História Damn Sweetness - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Black Pink, Monsta X, VIXX
Personagens Hyung Won, I'M, Jennie, Jisoo, Joo Heon, Ki Hyun, Leo, Lisa, Min Hyuk, N, Personagens Originais, Ravi, Rosé, Show Nu, Won Ho
Tags Black Pink, Blackpink, Boygroup, Changkyun, Drama, Estrupo, Girlgroup, Hentai, Hyungwon, Jennie, Jennie Kim, Jisoo, Jooheon, Kihyun, Kpop, Lisa, Minhyuk, Monsta X, Otp, Ravi, Romance, Rose, Shipps, Shownu, Violencia, Vixx
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Palavras 5.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estavam com saudades ? Eu estava!

Capítulo 19 - CAPÍTULO 19!!!


Fanfic / Fanfiction Damn Sweetness - Capítulo 19 - CAPÍTULO 19!!!

— Faz amor comigo? — acariciou minha barriga, olhando profundamente em meus olhos. A intensidade olhar me paralisando.


Seu olhar penetrante faltava decifrar meus sentimentos naquele momento, eu o encarava, vendo arrependimento por ter ido talvez longe demais, vontade e excitação, Jooheon se encontra até mesmo mais nervoso que eu, estou demorando demais para responder, isso deve ser uma tortura para ele.


— Amor? O-o que seria "fazer amor"? — foi a única coisa que consegui dizer.


Eu mentiria se dissesse que já fiz amor, que sei o que é isso, mas não. Nunca fiz algo assim, desde que mamãe me deixou eu só soube sofrer nas garras de um pai que na verdade nunca me amou, como se não bastasse, até meu irmão se virou contra mim, cercada por homens sujos que por anos me fizeram sentir-se suja, poderia saber o que é o amor?

— Fazer amor... é quando... — estava envergonhado, nervoso, abaixou a cabeça e precionou as mãos contra o rosto. — não me ache um bobo, por favor... fazer amor é quando você e a pessoa que ama dividem toques, carinhos, olhares penetrantes, sentimentos fortes e prazer, colocando tudo isso... na cama. Os dois devem querer, e deve ser especial. Se você sentir que pode, eu vou fazer de tudo para você ter a melhor noite da sua vida, se você não se sente preparada... eu vou entender e ser paciente, até a hora em que você estiver pronta. — Jooheon respondeu, e só agora percebi seu polegar acariciando minha bochecha.




olhei em seus olhos apaixonados e o beijei, selou nossos lábios respondendo à sua pergunta, sim, eu consigo, eu posso fazer amor! Eu vou deixar tudo aquilo fora disso e vou ser feliz hoje, nada vai me impedir de sentir algo bom pelo menos uma vez nesta maldita vida, que eu morra depois, mas partirei feliz, eu quero amar e ser amada, meu passado não pode me impedir de ter uma noite cheia de amor, e carinho com o garoto que amo! A não ser que... ele queira me comprar com esse papo romântico. Não, ele não faria isso comigo só para me machucar... eu sei que não... ele não é igual aos outros, ou é? Não devia duvidar da pessoa que amo. Mas eu amei meu pai e meu irmão, e olha o que ganhei em troca... mas o Jooheon é diferente! Eu... ele... está beijando meu pescoço! O que eu tô sentindo? Por que estou gostando tanto disso?


— Isso é bom... — acabei por sussurrar, minha voz se encontra arrastada e um suspiro forte escapa de minhas narinas, ao sentir seu fungar em meu pescoço.

Segurou meus braço e me puxou para si, eu, sem saber oque pensa ou fazer. Cada toque seu, cada gesto, me fazia sentir coisas que jamais senti, sensações de arrepio, de pressa, de arranhar Gritar, e até mesmo, sair correndo. Me beijou tão lentamente, da forma como eu gosto, afastou nossos rostos e me olhou deu um pequeno sorriso alisou meus cabelos, estávamos sentados um de frente pro outro, apoiei minha cabeça em seu Ombro enquanto setia suas mãos cedosas passear em minhas costas.

Segurou-me pela a cintura e me fez sentar-se em seu colo, as pernas entre sua cintura fez minha saia subir, mas não me importei, todos os meus pensamentos estavam prestando atenção no carinho do meu belo garoto amado.

Ele acariciava meu rosto, e enchia de beijos, alisava meu pescoço e uma vez ou outra me apertava mais pra si.


— A cada dia que passa eu descubro o quanto eu adoro estar com você, partilhar nossos momentos, pensamentos e sentimentos um com o outro. — dito isso me deu um abraço forte.

— eu vejo como pode ser maravilhoso o nosso relacionamento porque a cada dia em que vivemos juntos eu quero você e preciso de você mais e mais. — Respondi analisando seu rosto suave


- minha vida se enche de felicidade porque você faz parte dela. — olhou em meus olhos segurando meu rosto, fitou por segundos minha boca e nos beijamos, em um beijo inocente, sem malícia...

Deitou-me sem interromper o beijo, dessa vez ficando por cima de mim, sem por seu peso sobre meu corpo, nosso beijo era quente e sincero. Destribuiu beijos em meu pescoço, até onde a camisa deixava a pele exposta, senti sua mão da barra da saia puxando pra fora a camisa que estava por dentro, entre um beijo e cheiro um botão era aberto, mantinha meus olhos fechados, não conseguia tirar a atenção das sensações que nunca havia sentido até ali, quando me dei conta eu já estava sem a camisa, Jooheon concentrado em me fazer sentir coisas incríveis a cada beijo, coisas que eu não sabia o nome, como evitar, me sentia tão envolvida, era tudo novo, uma sensação explodia a cada toque, um Cherry bomb.

Apertei o cetim da cama, a cada beijo eu queria mais, eu queria sentir aquela sensação maravilhosa que só aumentava e me fazia querer mais, me fazia morder os lábios.


Como explico algo que nunca senti, era tão bom.

Sentou-se diante de mim, tirando minhas meias e selados meus pés e tornozelos, sua mão quente massageava toda aquela região, ele já beijava com tanto fervor, deixando sua saliva em certos pontos, alisava minha coxa e Quanto mais chegava naquela área mais eu queria que ele se aproximasse.


Foi aí que oque sentia me assustou, porque eu estava gostando ? Aqueles toques... Eu deveria ter medo ? Os toques de Jooheon não se assemelham a os de Ravi, não a grosseria, dor, isso que estou sentindo, não sinto medo. Porque ? Porque ele esta fazendo algo que me machuca, mas sem me machuca ? Um turbilhão de dúvidas e perguntas sem respostas me invadiram, perdi a concentração e Jooheon notou.


— oque foi an? — franziu a testa tocando meu rosto, voltando pra cima de mim ? — fiz algo que não gostou ? Quer que eu pare ?


Olhei em seus olhos eu ofegava levemente, é ele secou com suas mãos algumas gotículas de suor em minha testa.


Apenas movimentei a cabeça negativamente, e acariciei seu rosto, ele sorriu e voltou a onde estava. Puxou-me com carinho pra si e afundou o rosto com ternura no meio dos meus seios ainda cobertos pelo o sutiã, fechei o olho tentando aproveitar oque cada beijo me proporcionava, desceu suas mãos a minha coxa, ficou alisando enquanto deixa um rastro de saliva em minha barriga, quando sua mão ousou alevantar a saia, flashs como um turbilhão encheram minha mente, os momentos com Ravi, meus murros, e como ele tocava minha saia da mesma forma que Jooheon tocava agora, mas com ferocidade, ódio.


Abri meu olhos, assustada como se tivesse acordado de um pesadelo.

Com meus movimentos bruscos, Jooheon parou os beijos e me olhou, franziu a testa.
Antes de ele abri a boca, selei Nossos lábios, ele não tem culpa dos meus fantasmas mentais.

Voltando ao clima, já envolvidos novamente, meu sutiã já estava jogado no chão, trocavamos carinhos que eu nunca imaginei receber. Seus beijos em meu pescoço parecia não ter fim, ofegantes gemidos, sussurros, era algo forte, sem fim... relógio ?? Que relógio? o tempo parou pra nós. Coloquei tirou lentamente minha saia, senti como se uma brasa estivesse em cima da minha bochechas, fiquei tão vermelha de timidez.


E por uma fração de segundos tudo voltou, Jooheon com seus carinhos naquela região castigada, e cada boa sensação substituída por um flash de maus tratos, seus toques me lembraram outros toques, que ali não condiziam, eu estremecia a cada muro revivido na minha mente,

A mão quente e grande de Jooheon me lembrava ele, fazia meus olhos lacrimejar, mas quando abria os olhos, era Jooheon ali, era o homem que eu podia confiar minha vida, não Ravi, uma lufada de ar enchia meus pulmões e minhas respiração pesada de alívio, mas não bloqueava meus pensamentos lembranças indesejadas.


Eu juro que tentei sentir seu toque como antes, e me encher de alegria por ter alguém que sabe cuidar de mim, mas já não suportava, Jooheon cada vez mais sedento, seus toques iam tomando mais força, e eu sentia que aconteceria oque sempre me acontece.

Eu sabia, num fundo eu sabia que Jooheon jamais seria capaz, mas o medo, era impossível evita-lo é meu esforço por não deixa transparecer estava sendo um fracasso.

Jooheon ofegante, sela um último beijo em meu joelho, feito isso ouço só o som de seu sinto ser aberto, o som me faz estremecer em um arrepio, sua boca entre aberta e seu olhar em meu corpo e seminu despertava a vontade de correr dali, flashs de momentos parecidos com esses me agoniavam.

Tirou sua bermuda a jogando Longe, caiu sobre mim seu corpo que era o dobro do meu tamanho, eu sentia medo e desejo, oque não sabia controla e qual deixa predominar. Beijou-me com fervor, como nunca Antes, como desejo e sede, suas mãos passavam por cimas dos bicos dos meus peitos que estavam endurecidos.


Como um filme de terror, eu assistia sem consentimento, era impossível para-lo. Eu queria paz, em um momento especial.

Seus beijos, língua que antes entrelaçava a minha, agora entrelaçava meu peito, uma sensação incrível me fazia querer mais, a mistura de sensações me impediam de como reagir, eu estava quase chorando, eu não queria isso.

Segurei-me enxuguei as lágrimas que Jooheon não viu, seus toques me traziam paz, uma paz que estava a cerca da guerra interior em mim. Afundou o rosto no meu pescoço dando um cheiro que causou forte arrepio, semi despidos. Realmente nunca imaginei está assim com um homem, e aliviante está ali por pura vontade, não a ameaças e murros.

Segurou meu rosto, dando um beijo molhado, colou nossas testas suadas e deu um sorriso, fazendo seus olhos ficarem tão pequenos a ponto de sorrirem juntos, alisei rasteiramente suas postas por conta do suor, eu me sentia como em um ninho, quente, protegida.

Apertou minha cintura, olhou nossos corpos, apertou o interruptor desligando a luz, deixando o quarto apenas iluminado pelo o abajur que refletia um luz cor de mel.

Nos beijamos lentamente, pra mim seu beijo sempre tinha gosto de chá de erva doce, eu amava isso, me fazia nunca querer que aquilo tivesse fim. Nós beijavamos tão Encharcamente que estralava no quarto cada vez que desgrudavamos os lábios, tudo aquilo, tão novo, me sentia uma criança, se aventurando no mais recente parque de diversões, era mágico cada sensação que aqueles toques causavam, eu desconhecia esse mundo cor de rosa.

meu corpo anseia pelo firme toque das suas mãos, sente necessidade do teu calor percorrendo todo o meu ser. Minha libido almeja o teu suor se mesclando com o meu, na calidez de uma noite gélida. Eu te quero ele de uma forma que desconheço como.

Existia algo que gritava e explodia entrava em combustão em mim a cada toque, cheiro, movimento, beijo dele, aos poucos seus carinhos venciam o terror que me atormentava.

Beijava um dos meus seios lentamente, e massageava o outro com carinho e cuidado, como se estivesse tocando um Mochi, com muito cuidado pra não quebra-lo. Oh meu Deus, como era bom, eu não sabia explica, porque não conhecia Isso, lembro-me de que quando Ravi fazia isso, era dando tapas em meus seios, e mordidas, sempre os deixando marcados de tortura, que droga, tudo me lembra aquele maldito, agora Jooheon beijava e dava amor as marcas que não existem mais.


POV  JOOHEON

Jennie Kim. O nome dela rodava em minha mente, inúmeras vezes, como se um bando de mariposas se chocasse contra uma luz invisível. Por fora eu estava calmo, mas por dentro os pensamentos se agitavam. Ela era minha Namorada. Se entregara a mim de uma forma que pertencia somente a ela; integralmente, Era tão difícil resistir. Eu queria me deixar levar pelo desejo, abraçá-la, tocá-la, afundar meu corpo no dela; sentir o calor que emanava dela, fazê-la sentir o prazer que ela queria sentir, que eu queria sentir, e muitas vezes essa necessidade apagava todas as outras coisas. Mas eu não queria fazer Sexo, é nossa primeira vez, quero fazer amor. Um amor que ela nunca esqueça, mas seu cheiro suave, sua pele lisa, Aquilo me enchia de medo. E se eu não conseguisse me controlar? Ela era tão frágil. Queria que tudo fosse perfeito, inesquecível, mas ainda tinha medo. E sabia que ela poderia ficar magoada facilmente caso se eu fosse bruto ou derivados, Jennie... Ainda não entendera que para mim não existia perfeição além dela. Tudo isso se passava em minha mente

trazendo o cheiro marcante, doce e vivo que eu tanto amava, Podia ouvir sua respiração se acelerar um pouco, como sempre se acelerava nos momentos de desejo e tensão. Senti vontade de sorrir, quando ela jogava a cabeça pra trás e fechava meus olhos com forças enquanto se concentrava em meus beijos, mas estava muito tenso com o que estava preste a acontecer.

" Isso, e incrível... " com sua voz doce, mas também era como cristal, com um mínimo toque de ansiedade. Ela também estava com medo. E também não sabia o que esperar. Isso não facilitava as coisas.

A luz do abajur deixava sua pele pálida e iridescente, causando um contraste indescritível com os cabelos castanhos. Os fios caiam em mechas pelos dois lados do pescoço, emoldurando o rosto. Os olhos estavam expressivos, e vi o brilho nas profundezas escuras que eu tanto amava: amor, desejo, medo, hesitação, expectativa. Como eu poderia corresponder a tantas coisas? Mas ela me olhava em adoração. Eu não tinha como resistir àquele olhar

Senti minha respiração se alterar contra minha vontade, meu corpo estremecer lentamente. Quando notei que na carreira de beijos que fiz já estava abaixo do seu delicado umbigo, Seu cheiro tinha se tornado mais intenso, mais delicado, mais saboroso. Ela ainda era um mistério para mim. Tantas sensações aumentaram minha prontidão, meu corpo se enrijeceu minimamente.

— Se eu fizer alguma coisa errada, se eu machucar você, você deve me dizer imediatamente.

Era uma ordem, não uma pergunta. Eu tinha que deixar isso bem claro, Esse papel sempre era meu. Ela assentiu, parecendo me levar com seriedade. Pude sentir sua respiração quente, profunda, quando eu levemente ofegante precionei meu rosto dando um beijo em sua intimidade coberta pelo a calcinha de renda de cor arosada. Eu não queria magoá-la, não queria perturbar aquele momento que já era tão complexo. Busquei algo para dizer que pudesse tranquilizá-la. Mas ela foi mais rápida do que minha mente.

— Não se preocupe, sua voz era um murmúrio. “Nós pertencemos um ao outro. — Aquelas palavras me emocionaram de uma forma indescritível.

inalando o cheiro suave que vinha das suas pernas, misturado com o cheiro intenso dela toda. Puxei seu corpo para mais perto de mim, pousando minhas mãos em seu quadril, colando minha pele contra a dela com cuidado, me deliciando com o calor que irradiava dela e do ambiente. Era a primeira vez que eu a tocava daquela forma tão completa, e sorri levemente ao pensar que era apenas o começo. “Para sempre”, foi tudo em que consegui pensar, Naquele momento eu era apenas e somente dela.



POV  JENNIE


Nada do que estava acontecendo era oque eu tinha imaginado, ipoderia ter me preparado para esse momento. Apesar de evitar pensar sobre isso. as coisas entre nós ficavam mais intensas, e ele inevitavelmente parava, e se afastava. Nessas horas meu corpo reclamava, pulsando, doendo, ardendo por uma satisfação que me era desconhecida, sobre a qual eu só lera em livros de biologia e romances. Mas aquela necessidade era real. E tão intensa.

O contato físico naquela região me fez estremecer, foi suave, foi diferente, mas ainda algo me pertubava a mente, só queria tira Ravi da minha cabeça Naquele Momento.

Todas as células do meu corpo estavam intensamente conscientes da presença dele, do seu cheiro inebriante, da beleza perfeita e infinita do corpo molhado e iluminado pelo o abajur Tudo nele me atraía, para cada vez mais perto, como se meu corpo quisesse se fundir ao dele, atingindo assim sua própria perfeição. Eu só podia existir sendo parte dele. Eu pertencia a ele.


Sentir seus dedos passarem por debaixo do pano da calcinha, fechei as pernas involuntariamente, me alevantei da cama ficando apoiada nos cotovelos, o olhei, ele parecia não entender, porém se afastou em silêncio, esfreguei a mão no rosto, interrompi sensações desconhecidas.

— desculpa... — o puxei de volta, me deitando novamente.


Ele apenas me olhou, parecendo pensa sobre, volto-se a posição que estava e depositou muitos beijos naquela região, eu continuava a ser atormentada, as boas sensações juntos com o medo me faziam pensa que iria ficar louca, Mas esses pensamentos desapareceram assim que sentir usa língua me proporcionar uma sensação indescritível.


Sua língua fazia oque eu nunca pensei antes, nem sabia da existência desse ato, não sei explicar, o como era incrível, nunca pensei que fosse possível existir algo tão bom, e inesplicavel, os movimentos eram tão lentos, eu sentia o calor jorar dele, me fazia extremecer, eu tentava segura os gemidos que sentia vontade de gritar a cada vez que ele pincelava.

As reações das causas me fazia esparma as pernas, e tentar fecha-las, era difícil conseguir conter qualquer gemido, era bom demais e a cada segundo eu queria mais, o desconhecido, era Maravilhoso.


Alguns minutos seguidos sentia uma pequena poça de suor acumulado nas minhas clavículas, tão profundas.
Nunca imaginei que em um segundo cabiam tantas coisas, tanta realidade, tanto dele. Em câmera lenta, Jooheon me levantou devagar me fez sentar em seu colo, ficamos sentados, o abracei, nossos corpos colados pelo o suor, o contato com o homem que eu amo, a minha ruína, me trazia paz, Jooheon tinha esse poder e não sabia. ainda tentando normaliza a respiração permanecia com os olhos fechados minha boca entre aberta deixando evacuar a respiração pesada senti sua boca molhada encontrar a minha.

Eu sentia oque me fazia mal entre as pernas, desespero já não existia, era Jooheon ali, confiaria minha vida a ele.

Ele precionou-me contra ele, me alevantando um pouco senti-lhe tirar o último pano que nos deixava separados, não restava mais nada entre nós.

Sua mão passou por debaixo de mim, deitei minha cabeça em seu ombro, orei para que nada me atormentasse quando eu o sentisse, com uma mão ele empurrou levemente minha cintura para baixo, o sentir me tocar, apertei os olhos para não gritar, tentei Lembra que ali era Jooheon, senti cada centímetro seu entrar em mim como nunca senti, foi gentil e sem pressa sem dor ou despeito, acariciou meu rosto quando já estávamos completamente encaixados, me perguntava como era possível eu o amar tanto, ele conseguiu oque eu nunca faria com qualquer outro. Nos olhamos sem fazer quaisquer movimentos, sua mão alisava meu rosto e mantinha um sorriso pequeno, me apertou pra si novamente dando início a os primeiros movimentos, lentos e calmos, sem pressa, com carinhos e beijos.

Cada movimento preciso era acompanhado por um beijo, ele rondava meus seios com a língua enquanto me segurava pelo o quadril onde comandava todo o ato, e era outras sensações diferentes a cada vez que entrava, como aquele ato tão doloroso podia ser tão cheio de amor e tentação, não dói, não arde, queima! Um fogo, um desejo nunca antes sentindo, eu gemia baixo, misturado com no seu gemido, era uma linda música.

Senti meus mamilos se enrijecerem contra a pele fria, e formigarem, ansiando pelo toque de suas mãos. e encostei meus lábios em seu pescoço, enquanto percorria suas costas com minhas mãos espalmadas, de cima a baixo, A pele estava salgada, úmida, e fui explorando a nuca com a língua, fazendo traços em direção à orelha, e senti o corpo dele se enrijecer sob minhas mãos, enquanto eu passeava com elas explorando cada pedaço pelo qual elas ansiavam. Percorri a parte interna do braço, os ombros perfeitos, depois voltei até a ponta dos dedos, que se entrelaçaram aos meus enquanto eu continuava o caminho com os lábios. Nunca senti oque estava sentindo, aquela vontade de o agarrar e dizer o quanto amava e queria eterniza eles Momento me consumiam, era vontade de fazer coisas que fugiam do meu eu.



POV   JOOHEON


Ela realmente estava me surpreendendo. Claro que eu conseguia imaginar a extensão do desejo que a consumia naquele ponto. Eu via isso em seus olhos, nos lábios entreabertos, na respiração e nos gemidos, e tudo aquilo me levava à beira da insanidade, como se sua paixão alimentasse a minha.
Quando beijei seu pescoço pela primeira vez naquela noite, tive que refrear a vontade súbita de tê-la sem preliminar ou impor oque queria, Aquela noite me dava prazer e me feria, mas cada vez menos eu conseguia pensar em parar. Eu só conseguia pensar emcontinuar. Meu autocontrole iam se desfazendo sob suas mãos quentes, seu calor, seu cheiro, sua insensatez. Ela era minha namorada, era minha. Porque não tomá-la, se era esse o seu, o meu desejo? Eu a amo, como nunca amei ninguém.


seus lábios em minha orelha impediam meus pensamentos coerentes. A vontade de prolongar tudo lutava contra a vontade de chegar ao final de tudo, e nós precisávamos de mais tempo. Era muito risco a se correr por alguns segundos de satisfação. Eu sempre queria mais dela. Assim, segurei suas mãos enquanto desciam pela parte interna das minhas coxas, e as trouxe até meu peito novamente.


— Seu tempo acabou, Jennie kim. Minha vez.


Não consegui evitar o sorriso ao ouvir o nome. Virei para ela e olhei profundamente em seus olhos. Ela sorria levemente, o olhar novamente tímido. A deitei novamente.

Jennie não tinha uma beleza clássica, ou gritante. Mas as linhas e curvas eram suaves e proporcionais, e tinham uma graça particular, apesar dos gestos impensados, impulsivos e desajeitados. Tudo isso a tornava ainda mais linda. O rosto era particularmente atraente, nobre. As pernas eram bem-feitas, curtas, e o quadril sinuoso. O cabelo tinha um tom de seda marrom envelhecida, um mogno perfeito, e os olhos castanhos assumiam um tom âmbar na luz

— Oh, Jooheon.

ela gemeu quando eu comecei subir com a boca em direção aos seios. Pequenos espamos a sacudiram enquanto minha boca procurava, alcançava e provocava os pontos mais sensíveis. Ao mesmo tempo em que meus lábios subiam novamente para o pescoço,


desci as mãos novamente para suas coxas, entreabrindo-as. Ela ofegou em meu ouvido, e eu encontrei novamente seus lábios em um beijo intenso, devorador, enquanto minhas mãos a tocavam cada vez mais fundo, encontrando calor, umidade e aceitação.



.A ausência de frustração, a necessidade preenchê-la novamente, o calor que ele me fizera sentir, apesar do frio de suas mãos... Naquele momento eu deixei o planeta, e fui parar em algum outro lugar onde não existia mais nada a não ser Jennie. Como se isso fosse possível. Alguns dos romances descreviam o clímax como “a pequena morte”, principalmente os franceses.

Acho que agora eu entendia o porquê; era mesmo uma experiência de quase morte, da qual eu voltei com relutância, com medo de que alguma coisa pudesse dar errado fora daquele ninho de sensações extasiantes.


POV JENNIE


era ele quem me trazia de volta, com seu toque gélido, seus olhos cheios de paixão. Era ele quem me fazia esquecer a súbita timidez que vinha da minha falta de roupas. Que fez com que eu me sentisse uma pessoa completa. Olhei para ele e senti que meu coração poderia explodir com tantos sentimentos, eu não sabia na verdade como eu ainda conseguia viver ao lado dele. Começou a destribuir beijos por todo o meu corpo, desde a testa a ponta do pé, Era de se esperar que eu já tivesse morrido ou algo assim. Morrido de amor. Seria poético e adequado. E então suas feições – sempre perfeitas, eternizadas naquele rosto adolescente dos meus sonhos, o Homem lindo por dentro e por fora.

De certa forma as dúvidas e inseguranças tinham ficado para trás; naquele momento só nós dois existíamos. Eu, deitada ali, com as mãos firmes e geladas dele escorregando pelo meu corpo todo, entre os arrepios, calafrios e espasmos que me ameaçavam cada vez que ele chegava perto de algum ponto mais sensível, e que em determinado momento parecia ser meu corpo todo. e nada mais poderia me afastar do agora e de toda a sua imensidão. Eu sempre pertenci a Lee Jooheon, e pertenceria para sempre.


Ele parecia mais feroz agora, sua mão com mais força me alisava, seu beijo agora tinha fervo e mais desejo, parecia ter se controlado tanto. Posicionou-se em minha frente, me encarando profundamente, estávamos conectados novamente, dessa vez com mais força, fizemos amor sem descolarmos os lábios, carícias.


A cama balançava por conta dos movimentos mais fortes, a cada vez que seu corpo encostava no meu era um arrepio, como uma corrente elétrica, fazia meu corpo pulsar, eu não compreendia, um barulho agradaveu ecoava no quarto durante ttodo o ato, eu só quero curti todas essas sensações nunca as explorei, seu gemido se intensificou, ele me beijou com força, senti-lhe tremer um pouco e algo escorrer em mim, sua respiração ficou mais pesada, parando os movimentos para se recompor.

— eu não vou te deixa na mão meu amor. — quando abriu os olhos me disse, me deixando sem entender.


(...)


POV JOOHEON


A puxei para o meu colo e alevantamos da cama, ela estava banhada de suor, adentrando o banheiro a desci, e liguei a luz, ela continuava em silêncio, esperando ver oque eu iria fazer, liguei o chuveiro e dei banho nela, depois disso ficamos apenas abraçados no chuveiro, trocando beijos que cada vez se intensificavam, sem parar nosso beijo caminhei devagar até o acento, onde fechei e a sentei, me inclinei para ficar a sua altura agora, alisei todo o céu corpo, ela enclinou a cabeça para trás deixando sua pele exposta onde cravei a boca, deixei alguns chupões por toda aquela região.

— hmmm Jooheon... — ela cravou as unhas em meu ombro quando a estimulei com o dedo.

Voltei a beija-la e acariciar seu rosto, essa noite não quero perde o foco.

Esfreguei meu pênis nela, oque fez a contorcer, me dava prazer ver como ela reagia a casa ação minha, parecia uma criança abrindo os brinquedos novos, ela sorria entre um gemido, ela ficava tão linda assim, eu nem acredito no que está acontecendo, introduzi tudo lentamente, ela abriu os olhos me olhou com uma boca entre aberta, seus olhos brilhavam, tive a certeza que era Mulher mais linda que já andou sobre a terra.

Comecei com movimentos lentos, ela gemia baixinho em resposta a cada um dele, me aproximei pra beija-la e de vez em quando nosso beijo era interrompido por um gemido céu, eu acariciava seu rosto, ela segurava minha cintura, sorriamos um pro outro enquanto compartilhavam o corpo um do outro. Ela acariciou meu rosto partindo prós meus fios molhados, aumentei a velocidade a fazendo gemer mais auto, ali, eu nem lembrava que minha mãe estava em casa.


Jennie não conseguia conter, era linda a expressão do seu rosto sentindo o prazer, Jennie cravou as unhas em meu abdômen.


— ohh meu Deus, Jooheon hmm... — falava rasteiramente, os gemidos incontidos. — oque e isso haaammw — abracei forte, colando nossos corpos. Suas unhas me arranhavam e naquele nível de prazer eu não me importava.


O gemido doce de Jennie ecoava no banheiro, senti ela tremer e seus gemidos ficarem incontroláveis, assistir minha garota gozar.



Dei beijinhos em seu rosto, enquanto ela se recomponha.


— eu te amo... — sussurrei no seu ouvido.

— nunca senti algo não incrível... — falou entre sua voz falha da respiração pesada.


A segurei no colo, dei outro banho nela dei vários beijos no seu rosto agora fazendo ecoa suas risadas, emprestei uma blusa a ela e voltamos pro quarto, deitamos um de frente pro outro, ficamos jogando conversa a fora e trocando carinhos e paixão, seus olhos ficaram pesados, a abracei para dormimos.


(..)


Não quero ter alguém apenas por ter. Quero alguém que me transborde, que saiba exatamente o que necessito apenas pelo meu jeito de agir. Posso estar querendo demais, mas ter uma pessoa ao seu lado que é capaz de decifrar as suas entrelinhas, é algo sem preço. Quero poder chegar em casa após um longo dia de serviço, e ser recebido com muito amor e carinho, e logo após o jantar, ficarmos abraçadinhos sobre o sofá, ou até mesmo no chão, assistindo filmes juntos, durante algumas trocas de beijos. Acompanhados, é claro, de algumas barras de chocolates. Quero dormir com este alguém entre meus braços enquanto ouvimos o barulho de chuva sobre o telhado, após uma longa noite de amor intenso e ofegante.

Pensava enquanto analisava seu rosto delicado e guardava seu sono calmo, não consegui dormi, a felicidade por tê-la completamente essa noite me deixou acordado, ainda sem acreditar, minha garota e Perfeita, do jeitinho que imaginei.

Fiquei alisando seus cabelos, enquanto lembrava de cada momento que tivemos juntos, ao final, dormimos de conchinha. A os poucos ela foi despertando, se espreguiçou como uma gata, abriu os olhos lentamente dando um sorriso quando me viu.

— bom dia. — beijei sua testa.

— bom dia. — falou com os olhos fechados. — dia... Jooheon. — abriu os olhos logo se alevantando. — que horas são ?

— ann 08:25... — olhei para o criadomudo onde ficava o despertador, respondi sem entender.

— tenho que ir! Meu Deus. — se alevantou apressada tirando suas roupas do chão. — o casamento.

— casamento ? — franzi a testa. — ae o casamento. — me alevantei bruscamente.


Ela se vestiu rapidamente ajudei a calçar o tênis é saímos de casa às pressas.


(...)


— você vem hoje, não vem ? — parei a frente a mansão, que tinha muita gente arrumando todas as instalações do altar.

— venho sim! — segurei sua mão beijando a mesma.

Ela me olhou com ternura, tocou meu rosto com sua mão pequena.

— eu te amo Jooheon... — dei um largo sorriso a puxando para um beijo apaixonado.

A larguei quando ele resmungou sobre a hora.

— eu também te amo! — disse assim que desgrudamos os lábios. Ela saiu do carro.



POV   JENNIE


Abri o portão, tinha várias pessoas que nunca vi, deviam ser de empresas especializadas para esse tipo de evento, muitas flores roxas e bracas em caixas, móveis clássicos que lembrava muito a época vitoriana, pensei que tudo foi planejado por Glenda, já que é alemã.

Entrei em casa onde tinha caixas jogadas pela a sala, barulhos, pessoas falando auto, nunca vi a casa tão movimentada, já ia subindo a escadaria.

— Onde você passou a noite ? — a voz calma novamente me surgindo.

Me virei lentamente, Ravi estava com a camisa entre aberta, um copo de whisky na mão e na outra um cigarro.

— bebendo no dia do céu casamento ?

— perguntei primeiro, onde é com quem estava ? — subiu alguns degraus se aproximando.

— Jennie querida, precisa se arruma!! — Glenda apareceu com hobbies no cabelo soprando as unhas recém pintadas no apoio da escada. Me chamando para subir. Olhei diretamente para Ravi que tirou lentamente a mão do cinto que haviam ousado tira milésimos de segundos antes de Glenda chega.

— vem vem a gente não tem tempo a perder! — Glenda animada me puxou correndo pelo os corredores, o dia parece que vai ser longo.

Tirei o tênis é me sentei em uma das poltronas do quarto, conseguia ouvir os latidos de onew que estava no meu quarto ao lado, tinha quatro maquiadores e sete cabeleireiros ali. O quarto estava uma Zona de caixas cheirando a shampoo, uma moça me chamou me direcionando a uma cadeira lavatória, onde lavou e tratou meu cabelo, pedir para tira o shampoo em um banho, porque eu estava precisando...

Fui para o quarto, onde onew me recebeu a pulos e latidos alegres, alisei seu pelo curto e corri pro banheiro, Logo voltei para retoma o processo.



(...)


Unhas feitas, cabelo feito, make, tudo perfeito, eu estava impecável, nunca me vi tão bem produzida, Glenda havia ido pro quarto vestir seu vestido, provavelmente. Sai do quarto, não vendo a hora de ver meu vestido, e vesti-lo já se passava das 03:00 da tarde, o casamento estava marcado para as 04:30

Destranquei meu quarto, o dia estava sendo tão bom, tudo que aconteceu, pensei em tudo durante o trajeto até o closet, acendi a luz do espaço, a luz me destruiu.


— meu vestido... — cai ajoelhada no chão. 


Notas Finais


| capítulo não revisado |

Peço o perdão e a compreensão dos meus Leitores anjinhos, eu tive um probleminha no celular e também estava com muito dever na escola, agora que está na reta final, estou me dedicando ( sacômené KK )

Amo vocês, estava com saudades, espero não ter decepcionado. ❤


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