História Damned Souls - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~BLACK_KOALLA

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Drama, Fluffy, Mistério, Novela, Originais, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


👽 Olha só pessoal, pelos nossos 11 favoritos voltamos com um capítulo de nossa estória. Perdoem-nos por demorar tanto a postar, eu (Rope), sinto que isso é um falta de consideração com vocês, mas o bloqueio e a desmotivação às vezes nos cercam e é difícil criar algo que consideramos realmente apropriado para vocês ~ou até para nós mesmas kk~.
Esperamos que voltem a nos acompanhar, e tentaremos fazer uma estória realmente boa e interativa. Mais uma vez, MUITO OBRIGADA PELO 11 FAVES, VOCÊS SÃO LINDOS(as) DE MAIS 🖤👽🖤
Enfim, boa leitura. Desfrutem bastante desses laços que estão sendo criados ao longo dos dias na Yonsei.

PS: Perdoem-me por qualquer erro.

Capítulo 5 - Laços - Part. 1


Fanfic / Fanfiction Damned Souls - Capítulo 5 - Laços - Part. 1

LUNA

— Onde estamos? — Perguntei a Isaac que esboçava um sorriso discreto no canto da boca enquanto parecia admirar a casa para a qual direcionava o carro, rumo a um pequeno caminho de pedras no chão um pouco separado das cadeiras e pequenos arbustos com flores na entrada. A casa era rodeada de árvores altas, e a grama verde que aparentava ter nascido a pouco tempo realçava o branco das paredes que se misturavam com o bom-tom do telhado preto. As luzes que iluminavam delicadamente a entrada e as flores próximas da janela, deixavam no ar a sensação de conforto, sofisticação e vigor.

— Estamos em uma casa? Não vê? — Riu enquanto tirava o sinto de segurança e se preparava para descer do carro.

— Nossa! Você é tão engraçado? Ainda não tinha percebido que era uma casa. Mas me conte, Sir da Obviedade Suprema, esta é sua casa? Pergunto porque não quero ser presa por invadir uma residência, sou muito nova e tenho bons motivos para não querer ir para a cadeia. — Soltei meu sinto da trava e abri a porta, descendo do carro juntamente dele.

— Você é tão cética e politicamente correta o tempo todo? Ou você costuma ser arrogante o tempo todo? — Resmoneou, enquanto abria a porta de trás onde estava a menina que desta vez, aparentava dormir. Puxou-a para mais perto da porta e a segurou nos braços, fechando a porta com o pé esquerdo em seguida.

— E você só sabe derrubar as pessoas nos corredores e sorrir como se essa fosse a melhor forma de se desculpar com alguém? — Retruquei, enquanto o seguia até a porta. Ele parou com a menina nos braços, olhou para mim e revirou os olhos, em seguida ironizou:

— Poderia por gentileza parar de... parar com isso ai que está fazendo, e abrir a porta para mim? Por favor? Se não for abuso de sua boa vontade.

Suspirei pesado, abri a porta e finalmente entramos. Passamos por uma passarela e ao olhar para o lado direito, percebi que se tratava da sala de jantar e talvez mais para o fundo um cômodo onde poderia ser a cozinha. No lado esquerdo havia uma sala grande e espaçosa com duas estantes repletas de livros, o ambiente e os móveis mesclavam-se em harmonia com os tons de cores cinzas, preto, branco e as cores vivas dos detalhes como o quadro na parede ao lado da passarela com um desenho grande de duas pessoas, onde no canto tinham as iniciais B.M. Pensei em questionar Isaac novamente, mas percebi que ele tinha sumido, e com isso, aproveitei a oportunidade e decidi que iria embora, mesmo que eu precisasse voltar a pé para a universidade ou que precisasse procurar alguém que me ajudasse a ir para lá, pois, não estava com dinheiro por simplesmente não planejava sair da universidade com frequência.
Ao virar meu corpo em direção a porta, ouço passos atrás de mim e uma mão toca levemente meu ombro.

— Já viu que horas são? Não é legal sair sozinha de noite, sabia? — Disse Isaac, enquanto segurava meu pulso delicadamente e me guiava para a sala de jantar.

— Não sei quem é aquela menina, não conheço você direito, não sei onde estou, não tenho sinal no celular, não faço ideia do que está acontecendo e ainda espera que eu fique aqui? — Soltei minha mão rapidamente e o mesmo me olhou assustado, em seguida colocou a mão na barriga e alisou a mesma.

— EU ESTOU COM UMA FOME, e você? — Abriu a geladeira, inclinou-se ligeiramente e concluiu que não havia nada congelado ou que desse para comer rápido. — Você sabe cozinhar? Eu sei, mas minha comida não é tão boa assim haha.

— Você não acha que está abusando? Que se dane, você nunca vai comer uma comida tão boa quanto a minha mesmo. O que tem aí que eu possa usar?

— Quem diria, você sabe cozinhar. O que mais você sabe fazer? — Questionou-me enquanto me entregava o que havia encontrado na geladeira, junto com uma panela.

— Sei fazer você apagar sem se lembrar do que aconteceu apenas com uma mão se não calar essa boca. E só para deixar claro, você está proibido até a segunda ordem de me pedir favores. — Respondi com um tom objetivo, mas, no fundo estava sendo sarcástica.
Isaac calou-se no mesmo instante, e eu simplesmente continuei cortando a carne e as verduras em silêncio. Os minutos foram se passando e nós dois entramos em um nível de silêncio que era assustador, nem sequer ouvíamos a respiração um do outro, olha que minha comida estava cheirando muito bem, mesmo assim ele não falou absolutamente nada. Quando a comida estava quase pronta, decidi me sentar junto dele, na mesa, mas quando direcionei meu olhar para a mesma ele não estava mais lá, então dei de ombros e me sentei por um momento. De repente ouço passos atrás de mim, logo imaginei ser ele.

— Quem é você? — Uma voz feminina ecoou pelo ambiente e tive uma pontada na mente que me fez pensar na menina que tinha encontrado horas atrás. Pelo susto e por me sentir uma intrusa, me levantei imediatamente e fui para o outro lado da bancada.

— Eu... eu sou Luna, a menina que te encontrou na pista mais cedo. Você não se lembra? Me desculpe, não queria invadir sua casa, se essa for sua casa realmente, só estou aqui porque Isaac me trouxe junto com vocês e não quis me levar para a Universidade novamente...

— Está tudo bem. A propósito, me chamo Bradley e obrigada pela ajuda. Mas… você disse Isaac? Onde aquela alma penada está?

— Na verdade eu não sei. Creio que esteja no banheiro.

— ISAAAC... SEU VERME REPUGNANTE, ONDE VOCÊ ESTÁ? E que cheiro é esse?

— Ah sim, é o bulgogi que preparei. — Corri em direção ao fogão e apaguei o fogo imediatamente — Isaac disse que estava com fome e preparei algo para vocês comerem.

— Caramba Macky, isso é jeito de chamar seu... espera aí, a comida está pronta? Macky depois a gente conversa, porque a minha fome não pode esperar seu chilique.

— Você perdeu o direito de me chamar de Macky. Você não vai comer nada, vai embora, sai, anda logo, sai.
Peguei três tigelas no armário, coloquei um pouco de bulgogi em todas e as coloquei na mesa sem os dois perceberem, já que estavam ocupados discutindo. Peguei os talheres e pus ao lado das tigelas com toda calma e em seguida me sentei.

— Ou vocês calam a boca e vão comer agora, ou vão ficar com fome pelo resto de suas vidas. Minha comida está boa demais para esperar o chilique dos pombinhos aí. — Os dois se olharam e se sentaram logo em seguida. — Não quero um ouvir um piu enquanto não acabarem, vocês têm muito tempo para continuar a briga depois que eu for embora.

Conforme dito foi feito, ninguém falou absolutamente nada durante a janta. Depois que terminamos de comer, Isaac se responsabilizou pela louça suja, eu e Bradley continuamos sentadas e em silêncio. Minutos depois Isaac se senta conosco e intercalar seu olhar entre nós duas até que decidiu falar.

— Então... Macky, conseguiu descansar bem? — Estava com o olhar distante, mas quando ouvi Isaac começar a falar apenas observei ele e Bradley durante a conversa.

— Estaria melhor se não estivesse aqui. Pode acreditar.

— Será que podemos tentar não brigar na frente da Luna, isso não é uma boa maneira de causar uma boa primeira impressão, e eu quero café. — Ele se levanta, pega uma caneca, põe o café e a água e se senta novamente. Ao beber um pouco percebeu que e tinha esquecido o açúcar e única pessoa na direção dele era eu, consequentemente cuspiu tudo e molhou toda minha blusa branca com o café.

— E cuspir café nela é uma ótima ideia não é mesmo? — Bradley se levantou rapidamente e saiu da cozinha, até que ouvimos um grito. — MEU COTOVELOOOOOO!!! — De repente ela retorna com uma blusa e com os olhos cheios d'água.

— Você é muito desastrada não é? Sente-se aqui e deixe-me ver isso aí. Hum, é só um arranhão, não ficará cicatriz. — Fui obrigada a segurar o riso.

— Isso...isso é para você. MAS QUE MERDA ISAAC, ISSO É CULPA SUA. TÁ ARDENDO E A CULPA É SUA, SEU INFELIZ. — Murmurou ela enquanto lacrimejava. Isaac sai e a retorna com uma mão no rosto tapando os olhos, e com a outra segurava um pequeno maço de algodão.

— Aqui, para você Bradley. — Entregou-me o maço pensando que fosse ela. Peguei o maço e comecei a limpar o fio de sangue que seguia pelo cotovelo dela.

— Por que você está tapando os olhos? — Não contive a curiosidade.

— Por que eu não gosto de pokemon. — Quando olhei para baixo, percebi que meu sutiã estava aparecendo, pois a blusa estava molhada. Peguei a blusa que Bradley havia me entregado e corri para o corredor sem direção nenhuma.

— ONDE É O BANHEIRO NESSA CASA? — Gritei desesperada, enquanto segurava a blusa em frente ao corpo.

— ÚLTIMA PORTA, À ESQUERDA! — Os dois gritaram.

Depois de todo constrangimento e acidentes que aconteceram, Bradley pediu que eu ficasse, pois, estava tarde demais para voltar a universidade. Ela também permitiu que Isaac ficasse, mas dormiria no sofá, no fim das contas todos dormimos na sala, pois, tinha alguns colchões infláveis guardados então enchemos e os colocamos no meio da sala, dormimos em segundos.
Um pouco antes de amanhecer, peguei minhas coisas antes de Bradley e Isaac acordarem e voltei para a universidade. Não sabia, mas minha carteira de estudante valia como vale-transporte creditado pela universidade, o que provavelmente me salvaria muitas vezes. Felizmente, estava de volta ao dia a dia comum que esperava ter. Voltei para meu dormitório, tomei um banho e me deitei um pouco mais antes da sair para almoçar.

— Nada aconteceu... espera aí... a blusa dela...que droga também. — Olhei para o feixe de luz que emanava da janela, ouvi meu celular vibrar em cima da cômoda e adormeci.


Notas Finais


🖤 Obrigada por ler e perdoem-me por qualquer erro.
👽 Sugestões, comentários e amendoins sempre serão aceitos ~~na verdade, esse mês eu não to aceitando porque to pesando 68, não fica bem comer tanto assim. A celulite vem sem piedade kkkk~~
🖤 MUITO OBRIGADA PELO 11 FAVES DE NOVO, PORQUE SIIIIIM!


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