História Damned Souls - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Iris West
Tags Aventura, Caitlin, Cisco, Eddie, Iris, Romance, Snowbarry
Visualizações 153
Palavras 1.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo Três


Fanfic / Fanfiction Damned Souls - Capítulo 3 - Capítulo Três

Barry saiu correndo pela cidade. Olhando sempre em volta procurando a rua na qual Cisco havia indicado ao mesmo. Ele parou em um beco próximo a rua que Cisco havia indicado, ajeitando suas roupas, e logo saindo pela calçada.

– Cisco, eu não estou a vendo em lugar nenhum.

 – A câmera da rua a pegou Rua 27A, Avenida 14 segundos atrás. Vá até lá antes de perde-la de vista novamente.

Ele olhou ao redor, certificado-se de que ninguém estava por perto, correndo até a tal rua.

Barry examinou os pedestres, procurando o meta-humano. Foi um movimento a esquerda que chamou atenção aos seus olhos. Ele viu o brilho do cabelo castanho desaparecendo em uma loja ao final da rua. Andou na direção em um ritmo normal e rapidamente abriu a porta pela qual a garota havia desaparecido.

Ele parou em surpresa ao ver o que aquilo não era uma loja, e sim um abrigo de animais.

Olhou em volta e viu cachorros de todas as formas e tamanhos diferentes. A parede do local era coberta de placas na qual diziam sobre como você faria bem se adotace um cachorro. Barry olhou para algas pessoas espalhadas pelo local a procura da tal Cupido Feminino de cabelos castanhos. Se perguntando o porquê um meta-humano os levaria ali, andou por um dos corredores.

– Você a encontrou? – Barry escutou uma voz feminina do outro lado da linha.

– Não – murmurou – Pode perguntar ao Cisco se ele tem certeza de que me deu a rua certa? Porque pensei que havia visto ela entrar em uma loja e acabei em um abrigo de animais. – disse – Eu não sei acho que a perdi de vista...Ah!

Assim que Barry havia se virado se bateu em alguém, dando um pulo para trás, fazendo com que o celular caísse. 

– Desculpa, eu não estava prestando atenção. – Barry se viu congelar ao ver com quem havia se batido. Era definitivamente a meta-humana. 

– Espero não ter feito você quebrar seu celular – a garota disse franzindo a testa.

Barry a olhou caltelosamente. – Tudo bem, não é a primeira vez que eu o deixo cair. 

O garoto escarlate se xingou mentalmente por ter quebrado o celular do Wells.

A garota sorriu e pegou o celular do bolso – Você vê isso? – ela gesticulou em direção a uma rachadura – Eu deixei cair tentando colocar a capa do celular. E isso – ela gesticulou para outra rachadura – É de mim acidentalmente apunhalando-o com um garfo – ela riu da expressão do garoto escarlate – É uma longa história, mas pelo que pode ver a vida dele não é a das melhores. Suas cicatrizes são uma forma de comprovar isso.

Barry riu hesitante.

Ela olhou para os cachorros ao redor – Então, existe algum animal específica que posso ajudá-lo a encontrar hoje?

– Você trabalha aqui? – Barry perguntou, surpreso.

– Bem, sim e não. – ela disse sorrindo – Eu faço trabalho voluntário aqui três vezes por semana. 

– Você deve realmente amar os animais – observou. 

– O que posso fazer? Tenho um ponto fraco para coisas peludas. – afirmou, olhando para um labrador – Mas o que me diz? Que tipo de amigo quer levar para casa hoje?

Os olhos de Barry se arregalaram. 5 minutos atrás ele estava tentando colocar um rastreador em um meta-humano, agora, ele estava em pé em um abrigo de animais, onde a meta-humana possivelmente trabalhava e perguntava que tipo de animal ele queria.

Aquele definitivamente estava sendo um dia estranho.

Barry logo percebeu que a garota aguardava uma resposta. 

– Eu acho que tenho que olhar em torno antes de tomar uma decisão – diz rapidamente. 

Ela sorri e sai andando na posição ao contrário. Só então, Barry percebe que ainda não havia colocado o rastreador nela. Ir em contraposição definitivamente não era seu forte.

– Espere, você tem alguma recomendação? 

Ela logo volta com entusiasmo. – Claro! Será seu primeiro animal de estimação? 

Barry acena com a cabeça em concordância. Ainda tinha como ele de alguma forma conseguir colocar o rastreador sobre ela.

– Certo, algum tipo de cachorro em mente?

Claro que não. A compra de cães não estava na minha agenda quando acordei esta manhã. – pensou.

Encolheu os ombros.

– Bom, eu não sou exigente. 

Os olhos da garota se iluminaram – Ótimo! Deixe-me mostrar suas novas adições ao abrigo ...

Haviam se passado apenas 10 minutos e Barry já estava prestes a desistir. Enquanto ela o mostrava diferentes tipos de cachorros, ele tentava falhamento colocar o rastreador nela, mas sempre que estava quase lá ela se afastava para mostrar outra coisa. Ele fingia interesse enquanto ela mostrava um cachorro da qual ele nem ao mesmo sabia a raça. 

– Temos quartos na parte de trás onde você pode segurar o animal e brincar com ele. Para ver se você gosta ou não.

Barry acenou com a cabeça sendo levado para um corredor. 

– A direita, senhor. 

– Me chame de Barry. 

– Esse é um nome interessante. Provavelmente você não achará em um cachorro. 

– Qual é o seu nome? – Porque eu gostaria de parar de te chamar de Cupido Feminino.

– Blake Miller – respondeu enquanto andavam pelo corredor. Eles entraram em um dos quartos.

– Ok, você pode seguir em frente e vou trazer o cachorro. Certo?

Barry fez um aceno com a cabeça.

Um minuto depois, a garota entrou com um cachorrinho. 

– Prepare-se. Ele não saiu hoje, então está um pouquinho agitado.

Fantástico.

Barry sentou-se no chão e se preparou para o ataque do pequeno animal. Blake o colocou no chão, tudo o que Barry pode ver foi um borrão marrom antes de sentir seu rosto sendo lambido. Por toda parte. Ele conseguiu colocar as mãos em torno do pequeno cachorrinho, o mantendo longe de seu rosto para que pudesse olha-lo.

–Fofo, não é? – ela disse sorrindo – As pessoas costumam preferir cachorros pequenos. Por isso eles geralmente são os primeiros a sair.

Barry sorriu.

– Minha mãe tinha um desses quando eu era menor.

– Eles são ótimos cães. Eles vivem por anos. Que tipo de cachorro ela tem agora? 

– Uh, não. Não, ela não tem mais um cão. Ela ... faleceu quando eu era criança. – Barry olhou para baixo, acariciando o pelo do cachorro.

Blake se mexe desconfortávelmente e se senta, logo começando a acariciar o pelo do animal.

– Eu também perdi alguém. Minha irmã mais velha. Seu nome era Lily e ela faleceu quase um ano e meio atrás. Foi um ... um momento desafiante para você. Você sabe como você vê ou ouve coisas e eles apenas lembram você dessa pessoa? Coisas completamente aleatórias.

Barry assentiu com a cabeça. Ele sabia exatamente o que ela queria dizer. Até nos dias atuais, anos após a morte de sua mãe, algo totalmente aleatório ainda o chamava a atenção e ele lembrava de sua mãe.

– Bem, quase tudo me lembra Lily e quando acontece é como se sal caísse em uma ferida. Um dia eu encontrei esse lugar – ela continuou – Eu estava olhando ao redor e um estúpido Chihuahua estava tentando chamar minha atenção. Continuava andando e ele latiu quando tentava me afastar. Era realmente irritante.Mas por algum motivo me lembrou o Lily e, pela primeira vez, percebi que não me deixava triste. Simplesmente o oposto, na verdade. – Um estúpido e chocado Chihuahua me deu esperança pela primeira vez desde que ela morreu. Então eu perguntei ao proprietário se eles precisavam de ajuda e eu me tornei voluntária. Desde então, toda vez que vejo um cão que traz memórias de volta dela, eu chamo Lily. Eu tenho como três cães diferentes aqui agora que mimar – ela riu – Aposto que os outros cães ficam com ciúmes.

De repente, Barry sentiu-se culpado por estar espionando-a. Meta-humana ou não, ela era apenas uma garota tentando encontrar esperança em sua vida depois da morte de sua irmã.

No final, Barry acabou deixando a simples promessa de voltar mais tarde para escolher um cachorro. O rastreador ainda firmemente em seu bolso.


Notas Finais


E então, o que acharam?
Deixem suas opiniões nos comentários, para que eu saiba o que pensam, o que pode ser melhorado.
Não sei quando postarei novamente!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...