História Damned Soul - Capítulo 27


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amaldiçoada, Amor, Comedia, Damend Soul, Drama, Lobisomem, Romance, Sobrenatural, Suspense, Terror, Tragedia, Vampiros
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Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite!!!
Gente mil desculpas por estar postando tão tarde, meu dia foi muito cheio, cheguei recentemente em casa pra vocês terem uma noção... E logo lembrei que tinha de postar kjkkk
E aqui está..
Sinceramente eu queria ter colocado outras coisas nesse capítulo, estou decepcionada com ele rsrs... E se vocês também ficarem já peço desculpas e sua paciência desde já...
Aproveitem o próximo capítulo^-^

Capítulo 27 - 2- Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Damned Soul - Capítulo 27 - 2- Capítulo 5

POV'S Maggie

No mesmo dia, Emilly decidiu fazer uma festa do pijama como comemoração. Já que estávamos nesta época de comemorar um novo início, não me importei muito com a ideia, até ela chegar na minha casa e dizer que a festa seria ali, expulsar Elrick do meu quarto e ficar a noite toda conversando comigo sobre assuntos que eu não gostava, conversando comigo entre aspas, ela ficou falando o tempo todo, nem consegui dormir direito.

No dia seguinte, eu estava com muito sono, não havia dormido o dia todo graças a essa serzinha loira angelical.

- Você está bem?- Elrick sussurrou preocupado.- Não está com uma cara muito boa.

- Você acha?- respondi de forma fria, soltando um bocejo em seguida.

Graças ao bom destino, Deus ou deuses, Ryuki não apareceu o dia todo, ficamos preocupados até que Rafael decidiu ir atrás com Emilly, eu aproveitei e fui dormir, quando acordei me disseram que Ryuki estava resolvendo algumas coisas e nós daria esse dia para comemorar e folgar.

Ryuki até que era legal quando queria.

Emilly resolveu me dar uma folga e foi encher o saco de outra pessoa. Rafael tinha de ter uma conversa séria com seus familiares pois eles não gostaram de sua escolha, isso já era esperado e ele já tinha ensaiado o que diria, estava bem tranquilo.

- Tenho dó desses meninos.- minha mãe disse.- Em vez dos pais apoiarem ficam fazendo tempestade em um copo d'água.

- Isso é bem chato mesmo.- Elrick concordou.

- Eles já estão acostumados.- respondi indiferente.- Sabem lidar com isso.

Resolvi passar o dia todo no meu quarto sem fazer nada. Infelizmente eu tive que tirar o plano de ficar sozinha.

- Nos não conversamos muito ontem.- Elrick disse ao entrar no meu quarto sem nem esperar por permissão e se jogando na minha cama como se fosse a dele.

- Eu não tive culpa, estava meio ocupada se você não percebeu.

- Eu percebi sim. Emilly quando quer ser irritante supera todo mundo.

- Se Emilly não for irritante então não é a Emilly.

- Bem lembrado.. mas eu ainda tenho curiosidade de vê-la agindo normalmente.

Olhei pra ele com sombrancelhas franzidas, ele balançou a cabeça negativamente e começou a rir.

Emilly normal com certeza é algo que não quero ver.

Observei o rosto de Elrick por um tempo e então uma ideia surgiu, eu não iria mais ficar ali sem fazer nada a noite toda.

- Pra onde você vai?- perguntou o moreno estranhando meu movimento repentino.

- Quero te mostrar uma coisa..- acenei pra que ele me seguisse.

O garoto mesmo confuso veio atrás de mim. Primeiro fui bater na porta de Maxwell, se eu fosse mesmo fazer isso eu precisaria de uma mãozinha.

- Maggie?- Max após abrir a porta me olhava com a mesma confusão do rosto de Elrick.- Precisa de alguma coisa?

- Você consegue enconbrir o cheiro de Elrick como fez quando fomos mostrar a mansão?

O rosto de Maxwell se iluminou entendendo o que eu planejava fazer.

- Consigo.

- Então vamos.

Elrick ainda estava com dificuldade pra entender o que eu estava planejando, resolvi deixar que ele entendesse conforme as coisas iam acontecendo.

- Pra onde estão indo?- Miranda perguntou preocupada, tentando disfarçar com um sorriso amistoso nos lábios.

- Vamos dar uma voltinha, voltamos antes do sol raiar.- respondi continuando com meu caminho.




♣️

POV'S Emilly

Naquela hora em que fomos atrás de Ryuki e ele nos dispensou, o mais velho estava ocupado com alguma coisa que se negou a nos dizer o que era. Ficamos curiosos e confusos? Muito. Mas decidimos não nos intrometer. Deveria ser algo que não esteja relacionado a gente, porque se fosse não haveria nenhum motivo pra que ele escondesse, certo?

Em vez de ir pra casa como disse que iria para Rafa, vim pra casa de Ryuki. Depois de muita manha eu tinha conseguido uma chave reserva do maior.

Eu gostava muito mais de ficar em sua casa do que na minha, digamos que ali eu tinha uma paz de verdade. Sem nenhum pai pra me encher o saco, ou pessoas aleatórias aparecendo do além querendo falar comigo, e olha que eu nem conheço a maioria.

Estava calor, fui até o quarto de Ryuki e peguei uma de suas camisetas, tirei minhas roupas e a vesti. Fiquei andando pela casa daquele jeito, apenas com a camiseta e de meias no chão.

Ao passar pela cozinha, memórias das coisas malucas que fiz vieram em minha mente, eu queria colocar minha cabeça de baixo da terra de tão envergonhada que fiquei depois de ouvir o que fiz.

Um barulho chamou minha atenção, fui correndo até a janela e olhei pela fresta da cortina, Ryuki estava vindo em direção a casa.

Uma ideia surgiu, ele não sabia que eu estava ali, então eu iria fazer uma pequena surpresinha.

Apaguei rapidamente todas as luzes da casa e me escondi atrás do sofá perto da porta. Esperei pacientemente para poder dar o bote.

Ryuki abre a porta e adentra a casa tranquilamente, parecia perdido em seus próprios pensamentos. Vou me esgueirando silenciosa até ele, ao chegar perto o suficiente espero o maior adentrar um pouco mais e então, rápida como um tigre, pulei em suas costas.

O engraçado é que eu esqueci que a pessoa que eu queria pregar uma peça e o Ryuki.

O moreno foi mais rápido que eu, se virou no mesmo tempo em que pulei e me pegou em seu colo. Seu abraço de urso me prendeu completamente e eu pensei que iria morrer naquele momento.

- Eu poderia ter ido em direção ao seu pescoço e facilmente ter te matado!- ele disse furioso.

- Ei.. calma! E só uma brincadeira!- respondi tentando me soltar inutilmente.

- Você tem que entender que as pessoas nem sempre aceitam as brincadeiras tão simples assim.

Ryuki me soltou bruscamente de seu abraço e se afastou.

Fiquei olhando pra ele enquanto se distanciava, chocada. Ele tinha mesmo feito aquilo? Me tratado daquele jeito?

- O que aconteceu?- perguntei seguindo-o pela casa.

- Emilly eu estou com um monte de coisas na cabeça, não tô com paciência pra aguentar suas brincadeiras.- ele nem sequer parou pra me olhar ou me dar uma resposta decente.

- Tá, tudo bem.. mas precisa mesmo agir desse jeito comigo?

Ele parou, estávamos em seu quarto agora. Ryuki respirou fundo antes de se virar para me encarar.

- Sem brincadeiras por hoje, por favor!

Ryuki foi para o banheiro de seu quarto e eu fiquei lá parada feita uma idiota ainda tentando entender o que acabou de acontecer. Ele não é assim, alguma coisa aconteceu, o que poderia ter acontecido? E o que posso fazer para ajudá-lo? Se é que posso fazer isso..

Entrei dentro do banheiro sem ser convidada, o mais velho estava tomando banho, quer dizer, ele estava parado enquanto a água caia por seu corpo.

Analisei sua fisionomia por alguns instantes, Ryuki podia ser mais velho, entretanto ele ainda tinha um corpo jovem, músculos exuberante muito bem formados, combinava perfeitamente com ele.

Estava bem explícito o quanto ele parecia cansado com alguma coisa, e seus sentimentos no momento estavam bem pertubados, eu sentia que deveria fazer alguma coisa, mas o que?...

Me aproximei, abri o boxer transparente e adentrei o chuveiro, o abracei por trás com força e tentei relaxar meus próprios sentimentos. Graças a nossa ligação ele poderia sentir essa aura e então eu esperava que isso pudesse ajudá-lo de alguma forma. Pude sentir seu peito subir e descer por causa de sua respiração, sua pele aquecida pela água que cai e me molhava, a camiseta de Ryuki aos poucos foi ficando cada vez mais encharcado mas não me importei, o clima estava melhorando, pude sentir ele melhorando... Fechei os olhos e apenas... Vivi o momento... Era tão.. bom?... Era tão bom estar ao lado dele, poder ajudá-lo... Que piada, até parece que me apaixonei pelo meu professor... Não o fiz? Certo?...




♣️

POV'S Maggie

Finalmente chegamos ao topo da montanha. Elrick se jogou no chão, estava muito cansado, mal se aguentava em pé, Maxwell parecia de boa, não poderia separar menos de um vampiro, certo? Quanto a mim, já estava tão acostumada com a subida que já não me afetava tanto assim.

- Quando.. você.. quando você disse.. vamos.. vamos dar uma volta.. eu.. eu pensei.. pensei que era uma volta normal.. mas.. mas isso? Por que estamos aqui?- Elrick perguntou tentando controlar sua respiração pesada.

- Eu queria te mostrar esse lugar.

- Mas o que tem de especial nele?- perguntou Max olhando em volta.

- Porque foi aqui que enterraram meu pai..

Os garotos ficaram me encarando perplexos. Max deu alguns passos pra frente exitante, examinando o lugar.

- Mas por que aqui? Quer dizer, a vista e linda, provavelmente o por do sol até mesmo o nascer deve ser maravilhoso de se ver. Mas uma montanha?- Max se virou pra mim totalmente confuso.

Eles esperavam uma explicação, todos esperavam. Quem fez o pedido do lugar onde meu pai deveria ser enterrado, fui eu. Quando eu disse, lembro das expressões confusas que eram muito parecidas com as dos garotos na minha frente agora. Acontece que toda vez que meu pai vinha atrás de mim perguntando: "vamos fazer uma caminhada?" Eu logo respondia: "vamos, vamos!" Pegava em sua mão e saia correndo porta a fora o mais rápido que conseguia, no final das nossas caminhadas, todas elas, ele me trazia aqui. Ficávamos observando, dependendo do horário, o pôr do sol ou o nascer, como Maxwell acabou de dizer, era maravilhoso. Quando meu pai morreu a primeira coisa que pensei foi: "e agora? Quem vai fazer as caminhadas comigo?", E então quando estavam discutindo sobre o lugar eu levantei a mão e fiz a proposta. E é aqui seu corpo jaz.

Balancei a cabeça e me concentrei no agora, os garotos ainda me encaravam esperando por uma explicação.

- Meu pai costumava me trazer aqui para ver o pôr do sol e o nascer. Então eu dei a ideia de trazer ele pra cá após sua morte.

- Faz sentido..- murmurou Max.- E também foi um gesto bonito de sua parte.

Elrick resolveu juntar forças e se levantou. Andou pelo lugar examinando a montanha, olhou o precipício e a paisagem, depois se voltou pra mim.

- Uma história, um laço e um lugar como esse, seu pai não poderia pedir algo melhor.- ele deu um de seus melhores sorrisos pra mim.

Fiquei encarando boquiaberta tentando pensar em alguma coisa que poderia dizer, mas nada vinha em minha mente, então o silêncio tomou conta e já estava se tornando algo constrangedor.

- Bem.. eu sei que vocês só me chamaram pra camuflar o cheiro de Elrick.- Maxwell quebrou o silêncio.- Vou deixá-los um pouco a sós, mas quando eu voltar vamos ir pra casa imediatamente, e perigoso estarmos sozinhos, se alguém nos achar vai ser algo complicado de resolver.

E assim ele nos deixou a sós. Nós primeiros momentos ficamos em silêncio, ainda um pouco constrangidos. Mas depois, relaxamos e apenas ficamos sentados admirando a paisagem a nossa frente.

- Eu queria ter tido a oportunidade de conhecer seu pai, ele parecia ser um homem incrível.

- E ele era, todos admiravam ele. Até mesmo aqueles que sempre o julgaram, hoje reconhecem o quanto meu pai fora corajoso em seu auge.

- Aposto que essas mesmas pessoas olham pra você da mesma forma.

- Está enganado, eu sou diferente de meu pai, elas têm medo de mim, isso sim.

- Não há motivos pra elas terem medo.

- Eu sei, mas as vezes gosto deste fato, mantém elas longe.

Elrick riu de meus pensamentos e eu não entendi porquê, nem ao menos fiz questão de perguntar. Aquele momento estava tão bom, o silêncio que nos dois fazíamos para dar lugar e ouvir outros sons, como os dos pássaros, cigarras, animais de pequeno porte silvestres andando pela floresta, esse seria um momento como muitos outros que guardo em minha memória daquela montanha. Um momento especial que sempre me lembrarei com carinho.

- Maggie..- Elrick murmurou.

- Sim?- me voltei para ele, confusa e curiosa.

- Vou ser sincero com você...- ele respirou fundo antes de prosseguir.- Eu não quero ir embora, voltar para o mundo dos humanos. Eu estou amando tudo isso aqui, essa vida que vocês levam, as coisas que vocês fazem, a maneira como veem as coisas, tudo. Se eu for embora não sei como vou conseguir viver normalmente novamente, vai ser muito difícil esquece tudo e todos, e eu não quero fazer isso. Eu não quero... Eu não quero te perder.

O que uma pessoa poderia dizer nesse momento? Isso não era certo, não era nem um pouco certo! Elrick não podia pensar dessa forma, ele não deveria criar sentimentos em relação a esse mundo. O que Ryuki vai fazer quando descobrir isso? Tenho certeza que ele vai compartilhar de meus pensamentos. Mas o pior não era isso, o pior e que eu também não queria que Elrick fosse embora...

Sem saber o que dizer, tudo que fiz foi abraça-lo de lado. É.. com certeza a montanha sempre me surpreendia com todos esses momentos especiais que sempre guardarei em minha memória e sem dúvida eram os melhores de toda minha vida.




♣️

POV'S Lissandra

Com uma última gota, consegui terminar minha última fórmula. 

Fechei o frasco e o guardei junto com os outros quinhentos, esses frascos eram para um cliente meu, ele revendia meus produtos, e eu ganhava uma pequena porcentagem de suas vendas, sim.. sou uma traficante.

Comecei nesse ramo ainda muito nova, quando pensava que o mundo tinha muito mais a oferecer do que uma vida vivida em regras e determinada por um ser superior. Com o tempo isso se tornou minha paixão, e hoje já não nem sei me reconhecer sem isso.

Respirei fundo e comecei a tirar todos os meus acessórios, jaleco, óculos, luvas.. eu realmente parecia uma daquelas farmacêuticas ou químicas.

Sai de meu laboratório improvisado e fui para o cômodo do lado, que se parecia com uma sala de estar. Mechi em algumas coisas nos armários até encontrar uma vodka.

No momento em que me virei para pegar o copo do outro lado, no outro armário, senti um forte impacto me jogando com tudo para trás.

Bati minhas costas na parede rochosa e senti minhas costelas quebrarem. A dor foi muito intensa, mas logo minha regeneração começou a agir. Levantei-me e observei o lugar a minha volta, tentando entender o que estava acontecendo.

Havia cinco vampiros jovens na minha frente, todos eles tinham um estilo que os diferenciavam dos demais, que davam um ar diferente.

Rebeldes.

- O que querem aqui?- perguntei com raiva de sua abordagem.

- Você sabe o que queremos.- um deles falou, o mais novo do grupo.- Rebelde nos mandou aqui para certificarmos de que ainda está do nosso lado.

- Eu já deixei bem claro que não estou do lado de ninguém, podem voltar e repassar essa mensagem.

- Não é assim que as coisas funcionam Lissandra.- o garoto se aproximou de mim, possuía um sorriso zombeteiro nos lábios, audacioso, eu poderia muito rapidamente mandá-lo para o inferno, mas me contive, pois sabia que algo pior poderia vir.- Não fique muito brava com a gente, só estamos comprindo ordens.

- Acho muito irônico está situação... O motivo de terem se rebelado não foi por causa de ordens que não queriam seguir?

O garoto teve um pequeno momento de hesitação mas logo se recompôs e deu uma gargalhada estrondosa.

- Normalmente é o seu pequeno escravo que faz estas observações.. falando nele, onde esta em um momento como este? Vai dizer que ele o abandonou?

- Ele está trabalhando em algo pra mim.- fui cautelosa ao responder, pois sabia que cada palavra dita seria reportada para Rebelde.

O garoto ponderou minhas palavras, ele não parecia tão interessado, logo seu olhar caiu sobre a sala atrás de mim, meu laboratório. 

- Aquele é seu laboratório?- ele andou até a porta, observou o cômodo e depois sorriu.- Vamos ver se encontramos algo legal?

Antes que pudesse impedir, quatro garotos entraram no laboratório, um ficou pra trás para garantir que eu não tentasse impedir que fizessem alguma coisa.

Comecei a entrar em desespero, minhas pesquisas eram tudo pra mim, Rebelde sabia disso e provavelmente deve ter dado esta dica. Não muito tempo depois dos garotos terem entrado, pude ouvir os barulhos dos vidros dos frascos quebrando ao entrarem em contato com o chão. Avancei no garoto a minha frente, mas ele impediu minha passagem, sua cara seria dizia o que eu já sabia, se tentasse impedir seria pior. Me contive e tentei controlar toda a raiva que subia no meu sangue, enquanto ouvia os frascos quebrarem, era como se minha vida estivesse sendo quebrada também, todos aqueles anos.. serviram pra nada.

Os garotos passaram um bom tempo no laboratório, tinha muitas reações, muitos trabalhos guardados como troféus. Quando saíram, satisfeitos, tudo que eu conseguia sentir e que havia morrido assim como todas aquelas fórmulas.

- Não fique triste.- o garoto mais novo falou.- Você pode fazer tudo de novo, não pode? Isso é fácil não é? E a sua vida! Por isso está se sentindo um lixo nesse momento, exatamente como o lugar de todo aquele trabalho de anos vai ser jogado.

Aquilo foi o meu limite.

Em um ataque de fúria, tudo ficou lento a minha volta, andei até o garoto paralisado na minha frente, peguei em sua garganta e apertei o mais forte que conseguia, o tempo voltou ao normal e o garoto morreu antes de entender o que estava acontecendo.

Os outros se afastaram imediatamente, com medo e surpresos. Um olhar foi o suficiente pra todos darem no pé.

Quando percebi que finalmente havia ido embora pra valer, entrei no meu laboratório e cai no chão. Tudo estava um completo caos, tudo jogado no chão, quebrado, até mesmo meus livros contendo minhas pesquisas, rasgados. O motivo de minha existência, seria jogado no lixo, literalmente.

Eu queria vingança, eu queria destruir os sonhos dos rebeldes da mesma forma que destruíram o meu neste exato momento. 

O sonho deles era uma arma, eu conhecia aquela arma, meu servo estava trabalhando com isso, meu servo nunca falhou comigo, nunca me decepcionou, não vai ser agora que o fará... Ele não pode fazer isso comigo logo agora que o motivo se tornou pessoal, ele não vai me decepcionar... Não é mesmo Maxwell? 





Continua.....



Notas Finais


Espero que estejam gostando!
Desculpa qualquer erro!
Até o próximo capítulo^-^


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