História Dança da Extinção - Capítulo 20


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Chanbaek, Fim Do Mundo, Hunhan (onesided), Laybaek, Monstax, Não É Um Crossover Mas, Sekai, Suchen, Vixx, Zumbi
Visualizações 28
Palavras 2.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Slash, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Não posso afogar meus demônios, eles sabem nadar


Quando o helicóptero precisou parar, não existia um heliporto, não existia condição favorável de tempo e literalmente de espaço. O mar era a visão mais relaxante que eles conseguiam ter após três dias de inferno. Havia sido tão rápido assim? Chegar na sede do Clã, dormir, seguir para uma missão suicida.

Finalmente uma sem perdas significativas. Não para eles.

Kai encarava a janela, seu cabelo branco estava pintado de sangue, existia sangue seco por todo seu corpo e suas roupas, Sehun estava com a mão em sua coxa sem se importar, mas ele nunca se importava.

Baekhyun estava cochilando e acordando o tempo todo. Minseok apenas olhava na direção de Sehun, em um eterno silêncio que parecia pesado e julgador, como se existisse uma barreira invisível.

Yixing posicionou o helicóptero numa espécie de encosta próximo do mar, o barulho das hélices era alto, mas talvez se mesclasse com as ondas se quebrando. O horizonte de prédios parecia distante sem a movimentação de pessoas, quase não há carros abandonados nas ruas, os que existem estão capotados e visivelmente quebrados.

─ Eu preciso de um banho. – Kai resmungou após descer.

Kyungsoo ergueu a sobrancelha em sua direção. Kai jogou o casaco ainda úmido de sangue e foi descendo em direção a areia sem esperar pelos outros.

─ Aquilo parece um acampamento? - Minseok perguntou encarando a extensão de areia.

Algumas barracas estavam armadas ao fundo, pequenas tendas na cor cinza que se disfarçam naquela areia.

─ Não tem fogo. - Baekhyun comentou.

─ Nós devemos olhar. - Yixing já estava ao lado de Minseok, aparentemente eles já estão bolando um plano.

Baekhyun estava apenas cansado, ele desceu mais devagar, ele não conseguia caminhar de forma estável na areia. Sehun estendeu a mão para ajudá-lo.

─ O que aconteceu com o seu tornozelo?

Ele encarou os próprios pés, Baek não queria ter que tirar o calçado, mas sabia que encontraria o tornozelo inchado. Com um suspiro, ele sentou na areia, Sehun o copiou.

─ Acho que quebrei naquela floresta, quando pisaram em mim, aquele psicopata… Deve ter curado errado ou sei lá.

Sehun deitou a cabeça em seu colo como se fosse algo natural entre eles, não era, mas de alguma forma era. Baekhyun passou os dedos pelos fios numa espécie de carinho. Talvez fosse apenas algum desespero silencioso por afeto e atenção.

Eles estavam sempre correndo e fugindo, a única forma de afeto era através da pessoa mais próxima. Yixing. Kai.

Baekhyun se viu olhando para as barracas, para as costas de Yixing. Ele nunca pensou que fosse algo romântico entre eles, conversar sobre sentimentos quando não havia necessariamente algum.

A respiração do mais novo foi encontrando um ritmo e em pouco tempo ele estava dormindo. Baek esquecia quão novo ele era, e que desde o momento que o conheceu, ele vinha carregando o mundo nos ombros.

Sempre sozinho.

Baekhyun pensou num mundo pós-pós apocalíptico, sem Chanyeol, com uma rotina. A ideia era tão perturbadora, que ele se concentrou em Sehun, ou sua mente iria vagar para lugares escuros que ele não tinha certeza como sair.

Porque sobreviver era uma linha reta, mas viver era uma labirinto. E ele não estava pronto para se perder.

 

[...]

 

Kai estava tomando um banho de mar, o que era tolice, pois eles não tinha novas mudas de roupas. O grupo se dispersou, mas todos continuam no campo de visão um do outro, Minseok e Yixing indo em direção às barracas, Kai no mar, Kyungsoo vigiando.

Uma espécie de acampamento estava montado. Eles trocaram um olhar rápido e se aproximam devagar. Havia pelo menos cinco barracas armadas, fogueiras apagadas com areia, não havia mochilas ou coisas esquecidas.

─ Parece deserto. - Yixing andou mais cautelosamente, arma em mãos.

O vento bateu ainda mais forte e eles tiveram que cobrir o rosto com as mãos por causa da areia. As barracas sacudiam, mas não desabaram, seus cabos estavam muito bem fixos na areia, possivelmente, por isso, não foram desarmadas.

A fogueira usada estava coberta de areia. Não dava para saber se era o vento ou se alguém havia apago chutando um monte. E isso era relativamente relevante para continuar ali. Mas pelo restante da situação, não era difícil chegar a conclusão de que quem quer que tivesse ocupado aquelas barracas, já havia ido embora.

A praia se encerrava não muito mais distante, um paredão de pedra podia ser visto do outro lado, era como eles estivessem dentro de uma concha pelo formato curvo.

─ Acha que devemos chamar os outros? - Yixing olhou por dentro das barracas. Algumas possuem garrafas e talheres jogados.

─ Nós não temos nada além de armas. - Minseok não respondeu diretamente.

Mas Yixing o entendia. Era sensato acampar a céu aberto? Eles já não haviam aprendido todo tipo de lição?

─ Vou trazer os outros, você consegue acender uma fogueira? Precisamos ferver a água.

Yixing assentiu, mas não estava olhando em sua direção. Minseok abriu a boca, mas não sabia o que dizer. O que ele poderia dizer? Eles não eram próximos. Lay havia provado seu valor e Minseok não tinha nada para se desculpar.

Eles eram um grupo que não olhavam para trás.

 

[...]

 

Sehun costumava acordar com o som de um disparo. Luhan, então Chanyeol, às vezes pessoas desconhecidas, às vezes Kai, e agora…

─ Sehun?

Ele acordou num salto, as mãos indo imediatamente para o pescoço, seu peito subia e descia rapidamente. Baekhyun o olhava preocupado, hesitante em tocá-lo. Sua respiração estava falha, ainda recuperando o ar que havia sido roubado.

─ Com o que você sonhou?

─ Não era um sonho. - Ele respondeu tão rapidamente, com as mãos tremendo.

Baekhyun esticou a mão e tocou nas marcas do pescoço de Sehun, seus dedos se posicionam exatamente sobre as marcas, então ele colocou a outra mão sobre as marcas roxas do outro lado.

Seus dedos eram mais finos, mas a marca que estava ali era definitivamente de sufocamento.

─ Hyungwon, fez isso?

─ Não, o outro.

Baekhyun apertou os polegares contra o pescoço, Sehun não questionou. Ele puxou o ar, mas Baek o soltou.

─ Você acha que merece isso?

Sim. Não. Talvez.

─ Alguém merece morrer? - Ele retrucou de volta.

─ Nós merecemos?

Chanyeol.

Luhan.

Nenhum deles respondeu a pergunta.

 

[...]

 

─ Vamos voltar o esquema antigo.

O grupo estava reunido, a fogueira estava acesa. Não havia nada para comer, mas pelo menos eles estavam aquecidos. Kai ainda estava com os ombros tremendo de frio, agora com as roupas molhadas. Sehun o envolve num abraço sem se importar com suas próprias roupas.

─ Do que se trata?

─ Casais não fazem exploração juntos. - Sehun respondeu olhando para o chinês. Um vago “oh” escapa. Ele assentiu olhando na direção do líder.

─ Faz sentido.

─ Faz? Acho que não diferença. - Baekhyun ficou brincando com o pé na areia sem olhar na direção dos outros.

Ele e Yixing não eram um casal, não eram como Kai e Sehun. Mas ele não queria começar uma discussão ali entre eles. É claro que ele se importava com o outro, mas não ao ponto de…

─ Ainda não é noite, nós devemos ir agora. - Kyungsoo emendou o assunto.

Sehun tirou o casaco e jogou nos ombros de Kai.

─ Eu vou.

─ Eu também. - Yixing anuncia.

Baekhyun deitou na areia parecendo resignado. Minseok olhou na direção de Kyungsoo e o outro apenas assentiu. Ele não queria sair dali mesmo.

Não havia muito o que vigiar. Kai estava mais interessado em se manter aquecido. Os quatro vão na direção das armas e começam a separar o que vão precisar.

 

[...]

 

Minseok e Kyungsoo andam mais devagar, olhando constantemente para o topo dos prédios e para cada esquina. Sehun se move rapidamente, sempre procurando um bloqueio. Yixing também é ligeiro.

A forma como eles se movem mostrava exatamente por onde eles passaram. Kyungsoo e Minseok tinham uma dependência, estavam acostumados a trabalhar em grupo, aparentemente Yixing era como Sehun, uma espécie de lobo solitário.

A única coisa que incomodava Minseok era que Sehun parecia não ser adaptável, eles já estavam juntos há algum tempo.

─ Sehun, não tão rápido.

O mercado estava com as portas principais seladas, mas a entrada do depósito estava aberta. Era como entrar no shopping, pular as grades para acessar as docas.

─ Isso é uma rede grande, o tipo que tem produtos para casa e roupas. Não parece que foi saqueado. - Kyungsoo é o primeiro a passar pela grade.

─ Vamos ter sorte se a comida ainda estiver disponível. - Yixing passa a arma pela abertura da grade e depois pula.

─ Eu confio ainda menos em achar uma mina de ouro dessas. Vamos pegar o necessário e voltar. - Minseok é o último a pular.

Com a porta principal selada e vidros tampados, o lugar é uma escuridão completa. Eles ligam as lanternas, dessa vez apontadas para o chão. O lugar era bem maior por dentro, não era apenas um espaço enorme com prateleiras, haviam verdadeiras divisões e setores, o que também era preocupante.

─ Kai precisa de roupas. - Sehun encarou a placa do teto que apontava para uma sessão de vestuário.

─ Apenas tome cuidado. - Kyungsoo puxou o braço de Minseok para o outro sentido.

Yixing caminhou ao lado do mais novo.

Eles teriam sorte de encontrar comida, uma vez que o acesso do depósito estava aberto, qualquer um teria tido a mesma ideia que eles, possivelmente o grupo que acampou naquelas barracas.

 

[...]

 

─ Então, você vai me dizer qual seu problema comigo? - Baekhyun que até então estava quieto, ergueu o rosto.

─ Do que você está falando?

─ Kihyun. - Kai deu de ombros, o nome não significa nada além de um rosto conhecido. ─ Você disse que eu era irrelevante no grupo.

─ A última vez que te vi, você tentou atirar no Sehun porque o seu namorado morreu, pra dizer a verdade, você era irrelevante, estou surpreso que você continua de pé.

─ Você se acha tão superior. - Uma risada seca, Baekhyun tinha uma expressão divertida no rosto. ─ Sehun salvou a sua vida, você que já deveria estar morto. Taemin está morto, e você o deixou para trás.

Kai encarou as chamas estalando.

─ Taemin é minha culpa, o que você quer?

O garoto deu de ombros, eles não se importa com Kai. Ele se pergunta se ainda se importa com alguém, se nenhum deles voltassem de lá.

Yixing? Sehun…?

─ Eu quero paz, eu quero fechar os olhos e parar de ter pesadelos, eu quero… eu quero uma bebida.

Foi a vez de Kai sorrir.

─ Acha que nós conseguimos voltar antes deles?

Baekhyun chutou a areia no fogo para apagar a fogueira. Os dois se levantam e vão caminhando na direção da rua.

 

[...]

 

Sehun tirou algumas camisas dos cabides e jogou dentro de uma mochila, junto com meias e roupas de baixo. O mercado tinha vários tipos de suéter, mas era uma péssima ideia andar com algo assim o tempo todo, Sehun pega mais algumas roupas e começa a andar na direção do corredor de higiene.

─ Dá pra lavar a cabeça no mar? - Questionou segurando uma embalagem de shampoo.

─ Com todo aquele sal? Tem que ferver a água. - Yixing joga alguns barbeadores numa mochila, algumas coisas ele prende na cartucheira em sua coxa, era como uma bolsa lateral, mas presa em sua cintura e com uma presilha na coxa.

─ Por que você não usa uma mochila? Isso parece desconfortável.

─ Mochilas sempre ficam para trás, você carrega muita coisa, aqui tem o necessário. Tenho lanterna, comida, lenços e alguns remédios.

Ele abre o zíper e puxa alguns itens.

─ Isso é um passaporte?

─ Isso? - Ele puxa a caderneta vermelha. - Sim, eu não podia largar por aí, eu não sei se o mundo acabou ou se em algum momento eu vou poder voltar para casa.

Os ombros de Sehun tremem.

─ Luhan nunca falou sobre querer voltar para casa…

Yixing franziu o cenho. Ele sabia quem era pelo nome.

─ Acho que ele estava mais preocupado que você estivesse seguro. - Ele tenta confortá-lo colocando a mão em seu ombro.

Sehun abre a boca, mas um estalo próximo o faz apontar a lanterna nos pés da prateleira do fim do corredor. Olhos arregalados o encaram, uma mulher pálida, ela ergue as mãos lentamente.

─ Quem é você? Quem está com você? - Yixing pergunta  olhando imediatamente para trás e em todas as direções.

─ E-eu… e-eu não…

Sehun franze o cenho. Ele aponta a arma na direção dela, algo em sua expressão se transforma e a mulher recua um passo, mas Sehun avança três.

─ Você vai ter um filho!? - Ele não percebe que aumentou muito o tom de voz.

Yixing olha para a barriga da mulher.

─ Por favor, não atire. - Ela consegue formar uma frase pela primeira vez. Uma mão indo protetoramente para a barriga, a outra ainda erguida, havia uma embalagem de mamadeira nas mãos.

─ O mundo está um caos. E você vai colocar uma criança nessa merda de mundo?

─ As coisas vão voltar ao normal, ter filhos é normal…

Sehun tem lágrimas nos olhos, ele empurra a trava da arma. A mulher respira fundo. Yixing coloca uma mão sobre o cano da arma de Sehun.

─ Sehun, nós pegamos o que precisávamos. Vamos achar os outros e ir embora. Senhora, você está sozinha?

Ela balança a cabeça negativamente.

─ Acho melhor encontrar com o seu grupo, nós não queremos problemas, ok?

─ Não. - Sehun rosna fazendo a mulher fechar os olhos e respirar fundo. - Uma criança nesse mundo não. Você não pode ser tão egoísta assim.

Outro estalo e uma criança corre até as pernas da mulher que imediatamente a pega no colo.

─ Eu quero ir embora, ok?

A arma de Sehun está apontada na direção da criança. Seus ombros estão tremendo. Yixing se coloca na frente da arma.

─ Vão embora agora. - Ele diz de costas. - Sehun, nós vamos achar Minseok e Kyungsoo e ir embora.

─ Quem tem filhos nesse mundo!?

─ Sehun, isso realmente não é problema seu.

─ Quem em sã consciência tem filhos…

Yixing o faz abaixar a arma e o abraça. Ele continuou murmurando sozinho, com os ombros tremendo. Minseok e Kyungsoo chegam correndo por trás.

─ O que aconteceu?

─ Nós ouvimos vozes do outro lado.

─ Ela deve estar com outras pessoas aqui, quantas? - Sehun imediatamente empurra Yixing.

─ Sehun, ela foi embora, ela estava com uma criança e carregando uma criança. - Yixing precisava explicar a situação olhando na direção do líder e Kyungsoo e ao mesmo tempo falar com Sehun que parecia estar a uma fagulha de explodir.

─ Sehun, abaixa a arma. - Minseok ordenou ainda de onde estava.

─ Quantas pessoas tem aqui dentro? - Ele perguntou olhando para os lados.

─ Sehun!

─ E se seguirem a gente? Vamos acabar logo com isso.

─ Oh Sehun.

Minseok colocou as mão sobre o cano da arma. Sehun continuou encarando o corredor onde não havia mais ninguém. As vozes estavam ainda mais distantes e dava para ouvir o barulho da grade do depósito.

─ Quem quer nascer nesse mundo?

Minseok olhou na direção de Yixing procurando respostas, mas o chinês dá de ombros.

─ Sehun. - Ele tenta novamente. - Luhan teria protegido aquelas pessoas.

─ Luhan era melhor do que eu. - Sua voz soou quebrada. Como se tudo fosse demais naquele momento.

Mencionar Luhan sempre tinha um certo efeito nele, e Minseok não gostava de usar essa carta, mas ele nunca o viu parecer tão quebrado como agora.

─ Apenas seja a sua melhor versão, por ele ok?

Yixing e Kyungsoo seguem a busca por comida, eles conseguiram mais do que estavam acostumados a encontrar por aí. Principalmente depois de meses. Seis meses? Certamente já havia sido mais de meio ano desse inferno, o tempo parecia muito maior, uma vez que sobreviver era exaustivo.

Os ombros de Sehun ainda estão tremendo e Minseok estava com a postura séria. Kyungsoo diminuiu o passo. Ele não costumava se meter nos assuntos do grupo, porque normalmente envolviam conflitos que ele não queria tomar parte.

Minseok e Sehun que se conheciam, Baekhyun e Lay que tem uma pseudo relação afetiva. Ele e Jongin viviam em cima de um muro. As vezes ele se pergunta se seria diferente se Taemin estivesse vivo.

─ Eles vão voltar. Eles sempre voltam. - Sehun repetiu quase batendo o pé.

─ Nem todos os grupos são como os que já esbarramos, acredite eu já encontrei com muitos grupos por aí. Eles são uma família. Nós somos uma família. E nós sobrevivemos, nós não passamos por cima dos outros.

Sehun balançou a cabeça negativamente, arma ainda em mãos.

Kyungsoo só conseguia pensar que nada disso poderia acabar bem.



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