História Dança comigo? - Capítulo 8


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Categorias Death Note
Personagens Beyond Birthday, L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Nate "Near" River
Tags Death Note, Matt, Mattxnear, Mello, Melloxnear, Near
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Palavras 1.708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, desculpe a demora para postar, as aulas voltaram e eu não tenho tido muito tempo, mas finalmente trouxe mais um capitulo. Boa leitura!

Capítulo 8 - Baunilha


“Tá,claro, que horas?” Não falem nada!

“ hoje as 16: 30, me encontra perto da cafeteria que tem perto da escola”

- Mail, aonde está sua...AAAAAAH! – Ouvi a porta do quarto abrir – MENINO! Vai vestir alguma coisa –Minha querida mãe jogou um travesseiro na minha cara.

 

Nate river, você é interessante, mas eu preciso tomar cuidado e saber meu limite...

Baunilha

Sempre quando vamos tomar um sorvete, sempre pedimos de chocolate, morango ou até limão, mas baunilha nunca era uma opção principal.  Eu particularmente só tive o prazer de degustar baunilha poucas vezes na vida, mas eu nunca imaginei que fosse voltar a degustar desse sabor de uma maneira incrivelmente diferente...

O ônibus nunca me fora tão convidativo, vazio e sem crianças chorando, do jeito que eu gosto, mas como nada é perfeito, o motorista era um louco que corria igual a um animal, bati a cara no banco da frente umas duas vezes. Desci no meu ponto e fui para a cafeteria, sentindo uma sensação de acolhimento quentinho ao entrar no local, diferente do Alasca que estava as ruas.

Olhei para o local curioso, a cafeteria era tão bonita, como nunca a vi antes? Eu deveria vir aqui mais vezes, retirei minha carteira de cigarros do bolso e logo meus olhos bateram na placa “É proibido fumar neste local”. Acho que prefiro continuar indo só em bares mesmo. Guardei minha carteira ainda tristinho, esperando algum sinal de Nate. Olhei meu celular, 16: 28.

Uma mulher se aproximou e perguntou se eu queria algo, optei por um cappuccino italiano mesmo, assim que ela voltou com meu pedido ouvi a porta da cafeteria sendo aberta e vi  Near se aproximar, se sentando  na minha frente e cruzando as pernas. Que sexy.

Olhei meu celular de novo 16:30. Porra de moleque pontual.

- Você queria me ver? Estou surpreso que tem me chamado para sair – tomei um gole do meu cappuccino.

Nate fez uma leve careta e desviou o olhar para o lado.

- Eu tenho meus motivos.

- Acredito que não é a cafeteria que você queria me mostrar.

- Não, eu estive pensando em te mostrar um lugar desde que descobri sua descendência forte irlandesa.

- Qual o lugar? – Comecei a balançar a perna esquerda em ato de ansiedade.

- Vem – ele se levantou e eu o segui deixando uma nota de dez euros na mesa e levando meu cappuccino.

Ele entrou em um carro, era um chevrolet astra 2007 branco, fiquei com a cara mais “WTF?” do mundo,  Eu não sabia que Nate dirigia, isso é bom e ruim. Engoli seco e entrei no carro, ficando ao lado de Nate, me senti uma esposa saindo com o marido.

PARE MATT! PARE!

- Não fique mal Mail, não pretendo te matar ainda. -  Filho da puta. Senti minha mão suar frio, eu não tive experiências muito boas com carros.

Logo o mesmo ligou o motor do carro e pegou a estrada principal de Liverpool, ele dirigia bem demais para sua idade. Me senti desconfortável, abri os botões do meu casaco e peguei meu celular mandando algumas mensagens para Mello. Não nos falamos muito desde a peça.

Fiquei escutando música e de vez em quando olhava para Near, me causando um arrepio e ouvindo borboletas rirem no meu estomago. Caladas!

- Matt? – Ouvi aquela doce voz me chamar.

- Sim? –Gaguejei sem querer.

- Você para desconfortável, quer que eu abra as janelas?

- Não, não – falei rápido demais – Está frio e o clima aqui dentro está bom. - Me encostei no banco tentando relaxar.

- Lamento, só queria te mostrar algo para que você se sentisse bem, mas você parece duro feito pedra.

- Eu só estou curioso, não faço a mínima ideia aonde vamos e-

- Chegamos! – Ele deu uma curva com tudo e minha cabeça bateu com tudo na janela, ouvi uma risada sacana. Maldito.

- Vamos. – Ele abriu a porta e soltou o cinto de segurança e saiu. Percebi que nem cinto de segurança coloquei, sai do carro e fechei a porta olhando ao meu redor.

Mato, arvores e cheiro de terra molhada, eu estava boquiaberto, era surpreendentemente familiar, sinto que já estive neste lugar, respirei fundo, sentindo o gostoso cheiro da terra úmida, vi que apesar de frio estava sol. Olhei para Nate, ele pegou uma toalha e uma caixa, começando a andar, eu o segui.

Ele estendeu a toalha perto de uma arvore e eu o ajudei, me sentando em cima da toalha.

- Era esse lugar que você queria me mostrar?

- É tão ruim assim?

- Tá brincando? É incrível, devia ter me trazido aqui antes! – Falei um pouco alto demais.

Vi que o gramado era repleto de trevos, logo comecei a procurar um trevo de quatro folhas, Nate percebendo meu movimento começou a me ajudar, ficamos uns vinte minutos procurando.

- Achei! – Nate estava com um trevo de quatro folhas grande, meus olhos brilharam e logo pulei em cima do rapaz brigando pelo trevo o qual ele negava me dar. Ele ficou se vangloriando pela conquista e eu fiquei emburrado na toalha, ouvindo ele rir. Dei um sorriso um sorriso de lado.  Nate sorriu e logo tirou da caixa um par de sapatos River, olhei para ele surpreso. Ele os calçou e se levantou ficando na minha frente e começando a dançar.

Não sabia de ria ou achava aquilo gracioso, ele parecia ter ensaiado para dançar, pois os passos estavam firmes e bem posicionados, logo bati palmas apreciando o show. Ele deu um sorriso sacana e me estendeu a mão, pensei por alguns minutos antes de pegar sua mão e levantar.

- O que está fazendo pé de valsa? – Ri de lado tentando dançar com sincronia com ele, o que falhou miseravelmente já que eu estava com tênis simples.

-Para seu governo isso se chama River Dance – Ele entrelaçou suas mãos na minha e apesar de estar frio senti meu corpo ser aquecido por conta daquele gesto carinhoso.

Logo ele me rodou e logo nós paramos, finalizando a dança, mas ele não soltou minhas mãos, coisa que me surpreendeu.

Ele me deu um sorriso, diferente de todos os sorrisos que eu já vi, era um sorriso sincero, calmo e sereno. Queria eternizar aquele momento.

E ele fez algo que me surpreendeu, ele selou seus lábios no meu.

Céus...

Não fora um beijo, mas sim um selinho, doce e inocente, como ele, Fora tão rápido que nem pude corresponder.

- Nate...

Eu estava surpreso? Sim! Eu estava tremendo? Muito! Eu estava feliz? Pra caralho!

Mas...

Seu sorriso murchou, suas mãos apertaram as minhas. Vi seus olhos incharem como se fosse derramar lagrimas a qualquer momento. Ele começou a tremer e isso me deixou preocupado, por favor não me diga que ele está arrependido

 

- Nate eu-

- Desculpa, eu não devia ter feito isso, eu te desrespeitei, eu... –ele ficou de costas para mim e passou as mãos nos olhos.

- Nate me escu-

- Isso foi errado, vamos esquecer esse assunto e voltar-

- Nate cala boca! –Praticamente gritei. Segurando seu pulso esquerdo.

Ele me olhou surpreso e ficou quieto, só me analisando. Suspirei cansado, soltando seu pulso e passando as mãos de maneira dócil em suas maças do rosto. Olhei para seus olhos e tentei ver algo positivo, mas só vi confusão e receio. Selei nossos lábios de novo, em outro selinho, não queria aprofundar o beijo e assustar o garoto.

Olhei para seus olhos, ele ainda estava surpreso. Eu estava nervoso e minha perna esquerda tremia.

Ele tentava balbuciar alguma coisa.

- Vamos voltar, está frio e tem aquecedor no carro. – Ele desviou o olhar. Indo em direção a toalha e tirando os sapatos River.

Para que aquecedor? Se seus lábios de baunilha me esquentou o suficiente.

Suspirei e logo entrei no carro, vendo ele entrar no carro, se sentando no banco de motorista. Colocando o cinto, fiz o mesmo e olhei para a janela. Dei um sorriso triste. Acariciando meus próprios lábios.

Ele ligou o aquecedor e logo ligou o motor pegando a estrada. Eu olhava para meu celular a cada cinco minutos esperando mensagens de Mello mas nada!

- Matt, você quer comer alguma coisa? – Ele parou em uma fila de drive do McDonald’s.

- Ãhn? Não, tudo bem, eu não tenho dinheiro. – Passei a mão nos bolsos.

- Eu pago, fala o que você quer – Havia chegado nossa vez de pedir, fiquei surpreso, ele tem noção do que está falando?

- Sério? – Eu não quero me responsabilizar depois.

- Pode pedir Matt – Nate deu um sorriso confiável.

Pedi quatro ‘Triplo cheeseburger’, dois ‘Big mac’ e dois ‘duplo quarterão’ e dois copos grandes de coca-cola , Nate ainda me observava boquiaberto enquanto pegava os pacotes e me entregava, ele apenas pediu batatas fritas e um suco natural.

- Céus, você aguenta? – Ele havia dado o cartão a mulher e voltou seu olhar para mim.

- Claro – Dei um sorriso enquanto comia meu Big mac.

- Você me lembra alguém. – Nate deu um sorriso triste, recuperando seu cartão e voltando a dirigir.

Olhei sério para ele, Nate havia tido algum relacionamento ou algo do tipo? Abaixei a cabeça e logo ofereci um pedaço do meu lanche, vendo ele recusar.

- Ah vai come, você está triste e eu nunca vi ninguém triste enquanto come. – Dei um sorriso confiante.

- Você é de outro planeta- ele riu e deu uma mordida.

Me derreti com aquele sorriso.

Após o leve lanche que eu comi, Nate me deixou em frente ao meu apartamento. Olhei para ele, eu queria falar....

Mas eu não conseguia...

- Vai, entra – Ele me incentivou a entrar no apartamento.

- Não é melhor você ir?

- Só vou embora quando tiver certeza que você está bem, não que eu me importe, só não quero receber a notícia que ‘Mail Jeevas desmaiou de tanto comer’ – Ri com seu comentário. Mentiroso...

Entrei no apartamento e dei uma última olhada para trás, vendo ele ir embora.

Eu queria ter falado, falado o quanto era bom seus lábios, o quanto eu os desejo, Eu neguei uma, neguei duas, mas não posso negar três, não agora que eu tenho a prova...

A prova do quão bom são seus lábios de baunilha...


Notas Finais


As coisas vão começar a se desenrolar nos cap a seguir, prometo tentar não demorar, por favor me digam se as coisas estão indo rápidas de mais, assim eu... dou uma desacelerada rsrs.
E Teve MattxNear :O
Mas será que Near está arrependido do beijo?
Acompanhem os proximos cap, por que eu demoro muito para fazer :)
Comentem se quiserem e criticas construtivas são sempre bem-vindas, Até o próximo capitulo :)


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