a ouvi dar um quase grito. Ela quase tinha caído. 

- Fala sério! Você não sabe nem se enxugar sozinha? - Resmunguei.

- Para de ser chato cara! - Retrucou. A enrolei na toalha e a encaminhei para o quarto dela. 

- Se troca, tô te esperando lá na sala! 

- Não! não vai! - Me impediu fechando a porta, falando com uma voz de marra. 

- Você tá falando sério? - Perguntei sarcástico. Ela me empurrou e me sentou em sua cama. Só estava esperando para ver no que ia dar. Ela ia tirando sua toalha, quando deitei pra trás e fechei os olhos suspirando. Não vi nada, juro. Senti que ela subia em cima de mim, me deixando entre suas pernas e deitando em meu peito. 

- Olha, eu espero de verdade que você não esteja pelada agora! - Ouvi ela dando uma risada boba, e logo senti que ela vinha me beijar. Virei o rosto na hora.

- O que houve, gatinho? Não quer me beijar? - Perguntou se sentando em mim. Levantei minha cabeça e vi que ela estava de calcinha e sutiã. 

- Agora não é a hora, não vou transar com você. Não enquanto você tiver bêbada. - A tirei de cima de mim e fui para a sala.

Sabe, eu acho que pela primeira vez vi a Marina de verdade por baixo daquela velha rabugenta. E ela era gostosa e muito gata. Gata sempre foi, mas enfim. Eu sei que sou sujo, mas não ao ponto de ficar com a minha melhor amiga, ou com uma pessoa bêbada, e nesse caso, ela era as duas. Minha melhor amiga bêbada. Cara, como eu vivo com alguém como ela e nunca senti vontade ter alguma coisa com ela? É a única garota que sabe dos meus lances, que sabe da minha vida inteira, a gente se conhece desde criança, e como eu nunca peguei ela? Os meninos já tinham dito pra mim, que eu era mole, mas não tem como ficar com alguém assim. Olha pra Marina, e olha pra mim. Eu sou um nojo hahaha. Tô sempre saindo com alguém diferente, e ela tá sempre estudando. Incrível. Certo, ela tá sempre querendo pegar alguns amigos, e eu confesso que eu faço de tudo pra ela não focar com nenhum deles. Digo que ela não quer, e as vezes digo que quem não quer é eles. Espero que ela ainda não tenha beijado ninguém, pois eu a considero como irmã. 

- Adrian! Eu não consigo dormir! - Disse com uma voz doce, encostando na parede, com uma camiseta minha e um short bem curto, que eu tô quase achando ser uma calcinha. 

- É só fechar os olhos, ué! - Me surpreendo com o quão grosso eu consigo ser quando quero.

- Para de ser babaca e me ajuda! - Respondeu grossa, aparentemente ainda bêbada. 

- E você quer que eu faça o que? Deite e durma com você? - Perguntei irônico, mas a resposta dela não foi tão irônica assim. Ela se aproximou de mim e tirou sua camiseta, olhando pra mim sensualmente. Não aguentei e a agarrei com forças, a beijando com muita vontade. 

- Para, eu tô com sono! - Ela interrompeu o beijo e deitou no sofá, adormecendo na hora. Eu fiquei com uma cara de tacho por um bom tempo. Respirei fundo e Consegui controlar algo que geralmente funciona sem controle, se é que me entende. A cobri com um lençol, e fui para o meu quarto.



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